Questões de Concurso Comentadas para técnico - manutenção de equipamento

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Q4049319 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Quanto à classe gramatical das palavras grifadas, tem-se a correspondência INCORRETA em:
Alternativas
Q4049318 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Considerando que o adjetivo é uma classe de palavras que atribui características aos substantivos, ou seja, indica suas qualidades e estados, assinale a expressão assinalada que NÃO se trata de tal classe gramatical.
Alternativas
Q4049317 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Considerando que a língua é um “potencial de significado” e, neste caso particular, há entre os falantes uma troca e uma negociação do significado a partir de “uma coleção harmoniosa de significados apropriados ao seu contexto, com um objetivo comunicativo”, no excerto “As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro (...)” (4º§), o termo “repentinamente” significa:
Alternativas
Q4049316 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
No trecho “As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, (...)” (2º§), a expressão destacada confere ideia de: 
Alternativas
Q4049315 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
A narrativa desenvolvida pela autora apresenta como elemento motivador: 
Alternativas
Q4049314 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Assinale a alternativa que melhor justifica o título do texto. 
Alternativas
Q2694459 Segurança e Saúde no Trabalho

Em relação às cores que devem ser adotadas para delimitar áreas em um ambiente de saúde, a cor alaranjada é utilizada para:


Alternativas
Q2694457 Odontologia

Em relação à ética profissional em equipe de saúde odontológica, constitui infração ética dessa categoria, EXCETO:

Alternativas
Q2694455 Segurança e Saúde no Trabalho

Em relação aos riscos ocupacionais em um ambiente odontológico, qual das alternativas abaixo representa mais especificamente um grupo de risco, uma fonte e uma doença ocupacional?

Alternativas
Q2694453 Odontologia

O conjunto de atos destinados à produção de um trabalho compreende dois tipos de ação: as diretas (ou irreversíveis) e as indiretas (ou reversíveis). Em relação às ações indiretas simultâneas na odontologia, temos como exemplo:

Alternativas
Q2694452 Odontologia

Quando falamos em Ergonomia na odontologia, em princípio, todo trabalho pode ser simplificado, racionalizado. Se cada ato profissional for decomposto, veremos que ele abrange tempos, ações e movimentos. Quanto mais o tempo for melhor aproveitado e quanto mais consistentes e racionalizados forem os movimentos, mais produtivo será o trabalho. O tempo despendido produtivo é aquele:

Alternativas
Q2694449 Enfermagem

Sobre a instrumentação básica. Que instrumental é indicado para corte de fios de sutura?

Alternativas
Q2694447 Segurança e Saúde no Trabalho

No momento do manuseio e de preparação de soluções, deve-se tomar precauções e cuidados para evitar acidentes com substâncias químicas, sempre se protegendo com luvas, máscaras, gorro e óculos. Dentre as substâncias abaixo, qual delas deve-se utilizar espátula de polipropileno ou plástico para manipulação, devendo ser essa substância acondicionada também em plástico ou polipropileno?

Alternativas
Q2694446 Segurança e Saúde no Trabalho

Quando falamos de biossegurança, os riscos físicos são aqueles provocados por algum tipo de energia. Esses riscos podem ser enumerados dependendo dos equipamentos de manuseio dos operadores ou do ambiente em que se encontra. Dentre os equipamentos que podem emitir ruídos de forma anormal com a possibilidade de acometer seu operador, podemos citar, EXCETO:

Alternativas
Q2694439 Mecânica

Os transformadores são usados frequentemente em aplicações de instrumentação para compatibilizar os valores das tensões e correntes com as faixas de operação de um medidor ou outro instrumento. Sobre transformadores especializados:


Alternativas
Q2694290 Eletroeletrônica

Um técnico em eletroeletrônica lotado no Laboratório de Eletrônica e Circuitos (LEC) da UFCG, desempenha 40 horas de sua jornada de trabalho semanal neste laboratório, realizando atividades básicas com circuitos submetidos a extra baixa tensão. Ainda de acordo com a Orientação Normativa Nº 4 - MPOG, de 14 de fevereiro de 2017 e a Norma Regulamentadora (NR) Nº 16, o técnico:

Alternativas
Q2694288 Segurança e Saúde no Trabalho

Um técnico em manutenção de equipamentos médicos-odontológicos lotado no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da UFCG realiza operações de manutenção em equipamentos específicos durante 15 horas de sua jornada semanal de 40 horas, já que dedica as outras 25 horas para participação em reunião de planejamento, bem como elaboração de projetos de instalações visando a expansão dos laboratórios do Centro. Durante estas 15 horas em que realiza manutenção, o técnico fica exposto ao risco ocupacional de ruído. De acordo com a Norma Regulamentadora (NR) Nº 15 e a Orientação Normativa Nº 4 - MPOG, de 14 de fevereiro de 2017, o técnico:

Alternativas
Q2694285 Segurança e Saúde no Trabalho

De acordo com a Norma Regulamentadora (NR) Nº 10 os técnicos do quadro de pessoal da UFCG autorizados a realizar intervenções em instalações elétricas de baixa tensão, além de serem profissionais qualificados e/ou legalmente habilitados, devem:

Alternativas
Q2694280 Segurança e Saúde no Trabalho

Ao realizar a brasagem de componentes eletrônicos no Laboratório de Eletrônica e Circuitos (LEC) da UFCG, durante uma operação de manutenção de um circuito eletrônico, que quando ligado funciona a tensão de 12 Volts, você verificou a emissão fumos metálicos durante a operação. Considere que o LEC está adequado a ABNT NBR 5410. De acordo com a Norma Regulamentadora Nº 9, durante esta operação você está submetido a riscos:

Alternativas
Q2694277 Segurança e Saúde no Trabalho

Ao desempenhar suas atividades de manutenção e montagem na UFCG, verificou-se através da inspeção no local do trabalho que a realização de uma determinada operação o expõe a um risco ocupacional. Prontamente a Secretaria de Recursos Humanos (SRH) em conjunto com a Coordenação de Legislação e Normas (CLN) adquiriu o Equipamento de Proteção Individual (EPI) adequado a atividade, com CA válido, capacitou o servidor, exige seu uso, substitui imediatamente o EPI quando danificado e/ou extraviado, se responsabiliza pela higienização e manutenção periódica. Neste sentido, de acordo com a Norma Regulamentadora Nº 6 do MTb são deveres do servidor:

Alternativas
Respostas
81: B
82: A
83: D
84: C
85: C
86: B
87: B
88: C
89: A
90: D
91: B
92: B
93: C
94: D
95: C
96: A
97: E
98: D
99: B
100: D