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(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Sobre o uso de sinais de pontuação no texto, afirma-se que:
I. “fake news” (l. 01) e “bots” (l. 15) são grafadas entre aspas por tratarem-se de palavras estrangeiras.
II. MIT (l. 10) poderia ser colocado entre parênteses, suprimindo-se o travessão.
III. A primeira vírgula da linha 26 e as vírgulas das linhas 11 e 29 justificam-se pela mesma regra.
IV. A vírgula da linha 27 separa uma oração coordenada aditiva.
Quais estão corretas?

(Fonte: https://exame.abril.com.br/tecnologia - 08/3/2018 - adaptação)
Relativamente ao uso da crase em situações textuais, avalie as afirmações que seguem:
I. Na linha 14, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, por às, à, às.
II. Na linha 17, devido à regência do vocábulo sobretudo, a lacuna pode ser preenchida por a ou por à.
III. Na linha 27, atendendo exigência de regência do verbo derrotar, a lacuna deve ser preenchida, obrigatoriamente, por a, preposição.
Quais estão INCORRETAS?
Considere o trecho abaixo:
É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é. (2° parágrafo)
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho
Considere o trecho abaixo em seu contexto:
Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. (2° parágrafo)
Analise as afirmativas abaixo em relação ao trecho.
1. A construção “Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos” está na voz passiva.
2. O segmento “Todos […] fundamentalistas” pode ser reescrito, sem prejuízo de significado entre as orações, como “A cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, uma vez que todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos”.
3. O vocábulo “pois” funciona como conector que introduz uma oração subordinada conclusiva.
4. O vocábulo “como” introduz uma comparação entre “terroristas fundamentalistas” e “espelhos límpidos”.
5. A palavra “sejam” expressa uma ideia de alternância entre as características atribuídas a “ações e intenções”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Ampliou-se recentemente o permanente clima de tensão na região do Oriente Médio.
Assinale a alternativa que indica o acontecimento que motivou tal acirramento.
O desenvolvimento tecnológico cada vez mais rápido, em especial o das telecomunicações, prenuncia uma grande guinada nos meios de produção, anunciada como a 4ª Revolução Industrial.
Assinale a alternativa que identifica avanços que poderão possibilitar essa transformação.
Para analisar os dados referentes ao conjunto de clínicas administradas pela secretaria de saúde, o analista elaborou uma tabela contendo informações sobre a quantidade de pacientes atendidos por mês e a quantidade de médicos disponíveis em cada uma das clínicas. Em seguida, utilizando uma ferramenta de análise de dados no Excel, obteve os resultados apresentados na Tabela 4.

Na elaboração da minuta de um manual de administração patrimonial para a secretaria de saúde, o administrador propôs algumas definições que irão compor o glossário do documento. Analise quatro dessas definições.
I Cessão: é o rol de bens patrimoniais confiados pelo dirigente máximo da unidade gestora a um servidor, aqui denominado de responsável, para a execução das atividades de sua unidade ou de sua subunidade.
II Alienação: é a modalidade de movimentação de bens que consiste na transferência do direito de propriedade da secretaria para outra instituição, mediante venda, permuta ou doação.
III Tombamento: consiste em identificar cada material permanente com um número único de registro patrimonial, denominado número de tombamento, número de patrimônio ou registro geral de patrimônio.
IV Carga Patrimonial: é a modalidade de movimentação de bens que consiste na transferência gratuita de posse e direito de propriedade de cada unidade gestora para órgãos ou entidades da administração pública federal direta, autárquica ou fundacional, no âmbito dos três poderes, sem quaisquer ônus para a instituição.
Das definições apresentadas, estão corretas
A prefeitura municipal irá contrair um financiamento para a construção de uma unidade de pronto atendimento-UPA, tendo sido apresentadas duas alternativas para a captação dos recursos, conforme Tabela 2.

Sabendo que as prestações são pagas ao final de cada período, analise as seguintes afirmações considerando a perspectiva de economia no pagamento dos juros.
I Ambas alternativas podem ser escolhidas, uma vez que não há diferença no valor monetário dos juros a serem pagos, pois a taxa é a mesma.
II Apesar de ter a primeira prestação menor, a Alternativa X deve ser desprezada, porque, naquele sistema de amortização, o valor final dos juros é maior do que no outro sistema.
III É melhor optar pela Alternativa Y, porque nela o valor total dos juros será menor.
IV Na Alternativa X, o valor total das prestações é menor, tornando-a a melhor opção.
Das afirmações, estão corretas
O diretor de um hospital municipal está elaborando a previsão de receitas para o ano de 2018, contando exclusivamente com recursos do SUS. Baseado nos conceitos e nas teorias sobre a demanda por bens e serviços, o diretor analisou os seguintes pressupostos para o orçamento, apresentados pelo gerente financeiro do hospital.
I A demanda por um bem ou serviço pode ser definida como a quantidade do bem ou serviço que as pessoas desejam consumir em um determinado período de tempo, inclusive os de saúde, dadas as suas restrições orçamentárias.
II A demanda por serviços de saúde é irregular e imprevisível do ponto de vista do indivíduo, porque a maioria dos consumidores não sabe quando e com que frequência vai necessitar de atenção médica.
III A demanda por atenção à saúde ocorre em uma circunstância anormal, como, por exemplo, a doença, o que pode comprometer a racionalidade da decisão do consumidor.
IV A demanda por produtos ou serviços depende da capacidade das empresas de produzirem determinadas mercadorias com o nível tecnológico desejado bem como do poder de compra do consumidor de produtos ou serviços de saúde.
O diretor compreende que a demanda por um produto está relacionada a uma estrutura de preferências e à ideia de satisfação, que se relaciona ao conceito de utilidade, sugerido pelos precursores da teoria do consumo. No entanto, considerando que o diretor deseja que o orçamento esteja mais próximo da realidade do segmento econômico em que atua, extrapolando a ideia da utilidade, deve considerar apenas o(s) pressuposto(s)