Questões de Concurso Comentadas para administrador

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Q663061 Administração de Recursos Materiais
O uso mais comum da ferramenta conhecida como curva ABC dá-se no gerenciamento de estoques, a fim de realizar controle apurado dos produtos estocados, além de buscar a redução de custos sem comprometer o nível de atendimento ao cliente. Outra utilização comum desta mesma ferramenta dá-se na procura de:
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Q663060 Português
O telefone tocou no meio da reunião de supervisores de que você participava, e o coordenador parou tudo para atendê-lo. Em seguida, desculpou-se dizendo: “Era algo que gritava por atenção porque tem um tempo limite para ser feito”. O que o coordenador quis dizer com esta frase era que se tratava de algo:
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Q663059 Administração Geral
Uma organização existe para gerar bens ou serviços, e para isso a produção precisa basear-se em divisão do trabalho, ou seja, a forma como um processo pode ser decomposto em uma série de tarefas menores. O desenho do processo administrativo, no entanto, começa por este princípio e orienta-se pela boa execução das variáveis básicas da Administração, que são:
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Q663058 Administração Geral
A função direção costuma ser exercida, no nível operacional, com foco no curto prazo. Seus gestores se responsabilizam pela implementação de planos de nível intermediários, envolvendo-se diretamente com funcionários não administrativos, além de conduzir as operações necessárias. Este tipo de administrador é conhecido como:
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Q663057 Administração de Recursos Materiais
Ao conjunto de materiais destinados a evitar possíveis interrupções na produção por defeito, ou quebra de algum equipamento, dá-se o nome de:
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Q663056 Administração de Recursos Materiais
Tradicionalmente o papel da logística direta é levar algo do produtor aos CD, destes para o mercado e, por fim, para o grande público. O da reversa tem sentido inverso, recolhendo produtos dispersos e devolvendo-os às origens para tratamento, disposição final ou reciclagem. No entanto, hoje já se admite a expansão do conceito reverso em direção à sustentabilidade:
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Q663055 Engenharia de Produção
O diretor-geral da empresa fez questão de comparecer à cerimônia de premiação da equipe que alcançou o maior nível de produção que se pode manter dentro de uma estrutura de programação realista, considerado um período de inatividade normal e supondo-se disponibilidade suficiente de entradas para operar a maquinaria e o equipamento existente. Ele valorizou, portanto, o conceito de capacidade:
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Q663054 Administração Geral
Organizações produtivas contemporâneas ainda incluem administradores táticos em suas estruturas para traduzirem objetivos gerais e planos de nível institucional em metas, ou objetivos intermediários relacionados com atividades mais específicas. Estes administradores são normalmente conhecidos como:
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Q663053 Administração Geral
As empresas são constituídas por pessoas que lidam com recursos para atingir seus objetivos, o que significa dizer que, sem recursos, elas não conseguem alcançar os objetivos pretendidos. No entanto, um dos recursos tem papel integrador dos demais e viabiliza o bom uso do processo básico da Administração. Trata-se do recurso conhecido como:
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Q663052 Administração de Recursos Materiais
A gestão logística considera conveniente o desenvolvimento de sistemas para movimentação de cargas que permitam acondicionar volumes uniformes em unidades de carga. Busca reduzir, assim, custos de viagem, tempo de permanência de veículos nos embarques e desembarques, além de oferecer maior segurança à carga, eliminando o manuseio direto. Esta prática ficou conhecida como:
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Q663051 Engenharia de Produção
Todos os custos associados à gestão de estoques costumam ocorrer em três áreas principais: manutenção de estoques, pedidos e falta. No entanto, há outro tipo de custo, intangível, relacionado à perda de receitas por ter sido o capital investido em estoque, deixando de ser investido em outra atividade econômica. Este custo é conhecido como:
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Q663050 Administração de Recursos Materiais
Determinada “ferramenta” japonesa de gestão propôs a reorganização do ambiente produtivo por meio da eliminação de desperdícios. Sugeriu também a aplicação de sistemas que resultassem na produção da quantidade demandada, na qualidade perfeita e sem excessos, tudo de forma rápida, transportando o produto para o lugar certo no tempo desejado. Seu foco incluiu a redução, ou mesmo eliminação, de estoques e desperdícios, minorando custos. Esta ferramenta ficou conhecida como:
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Q663049 Administração Geral
Administrar é alcançar resultados por meio de pessoas, aplicando o chamado processo básico da Administração. Mas para que se tenha o poder de administrar e mobilizar os recursos organizacionais é fundamental a existência de outro tipo de recurso que assegure ao administrador capacidade de decidir e mobilizar funcionários. Este atributo especial é conhecido como:
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Q663048 Administração Geral
A despeito da monetarização vivida pela sociedade contemporânea, práticas comerciais primitivas, que independem do uso de moeda, vêm sendo agora revividas e se consolidam, por vezes com auxílio da moderna internet. Na verdade, trocas que envolvem mercadorias e serviços atravessaram o tempo e se fazem presentes até nas sociedades desenvolvidas, confirmando a força do que ficou conhecido como:
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Q663047 Engenharia de Produção
A Administração da Produção constitui o núcleo de toda atividade empresarial, representando a própria finalidade da existência do negócio, já que cada empresa existe para produzir algo. Quanto ao que produzem, as empresas chamadas terciárias são as:
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Q663046 Marketing
Marcelo Rossi, nascido no Bixiga-SP, aposentou-se. No entanto, continua trabalhando, mas agora naquilo que sempre sonhou, que é o Turismo do RJ, e não mais “aquele escritório decadente” de SP. Quer melhorar seu inglês precário, já que o espanhol e o italiano “dão para o gasto”, e também incrementar a “perua nova” que comprou e cuja última prestação acabara de pagar. Assim, oferecerá melhores serviços “aos gringos” e se divertirá muito, com a “perua” sempre por perto, diz ele sorrindo.
A classificação mais apropriada para a “perua” de Marcelo Rossi deve ser bem de:
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Q662114 Legislação Federal
O serviço de educação oferecido pelas Universidades e Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia é um exemplo de serviço;
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Q662108 Português
A opção em que o termo grifado não está acentuado graficamente quanto às novas normas em vigor é:
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Q662101 Português

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Sobre o período abaixo, responda a questão:

Responda a afirmativa correta:

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação:

Alternativas
Q662100 Português

Os meios de comunicação como exercício de poder

Por Marilena Chauí - Palestra proferida no lançamento da campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo”, em 27/08/2012, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo.

Podemos focalizar o exercício do poder pelos meios de comunicação de massa sob dois aspectos principais: o econômico e o ideológico.

Do ponto de vista econômico, os meios de comunicação fazem parte da indústria cultural. Indústria porque são empresas privadas operando no mercado e que, hoje, sob a ação da chamada globalização, passa por profundas mudanças estruturais, “num processo nunca visto de fusões e aquisições, companhias globais ganharam posições de domínio na mídia.”, como diz o jornalista Caio Túlio Costa. Além da forte concentração (os oligopólios beiram o monopólio), também é significativa a presença, no setor das comunicações, de empresas que não tinham vínculos com ele nem tradição nessa área. O porte dos investimentos e a perspectiva de lucros jamais vistos levaram grupos proprietários de bancos, indústria metalúrgica, indústria elétrica e eletrônica, fabricantes de armamentos e aviões de combate, indústria de telecomunicações a adquirir, mundo afora, jornais, revistas, serviços de telefonia, rádios e televisões, portais de internet, satélites, etc.

No caso do Brasil, o poderio econômico dos meios é inseparável da forma oligárquica do poder do Estado, produzindo um dos fenômenos mais contrários à democracia, qual seja, o que Alberto Dines chamou de “coronelismo eletrônico”, isto é, a forma privatizada das concessões públicas de canais de rádio e televisão, concedidos a parlamentares e lobbies privados, de tal maneira que aqueles que deveriam fiscalizar as concessões públicas se tornam concessionários privados, apropriando-se de um bem público para manter privilégios, monopolizando a comunicação e a informação. Esse privilégio é um poder político que se ergue contra dois direitos democráticos essenciais: a isonomia (a igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito à palavra ou o igual direito de todos de expressar-se em público e ter suas opiniões publicamente discutidas e avaliadas). Numa palavra, a cidadania democrática exige que os cidadãos estejam informados para que possam opinar e intervir politicamente e isso lhes é roubado pelo poder econômico dos meios de comunicação.

A isonomia e a isegoria são também ameaçadas e destruídas pelo poder ideológico dos meios de comunicação. De fato, do ponto de vista ideológico, a mídia exerce o poder sob a forma do que denominamos a ideologia da competência, cuja peculiaridade está em seu modo de aparecer sob a forma anônima e impessoal do discurso do conhecimento, e cuja eficácia social, política e cultural está fundada na crença na racionalidade técnico-científica.

A ideologia da competência pode ser resumida da seguinte maneira: não é qualquer um que pode em qualquer lugar e em qualquer ocasião dizer qualquer coisa a qualquer outro. O discurso competente determina de antemão quem tem o direito de falar e quem deve ouvir, assim como pré-determina os lugares e as circunstâncias em que é permitido falar e ouvir, e define previamente a forma e o conteúdo do que deve ser dito e precisa ser ouvido. Essas distinções têm como fundamento uma distinção principal, aquela que divide socialmente os detentores de um saber ou de um conhecimento (científico, técnico, religioso, político, artístico), que podem falar e têm o direito de mandar e comandar, e os desprovidos de saber, que devem ouvir e obedecer. Numa palavra, a ideologia da competência institui a divisão social entre os competentes, que sabem e por isso mandam, e os incompetentes, que não sabem e por isso obedecem.

Enquanto discurso do conhecimento, essa ideologia opera com a figura do especialista. Os meios de comunicação não só se alimentam dessa figura, mas não cessam de instituí-la como sujeito da comunicação. O especialista competente é aquele que, no rádio, na TV, na revista, no jornal ou no multimídia, divulga saberes, falando das últimas descobertas da ciência ou nos ensinando a agir, pensar, sentir e viver. O especialista competente nos ensina a bem fazer sexo, jardinagem, culinária, educação das crianças, decoração da casa, boas maneiras, uso de roupas apropriadas em horas e locais apropriados, como amar Jesus e ganhar o céu, meditação espiritual, como ter um corpo juvenil e saudável, como ganhar dinheiro e subir na vida. O principal especialista, porém, não se confunde com nenhum dos anteriores, mas é uma espécie de síntese, construída a partir das figuras precedentes: é aquele que explica e interpreta as notícias e os acontecimentos econômicos, sociais, políticos, culturais, religiosos e esportivos, aquele que devassa, eleva e rebaixa entrevistados, zomba, premia e pune calouros – em suma, o chamado “formador de opinião” e o “comunicador”.

Ideologicamente, o poder da comunicação de massa não é uma simples inculcação de valores e ideias, pois, dizendo-nos o que devemos pensar, sentir, falar e fazer, o especialista, o formador de opinião e o comunicador nos dizem que nada sabemos e por isso seu poder se realiza como manipulação e intimidação social e cultural.

Um dos aspectos mais terríveis desse duplo poder dos meios de comunicação se manifesta nos procedimentos midiáticos de produção da culpa e condenação sumária dos indivíduos, por meio de um instrumento psicológico profundo: a suspeição, que pressupõe a presunção de culpa. [...] 

Assinale a opção sobre a ideia que se confirma no texto:

(I) O exercício do poder pelos meios de comunicação de massa se exerce, exclusivamente, pelo aspecto econômico e ideológico.

(II) No Brasil, o privilégio de que se beneficiam parlamentares e lobbies privados ocorre em conformidade com a isonomia e a isegoria.

(III) O especialista competente é aquele profissional capacitado para nos dar orientações sobre como devemos conduzir nossa vida.

(IV) A manipulação e a intimidação social e cultural são manifestações do exercício do poder do especialista, do formador de opinião e do comunicador sobre nós.

Alternativas
Respostas
16921: D
16922: C
16923: C
16924: C
16925: C
16926: B
16927: C
16928: C
16929: C
16930: B
16931: E
16932: C
16933: B
16934: C
16935: E
16936: E
16937: D
16938: C
16939: D
16940: E