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Q858143 Pedagogia
Uma nova versão, recentemente publicada, do Estatuto da Universidade Estadual da Paraíba, contempla alterações feitas ao longo do tempo e está disponível para consulta e utilização de caráter normativo. Analise as asserções abaixo relacionadas e assinale a alternativa em que a afirmação NÃO corresponde ao que diz o Estatuto.
Alternativas
Q858142 Pedagogia
A Constituição do Estado da Paraíba ressalta, em seu artigo 211, a necessidade de se estabelecer o Plano Estadual de Educação (PEE), com duração plurianual, que articule e desenvolva o ensino em seus diversos níveis. Indique a alternativa que apresenta uma proposição FALSA.
Alternativas
Q858141 Pedagogia

Em 1996, a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) da educação nacional foi aprovada no Congresso Nacional e sancionada pela presidência da República com o objetivo de disciplinar a educação escolar e o ensino que se desenvolve em instituições próprias.


Analise as afirmações abaixo, de modo a classifica-las como verdadeiras ou falsas.


( ) Em seu Título II, Dos Princípios e Fins da Educação Nacional, a LDB mostra que deve haver respeito à liberdade e apreço à tolerância, igualdade de condições para o acesso e permanência na escola e a coexistência de instituições públicas e privadas de ensino.

( ) A LDB não possui um único artigo que assegure processos nacionais de avaliação das Instituições de Ensino Superior, pois considerou-se que elas devem ter seus próprios mecanismos de controle, já que a Constituição Federal lhes garante autonomia didático-científica.

( ) Sendo a LDB uma lei federal, e lembrando-se do pacto federativo brasileiro, preferiu-se não estabelecer quaisquer incumbências aos Estados (Unidades da Federação) e aos Municípios no tocante ao ensino fundamental e médio entendendo-se, também, que os Estados possuem suas próprias Constituições.

( ) Em seu Capítulo IV, a LDB define finalidades do Ensino Superior, dentre as quais podemos destacar: estímulo ao conhecimento dos problemas do mundo presente; promoção e divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos; incentivo ao trabalho de pesquisa e investigação científica.

( ) Conforme a LDB, os recursos destinados à educação se originam, dentre outros, da receita de impostos próprios da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; de transferências constitucionais; da receita do salário-educação e outras contribuições sociais.


A alternativa CORRETA é:

Alternativas
Q858140 Português

Atente ao fragmento abaixo, extraído do romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de Ariano Suassuna, de modo a responder a questão.


“Folheto I - Pequeno Cantar Acadêmico a Modo de Introdução Daqui de cima, no pavimento superior, pela janela gradeada da Cadeia onde estou preso, vejo os arredores da nossa indomável Vila sertaneja. O Sol treme na vista, reluzindo nas pedras mais próximas. Da terra agreste, espinhenta e pedregosa, batida pelo Sol esbraseado, parece desprender-se um sopro ardente, que tanto pode ser o arquejo de gerações e gerações de Cangaceiros, de rudes Beatos e Profetas, assassinados durante anos e anos entre essas pedras selvagens, como pode ser a respiração dessa Fera estranha, a Terra - esta Onça-Parda em cujo dorso habita a Raça piolhosa dos homens. Pode ser, também, a respiração fogosa dessa outra Fera, a Divindade, Onça-Malhada que é dona da Parda, e que, há milênios, acicata a nossa Raça, puxando-a para o alto, para o Reino e para o Sol. Daqui de cima, porém, o que vejo agora é a tripla face, de Paraíso, Purgatório e Inferno, do Sertão. Para os lados do poente, longe, azulada pela distância, a Serra do Pico, com a enorme e alta pedra que lhe dá nome. Perto, no leito seco do Rio Taperoá, cuja areia é cheia de cristais despedaçados que faíscam ao Sol, grandes Cajueiros, com seus frutos vermelhos e cor de ouro. Para o outro lado, o do nascente, o da estrada de Campina Grande e Estaca-Zero, vejo pedaços esparsos e agrestes de tabuleiro, cobertos de Marmeleiros secos e Xiquexiques. Finalmente, para os lados do norte, vejo pedras, lajedos e serrotes, cercando a nossa Vila e cercados, eles mesmos, por Favelas espinhentas e Urtigas, parecendo enormes Lagartos cinzentos, malhados de negro e ferrugem; Lagartos venenosos, adormecidos, estirados ao Sol e abrigando Cobras, Gaviões e outros bichos ligados à crueldade da Onça do Mundo. Aí, talvez por causa da situação em que me encontro, preso na Cadeia, o Sertão, sob o Sol fagulhante do meio-dia, me aparece, ele todo, como uma enorme Cadeia, dentro da qual, entre muralhas de serras pedregosas que lhe servissem de muro inexpugnável a apertar suas fronteiras, estivéssemos todos nós, aprisionados e acusados, aguardando as decisões da Justiça; sendo que, a qualquer momento, a Onça-Malhada do Divino pode se precipitar sobre nós, para nos sangrar, ungir e consagrar pela destruição. É meio-dia, agora, em nossa Vila de Taperoá. Estamos a 9 de Outubro de 1938. É tempo de seca, e aqui, dentro da Cadeia onde estou preso, o calor começou a ficar insuportável desde as dez horas da manhã. Pedi então ao Cabo Luís Riscão que me deixasse sair lá de baixo, da cela comum, e vir cá para cima, varrer o chão de madeira do pavimento superior, onde funcionava, até o fim do ano passado, a Câmara Municipal”. ".

(SUASSUNA, Ariano. O Romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1971).

Atente ao fragmento a seguir e responda ao que se pede: “Aí, talvez por causa da situação em que me encontro, preso na Cadeia, o Sertão, sob o Sol fagulhante do meio-dia, me aparece, ele todo, como uma enorme Cadeia, dentro da qual, entre muralhas de serras pedregosas que lhe servissem de muro inexpugnável a apertar suas fronteiras, estivéssemos todos nós, aprisionados e acusados, aguardando as decisões da Justiça”.


Julgue cada uma das afirmações abaixo acerca das partes sublinhadas no fragmento acima:


I- “Ele todo” é um exemplo de coesão referencial por pronominalização e retoma, anaforicamente, “O Sertão”.

II- “Da qual” retoma cataforicamente, “Cadeia”.

III- “Lhe” exemplifica coesão referencial por pronominalização e retoma “Cadeia”.

IV- “Suas” exemplifica coesão referencial por reiteração e retoma, cataforicamente, “do sertão”.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q858139 Português

Atente ao fragmento abaixo, extraído do romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de Ariano Suassuna, de modo a responder a questão.


“Folheto I - Pequeno Cantar Acadêmico a Modo de Introdução Daqui de cima, no pavimento superior, pela janela gradeada da Cadeia onde estou preso, vejo os arredores da nossa indomável Vila sertaneja. O Sol treme na vista, reluzindo nas pedras mais próximas. Da terra agreste, espinhenta e pedregosa, batida pelo Sol esbraseado, parece desprender-se um sopro ardente, que tanto pode ser o arquejo de gerações e gerações de Cangaceiros, de rudes Beatos e Profetas, assassinados durante anos e anos entre essas pedras selvagens, como pode ser a respiração dessa Fera estranha, a Terra - esta Onça-Parda em cujo dorso habita a Raça piolhosa dos homens. Pode ser, também, a respiração fogosa dessa outra Fera, a Divindade, Onça-Malhada que é dona da Parda, e que, há milênios, acicata a nossa Raça, puxando-a para o alto, para o Reino e para o Sol. Daqui de cima, porém, o que vejo agora é a tripla face, de Paraíso, Purgatório e Inferno, do Sertão. Para os lados do poente, longe, azulada pela distância, a Serra do Pico, com a enorme e alta pedra que lhe dá nome. Perto, no leito seco do Rio Taperoá, cuja areia é cheia de cristais despedaçados que faíscam ao Sol, grandes Cajueiros, com seus frutos vermelhos e cor de ouro. Para o outro lado, o do nascente, o da estrada de Campina Grande e Estaca-Zero, vejo pedaços esparsos e agrestes de tabuleiro, cobertos de Marmeleiros secos e Xiquexiques. Finalmente, para os lados do norte, vejo pedras, lajedos e serrotes, cercando a nossa Vila e cercados, eles mesmos, por Favelas espinhentas e Urtigas, parecendo enormes Lagartos cinzentos, malhados de negro e ferrugem; Lagartos venenosos, adormecidos, estirados ao Sol e abrigando Cobras, Gaviões e outros bichos ligados à crueldade da Onça do Mundo. Aí, talvez por causa da situação em que me encontro, preso na Cadeia, o Sertão, sob o Sol fagulhante do meio-dia, me aparece, ele todo, como uma enorme Cadeia, dentro da qual, entre muralhas de serras pedregosas que lhe servissem de muro inexpugnável a apertar suas fronteiras, estivéssemos todos nós, aprisionados e acusados, aguardando as decisões da Justiça; sendo que, a qualquer momento, a Onça-Malhada do Divino pode se precipitar sobre nós, para nos sangrar, ungir e consagrar pela destruição. É meio-dia, agora, em nossa Vila de Taperoá. Estamos a 9 de Outubro de 1938. É tempo de seca, e aqui, dentro da Cadeia onde estou preso, o calor começou a ficar insuportável desde as dez horas da manhã. Pedi então ao Cabo Luís Riscão que me deixasse sair lá de baixo, da cela comum, e vir cá para cima, varrer o chão de madeira do pavimento superior, onde funcionava, até o fim do ano passado, a Câmara Municipal”. ".

(SUASSUNA, Ariano. O Romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1971).

O sujeito sintático da sentença “Aqualquer momento, a Onça-Malhada do Divino pode se precipitar sobre nós” é
Alternativas
Q858138 Português

Atente ao fragmento abaixo, extraído do romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de Ariano Suassuna, de modo a responder a questão.


“Folheto I - Pequeno Cantar Acadêmico a Modo de Introdução Daqui de cima, no pavimento superior, pela janela gradeada da Cadeia onde estou preso, vejo os arredores da nossa indomável Vila sertaneja. O Sol treme na vista, reluzindo nas pedras mais próximas. Da terra agreste, espinhenta e pedregosa, batida pelo Sol esbraseado, parece desprender-se um sopro ardente, que tanto pode ser o arquejo de gerações e gerações de Cangaceiros, de rudes Beatos e Profetas, assassinados durante anos e anos entre essas pedras selvagens, como pode ser a respiração dessa Fera estranha, a Terra - esta Onça-Parda em cujo dorso habita a Raça piolhosa dos homens. Pode ser, também, a respiração fogosa dessa outra Fera, a Divindade, Onça-Malhada que é dona da Parda, e que, há milênios, acicata a nossa Raça, puxando-a para o alto, para o Reino e para o Sol. Daqui de cima, porém, o que vejo agora é a tripla face, de Paraíso, Purgatório e Inferno, do Sertão. Para os lados do poente, longe, azulada pela distância, a Serra do Pico, com a enorme e alta pedra que lhe dá nome. Perto, no leito seco do Rio Taperoá, cuja areia é cheia de cristais despedaçados que faíscam ao Sol, grandes Cajueiros, com seus frutos vermelhos e cor de ouro. Para o outro lado, o do nascente, o da estrada de Campina Grande e Estaca-Zero, vejo pedaços esparsos e agrestes de tabuleiro, cobertos de Marmeleiros secos e Xiquexiques. Finalmente, para os lados do norte, vejo pedras, lajedos e serrotes, cercando a nossa Vila e cercados, eles mesmos, por Favelas espinhentas e Urtigas, parecendo enormes Lagartos cinzentos, malhados de negro e ferrugem; Lagartos venenosos, adormecidos, estirados ao Sol e abrigando Cobras, Gaviões e outros bichos ligados à crueldade da Onça do Mundo. Aí, talvez por causa da situação em que me encontro, preso na Cadeia, o Sertão, sob o Sol fagulhante do meio-dia, me aparece, ele todo, como uma enorme Cadeia, dentro da qual, entre muralhas de serras pedregosas que lhe servissem de muro inexpugnável a apertar suas fronteiras, estivéssemos todos nós, aprisionados e acusados, aguardando as decisões da Justiça; sendo que, a qualquer momento, a Onça-Malhada do Divino pode se precipitar sobre nós, para nos sangrar, ungir e consagrar pela destruição. É meio-dia, agora, em nossa Vila de Taperoá. Estamos a 9 de Outubro de 1938. É tempo de seca, e aqui, dentro da Cadeia onde estou preso, o calor começou a ficar insuportável desde as dez horas da manhã. Pedi então ao Cabo Luís Riscão que me deixasse sair lá de baixo, da cela comum, e vir cá para cima, varrer o chão de madeira do pavimento superior, onde funcionava, até o fim do ano passado, a Câmara Municipal”. ".

(SUASSUNA, Ariano. O Romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1971).

O fragmento acima tem base tipológica, majoritariamente,
Alternativas
Q858137 Português

Atente ao fragmento abaixo, extraído do romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de Ariano Suassuna, de modo a responder a questão.


“Folheto I - Pequeno Cantar Acadêmico a Modo de Introdução Daqui de cima, no pavimento superior, pela janela gradeada da Cadeia onde estou preso, vejo os arredores da nossa indomável Vila sertaneja. O Sol treme na vista, reluzindo nas pedras mais próximas. Da terra agreste, espinhenta e pedregosa, batida pelo Sol esbraseado, parece desprender-se um sopro ardente, que tanto pode ser o arquejo de gerações e gerações de Cangaceiros, de rudes Beatos e Profetas, assassinados durante anos e anos entre essas pedras selvagens, como pode ser a respiração dessa Fera estranha, a Terra - esta Onça-Parda em cujo dorso habita a Raça piolhosa dos homens. Pode ser, também, a respiração fogosa dessa outra Fera, a Divindade, Onça-Malhada que é dona da Parda, e que, há milênios, acicata a nossa Raça, puxando-a para o alto, para o Reino e para o Sol. Daqui de cima, porém, o que vejo agora é a tripla face, de Paraíso, Purgatório e Inferno, do Sertão. Para os lados do poente, longe, azulada pela distância, a Serra do Pico, com a enorme e alta pedra que lhe dá nome. Perto, no leito seco do Rio Taperoá, cuja areia é cheia de cristais despedaçados que faíscam ao Sol, grandes Cajueiros, com seus frutos vermelhos e cor de ouro. Para o outro lado, o do nascente, o da estrada de Campina Grande e Estaca-Zero, vejo pedaços esparsos e agrestes de tabuleiro, cobertos de Marmeleiros secos e Xiquexiques. Finalmente, para os lados do norte, vejo pedras, lajedos e serrotes, cercando a nossa Vila e cercados, eles mesmos, por Favelas espinhentas e Urtigas, parecendo enormes Lagartos cinzentos, malhados de negro e ferrugem; Lagartos venenosos, adormecidos, estirados ao Sol e abrigando Cobras, Gaviões e outros bichos ligados à crueldade da Onça do Mundo. Aí, talvez por causa da situação em que me encontro, preso na Cadeia, o Sertão, sob o Sol fagulhante do meio-dia, me aparece, ele todo, como uma enorme Cadeia, dentro da qual, entre muralhas de serras pedregosas que lhe servissem de muro inexpugnável a apertar suas fronteiras, estivéssemos todos nós, aprisionados e acusados, aguardando as decisões da Justiça; sendo que, a qualquer momento, a Onça-Malhada do Divino pode se precipitar sobre nós, para nos sangrar, ungir e consagrar pela destruição. É meio-dia, agora, em nossa Vila de Taperoá. Estamos a 9 de Outubro de 1938. É tempo de seca, e aqui, dentro da Cadeia onde estou preso, o calor começou a ficar insuportável desde as dez horas da manhã. Pedi então ao Cabo Luís Riscão que me deixasse sair lá de baixo, da cela comum, e vir cá para cima, varrer o chão de madeira do pavimento superior, onde funcionava, até o fim do ano passado, a Câmara Municipal”. ".

(SUASSUNA, Ariano. O Romance d´APedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1971).

No fragmento acima expressões como “Fera estranha” e “Onça-Parda”; “Onça-Malhada” e “Onça-Mundo” fazem referência, no processo de descrição aos referentes terra, divindade e mundo, constituindo o processo de referenciação através de sinônimos, um dos muitos recursos utilizados pelo autor. Aeste processo chamamos de
Alternativas
Q858136 Português

Quem escreve deve trabalhar com o máximo possível de atenção, adotando todos os cuidados necessários à eficácia da boa redação tanto em relação à forma, como em relação à clareza do que se afirma. Neste sentido, atente aos enunciados abaixo:


I- Os filhos de seu Francisco, que estudaram, tiveram sucesso na vida.

II- Os filhos de seu Francisco que estudaram tiveram sucesso na vida.

III- Vi uma foto sua no ônibus.

IV- O motorista infligiu a lei, ao estacionar em fila dupla, e foi multado. O guarda lhe infringiu uma multa de 270,00 reais.

V- As questões ligadas à assessoria parlamentar devem ser meticulosamente avaliadas afim de que não se cometam injustiças.

VI- Desculpem-me, mas não dá para fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado. (CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002) (fragmento).


Com base nas sentenças acima assinale a alternativa que julgar VERDADEIRA:

Alternativas
Q858135 Português

Leia as sentenças a seguir com atenção para a organização sintática:


I- “O Magnífico Reitor, em face de estar acometido de patologia, não deve estar presente hoje à abertura dos festejos relativos aos 40 anos da instituição. ”

II- “O ofício enviado a Vossa Excelência tem falhas estruturais e de compreensão primárias. ”

III- “Não pode ter havido erros no envio do documento”.

IV- “Precisa-se de bons analistas para esta função”.

V- “Anexas ao requerimento solicitado seguem as comprovações. ”


Acerca dos enunciados acima, é possível afirmar que

Alternativas
Q858134 Português

Comentário:

Em uma bronca, em vídeo, na equipe que cuida de suas redes sociais, Caetano Veloso deu uma aula de como usar a contração de preposição e artigo. Tudo porque, em sua página no Facebook, um acento grave foi publicado fora do lugar na expressão “homenagem à Bituca [apelido de Milton Nascimento] (sic)”. O erro irritou o cantor. “O ‘a’ é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, explicou. A composição correta seria “homenagem a Bituca”. “Um erro chato, que eu não gosto. Um erro que eu acho idiota. Até os linguistas estimulam, dizendo que não se deve ligar para a crase. Nada disso! Tem que saber português e saber trabalhar bem a língua no Brasil.” 

(Disponível em: > http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/gente/caetano-veloso-da-bronca-e-ensina-como-usar-a-crase762flvs9zjcabxfoibdst7a7e<. Data da consulta: 26/09/2017. 

Com relação ao desabafo de Caetano Veloso, na página anterior, acerca da “derrapagem linguística” de sua equipe redatora: “O ‘a’é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, julgue cada uma das afirmativas abaixo.


I- Embora no Sudeste não seja percebido, em usos linguísticos de algumas regiões do Brasil, mais precisamente no Norte, é comum, sim, o uso de artigos, femininos ou masculinos, antecedendo nomes próprios, tais como: O Luiz..., A Luiza, etc. Portanto, na sua admoestação - do ponto de vista do reconhecimento do chamado regionalismo linguístico no Brasil - o nobre poeta Caetano pode ter cometido um preconceito linguístico de natureza regional.

II- Seguindo a mesma lógica sintática acima de Caetano Veloso, no período “Devo a você a minha vida. O meu desabafo a outros não convém, mas a ti, sim.”, há dois casos de objeto indireto que exigem, necessariamente, acento marcador de crase.

III- O desabafo de Caetano Veloso é impertinente, improcedente e demonstra certo desconhecimento do poeta acerca do normativismo gramatical.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q858133 Português

Como um eficaz mecanismo linguístico de elucidação e/ou esclarecimento de eventuais ambiguidades no uso cotidiano da língua, a crase, enquanto construção que faz parte do universo da regência verbal ou nominal, exerce grande importância na comunicação verbal da nossa língua, como elemento de coerência, embora que, em algumas situações sociocomunicativas, a sua presença não necessariamente compromete a eficácia plena do gênero. Nesse sentido, julgue a cena enunciativa abaixo e responda o que se pede:


Comentário:


Em uma bronca, em vídeo, na equipe que cuida de suas redes sociais, Caetano Veloso deu uma aula de como usar a contração de preposição e artigo. Tudo porque, em sua página no Facebook, um acento grave foi publicado fora do lugar na expressão “homenagem à Bituca [apelido de Milton Nascimento] (sic)”. O erro irritou o cantor. “O ‘a’ é apenas a preposição nesse caso. Bituca não é uma mulher, nem um nome em que você pode usar o artigo feminino antes”, explicou. A composição correta seria “homenagem a Bituca”. “Um erro chato, que eu não gosto. Um erro que eu acho idiota. Até os linguistas estimulam, dizendo que não se deve ligar para a crase. Nada disso! Tem que saber português e saber trabalhar bem a língua no Brasil.”

(Disponível em: > http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/gente/caetano-veloso-da-bronca-e-ensina-como-usar-a-crase762flvs9zjcabxfoibdst7a7e<. Data da consulta: 26/09/2017. 


Imagem associada para resolução da questão


Em se tratando de relação entre os termos que estabelecem a regência verbal no enunciado, julgue cada uma das afirmativas abaixo:


I- Em ambas as placas, não obstante o fato de haver transgressões formais no uso (ou omissão) do acento marcador da crase, na Cena I, o efeito final de sentido no uso indevido do acento marcador de crase é irrelevante para esta situação comunicativa.

II- Da forma como construído, isto é, com a omissão do acento marcador de crase, o enunciado da Cena I revela-se de caráter unissêmico e não se permite mais que uma interpretação semântica.

III- Os enunciados presentes em ambas as placas apresentam rigorosamente predicados apenas nominais.

IV- A expressão “à entidades assistenciais” (Cena I) exerce a função sintática, neste contexto, de complemento nominal de “revertido”.


É VERDADE o que se afirma em:

Alternativas
Q858132 Português

Atente às duas charges abaixo e responda ao que se pede:


Imagem associada para resolução da questão


Com base nas ideias propostas nas imagens acima, julgue cada uma das sentenças abaixo:


I- O sujeito sintático de “CURA ESSE GAY AGORA!”, conforme as exigências da norma padrão, está implícito e é “VOCÊ” referenciando, no contexto, “JESUS”.

II- É latente o caráter metafórico na expressão “Que gatinho!” (imagem I) e polissêmico nas expressões “dinheiro limpinho” e “laranja” (imagem II), legitimando, na imagem II, um importante fator de textualidade chamado intertextualidade.

III- As expressões “como” e “tão” (Imagem I) induzem a, respectivamente, circunstâncias causal e temporal.

IV- A função da linguagem predominante na imagem II é a metalinguística.

V- O sufixo “inho” na expressão “gatinho” (imagem I) propõe, no contexto, uma carga semântica onde o afeto é minimizado em relação à pequenez física do interlocutor.


É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Q858128 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Atente aos vocábulos em destaque nos versos a seguir, extraídos do texto I, e responda ao que se pede:


“Meu nome novo é Coisa. / Eu sou a Coisa, coisamente.”


Com base nas pistas semântico-discursivas propostas no texto, e fazendo-se as devidas adaptações morfossintáticas, as palavras que, na sequência, melhor podem substituir as sublinhadas são:

Alternativas
Q858127 Português

Texto I


                                 Eu, etiqueta

                  Em minha calça está grudado um nome

                Que não é meu de batismo ou de cartório

                                Um nome... estranho

                      Meu blusão traz lembrete de bebida

                      Que jamais pus na boca, nessa vida,

                   Em minha camiseta, a marca de cigarro

                       Que não fumo, até hoje não fumei.

                         Minhas meias falam de produtos

                              Que nunca experimentei

                       Mas são comunicados a meus pés.

                           Meu tênis é proclama colorido

                           De alguma coisa não provada

                         Por este provador de longa idade.

                     Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,

                    Minha gravata e cinto e escova e pente,

                                Meu copo, minha xícara,

                        Minha toalha de banho e sabonete,

                                   Meu isso, meu aquilo.

                       Desde a cabeça ao bico dos sapatos,

                                       São mensagens,

                                        Letras falantes,

                                         Gritos visuais,

                        Ordens de uso, abuso, reincidências.

                              Costume, hábito, premência,

                                       Indispensabilidade,

                   E fazem de mim homem-anúncio itinerante,

                              Escravo da matéria anunciada.

                                    Estou, estou na moda.

                    É duro andar na moda, ainda que a moda

                              Seja negar minha identidade,

                            Trocá-lo por mil, açambarcando

                              Todas as marcas registradas,

                             Todos os logotipos do mercado.

                        Com que inocência demito-me de ser

                               Eu que antes era e me sabia

                       Tão diverso de outros, tão mim mesmo,

                             Ser pensante sentinte e solitário

                      Com outros seres diversos e conscientes

                         De sua humana, invencível condição.

                                      Agora sou anúncio

                                   Ora vulgar ora bizarro.

                      Em língua nacional ou em qualquer língua

                                (Qualquer, principalmente.)

                            E nisto me comprazo, tiro glória

                                     De minha anulação.

                        Não sou – vê lá – anúncio contratado.

                              Eu é que mimosamente pago

                                Para anunciar, para vender

                      Em bares festas praias pérgulas piscinas,

                            E bem à vista exibo esta etiqueta

                                Global no corpo que desiste

                      De ser veste e sandália de uma essência

                                   Tão viva, independente,

                     Que moda ou suborno algum a compromete.

                                    Onde terei jogado fora

                          meu gosto e capacidade de escolher,

                          Minhas idiossincrasias tão pessoais,

                       Tão minhas que no rosto se espelhavam

                                  E cada gesto, cada olhar,

                                     Cada vinco da roupa

                             Sou gravado de forma universal,

                            Saio da estamparia, não de casa,

                              Da vitrine me tiram, recolocam,

                                Objeto pulsante mas objeto

                       Que se oferece como signo de outros

                               Objetos estáticos, tarifados.

                       Por me ostentar assim, tão orgulhoso

                        De ser não eu, mas artigo industrial,

                            Peço que meu nome retifiquem.

                       Já não me convém o título de homem.

                                 Meu nome novo é Coisa.

                              Eu sou a Coisa, coisamente.

                             (Carlos Drummond de Andrade)

Texto II

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: >https://www.google.com.br/searchbiw=1366&bih=638&tbm=isch&sa=1&q=propagandas+do+corpo&oq=

propagandas+do+corpo&gs<. Data da consulta: 10/09/2017. 

Apartir, ainda, da reflexão proposta nos textos I e II, pode-se deduzir que

Alternativas
Q857798 Português

Leia a oração abaixo.

Os alunos desobedeceram as ordens da diretoria e foram à escola sem uniforme.


É correto afirmar que na oração acima ocorre um ERRO de

Alternativas
Q857797 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à colocação pronominal.
Alternativas
Q857796 Português

Observe o quadrinho abaixo para responder à questão.

Imagem associada para resolução da questão

O sujeito da oração no último quadrinho é

Alternativas
Q857795 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à concordância nominal.
Alternativas
Q857794 Português
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo grafado de forma INADEQUADA ao contexto no qual está inserido.
Alternativas
Q857793 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à ocorrência de crase.
Alternativas
Respostas
14561: E
14562: E
14563: E
14564: E
14565: A
14566: A
14567: B
14568: D
14569: E
14570: C
14571: C
14572: D
14573: D
14574: C
14575: A
14576: D
14577: B
14578: A
14579: B
14580: C