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( ) Das suas quatro partes anatômicas, três pertencem ao sistema digestório supradiafragmático e uma ao sistema digestório infradiafragmático. ( ) Ao longo do seu trajeto, apresenta quatro constrições, uma na parte cervical - constrição cervical - e três na parte torácica: constrição broncoaórtica – formada pelas constrições existentes no arco da aorta e no brônquio principal direito - e constrição diafragmática – constrição existente ao atravessar o músculo diafragma. ( ) A parte abdominal do esôfago é a menor de todas, estendendo-se do hiato esofágico até o óstio cárdico do estômago. Ademais, apresenta a característica de ser retroperitoneal. ( ) Os limites posterior, lateral e anterior da abertura superior do tórax – que é a transição entre as partes cervical e torácica do esôfago – são, respectivamente: vértebra T1, o 1º par de costelas com suas cartilagens costais e a margem superior do manúbrio do esterno.
Assinale a sequência correta.
Os laboratórios de Anatomia recebem, para estudo, cadáveres inteiros, partes (membros) ou vísceras isoladas. Esse material é fixado para evitar-se a deterioração dos tecidos e preservarem-se os elementos úteis aos estudos. A função do fixador é manter os tecidos firmes, insolúveis e protegidos contra a deterioração. Sobre os requisitos para uma boa fixação de peças isoladas, considere:
I- Pequeno intervalo entre a morte do indivíduo e a fixação.
II- Contato do fixador com todas as superfícies da peça.
III- O líquido fixador deve ter volume duas vezes superior ao da peça.
IV- Escolha adequada do tipo de fixador.
V- Cortes de grande espessura.
Estão corretos os seguintes requisitos:
( ) Em uma LAN (Local Area Network) token ring, os N nós da LAN (hospedeiros e roteadores) estão conectados em um anel por enlaces diretos. ( ) Para LAN de grande alcance geográfico (que se espalham por muitos quilômetros), é ineficiente permitir que um quadro se propague de volta ao nó remetente tão logo tenha passado do nó de destino. ( ) Protocolos de acesso múltiplo são usados no canal de acesso por cabo à internet na direção usuárioprovedor e utilizados extensivamente em redes locais (LAN). ( ) A FDDI foi projetada para redes LAN de alcance geográfico menor, incluindo as denominadas redes de área metropolitana (Metropolitan Area Network - MAN).
Assinale a sequência correta.
Sobre os tipos de conflitos, numere a coluna.
1- Conflito latente
2- Conflito percebido
3- Conflito sentido
4- Conflito manifesto
( ) Não é declarado e não há uma clara consciência de sua existência.
( ) Ambas as partes são atingidas e há emoção e forma consciente.
( ) Já atingiu ambas as partes, já é percebido por terceiros e pode interferir na dinâmica da organização.
( ) Os envolvidos constatam racionalmente a existência, embora não haja manifestações abertas.
Assinale a sequência correta.
Considere a seguinte situação hipotética:
Modestino, servidor ocupante de cargo técnico-administrativo em educação da Universidade Federal de Mato Grosso, utilizava maquinário em serviço quando danificou veículo pertencente a terceiro. O proprietário postulou os reparos de seu veículo, uma vez que estacionou em local permitido e o servidor não instalou rede de proteção para isolar a área onde utilizava o maquinário.
De acordo com o regime disciplinar instituído pela Lei n.º 8.112/1990, o servidor responde
Leia o texto e responda à questão.
A China está se tornando um dos maiores produtores de vinho do mundo. Está investindo e daqui a
dez, vinte anos deve ter grandes vinhos. Já em relação ao consumo, é preocupante. Se um dia os chineses
resolverem beber uma taça de vinho cada um, não vai sobrar. Além disso, se o consumo chinês aumentar
como está se desenhando, a bebida ficará mais cara. Por outro lado, é um mercado em potencial para o
avanço das exportações de diversos países.
(VIANNA JÚNIOR, D. Revista Veja, Ed. 2666.)

A respeito da tira, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As formas verbais na terceira pessoa do plural e o pronome eles têm um único referente: os outros animais do jardim.
( ) Na fala de Joaninha, nos quadrinhos 1, 2 e 3, é estabelecida uma relação de finalidade entre as ideias expostas.
( ) O ritmo de vida do homem e as comodidades hodiernas constituem foco da crítica de Joaninha e Mauro, personagens da tira.
( ) No último quadrinho, Mauro e Joaninha apresentam uma sugestão de comportamento e a expressam com certeza de que eles a acatarão.
Assinale a sequência correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Os últimos anos já deixaram uma coisa muito clara para todo o mundo que está prestando atenção nas notícias, nas atitudes e na produção cultural de nosso tempo: nada mais será “estável”, a transformação será constante. Os mais variados aspectos do comportamento humano – da forma como você viaja às escolhas que faz com relação ao trabalho, à alimentação ou uso do próprio tempo – passarão por mudanças nem sempre fáceis de antecipar ou de compreender no primeiro momento. Mas há algumas evidências que já aparecem com contornos claros no horizonte.
Uma delas é o envelhecimento da população mundial, e da brasileira em especial. Até 2031, teremos 43 milhões de pessoas com mais de 60 anos no Brasil. Pela primeira vez na história, haverá, em nosso país, mais avós do que netos. Mais idosos do que crianças e adolescentes. Diante desse cenário, é fundamental olhar para esse público com respeito e entender que o envelhecimento precisa ser melhor compreendido e, principalmente, tratado de forma mais digna e inteligente no Brasil. Infelizmente, num sinal claro de que temos muito que evoluir, a velhice ainda é vista em grande medida como uma fase de “descarte”. Por mais que continuem reinando no universo midiático expressões como “melhor idade” e imagens de casais de idosos sorridentes usando uniformes de paraquedismo para disfarçar e tentar produzir uma ideia infantil de uma “adolescência eterna”, o fato é que o último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo costuma ser bastante sofrido por aqui. Administra-se permanentemente um misto de ignorância, sofrimento, esquecimento e desatenção por parte de uma sociedade que, num inominável equívoco, se julga eterna, onisciente e dona da capacidade sobre-humana de se manter jovem e poderosa para sempre. [...]
(KAKINOFF, P. Revista Gol, agosto de 2019.)
Leia o texto a seguir e responda à questão.
Os últimos anos já deixaram uma coisa muito clara para todo o mundo que está prestando atenção nas notícias, nas atitudes e na produção cultural de nosso tempo: nada mais será “estável”, a transformação será constante. Os mais variados aspectos do comportamento humano – da forma como você viaja às escolhas que faz com relação ao trabalho, à alimentação ou uso do próprio tempo – passarão por mudanças nem sempre fáceis de antecipar ou de compreender no primeiro momento. Mas há algumas evidências que já aparecem com contornos claros no horizonte.
Uma delas é o envelhecimento da população mundial, e da brasileira em especial. Até 2031, teremos 43 milhões de pessoas com mais de 60 anos no Brasil. Pela primeira vez na história, haverá, em nosso país, mais avós do que netos. Mais idosos do que crianças e adolescentes. Diante desse cenário, é fundamental olhar para esse público com respeito e entender que o envelhecimento precisa ser melhor compreendido e, principalmente, tratado de forma mais digna e inteligente no Brasil. Infelizmente, num sinal claro de que temos muito que evoluir, a velhice ainda é vista em grande medida como uma fase de “descarte”. Por mais que continuem reinando no universo midiático expressões como “melhor idade” e imagens de casais de idosos sorridentes usando uniformes de paraquedismo para disfarçar e tentar produzir uma ideia infantil de uma “adolescência eterna”, o fato é que o último trecho das vidas de quem tem a benção de existir por mais tempo costuma ser bastante sofrido por aqui. Administra-se permanentemente um misto de ignorância, sofrimento, esquecimento e desatenção por parte de uma sociedade que, num inominável equívoco, se julga eterna, onisciente e dona da capacidade sobre-humana de se manter jovem e poderosa para sempre. [...]
(KAKINOFF, P. Revista Gol, agosto de 2019.)