Questões de Concurso Comentadas para técnico - química

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Q421120 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Releia as frases do texto.

Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. (3.º parágrafo)

Nenhum líder está imune ao narcisismo. (8.º parágrafo)

As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, e sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q421118 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa em cujo trecho foi empregada expressão com sentido figurado.
Alternativas
Q421116 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja expressão tem relação de sentido com “liderança tóxica”.
Alternativas
Q421114 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Conforme informações do texto, para que haja uma liderança efetiva nos cargos de gestão de uma empresa, é necessário haver
Alternativas
Q421113 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Quando altos executivos não estabelecem um diálogo franco com seus subordinados, é indicação de que
Alternativas
Q421111 Português
                O líder narcisista

     Manfred Kets de Vries, fundador do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, revela já ter identificado em altos executivos características de personalidade nocivas e deses­tabilizadoras tanto para a equipe quanto para a organização. Um desses perfis comportamentais é o narcisista.
     Todos nós, em maior ou menor grau, manifestamos caracte­rísticas narcisistas, o que muitas vezes é necessário para manter nosso equilíbrio emocional. Há momentos em que o amor pró­prio predomina, sentimo­-nos orgulhosos de nossas realizações e somos levados a externar uma saudável autoestima.
     O problema surge quando o narcisismo se manifesta de uma forma exacerbada. Ou seja, quando o indivíduo sucumbe sob o peso da vaidade. Em torno desta postura invariavelmente gravi­tam o autoritarismo, a dificuldade do diálogo, a falta de empatia e, consequentemente, uma coleção de animosidades.
    No contexto empresarial, sobretudo em cargos de gestão, uma dose moderada de narcisismo – evidentemente alicerçada em reais competências – fortalece ainda mais habilidades como a iniciativa, a criatividade, a versatilidade, o gosto por desafios, componentes fundamentais para o exercício de uma liderança efetiva.
     Em face dessa autovalorização, o líder com essa caracterís­tica coloca mais empenho no alcance de resultados, não teme seus pares, inspira e valoriza a participação da equipe, e, por entender que um bom convívio social é fundamental para sua liderança, não transforma o ambiente de trabalho em batalha ccompetitiva. É o que se denomina de líder narcisista produtivo.
     Por outro lado, quando essa autovalorização é vivenciada de forma excessiva, devemos entendê-la como uma liderança tóxica que afetará negativamente a moral e a efetividade de sua equipe.
     Um líder que adota tal postura a manifesta de formas varia­das: dificuldade em aceitar as falhas alheias, autoritarismo nas suas decisões, necessidade compulsiva de se destacar, pretensa autossuficiência, clichês baseados em convicções pessoais, ausência de empatia, entre outras de igual efeito destrutivo.
     Nenhum líder está imune ao narcisismo. No entanto, se suas ações são movidas unicamente por uma vitaminada vaidade, cui­dado! Você é um líder com tendências narcisistas destrutivas e o convívio difícil não será apenas com seus liderados; com a alta gestão da empresa você também não transitará com facilidade. 
Um salto sem rede para sua carreira!
     O antídoto para não cair na malha dos efeitos tóxicos do narcisismo exagerado será o contínuo exercício do autoconhe­cimento, a busca do equilíbrio. Fugir desse “império do ego" é retirar tanto a lente de aumento que procura superdimensionar habilidades, como a máscara que esconde limites.
(Ruth Duarte. O Estado de S.Paulo, 13 de abril de 2014. Adaptado)

Com base nas informações do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q1775280 Química

Imagem associada para resolução da questão


A pilha de zinco e óxido de prata é usada em aparelhos auditivos e relógios de pulso e são menos poluentes do que a de zinco e óxido de mercúrio.


Tendo em vista essas informações e os dados da tabela de potencial-padrão de redução para as semiequações que ocorrem nessa pilha, é correto afirmar:

Alternativas
Q1775279 Química

Cr2O2-7 (aq) + Cℓ− (aq) + H+ (aq) → Cr3+(aq) + H2O(ℓ) + Cℓ2(g)


No balanceamento de equações de oxirredução, algumas espécies transferem elétrons para outras, de forma que, no final da reação química, o número de elétrons transferidos é igual ao de elétrons recebidos.

Com base nessas informações e após o balanceamento da equação química com os menores coeficientes estequiométricos inteiros, é correto afirmar:

Alternativas
Q1775278 Química

I. 2H+(aq) + 1/2O2(aq) + 2e-  → H2O(ℓ)             Eºred = + 1,23v

II. Fe3+(aq) + e-  → Fe2+(aq)                             Eºred = +0,77


As soluções aquosas ácidas de sais de íons Fe2+(aq) são esverdeadas quando recém-preparadas e, quando em contato prolongado com o ar, tornam-se amareladas.


A partir dessas considerações e das semiequações I e II com os respectivos potenciais-padrão de redução, é correto afirmar: 

Alternativas
Q1775276 Química

O conceito de pH é muito importante para a química, principalmente na análise e correção de solos e na determinação da acidez da água de criatórios de peixes. O sucesso nessas atividades depende da determinação do pH de amostras de soluções preparadas nos laboratórios ou coletadas diretamente no campo. A mistura de 80,0mL de solução, contendo ácido clorídrico 2,50.10−1 molL−1 , com 20,0mL de uma solução de hidróxido de sódio, 5,0.10−1 molL−1 poderá resultar em uma solução final ácida ou básica, a depender das concentrações de uma ou de outra espécie química em solução.


A análise da solução final com base na determinação do pH e de suas propriedades permite corretamente concluir:

Alternativas
Q1775275 Química

Imagem associada para resolução da questão


Enquanto algumas substâncias absorvem calor durante a dissolução em água, outras liberam energia ao se dissolverem, como é possível verificar a partir de análise das curvas de solubilidade em função de temperatura. Entretanto existem substâncias que apresentam comportamento semelhante, porém descritos por curvas com “pontos de inflexão”, como a do gráfico de variação do coeficiente de solubilidade, em função da temperatura, do sulfato de sódio decaidratado, Na2SO4.10H2O, em água.


A partir da análise desse gráfico, que representa a solubilidade em água do sulfato de sódio decaidratado, é correto afirmar: 

Alternativas
Q1775274 Química

Imagem associada para resolução da questão


Utilizando-se de experimentos bastante elaborados, os químicos têm investigado o percurso das reações químicas, com o objetivo de determinar a expressão da lei da velocidade e verificar se essas reações são elementares ou não elementares. A tabela apresenta as concentrações colhidas durante três experimentos envolvendo a reação do monóxido de nitrogênio, NO(g), com o oxigênio, O2(g), na obtenção de dióxido de nitrogênio, NO2(g), à determinada temperatura.


A partir da análise dos dados da tabela e das informações do texto, é correto afirmar que a

Alternativas
Q1775273 Química

Na produção de picles, uma espécie de conserva, legumes, a exemplo de cebola, cenoura e pepino, são colocados durante alguns dias em uma salmoura, NaCl(aq). Após o período, são notadas alterações no sabor e na textura dos alimentos.


Com base nos efeitos dos solutos sobre as propriedades dos líquidos, é correto afirmar:

Alternativas
Q1775272 Química

CH4(g) + 2O2(g) → CO2(g) + 2H2O(g)         ΔHo = − 890kJ


A energia elétrica proveniente de biomassa é uma alternativa amplamente utilizada por grandes empresas do agronegócio nas regiões sul e sudoeste. A energia produzida não somente atende às necessidades dos empreendimentos, como também é vendida a concessionárias na região. A fermentação de restos de vegetais e de dejetos de animais coletados nas fazendas de pecuária e de suinocultura é processada em biodigestores e produz biogás, uma mistura gasosa de metano, CH4(g), sulfeto de hidrogênio, H2S(g) e dióxido de carbono, CO2(g), dentre outros gases, e resíduos ricos em bionutrientes usados como fertilizantes na propriedade rural. A combustão do metano, mostrada pela equação química, libera calor utilizado na geração de energia elétrica.


De acordo com essas informações sobre o processo de geração de energia a partir de biomassa, e considerando-se o calor específico da água 4,2Jg−1 K−1 , é correto afirmar:

Alternativas
Q1775269 Química

A água pesada, D2O(ℓ), é um líquido, à temperatura ambiente, utilizado na refrigeração de alguns tipos de reatores nucleares.


Em relação a essa informação, é correto afirmar:

Alternativas
Q1775268 Química

I. Imagem associada para resolução da questão

II. CaNCN(s) + 5H2O(ℓ) → CaCO3(s) + 2NH4OH(aq)


Quando o carbeto de cálcio, CaC2(s), é aquecido em forno elétrico na presença de nitrogênio, forma-se cianamida de cálcio, CaNCN, de acordo com a equação química I. Esse composto é largamente empregado como fertilizante nitrogenado de ação lenta porque se hidrolisa em alguns meses, quando comparado ao nitrato de amônio, NH4NO3, e ureia, H2NCONH2, que são arrastados facilmente pelas chuvas.


A compreensão dessas informações com base nos conhecimentos de Química permite corretamente afirmar:

Alternativas
Q1775267 Química

Imagem associada para resolução da questão


O calcário é um minério que contém carbonato de cálcio, CaCO3. É utilizado na agricultura para corrigir o pH do solo e na produção de cal, CaO, destinada à indústria siderúrgica, de cimento, de vidro e de alvejantes.

Uma amostra de 30,0g de calcário foi calcinada a 1100ºC e liberou 6,0L de dióxido de carbono, CO2(g), medidos a 30ºC e 1,0atm.

A partir dessas informações sobre a calcinação da amostra de calcário, é correto afirmar:

Alternativas
Q1775266 Química

Durante o aquecimento de um tubo teste contendo uma mistura de solução de nitrato de amônio, NH4NO3(aq) e de hidróxido de sódio NaOH(aq) recém-preparadas, há desprendimento de um gás irritante de odor característico.

Levando-se em consideração os resultados dessa experiência e com base nas propriedades dessa substância química, é correto afirmar que esse gás

Alternativas
Q1775265 Química

Imagem associada para resolução da questão


O gráfico mostra a variação do ponto de ebulição de hidretos covalentes líquidos de alguns elementos químicos dos grupos 14, 15, 16 e 17 da Tabela Periódica, em função da massa molecular.


Uma análise desse gráfico permite corretamente afirmar:

Alternativas
Q1775264 Química

Imagem associada para resolução da questão


Pouco se conhece sobre as propriedades do elemento químico astato, Imagem associada para resolução da questão , em razão da raridade e da alta radioatividade desse halogênio. Entretanto, é possível fazer previsões com base nas tendências entre as propriedades dos elementos químicos desse grupo periódico.

Considerando-se as informações da tabela e as tendências entre as propriedades dos elementos químicos do grupo 17 da tabela periódica, é correto afirmar:

Alternativas
Respostas
261: D
262: E
263: D
264: D
265: B
266: C
267: B
268: C
269: A
270: E
271: C
272: B
273: D
274: E
275: E
276: A
277: D
278: E
279: A
280: C