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Q1731248 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
Assinale a alternativa em que ocorre o emprego adequado da flexão dos verbos sublinhados.
Alternativas
Q1731247 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
No que diz respeito à pontuação, observa-se o cumprimento da regra no trecho: “Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria.” Assinale a alternativa em que a pontuação se dá pela mesma norma.
Alternativas
Q1731246 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
Considerando os aspectos morfossintáticos do texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1731245 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
A equivalência semântica é mantida substituindo o termo destacado pelo apresentado entre parênteses em:
Alternativas
Q1731244 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
Quanto à organização do texto o autor usou diferentes estratégias linguísticas. Assinale a alternativa em que apresenta uma afirmação não condizente:
Alternativas
Q1731243 Português
Texto

Até quando o Brasil vai se arrastar e se humilhar pelas escadas da exclusão da pessoa com deficiência?

    Um professor de 62 anos, do Rio, é o novo expoente da tragédia brasileira do descuidado com a pessoa com deficiência. Na semana passada, ele se arrastou por dois lances de escadas em uma agência do INSS onde ia requerer sua aposentadoria. O caso foi exposto pela TV Globo.
    Embora a parte que provoque mais desgosto nesta história seja a crueza do ato do professor Jorge Crim, o contexto mostra uma sequência de ilegalidades, de falta de consciência social e de pouco avanço em cidadania.     As leis que obrigam prédios públicos a fornecerem ampla acessibilidade remontam à década de 1990 e foram sendo reafirmadas com outras medidas legais ao longo dos anos 2000, ou seja, é um descuidado, um desleixo, que dura mais de uma década.     “O elevador estava quebrado. É do jogo haver problemas pontuais, deixem de mimimi!” A realidade conhecida é que elevadores em prédios públicos estarem em perfeito estado de conservação e funcionando é a exceção. A regra é estarem imundos e com defeitos.
     Sendo assim, por que raios uma agência do INSS, onde centenas de pessoas com problemas de mobilidade os mais diversos passam todos os dias, não tem um plano de contingência para esses casos?         A perícia é no segundo andar? Desce o perito. O gabinete do gerente é no piso superior? Que ele trabalhe na portaria, mas que dê condições de acesso dignas às pessoas, não as exponha, as acolha!         Há alguns anos, relatei na Folha quando uma executiva com deficiência se arrastou pelas escadas de um avião porque não havia condições de embarque ideal para ela naquele momento. Foi um escândalo nacional, o caso se tornou emblemático, algumas mudanças ocorreram.     O que não muda é a exposição perigosa das pessoas com deficiência à inabilidade do país em promover condições de ir e vir razoáveis para todos.     O Rio de Janeiro, em especial, por ter prédios públicos que remontam à própria história do país, enfrenta questões de acessibilidade ardidas e dispendiosas. Mas em nenhum ponto histórico de relevância no mundo se desrespeita tanto a diversidade de ser com lá.
    O governo Bolsonaro fez diversos compromissos informais com a inclusão, o presidente do INSS, Renato Rodrigues Vieira, se indignou com o escárnio vivido pelo professor Jorge, mas nada indica que o episódio tenha despertado as autoridades da gravidade do problema.     Talvez se todos os que se deparassem com escadas e obstáculos arquitetônicos, atitudinais e sensoriais em seu dia a dia se arrastassem e povoassem as redes sociais com seus sacrifícios pessoais face à inoperância do poder público fosse possível conseguir um despertar para esse descaso que persiste, humilha e envergonha.

(https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/2019/07/17/ate-quando-o-brasil-vai-se-arrastar-e-se-humilhar-pelas-escadas-da-exclusao-da-pessoa-com-deficiencia/ Acesso em 21/09/2019)
Depreende-se da leitura do texto que:
Alternativas
Q1731143 Conhecimentos Gerais
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE se constitui no principal provedor de dados e informações do País, atendendo necessidades dos mais diversos segmentos da sociedade civil, bem como dos órgãos das esferas governamentais federal, estadual e municipal. Isso posto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1731142 Conhecimentos Gerais

Observe a imagem abaixo.

Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que indica o nome da obra e o artista correspondente:

Alternativas
Q1731140 Conhecimentos Gerais
Um estrangeiro, naturalizado brasileiro, contribuiu significativamente para o fortalecimento do cinema brasileiro. Foi diretor de filmes como Pixote, a Lei do Mais Fraco, Carandiru e O Beijo da Mulher Aranha. A descrição se refere ao cineasta:
Alternativas
Q1731137 História e Geografia de Estados e Municípios
Os símbolos do município de Guabiruba são Bandeira municipal, Brasão e Hino da cidade. Isso posto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1731136 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando-se os aspectos históricos do Município de Guabiruba, analise as afirmativas abaixo e identifique a(s) correta(s):
I- O Município foi emancipado de Brusque, em razão da Resolução nº 238, de 28 de abril de 1962, aprovada pela Câmara Municipal de Brusque. II- A instalação oficial do Município foi realizada no dia 10 de junho de 1962. III- O primeiro prefeito do município de Guabiruba foi Carlos Boos. IV- A história de Guabiruba está associada à imigração austríaca.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1730291 Física
Um homem observa um raio e, depois de um tempo t, ouve um trovão Sendo c velocidade da luz e v o do som, a que distância do homem ocorreu o raio?
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1730250 Física

Magno possui uma chácara na zona rural de Teresina. Na chácara, construiu uma caixa d’agua com capacidade igual a 5m3 . Para a manutenção dela, instalou um registro na base.  

Imagem associada para resolução da questão


Quando Magno inicia a limpeza, abre o registro da caixa d’agua, que está a 4m do solo e da qual a água começa a esguichar, descrevendo uma curva parabólica. Ele percebeu que a corrente de água desce um metro medido na vertical nos dez primeiros metros de movimento horinzontal. Depois de 10 minutos, ele retorna para analisar o esguichamento e percebe que há uma nova curva parabólica, em que a corrente de água desce um metro medido na vertical nos primeiros cinco metros de movimento horizontal. Qual foi a velocidade de recuo do esguichamento da água em relação ao solo? 

Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729257 Português
Em 1968, o arqueólogo suíço Erik Von Däniken publicou o livro Eram os Deuses Astronautas?, no qual defende que extraterrestres foram responsáveis pela construção das pirâmides egípcias, astecas e maias, das linhas de Nazca e dos moais da Ilha de Páscoa. Para Däniken, esses seres vindos do espaço eram considerados deuses pelos povos antigos que habitavam a Terra – além disso, eles teriam cruzado com espécies primatas para dar origem aos humanos.
Para a maioria dos historiadores, as teorias de Däniken não têm mérito. Ignoram as práticas culturais, religiosas e sociais dos povos antigos, assim como sua capacidade em erguer pirâmides. Que, por colossal que tenha sido o trabalho, são uma ideia óbvia: uma pirâmide é uma pilha de blocos. É estruturalmente mais simples que uma casa com paredes verticais e um teto – como as que eram feitas por esses mesmos povos. Além disso, se extraterrestres tivessem construído esses monumentos (ou visitado a Terra consistentemente), eles certamente teriam deixado para trás qualquer vestígio, como ferramentas e materiais.
(https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/pseudo-historia-7-fatos-nunca-aconteceram.phtml)
O texto refuta as crenças de Daniken, quando:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729256 Português
Em 1968, o arqueólogo suíço Erik Von Däniken publicou o livro Eram os Deuses Astronautas?, no qual defende que extraterrestres foram responsáveis pela construção das pirâmides egípcias, astecas e maias, das linhas de Nazca e dos moais da Ilha de Páscoa. Para Däniken, esses seres vindos do espaço eram considerados deuses pelos povos antigos que habitavam a Terra – além disso, eles teriam cruzado com espécies primatas para dar origem aos humanos.
Para a maioria dos historiadores, as teorias de Däniken não têm mérito. Ignoram as práticas culturais, religiosas e sociais dos povos antigos, assim como sua capacidade em erguer pirâmides. Que, por colossal que tenha sido o trabalho, são uma ideia óbvia: uma pirâmide é uma pilha de blocos. É estruturalmente mais simples que uma casa com paredes verticais e um teto – como as que eram feitas por esses mesmos povos. Além disso, se extraterrestres tivessem construído esses monumentos (ou visitado a Terra consistentemente), eles certamente teriam deixado para trás qualquer vestígio, como ferramentas e materiais.
(https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/pseudo-historia-7-fatos-nunca-aconteceram.phtml)
É possível afirmar que Erik tem credibilidade devido à:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729255 Português

ESSA QUE EU HEI DE AMAR…


Essa que eu hei de amar perdidamente um dia

será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,

que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,

trazer luz e calor a essa alma escura e fria.


E quando ela passar, tudo o que eu não sentia

da vida há de acordar no coração, que vela…

E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela

como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia,


quando alguém me chamou. Olhei: um vulto louro,

e claro, e vagaroso, e belo, na luz de ouro

do poente, me dizia adeus, como um sol triste…


E falou-me de longe: "Eu passei a teu lado,

mas ias tão perdido em teu sonho dourado,

meu pobre sonhador, que nem sequer me viste!"

(ALMEIDA, Guilherme de. Meus versos mais queridos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988.)

A última estrofe pode ser considerada:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729254 Português

ESSA QUE EU HEI DE AMAR…


Essa que eu hei de amar perdidamente um dia

será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,

que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,

trazer luz e calor a essa alma escura e fria.


E quando ela passar, tudo o que eu não sentia

da vida há de acordar no coração, que vela…

E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela

como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia,


quando alguém me chamou. Olhei: um vulto louro,

e claro, e vagaroso, e belo, na luz de ouro

do poente, me dizia adeus, como um sol triste…


E falou-me de longe: "Eu passei a teu lado,

mas ias tão perdido em teu sonho dourado,

meu pobre sonhador, que nem sequer me viste!"

(ALMEIDA, Guilherme de. Meus versos mais queridos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988.)

No verso:
“trazer luz e calor a essa alma escura e fria.”,
Identifica-se:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729253 Português

ESSA QUE EU HEI DE AMAR…


Essa que eu hei de amar perdidamente um dia

será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,

que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,

trazer luz e calor a essa alma escura e fria.


E quando ela passar, tudo o que eu não sentia

da vida há de acordar no coração, que vela…

E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela

como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia,


quando alguém me chamou. Olhei: um vulto louro,

e claro, e vagaroso, e belo, na luz de ouro

do poente, me dizia adeus, como um sol triste…


E falou-me de longe: "Eu passei a teu lado,

mas ias tão perdido em teu sonho dourado,

meu pobre sonhador, que nem sequer me viste!"

(ALMEIDA, Guilherme de. Meus versos mais queridos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988.)

A forma verbal “hei”:
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Q1729252 Português

ESSA QUE EU HEI DE AMAR…


Essa que eu hei de amar perdidamente um dia

será tão loura, e clara, e vagarosa, e bela,

que eu pensarei que é o sol que vem, pela janela,

trazer luz e calor a essa alma escura e fria.


E quando ela passar, tudo o que eu não sentia

da vida há de acordar no coração, que vela…

E ela irá como o sol, e eu irei atrás dela

como sombra feliz… — Tudo isso eu me dizia,


quando alguém me chamou. Olhei: um vulto louro,

e claro, e vagaroso, e belo, na luz de ouro

do poente, me dizia adeus, como um sol triste…


E falou-me de longe: "Eu passei a teu lado,

mas ias tão perdido em teu sonho dourado,

meu pobre sonhador, que nem sequer me viste!"

(ALMEIDA, Guilherme de. Meus versos mais queridos. Rio de Janeiro: Ediouro, 1988.)

No texto:
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Ano: 2019 Banca: IDHTEC Órgão: Prefeitura de Maragogi - AL Provas: IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Advogado | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Psiquiatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Nutricionista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Biblioteconomista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Cirurgião Dentista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Contador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Enfermeiro | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Farmacêutico | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Procurador | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Educação Física | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Geografia | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fisioterapeuta | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Inglês | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Português | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de Matemática | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Psicólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Fonoaudiólogo | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Jornalista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Cardiologista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Médico Pediatra | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Professor de História | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Analista de Sistemas | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Arquiteto Urbanista | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Assistente Social | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor de Controle Interno | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Auditor Fiscal | IDHTEC - 2019 - Prefeitura de Maragogi - AL - Terapeuta Ocupacional |
Q1729250 Português
Tenho uma imensa admiração por eles, os escultores das palavras, quem, com a arte sagrada de materializar a alma, enriquece as outras pessoas sem guardar nada pra si.
[...]
Com nossas palavras podemos reivindicar outras relações, outros compromissos, outras soluções. Podemos aceitar acordos comerciais não tão bons para nós, mas que sejam mais justos. Podemos buscar maiores investimentos solidários e menos rendimentos especulativos. Podemos oferecer mais diálogo e menos imposições pela força. Podemos, sobretudo, não nos resignar.
Porque resignar-se é morrer um pouco, é não fazer uso da possibilidade de escolher, é aceitar o silêncio. A palavra, por sua vez, precede a ação, prepara o caminho, abre portas. Hoje devemos mais que nunca usar a voz para romper grilhões. Tenho a profunda convicção de que, quando falamos, estamos modificando o mundo. As grandes transformações de nossa história sempre foram anunciadas antes. Assim chegou o homem à lua, assim caiu o muro de Berlim, assim se acabou com o apartheid. Eu espero que assim desapareça também o terrorismo."
(https://brasil.elpais.com/brasil/2014/07/04/internacional/1404491759_639843.ht ml Acessado em 02/09/2019)
Qual das expressões retiradas do texto está no sentido conotativo?
Alternativas
Respostas
12221: D
12222: A
12223: C
12224: C
12225: E
12226: B
12227: D
12228: E
12229: D
12230: A
12231: D
12232: B
12233: A
12234: B
12235: A
12236: A
12237: D
12238: E
12239: B
12240: E