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Q3031438 Português

Para responder à questão, leia o texto IV.


Texto IV


Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/516999232226210857/. Acesso em: 15 jul. 2024.  

Analise as assertivas abaixo.


I- A oração “Cortamos a sua carne” não apresenta um problema de coerência textual.


II- As relações lógico-semânticas presentes na oração “Cortamos a sua carne” em relação à frase “na hora e a seu gosto” geram um efeito de sentido humorístico não pretendido.


III- Ao reescrever “Cortamos a sua carne” por “Fatiamos a sua carne”, o problema de coerência textual é resolvido.


IV- A forma verbal Aperte está conjugada no modo subjuntivo.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3031437 Português

O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder a questão.

Texto III


                              

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C87vmlEPJmS/?img_index=1. Acesso em: 15 jul. 2024.  

Leia o período composto presente no primeiro quadrinho:


Perco o amigo, mas não perco a piada.


A oração em destaque é CORRETAMENTE classificada como:  

Alternativas
Q3031436 Português

O Texto III é uma tira a seguir. Leia-a atentamente para responder a questão.

Texto III


                              

Disponível em: https://www.instagram.com/p/C87vmlEPJmS/?img_index=1. Acesso em: 15 jul. 2024.  

Acerca da tira, analise as assertivas abaixo.


I- A pergunta de Dolores no último quadrinho dispara o efeito de humor da tira.


II- O valor argumentativo de Então no segundo quadrinho desvincula a pergunta de Dolores à afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho e estabelece a noção semântica de tempo.


III- A pergunta de Dolores no segundo quadrinho investe a afirmação de Dona Anésia no primeiro quadrinho de um valor semântico de contradição.


IV- A partícula expletiva É que no terceiro quadrinho tem o valor de realce e não exerce nenhuma função sintática.


V- No último quadrinho, o enunciado “É que você é à prova de piadas”, caso se troque prova por teste, considerando-se apenas o aspecto da regência, não ocorre a presença de preposição antes do artigo . o.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3031434 Português

O texto II, um meme, deve ser lido para responder a questão. 

Texto II

 

                                      

             Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/106890191135095194/. Acesso em: 15 jul. 2024       

Considerando o uso linguístico do meme, é CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3031432 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A locução ou seja , presente no período “A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ou seja ou seja ajuda a recordar outras”, exerce a função de:

Alternativas
Q3031431 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

No tocante aos aspectos estruturais e semânticos do texto, considere as assertivas que se seguem.

 

I- O substantivo Beleza (terceiro parágrafo), no terceiro parágrafo, instaura um registro de linguagem impróprio ao propósito comunicativo da reportagem.


II- No texto, as expressões E ai e Beleza (terceiro parágrafo) são expressões do registro informal da linguagem e são empregadas  para deixar o texto mais atraente para o seu público-alvo.


III- O pronome demonstrativo Isso (em todo texto) não tem participação na sequenciação textual.


IV- A expressão dia-a-dia (quarto parágrafo) não está escrita corretamente. 


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3031430 Português

Leia atentamente o texto I para responder a questão. 


Texto I - MEMÓRIA: ESQUECER PARA LEMBRAR 


Nossas cabeças estão cada vez mais cheias. Ao mesmo tempo, esquecemos cada vez mais coisas. A explicação disso acaba de ser descoberta – e é surpreendente


Por Bruno Garattoni e Gisela Blanco 


Atualizado em 31 mar. 2017, 11h56 - Publicado em 5 fev. 2011, 22h00  


    Você conhece uma pessoa e logo depois esquece o nome dela? Nunca sabe onde largou as chaves de casa, a carteira, os óculos? Vai ao supermercado e sempre deixa de comprar alguma coisa porque não se lembra? E de vez em quando, bem no meio de uma conversa, para e se pergunta sobre o que é que estava falando mesmo? Você não é o único. Bem-vindo ao mundo moderno. Devem existir uns 6 bilhões de pessoas com o mesmo problema. No meio de tudo o que escolhemos e temos para fazer é difícil se lembrar de alguma coisa. Isso você já sabe. O que você não sabe é que a sua memória tem uma capacidade incrível, muito maior do que jamais imaginou. E a chave para dominá-la não é tentar se lembrar de cada vez mais coisas: é aprender a esquecer.

     [...] Por que esquecemos quando queremos lembrar? A resposta acaba de ser descoberta, e vai contra tudo o que sempre se pensou sobre memória. A ciência sempre acreditou que uma memória puxa a outra, ou seja, lembrar-se de uma coisa ajuda a recordar outras. Em muitos casos, isso é verdade (é por isso que, quando você se lembra de uma palavra que aprendeu na aula de inglês, por exemplo, logo em seguida outras palavras vêm à cabeça. Mas um estudo revolucionário, que foi publicado por cientistas ingleses e está causando polêmica entre os especialistas, descobriu o oposto. Quando você se lembra de algo, isso pode gerar uma consequência negativa – enfraquecer as outras memórias armazenadas no cérebro. “O enfraquecimento acontece porque se lembrar de uma coisa é como reaprendê-la”, explica o psicólogo James Stone, da Universidade de Sheffield. Vamos explicar.

     As memórias são formadas por conexões temporárias, ou permanentes, entre os neurônios. Suponha que você pegue um papelzinho onde está escrito um endereço de rua. O seu cérebro usa um grupo de neurônios para processar essa informação. Para memorizá-la, fortalece as ligações entre eles – e aí, quando você quiser se lembrar do endereço, ativa esses mesmos neurônios. Beleza. Só que nesse processo parte do cérebro age como se tal informação (o endereço de rua) fosse uma coisa inteiramente nova, que deve ser aprendida. E esse pseudoaprendizado acaba alterando, ainda que só um pouquinho, as conexões entre os neurônios. Isso interfere com outros grupos de neurônios, que guardavam outras memórias, e chegamos ao resultado: ao se lembrar de uma coisa, você esquece outras. [...] 

    “Esquecer faz parte de uma memória saudável”, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, diretor do centro de memória da PUC-RS e autor do livro A Arte de Esquecer. Até 99% das informações que vão para a memória somem alguns segundos ou minutos depois. Isso é um mecanismo de limpeza que ajuda a otimizar o trabalho do cérebro. Se tudo ficasse na cabeça para sempre, ele viraria um depósito de entulho. Isso nos tornaria incapazes de focar em qualquer coisa e atrapalharia bastante o dia-a-dia. Afinal, para que saber onde você estacionou o carro na semana passada? O importante é se lembrar de onde o deixou hoje de manhã. O esquecimento também é um trunfo da evolução. Imagine se as mulheres pudessem se lembrar exatamente, nos mínimos e mais arrepiantes detalhes, a dor que sentiram durante o parto? Provavelmente não teriam outros filhos. Aliás, recordar-se de tudo pode ter efeitos psicológicos graves. É o caso da americana Jill Price, de 44 anos [...]. Ela sabe tudo o que aconteceu, comeu e fez em cada dia dos últimos 29 anos. Por causa disso, tem problemas psiquiátricos e sofre para levar uma vida normal. “Imagine se você conseguisse se lembrar de todos os erros que já cometeu”, explica. Seria horrível. [...]

GAROTTINI, Bruno; BLANCO, Gisele, Memória: esquecer para lembrar. 31 mar. 2017. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/memoria-esquecer-para-Memória: lembrar. Acesso em: 15 jul. 2024. Adaptado.

A partir da leitura do texto, considere as seguintes assertivas:


I- A ideia central da reportagem é que esquecer é um mau sinal para o cérebro.


II- A presença de argumentos de autoridade no texto reforça a ideia central de que esquecer, na verdade, é parte integrante de uma memória funcional.


III- De acordo com o texto, se todas as memórias fossem permanentes, o indivíduo poderia sofrer efeitos psicológicos graves.


IV- O texto defende que a vida moderna não tem relação com a crescente incidência de esquecimento que experimentamos.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3031329 Pedagogia
Freire (1996, p. 14) nos diz que: “não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Esses quefazeres se encontram um no corpo do outro. Enquanto ensino, continuo buscando, (re)procurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade”. Considerando a pesquisa na prática da docência na educação básica, analise as afirmativas a seguir.

I. Desenvolvimento Profissional Contínuo: engajar-se em pesquisa promove o desenvolvimento profissional contínuo do docente, incentivando-o a buscar aprendizado constante e aprimoramento de suas habilidades.
II. Atualização e Inovação Pedagógica: a pesquisa permite ao professor estar atualizado com as últimas teorias, metodologias e práticas educacionais. Isso é crucial em um mundo em constante mudança, onde novas descobertas e abordagens estão sempre surgindo.
III. Estímulo à Curiosidade e ao Pensamento Crítico: ao se envolver em pesquisas, os docentes modelam habilidades de pensamento crítico para seus alunos. Mostram como elaborar perguntas, investigar respostas e analisar informações, incentivando os alunos a se tornarem aprendizes autônomos e ativos.
IV. Manutenção do modelo da racionalidade técnica: o docente deve ser um técnico que mantém conhecimentos e desenvolve competências e atitudes adequadas para intervenção prática, apoiando-se no conhecimento que os cientistas básicos e aplicados elaboram; entretanto, não necessita chegar ao conhecimento científico, mas é necessário dominar as rotinas de intervenção técnica que se derivam.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q3031328 Pedagogia
De acordo com Santos (1999, p. 7), é pela “história que conhecemos a vida dos homens: como era, como é e o que nela se modificou com o passar do tempo”. Pensar em educação num contexto é pensar esse contexto mesmo: a ação educativa processa-se de acordo com a compreensão que se tem da realidade social em que se está imerso. (Romanelli, 1978, p. 23.)
Sobre a história da educação brasileira e, considerando a vinda da Família Real e da Corte Portuguesa para o Brasil, em 1808, algumas providências educacionais foram adotadas, a fim de atender aos interesses dos nobres que aqui chegaram. Acerca do exposto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Preocuparam-se mais em criar algumas escolas superiores e em regulamentar as vias de acesso a seus cursos, especialmente através do curso secundário e dos exames de ingresso aos estudos de nível superior.
( ) Foi outorgada a primeira Constituição Brasileira, que garantia apenas “a instrução primária e gratuita a todos os cidadãos”. Criação de escolas de primeiras letras em todos os lugares e vilas, além de escolas para meninas, nunca concretizadas anteriormente.
( ) Ocorreu a Reforma Pombalina que objetivou criar a escola útil aos fins do Estado e, nesse sentido, em vez de preconizarem uma política de difusão intensa e extensa do trabalho escolar, pretenderam os homens de Pombal organizar a escola que, antes de servir aos interesses da fé, servisse aos imperativos da Coroa.
( ) Ocorreram as primeiras inciativas práticas para preparação profissional de professores em escolas de ensino, com grande influência das ideias iluministas. Era dada ao professor a incumbência de dar à “luz” do conhecimento ao aluno, buscando em seu ideário difundir a popularização educacional, objetivando o crescimento do país.
( ) Foi fundada a Companhia de Jesus para contrapor-se ao avanço da Reforma Protestante, e para desenvolver um trabalho educativo e missionário, com o objetivo de catequizar e instruir os índios e colaborar para que eles se tornassem mais dóceis e, consequentemente, mais fáceis de serem aproveitados como mão de obra.

A sequência correta está em
Alternativas
Q3031327 Pedagogia
De acordo com Vasconcelos (2012), a educação escolar é um processo coletivo, sistemático e intencional de interação com a realidade. Através do relacionamento humano baseado no trabalho com o conhecimento e na organização da coletividade, que colabora com a formação do educando em sua totalidade – consciência, caráter e cidadania, tem como mediação fundamental os saberes que possibilitam a emancipação humana. Considerando que a temática da gestão da sala de aula emerge da busca de sistematização do trabalho do professor, de compreender o que está implicado na atividade em sala de aula, relacione adequadamente as dimensões básicas indicadas a seguir às afirmativas dadas.

1. Relacionamento interpessoal.
2. Organização da coletividade.
3. Trabalho com o conhecimento.

( ) Refere-se ao clima de participação, de interação, de respeito, de comunicação em sala de aula; não há como propiciar a apropriação do conhecimento e o enriquecimento da experiência pedagógica a partir, somente, daquilo que a escola está oferecendo.
( ) Capacidade de o professor se aproximar mais intimamente, com maior cuidado e profundidade, diante de uma dificuldade do aluno, seja em termos de aprendizagem ou de disciplina; é a capacidade de uma relação mais próxima; é a exigência da relação significativa com um outro, o “olho no olho”, sujeitos em proximidade, o contato humano.
( ) Trata-se do processo de apropriação da herança cultural e construção crítica, criativa, significativa e duradoura da aprendizagem. É um dos aspectos centrais da educação escolar (e também de maior visibilidade), visto que a escola é uma instituição que permite, dentre outros fatores, a interação dos novos sujeitos com o conhecimento acumulado da humanidade, de forma organizada e sistematizada.

A sequência está correta em
Alternativas
Q3031326 Pedagogia
A teoria da aprendizagem é uma tentativa de descrever o que acontece quando se aprende e como se aprende. Em psicologia e em educação são os diversos modelos ou padrões que visam explicar o processo de aprendizagem pelos indivíduos. Do ponto de vista dos modelos de aquisição do conhecimento, os estudiosos apontam duas correntes principais: o “Empirismo” e o “Racionalismo” e algumas teorias derivadas desses grupos. O precursor do “Racionalismo” foi René Descartes (1596-1650). Trata-se da corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio e da aprendizagem não como uma operação sensorial, mas sim como uma operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões, se uma ou outra proposição é verdadeira, falsa ou provável. Sobre o exposto, analise as teorias a seguir.

I. Interacionismo: o desenvolvimento se dá na interação entre organismo e meio, e a aquisição de conhecimento é um processo construído pelo indivíduo durante toda a sua vida.
II. Behaviorismo: teoria baseada em estímulo-resposta; indica que o comportamento humano é previsível. A aprendizagem está relacionada à modificação do desempenho, ou seja, o bom ensino depende de organizar eficientemente as condições estimuladoras, de modo que o aluno saia da situação de aprendizagem diferente de como entrou.
III. Humanismo: seu objetivo não é o controle do comportamento, o desenvolvimento cognitivo ou a formulação de um bom currículo e sim o crescimento pessoal do aluno. Essa abordagem considera o aluno como pessoa e o ensino deve facilitar a sua autorrealização, visando à aprendizagem que transcende e engloba as aprendizagens afetiva, cognitiva e psicomotora.
IV. Inatismo: parte do pressuposto de que os eventos que ocorrem após o nascimento não são essenciais ou importantes para o desenvolvimento. As qualidades e as capacidades básicas de cada ser humano, sua personalidade, seus valores, hábitos e crenças, sua forma de pensar, suas reações emocionais e mesmo sua conduta social já se encontrariam basicamente prontas e em sua forma final por ocasião do nascimento.

São consideradas teorias do Racionalismo o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q3031325 Pedagogia
Na década de 1990, grande parte das preocupações e atitudes mundiais estava voltada para a construção de perspectivas, tendo em vista a ansiedade gerada pela chegada de um novo século. O campo educacional não se afastou desse comportamento. Políticas de alfabetização e de aumento da escolaridade, em vários países, pretendiam contribuir para que as metas da Conferência Mundial de Educação de 1990, em Jomtien, Educação para Todos, fossem alcançadas. Ao mesmo tempo, estratégias internacionais eram concebidas para se estabelecer um tipo de educação capaz de moldar crianças e jovens que se tornariam os adultos de uma nova era. (Rizo, 2010.)
Sobre o exposto e com base nos pilares delineados pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), para a educação do século XXI, pode-se considerar que tais competências incluem, de forma não exclusiva, a capacidade do estudante: 
Alternativas
Q3031324 Pedagogia
A Constituição Federal de 1988 estabelece que a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. À luz das normas constitucionais, incumbe ao Município atuar prioritariamente
Alternativas
Q3031323 Pedagogia
O desenvolvimento de competências socioemocionais pode ser um forte aliado e impulsionador da implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) nas escolas. Ao lado de outras estratégias, o trabalho com o socioemocional auxilia tanto para a aprendizagem quanto para o desenvolvimento pleno defendido pela Base. Com clareza sobre quais competências socioemocionais são mobilizadas em cada competência geral, os professores podem realizar um trabalho intencional que contribua para promover as competências gerais e também levar a educação integral ao cotidiano da escola. A BNCC colabora com essa perspectiva ao reconhecer e acolher as singularidades e diversidades de todos os estudantes. Para que todas as escolas do país garantam oportunidades pedagógicas para o desenvolvimento pleno dos estudantes, a BNCC estabeleceu um conjunto de dez competências gerais. Ao desenvolver a 10 – “Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos, sustentáveis e solidários”, o professor poderá mobilizar em seus alunos as competências socioemocionais, com EXCEÇÃO de uma; assinale-a. 
Alternativas
Q3031322 Pedagogia
A prática de orientação profissional nas escolas deve oferecer aos alunos um espaço para refletir sobre seus projetos de vida profissional, preparando-os para uma inserção consciente e crítica no mundo do trabalho. A ausência desse tipo de discussão no espaço escolar pode resultar em alunos despreparados para a construção de estratégias que viabilizem a concretização de seus projetos de vida. (Bastos, 2005.)
A orientação profissional envolve atividades que dispõem de conhecimentos teóricos e práticos destinados, sobretudo aos adolescentes, à escolha profissional e à elaboração de projetos futuros. Sobre a abordagem sócio-histórica da orientação profissional, é considerada função do profissional responsável: 
Alternativas
Q3031321 Pedagogia
Jean Piaget e Lev Vygotsky eram psicólogos do desenvolvimento que estudaram como a linguagem se desenvolve em crianças. Piaget e Vygotsky acreditavam que a natureza curiosa das crianças lhes dá a capacidade de desenvolver competências linguísticas desde a tenra idade. Ambos são considerados pioneiros no campo da psicologia do desenvolvimento. Os estudos de Piaget e Vygotsky foram um grande marco para a Psicologia Educacional e, ainda, são conhecimentos atuais por trazerem uma excelente maneira de concepção do desenvolvimento, aprendizagem e da experiência consciente humana. Considerando as diferenças entre os estudos dos dois autores, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Piaget.
2. Vygotsky.
( ) Pensamento aparece antes da linguagem.
( ) Processo de construção real ocorre do social para o indivíduo.
( ) Privilegia a maturação biológica; portanto, o ser humano ao nascer é um indivíduo biológico.
( ) A potencialidade cognitiva do sujeito depende da etapa de desenvolvimento que ele se encontra.
( ) O sujeito depende da qualidade da interação social e da zona de desenvolvimento proximal do sujeito.

A sequência correta está em
Alternativas
Q3031320 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases, nº 9.394/1996, os currículos da educação básica devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno, EXCETO quando: 
Alternativas
Q3031319 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
No âmbito da gestão pública, as penas administrativas desempenham um papel crucial na promoção da ética e da disciplina entre os servidores. Essas medidas visam não apenas corrigir condutas inadequadas, mas também garantir a integridade e eficiência do serviço público, fortalecendo os princípios de responsabilidade e transparência na administração municipal. No que se refere às penas administrativas elencadas no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Esmeraldas, pode-se afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Q3031318 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O Estatuto dos Servidores Públicos de um município consiste em um conjunto normativo que disciplina os direitos, deveres e condições laborais dos funcionários municipais. Esse documento não apenas estabelece os parâmetros para a relação entre o poder público e seus servidores, mas também busca promover a eficácia na prestação dos serviços públicos e fomentar o bem-estar tanto dos servidores quanto da comunidade atendida. De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Esmeraldas, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3031317 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
O Estatuto de Magistério de Esmeraldas determina que o cargo de diretor escolar será exercido por professores ou pedagogos, em exercício na escola, eleitos em chapa por meio de voto direto e secreto, garantida a participação de todos os segmentos da comunidade escolar. Com base nas disposições desse Estatuto no que se refere ao cargo de diretor escolar é correto afirmar que, EXCETO: 
Alternativas
Respostas
1401: A
1402: D
1403: E
1404: B
1405: E
1406: D
1407: B
1408: C
1409: B
1410: B
1411: B
1412: A
1413: D
1414: D
1415: D
1416: B
1417: B
1418: A
1419: C
1420: D