Questões de Concurso Comentadas para técnico judiciário

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Q583948 Português
    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Nos últimos dias, fomos bombardeados com estatísticas e reportagens alarmantes sobre pais angustiados por não poder gastar o mesmo que gastaram no ano de 2014 no dia da criança − em letras minúsculas. Não acredito em dia da criança em maiúsculas. Não há celebração da infância (ou da maternidade e paternidade) que careça de compras. Todos sabemos que são datas para movimentar o comércio e nada há de errado em aquecer a atividade econômica. Mas, no caso das crianças, que não compreendem a comercialização do afeto, é triste ver pais se desculpando por não poder comprar algo como se isto represente uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. Falar de dinheiro com os filhos parece quase tão difícil quanto falar de sexo.

    Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi com a naturalidade de uma menina de oito anos, quando perguntei: “Qual é o plano para amanhã?". “Compras", foi a resposta. A menina não me disse que precisava de um casaco de inverno ou um livro para a escola. É possível que nada lhe faltasse no momento, mas o programa seria comprar, verbo intransitivo. Minha surpresa era explicada pelo choque de cultura e geração. Crescendo no Rio de Janeiro, o verbo comprar como uma atividade, tal como ir à praia ou ao teatro, não era usado por crianças.

    Um jornalista americano, que foi um dos inventores da cobertura sobre finanças pessoais, lançou, este ano, o livro O Oposto de Mimados: Criando Filhos Generosos, Bem Fundamentados e Inteligentes Sobre Dinheiro. Ron Lieber começou a ser emparedado pela própria filha de três anos com perguntas sobre dinheiro que o faziam engasgar. Ele se deu conta de que uma das maiores ofensas que se pode fazer a mães e pais é descrever seus filhos como mimados. O verbo é passivo. Mimados por quem?

    Assim, não chega a surpreender que pais vejam o impedimento para comprar como um fracasso pessoal.

    (Adaptado de: GUIMARÃES, Lúcia. Comprar, verbo intransitivo. In: Cultura-Estadão, 12/10/2015) 
... nada há de errado em aquecer a atividade econômica. (1º parágrafo)

... que não compreendem a comercialização do afeto... (1º parágrafo)

... uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. (1º parágrafo)

Na ordem dada, os complementos verbais sublinhados acima são corretamente substituídos por pronomes em: 
Alternativas
Q583947 Português
    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Nos últimos dias, fomos bombardeados com estatísticas e reportagens alarmantes sobre pais angustiados por não poder gastar o mesmo que gastaram no ano de 2014 no dia da criança − em letras minúsculas. Não acredito em dia da criança em maiúsculas. Não há celebração da infância (ou da maternidade e paternidade) que careça de compras. Todos sabemos que são datas para movimentar o comércio e nada há de errado em aquecer a atividade econômica. Mas, no caso das crianças, que não compreendem a comercialização do afeto, é triste ver pais se desculpando por não poder comprar algo como se isto represente uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. Falar de dinheiro com os filhos parece quase tão difícil quanto falar de sexo.

    Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi com a naturalidade de uma menina de oito anos, quando perguntei: “Qual é o plano para amanhã?". “Compras", foi a resposta. A menina não me disse que precisava de um casaco de inverno ou um livro para a escola. É possível que nada lhe faltasse no momento, mas o programa seria comprar, verbo intransitivo. Minha surpresa era explicada pelo choque de cultura e geração. Crescendo no Rio de Janeiro, o verbo comprar como uma atividade, tal como ir à praia ou ao teatro, não era usado por crianças.

    Um jornalista americano, que foi um dos inventores da cobertura sobre finanças pessoais, lançou, este ano, o livro O Oposto de Mimados: Criando Filhos Generosos, Bem Fundamentados e Inteligentes Sobre Dinheiro. Ron Lieber começou a ser emparedado pela própria filha de três anos com perguntas sobre dinheiro que o faziam engasgar. Ele se deu conta de que uma das maiores ofensas que se pode fazer a mães e pais é descrever seus filhos como mimados. O verbo é passivo. Mimados por quem?

    Assim, não chega a surpreender que pais vejam o impedimento para comprar como um fracasso pessoal.

    (Adaptado de: GUIMARÃES, Lúcia. Comprar, verbo intransitivo. In: Cultura-Estadão, 12/10/2015) 
O segmento que pode ser transposto para a voz passiva encontra-se em:
Alternativas
Q583946 Português
    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Nos últimos dias, fomos bombardeados com estatísticas e reportagens alarmantes sobre pais angustiados por não poder gastar o mesmo que gastaram no ano de 2014 no dia da criança − em letras minúsculas. Não acredito em dia da criança em maiúsculas. Não há celebração da infância (ou da maternidade e paternidade) que careça de compras. Todos sabemos que são datas para movimentar o comércio e nada há de errado em aquecer a atividade econômica. Mas, no caso das crianças, que não compreendem a comercialização do afeto, é triste ver pais se desculpando por não poder comprar algo como se isto represente uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. Falar de dinheiro com os filhos parece quase tão difícil quanto falar de sexo.

    Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi com a naturalidade de uma menina de oito anos, quando perguntei: “Qual é o plano para amanhã?". “Compras", foi a resposta. A menina não me disse que precisava de um casaco de inverno ou um livro para a escola. É possível que nada lhe faltasse no momento, mas o programa seria comprar, verbo intransitivo. Minha surpresa era explicada pelo choque de cultura e geração. Crescendo no Rio de Janeiro, o verbo comprar como uma atividade, tal como ir à praia ou ao teatro, não era usado por crianças.

    Um jornalista americano, que foi um dos inventores da cobertura sobre finanças pessoais, lançou, este ano, o livro O Oposto de Mimados: Criando Filhos Generosos, Bem Fundamentados e Inteligentes Sobre Dinheiro. Ron Lieber começou a ser emparedado pela própria filha de três anos com perguntas sobre dinheiro que o faziam engasgar. Ele se deu conta de que uma das maiores ofensas que se pode fazer a mães e pais é descrever seus filhos como mimados. O verbo é passivo. Mimados por quem?

    Assim, não chega a surpreender que pais vejam o impedimento para comprar como um fracasso pessoal.

    (Adaptado de: GUIMARÃES, Lúcia. Comprar, verbo intransitivo. In: Cultura-Estadão, 12/10/2015) 
Ao distender-se a oração reduzida presente no segmento Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi... (2º parágrafo), de acordo com o contexto, deve-se acrescentar a seguinte conjunção: 
Alternativas
Q583945 Português
    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Nos últimos dias, fomos bombardeados com estatísticas e reportagens alarmantes sobre pais angustiados por não poder gastar o mesmo que gastaram no ano de 2014 no dia da criança − em letras minúsculas. Não acredito em dia da criança em maiúsculas. Não há celebração da infância (ou da maternidade e paternidade) que careça de compras. Todos sabemos que são datas para movimentar o comércio e nada há de errado em aquecer a atividade econômica. Mas, no caso das crianças, que não compreendem a comercialização do afeto, é triste ver pais se desculpando por não poder comprar algo como se isto represente uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. Falar de dinheiro com os filhos parece quase tão difícil quanto falar de sexo.

    Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi com a naturalidade de uma menina de oito anos, quando perguntei: “Qual é o plano para amanhã?". “Compras", foi a resposta. A menina não me disse que precisava de um casaco de inverno ou um livro para a escola. É possível que nada lhe faltasse no momento, mas o programa seria comprar, verbo intransitivo. Minha surpresa era explicada pelo choque de cultura e geração. Crescendo no Rio de Janeiro, o verbo comprar como uma atividade, tal como ir à praia ou ao teatro, não era usado por crianças.

    Um jornalista americano, que foi um dos inventores da cobertura sobre finanças pessoais, lançou, este ano, o livro O Oposto de Mimados: Criando Filhos Generosos, Bem Fundamentados e Inteligentes Sobre Dinheiro. Ron Lieber começou a ser emparedado pela própria filha de três anos com perguntas sobre dinheiro que o faziam engasgar. Ele se deu conta de que uma das maiores ofensas que se pode fazer a mães e pais é descrever seus filhos como mimados. O verbo é passivo. Mimados por quem?

    Assim, não chega a surpreender que pais vejam o impedimento para comprar como um fracasso pessoal.

    (Adaptado de: GUIMARÃES, Lúcia. Comprar, verbo intransitivo. In: Cultura-Estadão, 12/10/2015) 
Atente para as seguintes afirmações.
I. Na primeira frase do texto, as formas verbais “poder gastar" e “gastaram" têm o mesmo sujeito.
II. No segmento É possível que nada lhe faltasse no momento... (2º parágrafo), caso se substitua "nada" por "poucas coisas", o verbo "faltasse" deverá obrigatoriamente ser flexionado no plural.
III. Em Não acredito em dia da criança em maiúsculas (1º parágrafo), não se pode acrescentar uma vírgula imediatamente após “acredito", uma vez que "em dia da criança" é uma locução adverbial.
Está correto o que se afirma APENAS em: 
Alternativas
Q583944 Português
    Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Nos últimos dias, fomos bombardeados com estatísticas e reportagens alarmantes sobre pais angustiados por não poder gastar o mesmo que gastaram no ano de 2014 no dia da criança − em letras minúsculas. Não acredito em dia da criança em maiúsculas. Não há celebração da infância (ou da maternidade e paternidade) que careça de compras. Todos sabemos que são datas para movimentar o comércio e nada há de errado em aquecer a atividade econômica. Mas, no caso das crianças, que não compreendem a comercialização do afeto, é triste ver pais se desculpando por não poder comprar algo como se isto represente uma falha em demonstrar dedicação aos filhos. Falar de dinheiro com os filhos parece quase tão difícil quanto falar de sexo.

    Num distante longo feriado, visitando uma família querida na costa oeste americana, me surpreendi com a naturalidade de uma menina de oito anos, quando perguntei: “Qual é o plano para amanhã?". “Compras", foi a resposta. A menina não me disse que precisava de um casaco de inverno ou um livro para a escola. É possível que nada lhe faltasse no momento, mas o programa seria comprar, verbo intransitivo. Minha surpresa era explicada pelo choque de cultura e geração. Crescendo no Rio de Janeiro, o verbo comprar como uma atividade, tal como ir à praia ou ao teatro, não era usado por crianças.

    Um jornalista americano, que foi um dos inventores da cobertura sobre finanças pessoais, lançou, este ano, o livro O Oposto de Mimados: Criando Filhos Generosos, Bem Fundamentados e Inteligentes Sobre Dinheiro. Ron Lieber começou a ser emparedado pela própria filha de três anos com perguntas sobre dinheiro que o faziam engasgar. Ele se deu conta de que uma das maiores ofensas que se pode fazer a mães e pais é descrever seus filhos como mimados. O verbo é passivo. Mimados por quem?

    Assim, não chega a surpreender que pais vejam o impedimento para comprar como um fracasso pessoal.

    (Adaptado de: GUIMARÃES, Lúcia. Comprar, verbo intransitivo. In: Cultura-Estadão, 12/10/2015) 
O texto,
Alternativas
Q560519 Odontologia
Tendo em vista que é fundamental que profissionais de saúde bucal sejam habilitados para procedimentos de precauções-padrão, como imunização, descarte de resíduos odontológicos, execução de protocolos de acidente com material biológico ou perfurocortante e proteção e integridade dos pacientes, julgue o próximo item.

Situação hipotética: Um homem com vinte e sete anos de idade foi atendido por cirurgião-dentista, auxiliado por um TSB, em caráter emergencial, após relatar dor contínua no pré-molar inferior direito. No dia seguinte, esse paciente retornou ao consultório, queixando-se de fratura do material restaurador provisório no referido dente, mas o cirurgião-dentista não estava presente. Assertiva: Nessa situação, por se tratar de um procedimento simples e de caráter emergencial, é permitido ao TSB prestar assistência ao paciente e recolocar o material de selamento provisório, até que uma consulta com cirurgião-dentista seja agendada.


Alternativas
Q560518 Odontologia
Tendo em vista que é fundamental que profissionais de saúde bucal sejam habilitados para procedimentos de precauções-padrão, como imunização, descarte de resíduos odontológicos, execução de protocolos de acidente com material biológico ou perfurocortante e proteção e integridade dos pacientes, julgue o próximo item.

Em caso de acidente no consultório odontológico com material perfurocortante previamente utilizado, deve-se realizar a profilaxia mediante o uso de gamaglobulina hiperimune (HBIG), no período de 24 h a 48 h após o incidente, contra o risco de infecção por dois tipos de vírus: HIV e vírus da hepatite B. 


Alternativas
Q560517 Odontologia
Tendo em vista que é fundamental que profissionais de saúde bucal sejam habilitados para procedimentos de precauções-padrão, como imunização, descarte de resíduos odontológicos, execução de protocolos de acidente com material biológico ou perfurocortante e proteção e integridade dos pacientes, julgue o próximo item.

O controle biológico para monitorar o processo de esterilização a vapor deve ser feito mediante o uso de bacilos B. subtilis, visto que esses microrganismos são resistentes a altas temperaturas. 


Alternativas
Q560516 Odontologia
Tendo em vista que é fundamental que profissionais de saúde bucal sejam habilitados para procedimentos de precauções-padrão, como imunização, descarte de resíduos odontológicos, execução de protocolos de acidente com material biológico ou perfurocortante e proteção e integridade dos pacientes, julgue o próximo item.

A organização do ambiente de trabalho e a realização de atividades necessárias à prestação de cuidados no âmbito da promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal constituem competências do TSB, conforme os princípios gerais contidos no arcabouço jurídico legal que rege o Sistema de Saúde no Brasil e que orientam a prática profissional de todos os trabalhadores da saúde.


Alternativas
Q560515 Odontologia
Com referência à conservação, limpeza, desinfecção e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos, julgue o item subsequente.

Após os procedimentos cirúrgicos, os instrumentais deverão ser submetidos a lavagem com desinfetante enzimático para a remoção dos resíduos, a qual pode ser feita de forma manual ou com equipamento apropriado. Em seguida, deve-se fazer a descontaminação desses instrumentais por imersão, cuja eficácia depende do tipo e da concentração das soluções químicas detergentes utilizadas.


Alternativas
Q560514 Odontologia
Com referência à conservação, limpeza, desinfecção e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos, julgue o item subsequente.

Na inspeção técnica para verificação de todo instrumental odontológico, deve ser checada a integridade física e mecânica desse instrumental, o que inclui características como facilidade de articulação, capacidade de apreensão, capacidade de corte e alinhamento de pontas.


Alternativas
Q560513 Odontologia
Com referência à conservação, limpeza, desinfecção e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos, julgue o item subsequente.

As cadeiras odontológicas apresentam elevado potencial de infecção; por isso, sua limpeza e desinfecção deverão ser realizadas com solução saneante de hipoclorito de sódio a 0,5%, especialmente nos estofamentos, no intervalo entre cada atendimento, mesmo que se faça uso de barreira física descartável.


Alternativas
Q560512 Odontologia
Com referência à conservação, limpeza, desinfecção e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos, julgue o item subsequente.

As superfícies inanimadas de consultórios odontológicos devem ser higienizadas e desinfetadas com substâncias ou preparações saneantes, de modo a proporcionar proteção contra os riscos que ameacem a saúde e a segurança no trabalho.


Alternativas
Q560511 Odontologia
Com referência à conservação, limpeza, desinfecção e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos, julgue o item subsequente.

Os limpadores ultrassônicos empregados na lavagem do instrumental odontológico provocam microexplosões das moléculas de ar contidas no banho de água, promovendo a limpeza de superfície dos materiais em contato com a água. 


Alternativas
Q560510 Odontologia
Acerca de esterilização, de guarda e controle de estoque e validade de materiais; de conservação e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos; da sustentabilidade em serviços de saúde e do papel dos profissionais de odontologia nesse sentido, julgue o item subsecutivo.

Materiais contendo instrumentais esterilizados em vapor saturado sob pressão podem ser armazenados por até uma semana em prateleira aberta ou por até um mês se postos sob cobertura plástica ou bolsa selada. Em caso de sinais de elevada umidade no local de armazenamento, esses materiais devem ser reprocessados. 


Alternativas
Q560509 Odontologia
Acerca de esterilização, de guarda e controle de estoque e validade de materiais; de conservação e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos; da sustentabilidade em serviços de saúde e do papel dos profissionais de odontologia nesse sentido, julgue o item subsecutivo.

Devido ao fato de alguns produtos e resíduos odontológicos apresentarem potencial de risco à saúde pública e ao meio ambiente, ações que contribuam para a manutenção da sustentabilidade ambiental, como a reciclagem do lixo das clínicas, devem ser evitadas pelos odontólogos. 


Alternativas
Q560508 Odontologia
Acerca de esterilização, de guarda e controle de estoque e validade de materiais; de conservação e manutenção de equipamentos e instrumentais odontológicos; da sustentabilidade em serviços de saúde e do papel dos profissionais de odontologia nesse sentido, julgue o item subsecutivo.

A lubrificação feita pela entrada de ar localizada na parte inferior das canetas, com óleo sob pressão (spray) ou por imersão com óleo ou graxas especiais, antes de cada ciclo de esterilização, é a forma mais recomendada de conservar os motores de alta e baixa rotação.


Alternativas
Q560507 Odontologia
Julgue o item que se segue, relativo à documentação odontológica na prática profissional.

A documentação elaborada pelo cirurgião-dentista e armazenada em meios magnéticos mediante certificação digital constitui elemento de prova nos processos judiciais, enquanto que a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil) confere fé pública ao registro e garante a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos sem a necessidade de registro em cartório notário do sistema ICP.


Alternativas
Q560506 Odontologia
Julgue o item que se segue, relativo à documentação odontológica na prática profissional.

Constitui infração ética do profissional de odontologia negar explicações do tratamento necessárias à compreensão do paciente, salvo quando elas puderem ocasionar riscos ao próprio paciente ou a terceiros. 


Alternativas
Q560505 Odontologia
Julgue o item que se segue, relativo à documentação odontológica na prática profissional.

O prontuário em papel digitalizado constitui o prontuário eletrônico do paciente (PEP) armazenado no sistema de registro eletrônico de saúde (S-RES) e compartilha informações sobre a saúde de um ou mais indivíduos dentro de uma região (município, estado ou país). A normatização e a legitimação dos registros no prontuário odontológico são as mesmas, independentemente de estarem no formato eletrônico ou impresso.


Alternativas
Respostas
3461: E
3462: B
3463: D
3464: A
3465: C
3466: E
3467: E
3468: E
3469: C
3470: E
3471: C
3472: E
3473: C
3474: C
3475: C
3476: E
3477: E
3478: E
3479: C
3480: E