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Q963016 Pedagogia

Dentro do ambiente escolar, a avaliação da aprendizagem vem sendo objeto de constantes estudos, com variados enfoques de tratamento, abordada em todos os segmentos internos e externos do contexto escolar. Cada uma das atividades ou tarefa que configura os conteúdos de aprendizagem no processo de ensino, são referenciais funcionais para avaliar e acompanhar os avanços dos alunos. Segundo Antoni Zabala (1998), a avaliação dos conteúdos está conforme sua tipologia, ou seja, avaliação dos conteúdos factuais, conceituais, procedimentais e atitudinais, cada qual com suas características.


Numere os parênteses considerando o seguinte critério:


1- Avaliação de conteúdos conceituais

2- Avaliação de conteúdos factuais

3- Avaliação de conteúdos procedimentais

4- Avaliação de conteúdos atitudinais


( ) Conteúdo traduzido em conhecimento de acontecimentos, situações, dados e fenômenos concretos e singulares, como por exemplo a idade de uma pessoa, a localização ou altura de uma montanha, nomes de acontecimentos históricos etc.

( ) Nas provas escritas, é conveniente propor problemas e exercícios que não correspondam ao tema que se está trabalhando, incluir problemas de temas anteriores e outros que ainda não tenham sido trabalhados.

( ) Esses conteúdos implicam saber fazer, e o conhecimento sobre o domínio deste saber fazer só pode ser verificado em situações de aplicação desses conteúdos.

( ) A fonte de informação para conhecer os avanços na aprendizagem desses conteúdos é a observação sistemática de opiniões e das atuações nas atividades grupais, nos debates, nas atividades esportivas etc.


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q963015 Pedagogia
A complexidade dos processos educativos faz com que dificilmente se possa prever com antecedência o que acontecerá na aula. É imprescindível, ao professor, prever propostas de atividades articuladas e situações que favoreçam diferentes formas de se relacionar e interagir, tais como:
Alternativas
Q963014 Pedagogia

O ofício de professor foi, por muito tempo, assimilado à aula magistral seguida de exercícios. Com exceção daqueles que estão familiarizados com as pedagogias ativas e com os trabalhos em didática das disciplinas, os professores de hoje não se concebem espontaneamente como “conceptores-dirigentes de situações de aprendizagem.” (PERRENOUD, 2000). Em relação às competências requeridas do professor, identifique com V as afirmativas verdadeiras e, com F as falsas.


( ) O professor deve ser capaz de trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem.

( ) O professor deve ser capaz de construir e planejar sequências didáticas.

( ) O professor deve ser capaz de envolver os alunos em atividades de pesquisa.

( ) O professor deve ser capaz de abster-se do lugar dos aprendizes.


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q963013 Pedagogia

Olhar a instituição escolar pelo prisma do cotidiano permite vislumbrar a dimensão educativa presente no conjunto das relações sociais que ocorrem no seu interior. Em relação à escola, avalie as afirmativas a seguir:


I – A escola se constitui de um conjunto de tempos e espaços ritualizados.

II – A escola é um espaço de encontro entre diferentes, possibilitando lidar com a objetividade e impor ideias próprias.

III – A escola permite o acesso a códigos culturais dominantes, a aprendizagem de viver em grupo e trabalhar o conflito.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q963012 Pedagogia
Para imaginar o conhecimento já construído na mente do aluno, segundo Perrenoud (2000), não basta que os professores tenham a memória de suas próprias aprendizagens; é importante que os professores se confrontem com os limites de seus próprios conhecimentos e que (re)descubram nas dificuldades, da mesma forma que seus alunos, diante das noções mais elementares. Trabalhar a partir das concepções dos alunos, dialogar com eles, fazer com que elas sejam avaliadas para aproximá-los dos conhecimentos científicos a serem ensinados é uma competência do professor, e é essencialmente:
Alternativas
Q963011 Pedagogia

Segundo estudos desenvolvidos por Bernard Charlot (2000) sobre o fracasso escolar, avalie as afirmativas a seguir:


I - O fracasso escolar pode ser pensado como uma diferença: entre alunos, entre currículos, entre estabelecimentos.

II - O fracasso escolar é uma experiência que o aluno vive e interpreta e pode constituir-se em objeto de pesquisa.

III - A origem social é a causa do fracasso escolar e os alunos em situação de fracasso padecem deficiências socioculturais.


Está CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q963010 Pedagogia
O projeto político pedagógico da escola é sempre um processo inconcluso, uma etapa em direção a uma finalidade que permanece como horizonte da instituição escolar. Na escola, numa gestão democrática, a responsabilidade pelo projeto é da direção da escola e também dos pais, alunos, professores e funcionários, que assumem sua parte de responsabilidade. Um projeto político pedagógico se constrói de forma interdisciplinar e apoia-se nos seguintes pressupostos, EXCETO:
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Q963009 Pedagogia
As mudanças que as tecnologias favorecem na postura do professor em aula ajudam os alunos a estabelecerem uma ligação dos conhecimentos acadêmicos com os adquiridos e vivenciados, proporcionando uma troca de ideias e experiências. Durante as aulas, os alunos são levados a pesquisar, buscar informações e dados novos para discussão e debates em aula. O papel do professor frente às novas tecnologias passa pela delimitação da natureza do trabalho e a proposta pedagógica que esse trabalho possibilita. Dessa forma, o professor a ser formado para a sociedade do conhecimento deverá ser alguém:
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Q963008 Pedagogia
No cenário atual, a revolução tecnológica afeta o conhecimento e a sociedade, apontando para mudanças necessárias no processo educativo, na produção e socialização do conhecimento e na formação do professor. Na escola, as novas tecnologias, junto com uma boa proposta pedagógica, são de grande importância a partir do momento em que são vistas como:
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Q963007 Pedagogia
A reivindicação pelo direito à diferença é uma das principais temáticas no atual contexto da globalização da economia e mundialização da cultura, trazendo à tona uma reflexão sobre o lugar, os direitos, as representações, a vez e a voz das minorias em relação à maioria. Assim, podemos dizer que o multiculturalismo e a reivindicação pela diferença trazem para o campo da educação uma série de desafios, dentre eles:
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Q963006 Pedagogia
Pensar a educação escolarizada a partir da dimensão cultural implica buscar modalidades de práticas pedagógicas que possibilitam, por um lado, a afirmação de um processo de globalização irreversível e, por outro, explosões de movimentos identitários. Diversos debates são travados acerca da capacidade da escola de absorver e trabalhar as diferenças culturais frente às questões suscitadas pelo fenômeno globalização. Dentro da escola, essas questões assumem um papel de destaque
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Q657173 Noções de Informática
Analise as seguintes afirmativas sobre as opções disponíveis na guia “Página Inicial” do Microsoft Outlook, versão português do Office 2010:  I – Imagem associada para resolução da questão Permite mover ou copiar um item. II – Imagem associada para resolução da questão Permite responder ao remetente. III – Imagem associada para resolução da questão Permite encaminhar o item.
Estão CORRETAS  as afirmativas: 
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Q657170 Noções de Informática
Analise as seguintes afirmativas sobre o bloqueio de pop-ups no Microsoft Internet Explorer 11, versão português: I – As opções para configuração do “Bloqueador de Pop-ups” estão disponí- veis a partir do menu “Segurança”. II – Na janela “Configurações do Bloqueador de Pop-ups” é possível definir que o navegador deverá tocar um som quando um pop-up for bloqueado. III – Na janela “Configurações do Bloqueador de Pop-ups” é possível definir endereços de sites que terão permissão para abrir pop-ups. Estão CORRETAS as afirmativas:
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Q657168 Noções de Informática

Analise as seguintes afirmativas sobre as opções disponíveis no grupo “Revisão de Texto” da guia “Revisão” do Microsoft Word, versão português do Office 2010:

I – Imagem associada para resolução da questão Verificar a ortografia e a gramática no texto do documento.

II – Imagem associada para resolução da questão Contar palavras, caracteres, parágrafos e linhas no documento.

III – Imagem associada para resolução da questão Sugerir outras palavras com significado semelhante ao da palavra selecionada.

Está CORRETO o que se afirma em:

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Q657167 Noções de Informática
A opção “Dispositivos e Impressoras” pode ser encontrada no “Painel de Controle” do Microsoft Windows 7, versão português, dentro da categoria:
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Q657158 Português
Também será o último dia para conferir a peça "Cazuza - Pro Dia Nascer Feliz, O Musical". Com direção de João Fonseca, o texto resgata a tragetória do cantor, que é interpretado por Emílio Dantas. http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2014/12/1564934-prepare-se-domingo-ea-ultima-chance-de-ver-cazuza-e-terca-insana-em-sp.shtml
No texto acima, há um erro de:
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Q657157 Português

A Folha de S. Paulo recebe várias críticas por erros cometidos em relação ao uso da norma padrão da Língua Portuguesa.


Servidor que manter greve ficará sem reajuste, diz governo. Folha de S. Paulo, 25 de agosto de 2012.


As críticas recebidas em relação à manchete acima referem-se a um erro de: 

Alternativas
Q657151 Português

O grande paradoxo das redes sociais virtuais

Por Vinicius Pereira Colares em 12/02/2016 na edição 889

1º.§ Existe uma contradição inerente ao uso de mídias digitais. Essa afirmação comprova-se, principalmente, quando a ligamos ao smartphones. Ninguém usaria o celular por tanto tempo se não acreditasse de verdade nos benefícios dele. Poupar tempo, ser mais produtivo e ter acesso à informação em qualquer lugar são alguns dos aspectos positivos citados, geralmente.

2º. § Ao mesmo tempo, é cada vez mais comum ouvir relatos, quando estes são sinceros, de donos de smartphones que se sentem frustrados com o tempo empreendido nas redes sociais ou em outros aplicativos inúteis. Na tentativa de 4 controlar sua rotina (e imagem), o indivíduo, em sua contemporaneidade, é cada vez mais vulnerável. 

3º. § Desde 2007, com o lançamento do primeiro aparelho celular com um sistema operacional próprio totalmente touch-screen (o primeiro iPhone da Apple), os hábitos mudaram. E mudam-se os hábitos, sabe-se, mudam-se as pessoas.

4º. § A psicóloga e socióloga do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Sherry Turkle, analisou a possibilidade de um novo tipo de comunicação estar surgindo com as novas tecnologias.

5º. § As amizades nesse cenário, por exemplo, mudaram. Hoje “a arte da amizade”, diz Turkle, virou a arte de saber dividir a atenção de alguém constantemente – com o smartphone, por exemplo. Quem nunca passou por uma situação parecida, de encontrar-se falando consigo mesmo, que atire a primeira pedra.

6º. § É a possibilidade de repensar um ato que faz com que, normalmente, um indivíduo não repita um erro. Para alcançar esse tipo de reflexão, porém, é preciso estar sozinho. Não é uma regra, mas é sozinho que o sujeito consegue ponderar sua existência individual e, respectivamente, perceber a independência daqueles que o cercam. As relações através das redes sociais impossibilitam, de certa forma, que tudo isso aconteça.

7º. § O termo fight over text – que significa mais ou menos “briga por mensagem de texto” – é extremamente ilustrativo para pensar esse aspecto. Um exemplo usado por Turkle: Adam teve uma discussão séria com sua namorada. Ou melhor, teve uma fight over text. Em uma situação onde ele seria tomado por um surto de pânico, Adam resolve mandar – e esse é o exemplo que a autora dá – uma foto de seu próprio pé (risos?) para a namorada. Isso alivia a situação e tudo acaba bem.

8º. § Essa possibilidade de esconder vulnerabilidades explica, de certa forma, o crescimento de aplicativos como o Snapchat (e suas mensagens “fantasmas”) e o Instagram. Nessas redes sociais, o Adam de Turkle é sempre o Adam que quer ser. Não é por um acaso que o Facetime, aplicativo da Apple onde os envolvidos conversam por vídeo, não deu tão certo quanto o esperado. 5

9º. § As mídias digitais e as redes sociais estão movimentando uma quantidade cada vez maior de pesquisas em torno de suas problemáticas. Termos como Fomo (Fear Of Missing Out – algo equivalente a “medo de perder algo”) estão tentando explicar o que está por trás do desenvolvimento de aplicativos e dispositivos.

10º. § Em Stanford, por exemplo, foi criado o Persuasive Technology Lab (Laboratório de Tecnologia da Persuasão). São estudados nesse centro, por exemplo, os mecanismos que causam essa espécie de “dependência” por parte do usuário das redes sociais. Os resultados desses estudos acabam gerando mais aplicativos de persistent routine (rotina persistente, quase um pleonasmo ) ou behavioral loop (comportamento repetitivo), que integram-se à nossa rotina e, na maioria dos casos, não são produtivos – e sim, distrativos.

11º. § O Instagram talvez venha a ser o melhor exemplo, definido como um produto habit-forming (ou criador de hábito). É comum conhecer pessoas que, ao acordar, assumem abrir o aplicativo antes mesmo de sair da cama. Isso se torna, em curto e médio prazo, o equivalente a despertar toda manhã e puxar a alavanca de uma máquina de apostas em um cassino.

12º. § Essa incapacidade de controlar os próprios hábitos implica geralmente na falta de capacidade de controlar as próprias emoções. E são esses indivíduos que tentam, com o uso das redes sociais, apropriar-se de uma imagem idealizada e controlar (ou contrariar) os atos do próximo.

13º. § Existem maneiras de tentar mudar isso. Deixar o smartphone longe da mesa enquanto faz uma refeição ou sair de casa sem o celular no bolso, por exemplo. Mas a melhor e mais valiosa dica é de Sherry Turkle: leia (ou releia) Walden, de Henry David Thoreau.

http://observatoriodaimprensa.com.br/e-noticias/o-grande-paradoxo-das-redes-sociaisvirtuais/ [adaptado]

Na frase “Essa incapacidade de controlar os próprios hábitos implica geralmente na falta de capacidade de controlar as próprias emoções.”, o verbo implica poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q657150 Português

O grande paradoxo das redes sociais virtuais

Por Vinicius Pereira Colares em 12/02/2016 na edição 889

1º.§ Existe uma contradição inerente ao uso de mídias digitais. Essa afirmação comprova-se, principalmente, quando a ligamos ao smartphones. Ninguém usaria o celular por tanto tempo se não acreditasse de verdade nos benefícios dele. Poupar tempo, ser mais produtivo e ter acesso à informação em qualquer lugar são alguns dos aspectos positivos citados, geralmente.

2º. § Ao mesmo tempo, é cada vez mais comum ouvir relatos, quando estes são sinceros, de donos de smartphones que se sentem frustrados com o tempo empreendido nas redes sociais ou em outros aplicativos inúteis. Na tentativa de 4 controlar sua rotina (e imagem), o indivíduo, em sua contemporaneidade, é cada vez mais vulnerável. 

3º. § Desde 2007, com o lançamento do primeiro aparelho celular com um sistema operacional próprio totalmente touch-screen (o primeiro iPhone da Apple), os hábitos mudaram. E mudam-se os hábitos, sabe-se, mudam-se as pessoas.

4º. § A psicóloga e socióloga do MIT (Massachusetts Institute of Technology), Sherry Turkle, analisou a possibilidade de um novo tipo de comunicação estar surgindo com as novas tecnologias.

5º. § As amizades nesse cenário, por exemplo, mudaram. Hoje “a arte da amizade”, diz Turkle, virou a arte de saber dividir a atenção de alguém constantemente – com o smartphone, por exemplo. Quem nunca passou por uma situação parecida, de encontrar-se falando consigo mesmo, que atire a primeira pedra.

6º. § É a possibilidade de repensar um ato que faz com que, normalmente, um indivíduo não repita um erro. Para alcançar esse tipo de reflexão, porém, é preciso estar sozinho. Não é uma regra, mas é sozinho que o sujeito consegue ponderar sua existência individual e, respectivamente, perceber a independência daqueles que o cercam. As relações através das redes sociais impossibilitam, de certa forma, que tudo isso aconteça.

7º. § O termo fight over text – que significa mais ou menos “briga por mensagem de texto” – é extremamente ilustrativo para pensar esse aspecto. Um exemplo usado por Turkle: Adam teve uma discussão séria com sua namorada. Ou melhor, teve uma fight over text. Em uma situação onde ele seria tomado por um surto de pânico, Adam resolve mandar – e esse é o exemplo que a autora dá – uma foto de seu próprio pé (risos?) para a namorada. Isso alivia a situação e tudo acaba bem.

8º. § Essa possibilidade de esconder vulnerabilidades explica, de certa forma, o crescimento de aplicativos como o Snapchat (e suas mensagens “fantasmas”) e o Instagram. Nessas redes sociais, o Adam de Turkle é sempre o Adam que quer ser. Não é por um acaso que o Facetime, aplicativo da Apple onde os envolvidos conversam por vídeo, não deu tão certo quanto o esperado. 5

9º. § As mídias digitais e as redes sociais estão movimentando uma quantidade cada vez maior de pesquisas em torno de suas problemáticas. Termos como Fomo (Fear Of Missing Out – algo equivalente a “medo de perder algo”) estão tentando explicar o que está por trás do desenvolvimento de aplicativos e dispositivos.

10º. § Em Stanford, por exemplo, foi criado o Persuasive Technology Lab (Laboratório de Tecnologia da Persuasão). São estudados nesse centro, por exemplo, os mecanismos que causam essa espécie de “dependência” por parte do usuário das redes sociais. Os resultados desses estudos acabam gerando mais aplicativos de persistent routine (rotina persistente, quase um pleonasmo ) ou behavioral loop (comportamento repetitivo), que integram-se à nossa rotina e, na maioria dos casos, não são produtivos – e sim, distrativos.

11º. § O Instagram talvez venha a ser o melhor exemplo, definido como um produto habit-forming (ou criador de hábito). É comum conhecer pessoas que, ao acordar, assumem abrir o aplicativo antes mesmo de sair da cama. Isso se torna, em curto e médio prazo, o equivalente a despertar toda manhã e puxar a alavanca de uma máquina de apostas em um cassino.

12º. § Essa incapacidade de controlar os próprios hábitos implica geralmente na falta de capacidade de controlar as próprias emoções. E são esses indivíduos que tentam, com o uso das redes sociais, apropriar-se de uma imagem idealizada e controlar (ou contrariar) os atos do próximo.

13º. § Existem maneiras de tentar mudar isso. Deixar o smartphone longe da mesa enquanto faz uma refeição ou sair de casa sem o celular no bolso, por exemplo. Mas a melhor e mais valiosa dica é de Sherry Turkle: leia (ou releia) Walden, de Henry David Thoreau.

http://observatoriodaimprensa.com.br/e-noticias/o-grande-paradoxo-das-redes-sociaisvirtuais/ [adaptado]

Os resultados desses estudos acabam gerando mais aplicativos de persistent routine (rotina persistente, quase um pleonasmo) ou behavioral loop (comportamento repetitivo), que integram-se à nossa rotina e, na maioria dos casos, não são produtivos – e sim, distrativos.
O uso do travessão no trecho anterior tem como objetivo:
Alternativas
Respostas
361: B
362: C
363: A
364: C
365: B
366: A
367: C
368: B
369: B
370: D
371: C
372: D
373: B
374: D
375: C
376: B
377: C
378: B
379: B
380: B