Questões de Concurso Comentadas para assistente administrativo

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Q3534769 Relações Humanas
Ao haver uma expressão de forma clara, a tendência é que os outros compreendam melhor a mensagem. No entanto, quando se combina essa expressão a algum tipo de julgamento, aumentam‑se as chances de resistência por parte do outro. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta o componente da CNV, segundo o método de Marshall Rosenberg, que trata da importância de relatar o que se percebe com clareza, sem atribuir valor ou crítica.
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Q3534768 Relações Humanas
Considerando os conhecimentos sobre comunicação não violenta, assinale a opção que apresenta corretamente a base em que se fundamenta esse tipo de comunicação. 
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Q3534767 Direito Digital
A Lei nº 13.709/2018 (LGPD) diz respeito ao tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa física ou por pessoa jurídica de direito público ou privado. Com base nessa informação e na referida Lei, assinale a opção correta.
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Q3534766 Legislação Federal
Em relação aos procedimentos de acesso à informação, previsto na Lei nº 12.527/2011, assinale a opção correta.
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Q3534765 Direito Administrativo
A Lei nº 9.784/1999 estabelece normas básicas a respeito do processo administrativo no âmbito da Administração Federal Direta e da Administração indireta, visando, em especial, à proteção dos direitos dos administrados e ao melhor cumprimento dos fins da Administração. Com base nessa informação, assinale a opção correta, quanto à referida Lei.
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Q3534764 Direito Administrativo
O sistema de responsabilização por atos de improbidade administrativa tutelará a probidade na organização do Estado, assegurando a integridade do patrimônio público e social. Com base nessa informação e na Lei nº 8.429/1992, assinale a opção correta. 
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Q3534763 Ética na Administração Pública
A respeito do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal – Decreto nº 1.171/1994 –, assinale a opção correta.
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Q3534762 Atualidades
        “Uma coisa é discutir a Amazônia no Egito; outra coisa é discutir a Amazônia em Berlim; outra coisa é discutir a Amazônia em Paris. Agora, não. Agora nós vamos discutir a importância da Amazônia dentro da Amazônia. Nós vamos discutir a questão dos indígenas, vendo os indígenas. Nós vamos discutir a questão dos povos ribeirinhos, vendo os povos ribeirinhos e vendo como eles vivem”, sentenciou a liderança.
Internet:<agenciabrasil.ebc.com.br>  (com adaptações).
O texto faz referência
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Q3534761 Atualidades
        Muitas empresas dos EUA estão tendo mais dificuldade para encontrar trabalhadores, o que prejudica seus negócios.         E elas estão tentando convencer o presidente a corrigir a situação.
Internet:<www.bbc.com>  (com adaptações).
Assinale a opção correta no que diz respeito à dificuldade das empresas norte‑americanas contida no fragmento.
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Q3534760 Noções de Informática
Vírus e malwares são problemas para a segurança de informação. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta a melhor combinação de ferramentas para proteção contra pragas virtuais, como vírus e Worms.
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Q3534759 Noções de Informática
O Microsoft Word do Office 365 permite que vários usuários editem, simultaneamente, um mesmo documento salvo na nuvem. Com base nessa informação, assinale a opção que apresenta essa funcionalidade.
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Q3534756 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
No quinto parágrafo, sem prejuízo à correção gramatical ou ao sentido original do texto, a expressão “pelos circunlóquios com que lhe venero” poderia ser reescrita como
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Q3534755 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Quanto ao contexto e ao emprego da oração “para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos” no texto, é correto afirmar que 
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Q3534754 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
O fragmento de texto trata de um(uma)
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Q3534753 Português
        Sala em casa do juiz de paz. Mesa no meio com papéis, cadeiras.

        Entra o juiz de paz vestido de calça branca, sobrecasaca de riscado, chinelas verde e sem gravata.

      – Vamo‑nos preparando para dar audiência. (ARRANJA OS PAPÉIS.) O escrivão já tarda; sem dúvida, está na venda do Manuel do Coqueiro... O último recruta que se fez já vai‑me fazendo peso. Nada, não gosto de presos em casa. Podem fugir, e depois dizem que o juiz recebeu algum presente.

        (BATEM À PORTA) – Quem é? Pode entrar.

        (ENTRA UM ESCRAVO COM UM CACHO DE BANANAS E UMA CARTA, QUE ENTREGA AO JUIZ. O JUIZ, LENDO A CARTA:) “Ilmº Sr. Muito me alegro de dizer a V. Sª que a minha intenção, ao fazer desta, é boa, e que a mesma desejo para V. Sª pelos circunlóquios com que lhe venero”. (DEIXANDO DE LER:) – Circunlóquios... Que nome em breve! O que quererá ele dizer? Continuemos. (LENDO:) “Tomo a liberdade de mandar a V. Sª um cacho de bananas‑maçãs para V. Sª comer com a sua boca e dar também a comer à Srª Juíza e aos Srs. Juizinhos. V. Sª há‑de reparar na insignificância do presente; porém, Ilmº Sr., as reformas da Constituição permitem a cada um fazer o que quiser, e mesmo fazer presentes; ora, mandando assim as ditas reformas, V. Sª fará o favor de aceitar as ditas bananas, que diz minha Teresa serem muito boas. No mais, receba as ordens de quem é seu venerador e tem a honra de ser ‘Manuel André de Sapiruruca’.”

        – Bom, tenho bananas para a sobremesa. Ó pai, leva estas bananas para dentro e as entrega à senhora. Toma lá um vintém para teu tabaco. (SAI O ESCRAVO). O certo é que é bem bom ser juiz de paz cá pela roça. De vez em quando, temos nossos presentes de galinhas, bananas, ovos, etc., etc.

        (BATEM À PORTA) – Quem é?

        Escrivão (DENTRO): – Sou eu.

        Juiz: – Ah, é o escrivão. Pode entrar.

PENA, Martins. O juiz de paz na roça. Cena IX. 1838.
In: Lydinéa Gasman. Documentos históricos brasileiros.
Rio de Janeiro, Fename, 1976, p. 181 e 182 (com adaptações).
Depreende‑se do fragmento em análise que o autor apresenta
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Q3521626 Ética na Administração Pública
Um servidor público discorda da opinião de um colega durante uma atividade em equipe, mas opta por ouvir, argumentar com respeito e buscar consenso. Essa conduta está alinhada com:  
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Q3521625 Atendimento ao Público
Durante uma reunião com representantes da sociedade civil, o servidor dirige-se a todos usando pronomes de tratamento como “senhor” e “senhora”, mantendo tom cordial. Essa atitude demonstra:  
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Q3521624 Direito Administrativo
Um cidadão solicita informações sobre um processo administrativo que envolve outro servidor público. O atendente verifica que a informação não é pública. De acordo com princípios éticos e legais, a conduta mais adequada do atendente é: 
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Q3521623 Atendimento ao Público
Durante o atendimento presencial em um órgão público, um servidor mantém postura respeitosa, responde com clareza às dúvidas dos cidadãos e evita expressões negativas. Esse comportamento contribui diretamente para: 
Alternativas
Q3521622 Noções de Informática
Durante o uso de ferramentas de colaboração online, um servidor compartilha documentos no OneDrive e participa de reuniões virtuais por meio do Microsoft Teams. Essas ações são características de qual tipo de tecnologia?
Alternativas
Respostas
3261: B
3262: E
3263: B
3264: C
3265: E
3266: C
3267: B
3268: E
3269: B
3270: C
3271: D
3272: E
3273: A
3274: D
3275: B
3276: C
3277: C
3278: D
3279: B
3280: A