Questões de Concurso
Comentadas para engenheiro civil
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Um brinquedo possui três cavidades A, B e C, na forma de quadrados, onde a criança deve inserir, respectivamente, três cubos de madeira CA, CB e CC, cujas faces têm as mesmas dimensões das cavidades em que devem ser inseridos, para que os cubos entrem justos nas cavidades. Os lados dos quadrados A e C medem, respectivamente, 25 mm e 65 mm. A figura ilustra, fora de escala, essa situação, sendo que, a seguir, são representadas, vistas de cima, as cavidades, cujo ângulo formado entre os lados das cavidades A e B é reto:

Nessas condições, a diferença entre os volumes dos
cubos CB e CA é igual a
Para responder a questão, considere a seguinte situação:
O gráfico a seguir apresenta os percentuais de funcionários de uma empresa que trabalham nos setores A, B, C e D. Sabe-se que a diferença entre o número de funcionários que trabalham no setor B e o número de funcionários que trabalham no setor A é de 18 funcionários.

Leia o texto para responder a questão.
A peste negra, pandemia que pode ter matado cerca de metade da população da Europa no século 14, provavelmente surgiu a partir de um surto no atual Quirguistão, na Ásia Central.
O DNA da bactéria causadora da doença foi identificado nos restos mortais de pessoas enterradas na região a partir do ano de 1338, menos de uma década antes que a peste negra chegasse ao território europeu, e é praticamente idêntico ao encontrado em vítimas da pestilência na Europa, mostra uma pesquisa sobre o tema.
Combinando os novos dados genômicos com o que já se sabia sobre os aspectos arqueológicos e a história da peste negra, o estudo tem potencial para encerrar o longo debate sobre as origens da doença, considerada a pandemia mais devastadora da história humana.
Cepas muito parecidas do micróbio ainda circulam nas populações de roedores selvagens do Quirguistão, os quais são considerados o reservatório natural da bactéria – hoje em dia, seres humanos só são infectados quando entram em contato com os animais.
Se o lugar hoje pode parecer relativamente remoto e desconhecido, é importante lembrar que a situação durante o fim da Idade Média era muito diferente. “Estamos falando de uma comunidade de mercadores que tinha conexões de longa distância com muitos lugares diferentes, a julgar pelos artefatos encontrados por arqueólogos na região”, lembra Philip Slavin, pesquisador da Universidade de Stirling (Reino Unido).
(Reinaldo José Lopes. Peste negra pode ter começado no Quirguistão, mostra
análise de DNA. www1.folha.uol.com.br, 19.06.2022. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
A peste negra, pandemia que pode ter matado cerca de metade da população da Europa no século 14, provavelmente surgiu a partir de um surto no atual Quirguistão, na Ásia Central.
O DNA da bactéria causadora da doença foi identificado nos restos mortais de pessoas enterradas na região a partir do ano de 1338, menos de uma década antes que a peste negra chegasse ao território europeu, e é praticamente idêntico ao encontrado em vítimas da pestilência na Europa, mostra uma pesquisa sobre o tema.
Combinando os novos dados genômicos com o que já se sabia sobre os aspectos arqueológicos e a história da peste negra, o estudo tem potencial para encerrar o longo debate sobre as origens da doença, considerada a pandemia mais devastadora da história humana.
Cepas muito parecidas do micróbio ainda circulam nas populações de roedores selvagens do Quirguistão, os quais são considerados o reservatório natural da bactéria – hoje em dia, seres humanos só são infectados quando entram em contato com os animais.
Se o lugar hoje pode parecer relativamente remoto e desconhecido, é importante lembrar que a situação durante o fim da Idade Média era muito diferente. “Estamos falando de uma comunidade de mercadores que tinha conexões de longa distância com muitos lugares diferentes, a julgar pelos artefatos encontrados por arqueólogos na região”, lembra Philip Slavin, pesquisador da Universidade de Stirling (Reino Unido).
(Reinaldo José Lopes. Peste negra pode ter começado no Quirguistão, mostra
análise de DNA. www1.folha.uol.com.br, 19.06.2022. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Mais de um quarto dos japoneses por volta dos 30 anos não tem planos de matrimônio. Um estudo divulgado pelo governo japonês indica que há um grupo crescente de cidadãos nessa faixa etária que nunca se casou e não tem a menor intenção de fazê-lo, o que é uma séria preocupação num país cuja sociedade já está envelhecendo e diminuindo rapidamente.
Em 2021, foram registrados 514 mil matrimônios no Japão, a cifra anual mais baixa desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e uma queda dramática em relação ao 1,029 milhão de uniões em 1970.
As mulheres que participaram do estudo disseram que optaram por se manter no trabalho em vez de deixá-lo para formar uma família – e muitas descobriram que, na verdade, gostam de ter uma carreira e querem prosseguir. Entretanto as pressões de ter um emprego dificultam ainda mais a manutenção de uma família e dos encargos de dona de casa – como realizar tarefas domésticas, criar filhos e cuidar de genitores idosos –, e cada vez mais as profissionais dessa geração tendem a permanecer solteiras.
Os homens alegaram dar importância à liberdade pessoal, porém acrescentaram, entre os motivos para permanecerem solteiros, as apreensões quanto à segurança empregatícia e de não poder ganhar o suficiente para sustentar uma família. “Vejo diversas razões na sociedade para isso acontecer. Uma delas tem a ver com os salários que, ao contrário do que acontece em outros países, não tiveram aumento significativo e continuam os mesmos há muitos anos”, explica a psicóloga Aya Fujii, que fornece apoio de saúde mental num programa governamental de assistência ao emprego em Tóquio. “Isso significa que muitos jovens consideram que ter uma família gera uma carga financeira excessiva”, acrescenta.
A psicóloga não crê que a tendência demográfica vá mudar em breve: “Acho que hoje em dia muita gente jovem não dispõe de habilidades sociais, o que ficou pior desde que muitas famílias só estão tendo um filho. No fim das contas, os japoneses com idade entre 20 e 30 anos que são incapazes de se comunicar com membros do sexo oposto vão achar mais difícil encontrar um parceiro, e o padrão da nação, de uma população minguante, vai continuar”.
(Julian Ryall. Por que tantos jovens japoneses se recusam a casar?
www.dw.com, 25.06.2022. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Mais de um quarto dos japoneses por volta dos 30 anos não tem planos de matrimônio. Um estudo divulgado pelo governo japonês indica que há um grupo crescente de cidadãos nessa faixa etária que nunca se casou e não tem a menor intenção de fazê-lo, o que é uma séria preocupação num país cuja sociedade já está envelhecendo e diminuindo rapidamente.
Em 2021, foram registrados 514 mil matrimônios no Japão, a cifra anual mais baixa desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e uma queda dramática em relação ao 1,029 milhão de uniões em 1970.
As mulheres que participaram do estudo disseram que optaram por se manter no trabalho em vez de deixá-lo para formar uma família – e muitas descobriram que, na verdade, gostam de ter uma carreira e querem prosseguir. Entretanto as pressões de ter um emprego dificultam ainda mais a manutenção de uma família e dos encargos de dona de casa – como realizar tarefas domésticas, criar filhos e cuidar de genitores idosos –, e cada vez mais as profissionais dessa geração tendem a permanecer solteiras.
Os homens alegaram dar importância à liberdade pessoal, porém acrescentaram, entre os motivos para permanecerem solteiros, as apreensões quanto à segurança empregatícia e de não poder ganhar o suficiente para sustentar uma família. “Vejo diversas razões na sociedade para isso acontecer. Uma delas tem a ver com os salários que, ao contrário do que acontece em outros países, não tiveram aumento significativo e continuam os mesmos há muitos anos”, explica a psicóloga Aya Fujii, que fornece apoio de saúde mental num programa governamental de assistência ao emprego em Tóquio. “Isso significa que muitos jovens consideram que ter uma família gera uma carga financeira excessiva”, acrescenta.
A psicóloga não crê que a tendência demográfica vá mudar em breve: “Acho que hoje em dia muita gente jovem não dispõe de habilidades sociais, o que ficou pior desde que muitas famílias só estão tendo um filho. No fim das contas, os japoneses com idade entre 20 e 30 anos que são incapazes de se comunicar com membros do sexo oposto vão achar mais difícil encontrar um parceiro, e o padrão da nação, de uma população minguante, vai continuar”.
(Julian Ryall. Por que tantos jovens japoneses se recusam a casar?
www.dw.com, 25.06.2022. Adaptado)
Leia o texto para responder a questão.
Mais de um quarto dos japoneses por volta dos 30 anos não tem planos de matrimônio. Um estudo divulgado pelo governo japonês indica que há um grupo crescente de cidadãos nessa faixa etária que nunca se casou e não tem a menor intenção de fazê-lo, o que é uma séria preocupação num país cuja sociedade já está envelhecendo e diminuindo rapidamente.
Em 2021, foram registrados 514 mil matrimônios no Japão, a cifra anual mais baixa desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, e uma queda dramática em relação ao 1,029 milhão de uniões em 1970.
As mulheres que participaram do estudo disseram que optaram por se manter no trabalho em vez de deixá-lo para formar uma família – e muitas descobriram que, na verdade, gostam de ter uma carreira e querem prosseguir. Entretanto as pressões de ter um emprego dificultam ainda mais a manutenção de uma família e dos encargos de dona de casa – como realizar tarefas domésticas, criar filhos e cuidar de genitores idosos –, e cada vez mais as profissionais dessa geração tendem a permanecer solteiras.
Os homens alegaram dar importância à liberdade pessoal, porém acrescentaram, entre os motivos para permanecerem solteiros, as apreensões quanto à segurança empregatícia e de não poder ganhar o suficiente para sustentar uma família. “Vejo diversas razões na sociedade para isso acontecer. Uma delas tem a ver com os salários que, ao contrário do que acontece em outros países, não tiveram aumento significativo e continuam os mesmos há muitos anos”, explica a psicóloga Aya Fujii, que fornece apoio de saúde mental num programa governamental de assistência ao emprego em Tóquio. “Isso significa que muitos jovens consideram que ter uma família gera uma carga financeira excessiva”, acrescenta.
A psicóloga não crê que a tendência demográfica vá mudar em breve: “Acho que hoje em dia muita gente jovem não dispõe de habilidades sociais, o que ficou pior desde que muitas famílias só estão tendo um filho. No fim das contas, os japoneses com idade entre 20 e 30 anos que são incapazes de se comunicar com membros do sexo oposto vão achar mais difícil encontrar um parceiro, e o padrão da nação, de uma população minguante, vai continuar”.
(Julian Ryall. Por que tantos jovens japoneses se recusam a casar?
www.dw.com, 25.06.2022. Adaptado)
Leia a tira para responder a questão.

(Bill Watterson. O melhor de Calvin. https://cultura.estadao.com.br, 23.06.2022)
Se ______________________ algo que Calvin não __________________mais_______________ter de pagar para _______________ um novo roteiro.
( ) A contratação temporária através de processo seletivo somente é possível se ficar comprovada a impossibilidade de suprir a necessidade temporária com o pessoal do próprio quadro e desde que não haja candidato aprovado em concurso público aguardando nomeação. ( ) O recrutamento de pessoal a ser contratado nos termos desta Lei é realizado por meio de processo seletivo simplificado, dispensado de concurso público, sujeito à prévia divulgação, inclusive através do Diário Oficial do município e publicação no site do município. ( ) No caso de rescisão contratual a pedido do contratado, ainda que havendo saldo de horas constantes do banco de horas, elas não podem ser deduzidas do número de dias de aviso prévio. ( ) A carência de pessoal em decorrência de afastamento ou licença de servidores ocupantes de cargos efetivos não pode ser caracterizada como uma necessidade temporária de excepcional interesse público.
Marque a alternativa com a sequência CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
I. Ter a nacionalidade brasileira é um dos requisitos básicos para ingresso no serviço público municipal. II. O ingresso no serviço público municipal exige que o candidato tenha idade mínima de 18 anos, no ato da inscrição no concurso. III. Para ingressar no serviço público municipal, o candidato deve gozar de boa saúde física e mental, comprovada mediante exame médico.
Está CORRETO o que se afirma em
Pensando em desistir?
Todos nós podemos explicar e até justificar os nossos fracassos. Os motivos para que determinada empreitada não vingue são abundantes. Conheci inúmeros empreendedores que fracassaram. Nossas conversas mostraram as causas do insucesso. Em alguns casos, havia sido a falta de capital. Em outros, os sucessivos planos econômicos. Não faltaram aqueles que culparam a concorrência “desonesta” dos chineses e até a falta de sorte. Como contestar esses fatos tão evidentes?
Embora cada um tenha explicações razoáveis, a pergunta que deve ser feita é esta: “Será que tentaram tudo o que estava ao seu alcance para resolver seus problemas?”.
Será que insistiram uma, duas, três, vinte, trinta vezes? Quem sabe 50 vezes ou mais. É muito? Mas quem disse que os resultados são encontrados nas primeiras tentativas?
Muitos vencedores se depararam com a solução que procuravam após insistirem quase no limite de suas forças. Olharam para frente e viram todas as saídas obstruídas. Mesmo assim, foram experimentando uma a uma até descobrirem, quase no final da peregrinação, aquela que estava aberta.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/analise. Acesso em: 12 jun. 2022. Adaptado
Sobre a organização morfossintática do texto, analise as afirmativas a seguir.
I. A conjunção subordinativa adverbial “embora” insere no trecho uma ideia de concessão.
II. A vírgula foi usada depois de “razoáveis” para intercalar uma oração adverbial antecipada. III. O pronome demonstrativo e coesivo “esta” poderia, com correção, ser substituído por “essa”. IV. O termo “o”, antes do “que”, foi usado como um pronome demonstrativo, significando “aquilo”. V. A forma verbal “tenha” foi empregada estabelecendo relação com o uso do termo “embora”
Estão CORRETAS as afirmativas
Pensando em desistir?
Todos nós podemos explicar e até justificar os nossos fracassos. Os motivos para que determinada empreitada não vingue são abundantes. Conheci inúmeros empreendedores que fracassaram. Nossas conversas mostraram as causas do insucesso. Em alguns casos, havia sido a falta de capital. Em outros, os sucessivos planos econômicos. Não faltaram aqueles que culparam a concorrência “desonesta” dos chineses e até a falta de sorte. Como contestar esses fatos tão evidentes?
Embora cada um tenha explicações razoáveis, a pergunta que deve ser feita é esta: “Será que tentaram tudo o que estava ao seu alcance para resolver seus problemas?”.
Será que insistiram uma, duas, três, vinte, trinta vezes? Quem sabe 50 vezes ou mais. É muito? Mas quem disse que os resultados são encontrados nas primeiras tentativas?
Muitos vencedores se depararam com a solução que procuravam após insistirem quase no limite de suas forças. Olharam para frente e viram todas as saídas obstruídas. Mesmo assim, foram experimentando uma a uma até descobrirem, quase no final da peregrinação, aquela que estava aberta.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/analise. Acesso em: 12 jun. 2022. Adaptado
Você é feliz no seu trabalho?
Tenho percebido, nos últimos tempos, índices muito altos de pedidos de demissão. O que antigamente eram reclamações corriqueiras, hoje viraram razões concretas para esses pedidos. Motivados por insatisfações com a remuneração, cultura da empresa, atitudes da liderança, eminência de burnout e pela filosofia de que podemos trabalhar com o que gostamos, centenas de milhares de brasileiros deixaram os seus empregos nos últimos meses. Isso nos traz uma sensação de liberdade. Entretanto, quando cruzamos essa linha, nos deparamos com uma pergunta inevitável: “E agora?” [...]
De forma concreta, não sabemos aonde essa vontade de mudar de emprego vai nos levar. O que sabemos, sim, é que mudanças desse tipo, por muitas vezes, depois de um tempo, colocam-nos no mesmo lugar de insatisfação profissional do qual partimos. Criamos, assim, um ciclo sem fim, que só pode ser interrompido com um olhar profundo sobre as nossas carreiras.
Sem esse olhar, seguiremos fugindo, buscando soluções milagrosas para que o trabalho seja mais prazeroso e nos traga felicidade, quando, na verdade, em grande parte das vezes, a possibilidade de um trabalho que nos ofereça uma vida feliz já está ao nosso alcance, mas ainda não conseguimos encontrar [...].
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/analise. Acesso em: 12 jun. 2022. Adaptado
Sobre a organização morfossintática desse trecho, é CORRETO afirmar que
I. a vírgula, conforme a norma, foi usada para intercalar a expressão adverbial de modo antecipada. II. o termo “aonde” foi usado facultativamente, pois poderia ser substituído, com correção, por “onde”. III. o pronome “essa” foi usado como um elemento de coesão, uma vez que retoma uma ideia anterior. IV. o pronome pessoal oblíquo “nos”, segundo a norma, poderia ser colocado depois do verbo “levar”. V. a forma “nos vai levar” poderia ter sido empregada, embora esse uso não seja o mais recorrente.
Estão CORRETAS as afirmativas