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Considerando que uma partícula, com
(em metros por segundo), em t = 0, sofra uma aceleração constante
, de módulo a = 6 m/s², formando um ângulo θ de 60º com o semieixo x positivo, que sen 60º
0,9, cos 60º
0,5 e tan = tangente, julgue o item a seguir.
O ângulo, em graus, da velocidade, em t = 10 s, é expresso por θ = tan-1 (13/32).
Considerando que uma partícula, com
(em metros por segundo), em t = 0, sofra uma aceleração constante
, de módulo a = 6 m/s², formando um ângulo θ de 60º com o semieixo x positivo, que sen 60º
0,9, cos 60º
0,5 e tan = tangente, julgue o item a seguir.
Em t = 10 s, a velocidade da partícula é expressa por
em metros por segundo.
Considerando que uma partícula, com
(em metros por segundo), em t = 0, sofra uma aceleração constante
, de módulo a = 6 m/s², formando um ângulo θ de 60º com o semieixo x positivo, que sen 60º
0,9, cos 60º
0,5 e tan = tangente, julgue o item a seguir.
O diagrama P × V mostra uma transformação cíclica 1→ 2 → 3 → 4 → 1 de certa massa de gás em uma máquina térmica.

Essa máquina pode ser
Sendo FOC e F’OC os focos objeto e imagem da lente ocular, respectivamente, a imagem formada pela lente ocular em relação à
formada pela lente objetiva é As palavras que completam corretamente as lacunas I, II e III do texto são
O gráfico representa a variação da intensidade da força aplicada sobre um objeto, em função do deslocamento deste.

Considerando que a direção e o sentido da força e do deslocamento sejam coincidentes durante todo o trajeto, o trabalho realizado pela força no deslocamento de 0 a 9 m é, em joules, igual a
Considere que o centro de massa da ponte coincide com seu centro geométrico e que no instante mostrado na figura o centro de
massa do caminhão se encontra a 20 m da extremidade Y. Nessa situação, a intensidade da força que o apoio X exerce na
ponte é Essas duas afirmações só são equivalentes quando a
O ofício das baianas de acarajé, registrado como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo Iphan é a prática tradicional de produção e venda nos espaços públicos, em tabuleiro, das chamadas comidas de baiana, feitas com azeite de dendê... .
(Disponível em: http://portal.iphan.gov.br)
Os aspectos referentes ao ofício das baianas de acarajé e sua ritualização compreendem
Boris Hessen foi o primeiro cientista a apresentar uma visão materialista sobre o desenvolvimento da ciência, sendo bastante questionado e até ridicularizado quando assim o fez. Em 1931, o cientista soviético apresentou seu trabalho "As Raízes Sociais e Econômicas dos Principia de Newton" no II Congresso Internacional de História das Ciências, em Londres. Ao final de sua tese, ele afirmou que na época em que Newton formulou e formalizou as leis da mecânica (século XVIII):
“Havia necessidade de meios de comunicação convenientes, uma medida de tempo mais exata – especialmente devido ao contínuo aumento do ritmo das transações −, e de métodos exatos para contabilidade e medida (...) Comparando os principais problemas técnicos com os temas que dominavam a física desse período, chegamos à conclusão de que esses temas eram determinados principalmente pelas tarefas econômicas e técnicas que interessavam à nascente burguesia.”
(HESSEN, B. “As raízes sociais e econômicas dos Principia de Newton”. Revista de Ensino de Física, v. 6, n. 1, p. 37-55, 1984)
A ideia central de sua tese é que o desenvolvimento científico
Os conceitos físicos são criações livres do espírito humano; eles não são, como se poderia acreditar, determinados unicamente pelo mundo exterior. No esforço que fazemos para compreender o mundo, nós parecemos um pouco com uma pessoa que tenta compreender o mecanismo de um relógio completamente fechado: ela vê o mostrador e os ponteiros em movimento, ouve o tique-taque, mas não tem nenhum meio de abrir o relógio. Se ela for criativa, poderá construir uma imagem do mecanismo, considerando-o responsável por tudo o que ela observa; mas ela nunca estará segura de que sua imagem é a única capaz de explicar suas observações. Ela nunca estará em condições de comparar sua imagem com o mecanismo real e sequer poderá representar a possibilidade ou a significação de tal comparação. Assim o pesquisador também crê certamente que, à medida que seus conhecimentos aumentarão, sua imagem da realidade se tornará cada vez mais simples e explicará campos de impressões sensíveis sempre mais amplos. Ele poderá, assim, crer na existência de um limite ideal do conhecimento, que o espírito humano pode alcançar. Ele poderá chamar esse limite ideal de verdade objetiva.
(EINSTEIN, Albert. INFELD, Léopold. L’ évolution des idées en Physique. Trad. M. Solovine. Paris: Payot, 1978, p. 34-35)
Segundo o texto escrito no século XX, a partir de uma concepção contemporânea de ciência,