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Q2795336 Pedagogia

Segundo Arroyo (2000, p.10), “Houve no imaginário sobre a educação uma despersonalização que não acontece em outros campos sociais. O imaginário sobre o magistério tem muito a ver com a despersonalização da educação. A professora e o professor vistos apenas como apêndices”. Para o autor, a recuperação da centralidade dos sujeitos dar-se-á por meio de uma visão mais humanista, que conceba

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Q2795331 Pedagogia

A Resolução CNE/CEB nº. 1, de 5 de julho de 2000, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação e Jovens e Adultos, pauta-se pelos princípios de equidade, da diferença e da proporcionalidade na apropriação e contextualização das diretrizes curriculares nacionais e na proposição de um modelo pedagógico próprio para essa modalidade. No que se refere à equidade, a Resolução assegura

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Q2795324 Pedagogia

Nas últimas décadas, a educação inclusiva assumiu espaço central no debate acerca da sociedade contemporânea e do papel da escola na superação da lógica da exclusão. Com base nos referenciais para a construção de sistemas educacionais inclusivos, a organização de escolas e classes especiais passa a ser repensada, implicando uma mudança estrutural e cultural da escola, para que os alunos tenham suas especificidades atendidas. Assim, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva orienta os sistemas de ensino para garantir

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Q2795321 Pedagogia

A reestruturação da realidade econômica e produtiva capitalista, a globalização da economia, os avanços científicos e tecnológicos incidem em alterações no âmbito cultural e social, causando impacto nas políticas educacionais, nos sistemas de ensino e nas escolas. Nesse contexto, a função social da escola é

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Q2721805 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.

De 1984 a 2010

No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".

Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.

A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.

O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.

E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.

Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".

O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.

Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.

Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.

Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.

Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.

Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.

O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.

PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.

Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.


No livro 1984, George Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Tal sociedade controla não só a economia, mas a mente e o coração das pessoas. A frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” pode ser assim explicada:

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Q2721803 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.

De 1984 a 2010

No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".

Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.

A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.

O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.

E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.

Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".

O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.

Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.

Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.

Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.

Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.

Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.

O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.

PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.

Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.


Considerando que o romance 1984 de Orwell foi publicado em 1949, a constatação final, “Sim, 1984 é agora”, produz uma ironia por meio de

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Q570029 Pedagogia
PROPOSTA 1

A professora Sílvia pediu para cada aluno trazer de casa um pote com cascas, pedaços de verduras, legumes, frutas e restos de carne. Todos os potes foram colocados juntos, abertos, e ficaram assim quase uma semana. Durante esse tempo, os alunos fizeram observações e registros no caderno. Apareceram umas minhoquinhas brancas que ficavam andando sobre os restos e todos queriam saber que bichos eram aqueles. A professora também não sabia, consultou um colega especialista em Ciências e descobriu que eram larvas de insetos que estavam se alimentando dos restos. Sílvia solicitou uma pesquisa em grupo sobre aqueles misteriosos bichinhos e selecionou materiais da biblioteca da escola para pesquisa em sala de aula. Alguns grupos descobriram que aquelas minhoquinhas iriam virar moscas na fase adulta. Algumas crianças duvidaram. A professora sugeriu que tampassem os potes com gaze. Depois de algum tempo, constataram que as larvas cresciam e formavam casulos como as borboletas e, finalmente, moscas adultas apareceram dentro dos potes. O trabalho foi encerrado com uma aula de discussão para ajudar a sistematização dos conhecimentos adquiridos, também foi pedido um relato escrito sobre as descobertas realizadas.

PROPOSTA 2


A professora Cátia começou pedindo aos alunos que lessem o trecho do livro que tratava de decomposição e orientou para que fizessem os exercícios e, em seguida, respondessem no caderno algumas perguntas complementares ditadas por ela. Finalmente, como tarefa de casa, pediu aos alunos que deixassem um pedaço de pão úmido fora da geladeira por três dias e observassem o que aconteceria. Para ter certeza de que todos fariam a atividade, determinou que levassem o pão para a classe na próxima aula de Ciências. A maioria levou um pão embolorado e a professora explicou que eram fungos e que iriam fazer a decomposição do pão. Depois distribuiu um texto complementar e ditou algumas perguntas sobre ele. Na terceira e última aula, foi feita a correção dos exercícios e foram passadas transparências de figuras coloridas de fungos que ela costumava usar nos anos anteriores. Respondeu às perguntas dos alunos e marcou uma prova sobre decomposição. 

(Adaptado de CAMPOS, M. C. da C. Didática de ciências: o ensinoaprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999.

Sobre o processo de ensino e aprendizagem de Ciências Naturais evidenciado pelas propostas das professoras, assinale a afirmativa correta.


Alternativas
Q570028 Pedagogia
PROPOSTA 1

A professora Sílvia pediu para cada aluno trazer de casa um pote com cascas, pedaços de verduras, legumes, frutas e restos de carne. Todos os potes foram colocados juntos, abertos, e ficaram assim quase uma semana. Durante esse tempo, os alunos fizeram observações e registros no caderno. Apareceram umas minhoquinhas brancas que ficavam andando sobre os restos e todos queriam saber que bichos eram aqueles. A professora também não sabia, consultou um colega especialista em Ciências e descobriu que eram larvas de insetos que estavam se alimentando dos restos. Sílvia solicitou uma pesquisa em grupo sobre aqueles misteriosos bichinhos e selecionou materiais da biblioteca da escola para pesquisa em sala de aula. Alguns grupos descobriram que aquelas minhoquinhas iriam virar moscas na fase adulta. Algumas crianças duvidaram. A professora sugeriu que tampassem os potes com gaze. Depois de algum tempo, constataram que as larvas cresciam e formavam casulos como as borboletas e, finalmente, moscas adultas apareceram dentro dos potes. O trabalho foi encerrado com uma aula de discussão para ajudar a sistematização dos conhecimentos adquiridos, também foi pedido um relato escrito sobre as descobertas realizadas.

PROPOSTA 2


A professora Cátia começou pedindo aos alunos que lessem o trecho do livro que tratava de decomposição e orientou para que fizessem os exercícios e, em seguida, respondessem no caderno algumas perguntas complementares ditadas por ela. Finalmente, como tarefa de casa, pediu aos alunos que deixassem um pedaço de pão úmido fora da geladeira por três dias e observassem o que aconteceria. Para ter certeza de que todos fariam a atividade, determinou que levassem o pão para a classe na próxima aula de Ciências. A maioria levou um pão embolorado e a professora explicou que eram fungos e que iriam fazer a decomposição do pão. Depois distribuiu um texto complementar e ditou algumas perguntas sobre ele. Na terceira e última aula, foi feita a correção dos exercícios e foram passadas transparências de figuras coloridas de fungos que ela costumava usar nos anos anteriores. Respondeu às perguntas dos alunos e marcou uma prova sobre decomposição. 

(Adaptado de CAMPOS, M. C. da C. Didática de ciências: o ensinoaprendizagem como investigação. São Paulo: FTD, 1999.

Sobre as duas propostas de trabalho, considerando os estudos e as indicações dos PCN, analise as afirmativas.

I - Fica evidente que as metodologias adotadas pelas duas professoras estão de acordo com os PCN, ou seja, priorizam o aluno como agente construtor do conhecimento.

II - No caso da professora Sílvia, ao favorecer o trabalho cooperativo entre os alunos, possibilitou a vivência de conteúdos verdadeiramente atitudinais.

III - A forma de ensinar da professora Cátia sugere que para ela possivelmente não seja pelas atividades escolares que o aluno deva adquirir sua autonomia e que a função da disciplina de Ciências é a transmissão de conhecimentos científicos.

IV - Apesar das duas professoras terem trabalhado o mesmo assunto e com alunos da mesma faixa etária, as estratégias usadas foram muito diferentes, assim como o enfoque dado ao conteúdo, a utilização do tempo, o papel do professor e do aluno.

Estão corretas as afirmativas 


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Q570027 Pedagogia
De acordo com os PCN, quais são os três blocos temáticos propostos em Ciências Naturais para o Ensino Fundamental I?
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Q570026 Pedagogia
Atualmente o ensino de Ciências Naturais deve buscar uma mudança metodológica e atitudinal nos alunos. Assim uma professora que pretende, por exemplo, trabalhar com seus alunos o tema: “Vegetais: o que comer?" precisará definir procedimentos metodológicos adequados a essa nova perspectiva. Considerando a adequação dos procedimentos metodológicos a essa perspectiva de Ciências Naturais, marque V para os adequados e F para os inadequados.

( ) Montagem de mini-horta com os alunos na escola para posterior utilização da produção em receitas saudáveis e nutritivas, pesquisadas e definidas pelo grupo de estudantes.

( ) Preenchimento de fichas de descrição de diferentes tipos de vegetais.

( ) Agendamento de entrevista com nutricionista para esclarecer as dúvidas dos alunos relacionadas à alimentação e possíveis alterações de hábitos relativos ao cuidado com o corpo.

( ) Correção das atividades do livro de Ciências relacionadas ao assunto, passando as respostas corretas no quadro para reforçar e garantir a aprendizagem.

Assinale a sequência correta. 

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Q570025 Pedagogia
O estudo da linguagem cartográfica tem cada vez mais reafirmado sua importância, desde o início da escolaridade. Sobre o trabalho com a linguagem cartográfica, assinale a afirmativa correta.
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Q570024 Pedagogia

Uma professora do 3.º ano do Ensino Fundamental trabalhou as seguintes propostas em suas aulas de Geografia:

Pediu para que os alunos trouxessem fotos e, em grupos, analisassem as diferenças de tamanho entre elas, depois entre as fotos e as pessoas. Esticou um fio de barbante na extensão da parede mais comprida.Depois o dobrou tantas vezes quanto necessário para que coubesse numa folha. A quantidade de dobras indicou quantas vezes os alunos deveriam reduzir os objetos.

As duas atividades propiciam desenvolver principalmente a noção de

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Q570023 Pedagogia
Em uma turma de 2.º ano, a professora propõe a construção de uma maquete da sala de aula. Sobre a postura adequada do professor para o desenvolvimento desse tipo de proposta, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q570022 Pedagogia
Sobre o trabalho com mapas, considerando as concepções atuais do ensino de Geografia, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q570021 Pedagogia
Leia o texto sobre a construção da cidade de Salvador na Bahia.
O primeiro governador-geral do Brasil foi Tomé de Sousa, que começou a construção da cidade por ordens do Rei de Portugal. Era preciso construí-la em lugar alto para dificultar o acesso dos inimigos estrangeiros e dos indígenas hostis. O colégio dos jesuítas também ficaria na parte alta. 
Considerando as indicações dos PCN, assinale a afirmativa correta sobre a presença de sujeitos históricos no texto.
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Q570020 Pedagogia
Analise os três temas de trabalho para o ensino de História no Ensino Fundamental I.

Brinquedos de hoje e de antigamente  
Objetos antigos e atuais  
Minha rua ontem e hoje

Considerando os aspectos do trabalho com identidade indicados nos PCN, que aspecto está sendo privilegiado por esses temas? 

Alternativas
Q570019 Pedagogia
Sobre as fontes históricas no ensino de História, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q570018 Pedagogia
Observe a primeira unidade definida para o trabalho com História em diferentes anos do Ensino Fundamental:

2.º Ano: As pessoas e os nomes

3.º Ano: Nomes de pessoas e lugares

4.º Ano: Retratos de vidas e das cidades

Considerando as indicações dos PCN para o ensino de História, é correto afirmar:

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Q570016 Pedagogia
Sabendo que o jogo é um excelente recurso para o trabalho com a Matemática, duas professoras do Ensino Fundamental I desenvolveram as seguintes ações pedagógicas:

 PROFESSORA 1

Trouxe para a sala de aula vários jogos envolvendo Matemática: memória de números, dominó da adição, trilha da multiplicação, boliche da subtração, descubra o número, pega-varetas. Os alunos foram convidados a formar grupos e escolher um jogo para jogarem durante trinta minutos. Passado o tempo estipulado, a professora fez questionamentos: Gostaram do jogo? Quem ganhou? Quem não conseguiu ganhar ainda? Vamos instituir a sexta-feira do jogo? Assim, os jogos passaram a ser trazidos para a sala de aula uma vez por semana, sendo obrigatório que em cada aula se jogasse um jogo diferente. Nesses momentos, a professora organizava tudo e atendia os conflitos que surgissem.

PROFESSORA 2

Pensando em uma sequência didática para ser desenvolvida em vários dias, primeiramente permitiu que as crianças explorassem o jogo livremente e tentassem inventar formas de jogá-lo. No coletivo, os alunos socializaram as tentativas que fizeram de jogar, que tipos de regras inventaram. A partir do que disseram, a professora foi esclarecendo as “verdadeiras" regras e orientações sem deixar de valorizar as tentativas dos alunos. De posse das informações dadas, os alunos jogaram pela primeira vez seguindo as regras. Em seguida a professora propôs um desenho sobre o jogo. Na segunda vez jogando o mesmo jogo, a professora começou a questionar sobre descobertas feitas, além de lançar questões problematizadoras a partir do jogo: Para que servem estes números? Qual o maior número? Que quantidades vocês veem nos dados? Se jogarmos com dois dados, como podemos obter 6 somando os dois? A partir da conversa e das respostas dos alunos, a professora convidou-os a mostrar seu próprio raciocínio na lousa e, em seguida, fez a sistematização no quadro, explorando as situações vivenciadas por eles no jogo. Na terceira vez que jogaram, a proposta foi que o grupo elaborasse um texto contando suas aprendizagens com o jogo, dicas para jogar bem, etc. Na quarta vez em que se trabalhou o mesmo jogo, a professora propôs problemas a partir dele: Na sua vez de jogar o Victor tirou 5 em um dos dados, mas seu resultado total foi 7. Qual número saiu no outro dado?

Especificamente sobre o jogo como recurso na Matemática, assinale a afirmativa correta.


Alternativas
Q570015 Pedagogia
Sabendo que o jogo é um excelente recurso para o trabalho com a Matemática, duas professoras do Ensino Fundamental I desenvolveram as seguintes ações pedagógicas:

 PROFESSORA 1

Trouxe para a sala de aula vários jogos envolvendo Matemática: memória de números, dominó da adição, trilha da multiplicação, boliche da subtração, descubra o número, pega-varetas. Os alunos foram convidados a formar grupos e escolher um jogo para jogarem durante trinta minutos. Passado o tempo estipulado, a professora fez questionamentos: Gostaram do jogo? Quem ganhou? Quem não conseguiu ganhar ainda? Vamos instituir a sexta-feira do jogo? Assim, os jogos passaram a ser trazidos para a sala de aula uma vez por semana, sendo obrigatório que em cada aula se jogasse um jogo diferente. Nesses momentos, a professora organizava tudo e atendia os conflitos que surgissem.

PROFESSORA 2

Pensando em uma sequência didática para ser desenvolvida em vários dias, primeiramente permitiu que as crianças explorassem o jogo livremente e tentassem inventar formas de jogá-lo. No coletivo, os alunos socializaram as tentativas que fizeram de jogar, que tipos de regras inventaram. A partir do que disseram, a professora foi esclarecendo as “verdadeiras" regras e orientações sem deixar de valorizar as tentativas dos alunos. De posse das informações dadas, os alunos jogaram pela primeira vez seguindo as regras. Em seguida a professora propôs um desenho sobre o jogo. Na segunda vez jogando o mesmo jogo, a professora começou a questionar sobre descobertas feitas, além de lançar questões problematizadoras a partir do jogo: Para que servem estes números? Qual o maior número? Que quantidades vocês veem nos dados? Se jogarmos com dois dados, como podemos obter 6 somando os dois? A partir da conversa e das respostas dos alunos, a professora convidou-os a mostrar seu próprio raciocínio na lousa e, em seguida, fez a sistematização no quadro, explorando as situações vivenciadas por eles no jogo. Na terceira vez que jogaram, a proposta foi que o grupo elaborasse um texto contando suas aprendizagens com o jogo, dicas para jogar bem, etc. Na quarta vez em que se trabalhou o mesmo jogo, a professora propôs problemas a partir dele: Na sua vez de jogar o Victor tirou 5 em um dos dados, mas seu resultado total foi 7. Qual número saiu no outro dado?

Considerando as duas situações de jogo sob a perspectiva dos estudos e orientações atuais sobre o uso significativo do jogo na matemática, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A professora 1 usou adequadamente o jogo como recurso pedagógico para introdução e discussão de conteúdos matemáticos variados, priorizando sua potencialidade educativa e o aspecto curricular a ser desenvolvido.

( ) A professora 2 desenvolveu uma atitude pedagogizante em relação ao jogo e, apesar de permitir uma primeira exploração, logo impôs regras pré-estabelecidas, o que é inadmissível na atividade envolvendo jogo.

( ) A ação da professora 1 revela ausência de intencionalidade pedagógica relacionada especificamente ao trabalho com a matemática, uma vez que não se realizou nenhum tipo de exploração ligada a esta área de conhecimento, e, assim, o jogo serviu como pretexto e passatempo.

( ) Apesar da visível intencionalidade e boa exploração dos conhecimentos matemáticos, a professora 2 pecou pela mesmice, oferecendo o mesmo jogo várias vezes tornando o processo repetitivo e cansativo, o que não condiz com o caráter dinâmico do uso do jogo como alternativa metodológica.

Assinale a sequência correta.



Alternativas
Respostas
4881: A
4882: D
4883: C
4884: B
4885: A
4886: C
4887: B
4888: C
4889: D
4890: A
4891: B
4892: C
4893: D
4894: A
4895: B
4896: B
4897: D
4898: C
4899: C
4900: D