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No título do texto “Queremos a infância para nós”
e no período final “Com tamanha confusão, fica a impressão de que roubamos a infância das crianças porque a queremos para nós, não?” (7º §), a autora, ao usar a 1ª pessoa do plural, inclui-se entre os que desejam roubar a infância das crianças. Pela leitura do texto, pode-se depreender que, na verdade, quem quer roubar a infância das crianças são:
“O imaginário do professor está muito marcado pela dimensão individual: é cada um por si, em sua sala de aula, no seu trabalho. O isolamento favorece o desajuste do professor face às mudanças que vêm ocorrendo na escola e na sociedade.” (Celso Vasconcellos)
Devemos nos lembrar e considerar que o trabalho do professor tem uma dimensão essencialmente:
Para Sarmento, o coordenador pedagógico é o profissional que está constantemente refletindo sobre as mudanças na sociedade e na escola.
Acrescenta, ainda, que ele deve ser um instigador para o crescimento e desenvolvimento do professor, bem como um apoio no processo de formação de sua profissionalidade. Um processo assim implica em um trabalho em parceria, coletivo.
É fundamental que o coordenador pedagógico seja alguém que:
Em Mingues & Aratangy, encontra-se: “A reunião de pais é um importante instrumento para que a escola possa compartilhar a tarefa de educar seus alunos/filhos. Não pode ser um espaço somente de queixas, reclamações e resolução de problemas de ordem prática.”
Os pais podem e devem avaliar a organização da escola, o tratamento pedagógico dado a seus filhos, entre outros aspectos, tornando a reunião de pais um espaço de:
Segundo Celso Vasconcellos, no ensino tradicional, passivo, percebe-se a ausência de problematização daquilo que será trabalhado em sala de aula.
Os professores costumam argumentar que “tenho que dar esses conteúdos, mesmo que os alunos não entendam direito”, “são conhecimentos universais que precisam ser aprendidos”.
No processo pedagógico de reconstrução do conhecimento é necessário recuperar-se a problematização para que a apropriação da aprendizagem seja significativa, tanto do ponto de vista epistemológico, quanto da relação do conhecimento com as condições de existência.
Nesse sentido, problematizar é:
A supervisão escolar, necessária ao bom andamento das ações da educação, deve ser praticada com cuidado e conhecimento de causa.
Na atualidade, o supervisor deverá ser um profissional consciente de seu papel de mediador do trabalho docente, de facilitador das ações pedagógicas, de orientador de práticas condizentes com o cenário onde se foca o seu trabalho.
Nesse sentido, sua função é coordenar o trabalho em torno da proposta pedagógica da escola, e:
Se o planejamento pedagógico é um documento processual, ele precisa ser atualizado sempre que necessário.
Ou seja, pode-se afirmar que ele deve estar:
“É uma energia enorme que está sendo desperdiçada em muitas escolas. Você tem o aluno ali o ano todo ao teu lado e ele não é escutado”, afirma Celso Vasconcellos.
Se a gestão democrática, prevista na Base, é característica central, a equipe gestora deve exercer liderança num processo pedagógico que:
Embasar as discussões com dados do contexto escolar e possibilitar a participação de todos, serve para justificar os princípios filosóficos e os valores humanos adotados pela escola, principalmente junto às famílias em encontros formativos. O importante é a clareza e a intencionalidade das ações.
Temas que podem gerar controvérsia entre a comunidade escolar, como racismo, homofobia e desigualdade social, devem ser:
As competências descritas pela Base Nacional Comum Curricular podem ser desenvolvidas de diversas maneiras pelo Projeto Político Pedagógico, não aparecendo apenas no currículo disciplinar.
Algumas formas de atender às demandas da Base, são: