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Q3031155 Português
José tem três filhas. Assinalar a alternativa em que seus nomes estão em ordem alfabética.
Alternativas
Q3031154 Português
Com base nas diferenças entre sinônimos e antônimos, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Sinônimos entre si.
(2) Antônimos entre si.

( ) Parar | interromper.
( ) Voltar | retornar.
( ) Permanecer | ir.
Alternativas
Q3031153 Português
Qual alternativa apresenta duas palavras escritas de forma INCORRETA?
Alternativas
Q3031152 Português

Como a mpox se espalha?



    Desde o primeiro caso humano conhecido em 1970 — quando um menino foi diagnosticado na República Democrática do Congo a maioria das infecções ocorreu na África Ocidental e Central. No início, a maioria eram "eventos de transbordamento", contraídos pela caça e abate de animais selvagens infectados, disse Rosamund Lewis, que atua como líder técnica de mpox na OMS.

    Ambos os tipos de mpox podem se espalhar por meio do contato direto com animais infectados e materiais contaminados. Isso pode incluir itens como roupas, roupas de cama e toalhas.

    O contato próximo também pode espalhar o vírus entre pessoas — inclusive por meio de beijos, gotículas respiratórias que se espalham ao falar com alguém que foi infectado e contato direto com pele infecciosa ou lesões na boca ou genitais.

    As lesões são "pequenas fábricas virais" contagiosas, disse uma epidemiologista dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). O período de incubação é de três a 17 dias e, de acordo com o CDC, pessoas com sintomas de mpox são contagiosas “até que a erupção esteja completamente curada e uma nova camada de pele tenha se formado”.


National Geographic. Adaptado.


No texto, temos a descrição de como a mpox se espalha. Considerando−se seus parágrafos, em qual deles obtemos a informação de como ela, de fato, se espalha?
Alternativas
Q3031151 Português

Como a mpox se espalha?



    Desde o primeiro caso humano conhecido em 1970 — quando um menino foi diagnosticado na República Democrática do Congo a maioria das infecções ocorreu na África Ocidental e Central. No início, a maioria eram "eventos de transbordamento", contraídos pela caça e abate de animais selvagens infectados, disse Rosamund Lewis, que atua como líder técnica de mpox na OMS.

    Ambos os tipos de mpox podem se espalhar por meio do contato direto com animais infectados e materiais contaminados. Isso pode incluir itens como roupas, roupas de cama e toalhas.

    O contato próximo também pode espalhar o vírus entre pessoas — inclusive por meio de beijos, gotículas respiratórias que se espalham ao falar com alguém que foi infectado e contato direto com pele infecciosa ou lesões na boca ou genitais.

    As lesões são "pequenas fábricas virais" contagiosas, disse uma epidemiologista dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). O período de incubação é de três a 17 dias e, de acordo com o CDC, pessoas com sintomas de mpox são contagiosas “até que a erupção esteja completamente curada e uma nova camada de pele tenha se formado”.


National Geographic. Adaptado.


As aspas ao longo do texto marcam:
Alternativas
Q3031150 Português

Como a mpox se espalha?



    Desde o primeiro caso humano conhecido em 1970 — quando um menino foi diagnosticado na República Democrática do Congo a maioria das infecções ocorreu na África Ocidental e Central. No início, a maioria eram "eventos de transbordamento", contraídos pela caça e abate de animais selvagens infectados, disse Rosamund Lewis, que atua como líder técnica de mpox na OMS.

    Ambos os tipos de mpox podem se espalhar por meio do contato direto com animais infectados e materiais contaminados. Isso pode incluir itens como roupas, roupas de cama e toalhas.

    O contato próximo também pode espalhar o vírus entre pessoas — inclusive por meio de beijos, gotículas respiratórias que se espalham ao falar com alguém que foi infectado e contato direto com pele infecciosa ou lesões na boca ou genitais.

    As lesões são "pequenas fábricas virais" contagiosas, disse uma epidemiologista dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC). O período de incubação é de três a 17 dias e, de acordo com o CDC, pessoas com sintomas de mpox são contagiosas “até que a erupção esteja completamente curada e uma nova camada de pele tenha se formado”.


National Geographic. Adaptado.


De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3026257 Direito Constitucional
De acordo com o Art. 2º da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, os poderes da União são independentes e harmônicos entre si, divididos em:
Alternativas
Q3026256 Biologia
Biomas são grandes regiões do planeta com características ambientais semelhantes, como clima, solo, vegetação e fauna. Essas áreas possuem ecossistemas distintos que se adaptam às condições locais, criando uma rica diversidade de vida. Partindo disso, assinale a alternativa que contenha os dois maiores biomas brasileiros: 
Alternativas
Q3026254 História e Geografia de Estados e Municípios
A bandeira de um município é um dos mais importantes símbolos identitários para seu povo, que, em conjunto com o seu hino e brasão, marcam a sua história. Sobre a bandeira de Teresina de Goiás, assinale a alternativa que contenha suas três cores majoritárias: 
Alternativas
Q3026241 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

Quantas sílabas possui a palavra “amazônica”?
Alternativas
Q3026240 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

Marque a alternativa em que todas as palavras retiradas do texto possuem encontro vocálico.
Alternativas
Q3026239 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

Em "Jaci descia à Terra para buscar alguma virgem", qual palavra é uma preposição que indica finalidade?
Alternativas
Q3026238 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

No trecho "Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá", qual é o adjetivo que qualifica a palavra guerreiros que tentavam conquistar Naiá?
Alternativas
Q3026237 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

De acordo com as regras de acentuação gráfica das palavras, marque a alternativa em que a palavra destacada é uma oxítona.
Alternativas
Q3026236 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

No trecho “Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua”, qual termo é um advérbio que indica negação? 
Alternativas
Q3026235 Português

Leia a lenda e responda o item.


Lenda da Vitória Régia


    Conta a lenda que uma bela índia chamada Naiá apaixonou-se por Jaci (a Lua), que brilhava no céu a iluminar as noites. Nos contos dos pajés e caciques, Jaci de quando em quando descia à Terra para buscar alguma virgem e transformá-la em estrela do céu para lhe fazer companhia. Naiá, ouvindo aquilo, quis também virar estrela para brilhar ao lado de Jaci.

    Durante o dia, bravos guerreiros tentavam cortejar Naiá, mas era tudo em vão, pois ela recusava todos os convites de casamento. E mal podia esperar a noite chegar, quando saía para admirar Jaci, que parecia ignorar a pobre Naiá. Mas ela esperava sua subida e sua descida no horizonte e, já quase de manhãzinha, saía correndo em sentido oposto ao Sol para tentar alcançar a Lua. Corria e corria até cair de cansaço no meio da mata. Noite após noite, a tentativa de Naiá se repetia. Até que ela adoeceu. De tanto ser ignorada por Jaci, a moça começou a definhar.

    Mesmo doente, não havia uma noite que não fugisse para ir em busca da Lua. Numa dessas vezes, a índia caiu cansada à beira de um igarapé. Quando acordou, teve um susto e quase não acreditou: o reflexo da Lua nas águas claras do igarapé a fizeram exultar de felicidade! Finalmente ela estava ali, bem próxima de suas mãos. Naiá não teve dúvidas: mergulhou nas águas profundas e acabou se afogando.

    Jaci, vendo o sacrifício da índia, resolveu transformá-la numa estrela incomum. O destino de Naiá não estava no céu, mas nas águas, a refletir o clarão do luar. Naiá virou a Vitória Régia, a grande flor amazônica das águas calmas, a estrela das águas, tão linda quanto as estrelas e com um perfume inconfundível. E que só abre suas pétalas ao luar.

De acordo com o texto, qual substantivo é usado para se referir à Lua?
Alternativas
Respostas
2141: D
2142: C
2143: C
2144: B
2145: A
2146: D
2147: C
2148: C
2149: C
2150: D
2151: D
2152: A
2153: D
2154: C
2155: A
2156: A
2157: D
2158: A
2159: B
2160: D