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A evolução biológica, como é entendida hoje, é creditada à teoria proposta por Charles Robert Darwin, que publicou, com base em seus estudos e nas contribuições de Alfred Russel Wallace, o livro que propôs pela primeira vez a teoria da
Coluna 01 (Tipo de caule)
A. Cladódio B. Colmo C. Rizoma D. Bulbo E. Tubérculo
Coluna 02 (Planta)
I. Batata II. Banana III. Cebola IV. Bambu V. Figueira da índia
Não tivemos guerra, não tivemos revolução, mas teremos o apagão. O apagão será uma porrada na nossa autoestima, mas terá suas vantagens.
Com o apagão, ficaremos mais humildes, como os humildes. A onda narcisista da democracia liberal ficará mais “cabreira”, as gargalhadas das colunas sociais serão menos luminosas, nossos flashes, menos gloriosos. Baixará o astral das estrelas globais, dos comedores. As bundas ficarão mais tímidas, os peitos de silicone, menos arrebitados. Ficaremos menos arrogantes na escuridão de nossas vidas de classe média. [...]
Haverá algo de becos escuros, sem saída. A euforia de Primeiro Mundo falsificado cairá por terra e dará lugar a uma belíssima e genuína infelicidade.
O Brasil se lembrará do passado agropastoril que teve e ainda tem; teremos saudades do matão, do luar do sertão, da Rádio Nacional, do acendedor de lampiões da rua, dos candeeiros. Lembraremos das tristes noites dos anos 40, como dos “blackouts” da Segunda Guerra, mesmo sem submarinos, apenas sinistros assaltantes nas esquinas apagadas.
O apagão nos lembrará de velhos carnavais: “Tomara que chova três dias sem parar”. Ou: “Rio, cidade que nos seduz, de dia falta água, de noite falta luz!”. Lembraremo-nos dos discos de 78 rpm, das TVs em preto-e-branco, de um Brasil mais micha, mais pobre, cambaio, mas bem mais brasileiro em seu caminho da roça, que o golpe de 64 interrompeu, que esta mania prostituída de Primeiro Mundo matou a tapa. [...]
O apagão nos mostrará que somos subdesenvolvidos, que essa superestrutura modernizante está sobre pés de barro. O apagão é um “upgrade” nas periferias e nos “bondes do Tigrão”, nos lembrando da escuridão física e mental em que vivem, fora de nossas avenidas iluminadas. O apagão nos fará mais pensativos e conscientes de nossa pequenez. Seremos mais poéticos. Em noites estreladas, pensaremos: “A solidão dos espaços infinitos nos apavora”, como disse Pascal. Ou ainda, se mais líricos, recitaremos Victor Hugo: “A hidrauniverso torce seu corpo cravejado de estrelas...”.
[...] O apagão nos dará medo, o que poderá nos fazer migrar das grandes cidades, deixando para trás as avenidas secas e mortas. O apagão nos fará entender os flagelados do Nordeste, que sempre olharam o céu como uma grande ameaça. O apagão nos fará contemplar o azul sem nuvens, pois aprendemos que a natureza é quando não respeitada.
O apagão nos fará mais parcimoniosos, respeitosos e públicos. Acreditaremos menos nos arroubos de autossuficiência.
O apagão vai dividir as vidas, de novo, em dias e noites, que serão nítidos sem as luzes que a modernidade celebra para nos fascinar e nos fazer esquecer que as cidades, de perto, são feias e injustas. Vai diminuir a “feerie” do capitalismo enganador.
Vamos dormir melhor. Talvez amemos mais a verdade dos dias. Acabará a ilusão de clubbers e playboys, que terão medo dos “manos” em cruzamentos negros, e talvez o amor fique mais recolhido, sussurrado e trêmulo. Talvez o sexo se revalorize como prazer calmo e doce e fique menos rebolante e voraz. Talvez aumente a população com a diminuição das diversões eletrônicas noturnas. O apagão nos fará inseguros na rua, mas, talvez, mais amigos nos lares e bares.
Finalmente, nos fará mais perplexos, pois descobriremos que o Brasil é ainda mais absurdo, pois nunca entenderemos como, com três agências cuidando da energia, o governo foi pego de surpresa por essas trevas anunciadas. Só nos resta o consolo de saber que, no fim, o apagão nos trará alguma luz sobre quem somos.
JABOR, Arnaldo. O apagão poderá nos trazer alguma luz. Folha de S. Paulo,São Paulo, 15 de maio 2001. Extraído do site. <www.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1505200129.htm. Acesso em 14 out. 2016. (Fragmento)
Em “Acabará a ilusão de clubbers e playboys, QUE TERÃO MEDO DOS 'MANOS' EM CRUZAMENTOS NEGROS, e talvez o amor fique mais recolhido”, a oração em destaque possui valor:
Esse parasita é conhecido por:
Quais foram as velocidades no intervalo antes e depois do pneu furar, sabendo que a parada para trocar o pneu ocorreu quando faltava 130 Km para chegar a cidade Y?
CO₂ ligação ______________
CaO ligação ______________
CsF ligação _______________
I. Conteúdos curriculares e metodologias apropriadas às reais necessidades e interesses dos alunos da zona rural.
II. Organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar às fases do ciclo agrícola e às condições climáticas.
III. Adequação à natureza do trabalho na zona rural, observando a possibilidade de concessão de certificados intermediários de qualificação para o trabalho.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
A Biologia do Desenvolvimento (DEVO) mostrou muitos casos de polifenia (muitos fenótipos diferentes), o que corresponde a variações morfológicas e/ou comportamentais ocorridas durante o desenvolvimento embrionário, sem que haja variações no DNA desses seres vivos.
Com relação ao exposto, analise as afirmativas a seguir.
I. A enzima aromatase é muito ativa em temperaturas elevadas, transformando rapidamente a testosterona de ovos de répteis em estrogênio e, como consequência, gerando fêmeas em lugar de machos.
II. Ovos de dáfnia (crustáceo cladócero de 0,2 a 0,5 mm) com o mesmo genótipo geram adultos de tamanho normal, em ambientes sem predadores.
III. Ovos do crustáceo dáfnia geram adultos com o dobro do tamanho normal, se criados em ambiente com a presença de predadores.
São exemplos de polifenia induzida pelo ambiente:
O conceito biológico de espécie proposto por Ernest Mayr, afirma que dois conjuntos de indivíduos pertencem a espécies diferentes se estiverem isolados reprodutivamente, isto é, entre espécies diferentes não há fluxo gênico.
Com relação ao conceito biológico de espécie acima citado, analise as afirmativas a seguir.
I. Em muitas espécies, o tipo de reprodução é majoritariamente assexuado.
II. Mesmo espécies diferentes trocam material genético, como acontece em bactérias.
III. O fenômeno da introgressão genética (troca de material genético entre espécies diferentes) é comum entre plantas.
O conceito biológico de espécie acima citado, apesar de muito utilizado, é criticado e enfraquecido
Em 1990, as emissões de carbono na atmosfera foram de 6 bilhões de toneladas. Nesse ano, a Terra tinha a capacidade de absorver, nos ecossistemas terrestres e marinhos (sumidouros), 3 bilhões de toneladas de carbono. Em 2008, as emissões de carbono chegaram a 9 bilhões de toneladas.
Com base nos dados acima, analise as afirmativas a seguir:
I. Para interromper o crescimento de CO2 na atmosfera, deveríamos dividir por 3 as atuais emissões de CO2.
II. No curto prazo, o aumento da quantidade de CO2 na atmosfera favorece o aumento do crescimento das plantas.
III. O aumento da temperatura ambiente aumenta a capacidade de absorção de CO2 pelos ecossistemas marinhos.
Assinale:
Nos ecossistemas terrestres, a produtividade primária média, por m2 e por ano, é cerca de três vezes maior que a dos ecossistemas marinhos. Contudo, a produtividade primária total dos ecossistemas terrestres e marinhos é aproximadamente igual.
Considerando esses dados, analise as afirmativas a seguir.
I. A área dos oceanos e cerca de três vezes maior que a área da terra firme, o que compensa a maior produtividade dos ecossistemas terrestres, igualando a produtividade total nos dois ambientes.
II. Nos oceanos existem algumas áreas de ressurgência nas quais a produtividade primária é muito alta em função da ascensão da água profunda carregada de nutrientes.
III. A maior parte da produtividade primária dos oceanos se origina de plantas herbáceas cujas sementes se fixam nas zonas de pouca profundidade.
Assinale:
A soja transgênica foi criada por meio da introdução de genes responsáveis pela síntese de uma determinada enzima nas células das plantas de soja. Esse gene torna as plantas resistentes aos efeitos do herbicida glifosato que, borrifado sobre a plantação, penetra pelas folhas, destruindo apenas as ervas daninhas não resistentes ao herbicida. O uso do herbicida tem o objetivo de eliminar plantas invasoras que dificultam a cultura da soja.
A cultura desse tipo de soja transgênica acarreta
Um aquecimento de 2°C das águas dos oceanos pode resultar na redução do fitoplâncton e na consequente redução do zooplâncton. Nessa situação, haverá uma queda na produção pesqueira.
Com relação aos dados acima, analise as afirmativas a seguir.
I. A água mais aquecida se mantém na superfície do oceano, impedindo que a água fria do fundo, mais densa e rica em nutrientes (fósforo, nitrogênio, etc.) suba para a zona fótica.
II. O aquecimento dos oceanos reduz a penetração da luz do Sol com a consequente grande redução da taxa de fotossíntese.
III. O aquecimento dos oceanos provoca a diminuição da concentração de oxigênio dissolvido na água, diminuindo a taxa de fotossíntese.
Assinale:
Até o momento, a ação mais eficaz contra o Aedes aegypti tem sido a de eliminar seus criadouros. Contudo, existem algumas características na reprodução desse mosquito que dificultam o seu combate.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. O Aedes aegypti coloca seus ovos nas paredes dos criadouros e não diretamente na água. Os ovos podem ficar cerca de um ano em um lugar seco, mas permanecem viáveis e, quando o nível da água sobe, os ovos eclodem.
II. O Aedes aegypti deposita, diretamente em qualquer tipo de água, jangadas com 500 a 1000 ovos que eclodem rapidamente, formando larvas que completam seu ciclo em uma semana.
III. O Aedes aegypti utiliza, como criadouro, qualquer água acumulada, aparentemente limpa.
O texto inicial é justificado
A expressão “ecossistemas doentes” foi utilizada por ecólogos preocupados com a degradação ambiental, como uma forma de sensibilizar e motivar as pessoas a tomarem atitudes objetivas para evitar a destruição ambiental.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir.
I. O uso extensivo de adubos contendo amônia e fósforo e o despejo de águas residuais com muita matéria orgânica, nitrogênio e fósforo, acabam chegando aos rios e, por conseguinte, ao mar, eutrofizando ambientes aquáticos, dando origem a ecossistemas doentes.
II. O enriquecimento de nutrientes dos ecossistemas aquáticos (eutrofização) se caracteriza pela grande redução da equitabilidade em função do aumento do número de indivíduos de poucas espécies, em geral de pequeno porte, isto é, três ou quatro espécies que correspondem a mais de 90% do total de indivíduos do ecossistema.
III. A eutrofização de ecossistemas aquáticos favorece as espécies de grande porte.
Está correto o que se afirma em