Questões de Concurso Comentadas para técnico de processamento de dados

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Q1640758 Português
Atenção: A questão de refere-se ao texto seguinte.

Nosso jeitinho

    Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.
    Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.
    É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

(Abelardo Trabulsi, inédito
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q1640757 Português
Atenção: A questão de refere-se ao texto seguinte.

Nosso jeitinho

    Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.
    Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.
    É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

(Abelardo Trabulsi, inédito
Caso se substitua o elemento sublinhado pelo indicado entre parênteses, o sentido da frase permanecerá inalterado em:
Alternativas
Q1640756 Português
Atenção: A questão de refere-se ao texto seguinte.

Nosso jeitinho

    Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.
    Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.
    É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

(Abelardo Trabulsi, inédito
É correto inferir da leitura do texto que a prática do jeitinho, no Brasil,
Alternativas
Q1640755 Português
Atenção: A questão de refere-se ao texto seguinte.

Nosso jeitinho

    Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.
    Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.
    É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

(Abelardo Trabulsi, inédito
Considerando-se o contexto, traduz-se INADEQUADAMENTE o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q1640753 Português
Atenção: A questão de refere-se ao texto seguinte.

Nosso jeitinho

    Um amigo meu, estrangeiro, já há uns seis anos morando no Brasil, lembrava-me outro dia qual fora sua principal dificuldade − entre várias − de se adaptar aos nossos costumes. “Certamente foi lidar com o tal do jeitinho”, explicou. “Custei a entender que aqui no Brasil nada está perdido, nenhum impasse é definitivo: sempre haverá como se dar um jeitinho em tudo, desde fazer o motor do carro velho funcionar com um pedaço de arame até conseguir que o primo do amigo do chefe da seção regional da Secretaria de Alimentos convença este último a influenciar o Diretor no despacho de um processo”.
    Meu amigo estrangeiro estava, como se vê, reconhecendo a nossa “informalidade” − que é o nome chique do tal do jeitinho. O sistema – também batizado pelos sociólogos como o do “favor” − não deixa de ser simpático, embora esteja longe de ser justo. Os beneficiados nunca reclamam, e os que jamais foram morrem de inveja e mantêm esperanças. Até o poeta Drummond tratou da questão no poema “Explicação”, em que diz a certa altura: “E no fim dá certo”. Essa conclusão aponta para uma espécie de providencialismo místico, contrapartida divina do jeitinho: tudo se há de arranjar, porque Deus é brasileiro. Entre a piada e a seriedade, muita gente segue contando com nosso modo tão jeitoso de viver.
    É possível que os tempos modernos tenham começado a desfavorecer a solução do jeitinho: a informatização de tudo, a rapidez da mídia, a divulgação instantânea nas redes sociais, tudo se encaminha para alguma transparência, que é a inimiga mortal da informalidade. Tudo se documenta, se registra, se formaliza de algum modo − e o jeitinho passa a ser facilmente desmascarado, comprometido o seu anonimato e perdendo força aquela simpática clandestinidade que sempre o protegeu. Mas há ainda muita gente que acha que nós, os brasileiros, com nossa indiscutível criatividade, daremos um jeito de contornar esse problema. Meu amigo estrangeiro, por exemplo, não perdeu a esperança.

(Abelardo Trabulsi, inédito
A singular condição que é a marca do jeitinho brasileiro está caracterizada no seguinte segmento: 
Alternativas
Q1018539 Legislação dos Tribunais de Contas (TCU, TCEs e TCMs) e Ministérios Públicos de Contas
O recurso de embargos
Alternativas
Q1018529 Direito Constitucional
Os Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais e os Ministros do Tribunal de Contas da União têm, respectivamente, as mesmas garantias, prerrogativas, impedimentos, vencimentos e vantagens dos
Alternativas
Q1018521 Redes de Computadores
Atualmente existem pelo menos dois tipos de implementação de VPNs, o VPN que utiliza o IPSec e o VPN que utiliza o SSL. O técnico em Processamento de Dados do TCE-RS, deve escolher o tipo de VPN a ser utilizado no Tribunal. Para essa escolha, ele deve se basear na seguinte afirmação verdadeira:
Alternativas
Q1018520 Segurança da Informação
O sistema de Certificação Digital foi introduzido para aumentar a segurança da informação transmitida entre duas organizações, garantindo os aspectos de confidencialidade, autenticidade e confiabilidade. Esse sistema foi proposto em decorrência do problema de
Alternativas
Q1018519 Segurança da Informação
No processo de Gestão da Segurança da Informação, a implantação da segurança envolve a adoção de mecanismos para a segurança física. De acordo com a NBR ISO/IEC 27002:2005, uma das formas de prover a segurança física em uma organização é
Alternativas
Q1018518 Segurança da Informação
A gestão de ativos da organização é essencial para a gestão da segurança da informação, uma vez que o acesso ou o uso inadequado podem gerar prejuízos, não somente no aspecto da segurança da informação, como também do negócio da organização. Na NBR ISO/IEC 27002:2005 são apresentados alguns tipos de ativos, como por exemplo, a Documentação de Sistema que é classificado, na norma, como ativo
Alternativas
Q1018517 Redes de Computadores
No serviço de configuração dinâmica de Terminais DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol), é possível fazer uma reserva de um endereço IP para um determinado computador. A identificação da reserva considera o
Alternativas
Q1018516 Redes de Computadores
O sistema de correio eletrônico da internet é um dos mais visados de ataques de hackers com o objetivo de quebra dos requisitos de segurança da informação. Um técnico em Processamento de Dados do TCE-RS, estabeleceu o uso do SMTPS, ou seja, do SMTP com SSL no Tribunal. Para isso, após a instalação do serviço SMTPS no servidor, deve configurar para que o servidor atenda ao SMTPS pela Porta TCP padrão de número
Alternativas
Q1018515 Redes de Computadores
Um dos maiores problemas encontrados no esquema de acesso da Ethernet, o CSMA/CD, é o fato de não apresentar um esquema de priorização de tráfego de acordo com o tipo de serviço demandado. Uma solução para esse problema é o implementado pelo IEEE 802.1p que estabelece 8 níveis de prioridade de tráfego, no qual, o nível de maior prioridade é estabelecido para tráfego do tipo
Alternativas
Q1018514 Redes de Computadores
O BGP (Border Gateway Protocol) é um protocolo utilizado para o processo de roteamento entre Sistemas Autônomos (SAs) da internet. Uma das diferenças do BGP, com relação ao RIP, é que o BGP
Alternativas
Q1018513 Redes de Computadores
Para configurar o Firewall de filtragem de pacotes dos computadores do TCE-RS de forma que o serviço LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) possa ser utilizado, um técnico deve configurá-lo para permitir os acessos aos serviços pela Porta TCP padrão de número
Alternativas
Q1018512 Redes de Computadores
Um técnico em Processamento de Dados do TCE-RS, deve especificar um protocolo da camada de Aplicação do conjunto TCP/IP para implantar o serviço de voz sobre IP (VoIP) no Tribunal. Dentre as várias possibilidades, ele pode escolher corretamente o
Alternativas
Q1018511 Redes de Computadores
O padrão Ethernet IEEE 802.3 possui a subcamada de controle de acesso ao meio, MAC, que utiliza o protocolo CSMA/CD, originado pelo aperfeiçoamento do protocolo ALOHA. No protocolo CSMA/CD, quando uma colisão de transmissão de quadros é detectada, a
Alternativas
Q1018510 Redes de Computadores
O padrão Ethernet IEEE 802.3 define duas subcamadas, o LLC e o MAC, para a camada de Enlace de dados, em que a camada MAC tem a função de preparar os quadros a serem transmitidos incluindo informações de endereçamento e detecção de erros. O método de detecção de erros padronizado para a subcamada MAC do IEEE 802.3 é
Alternativas
Q1018509 Redes de Computadores
Uma rede de comunicação de dados pode utilizar diferentes tipos de comutação para realizar a transmissão de dados de acordo com os requisitos de funcionalidade estabelecidos para cada rede. Nesse contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
281: C
282: B
283: E
284: A
285: D
286: C
287: A
288: E
289: D
290: C
291: E
292: A
293: D
294: C
295: B
296: A
297: B
298: D
299: E
300: C