Questões de Concurso
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Considera-se infração a inobservância a qualquer preceito da legislação de trânsito, às normas emanadas pelo Código de Trânsito, pelo Conselho Nacional de Trânsito e à regulamentação estabelecida pelo órgão de trânsito competente. As infrações classificam-se, de acordo com sua gravidade, em quatro categorias com as respectivas pontuações, quais sejam: I – infração de natureza_______, ______ pontos; II – infração de natureza ________, ______ pontos; III – infração de natureza _______, 4 pontos; e, por fim, a categoria IV – infração de natureza ________, ______ pontos.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
O prefácio do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – Volume I apresenta algumas premissas para garantir as condições seguras e a respectiva fiscalização no trânsito brasileiro. Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabelece que o trânsito, em condições seguras, é um direito de todos e dever dos órgãos e entidades componentes do Sistema Nacional de Trânsito (SNT). Cabe a estes órgãos, considerando suas competências, a adoção das medidas destinadas a assegurar esse direito. Diante disso, deve dar prioridade às ações em defesa da vida, incluindo a preservação da saúde e do meio ambiente.
( ) Uma das ações adotadas para garantir a segurança no trânsito é o aumento da arrecadação tributária. Essa medida eleva os preços da confecção das habilitações e inibe o excesso de emissões a condutores despreparados. O Anexo I do CTB reforça “é poder do estado tributar a expedição de documentos sempre que julgar necessário para correções das ações executivas”.
( ) A fiscalização de trânsito é exercida por agentes de trânsito dos órgãos e entidades executivos e rodoviários de trânsito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, da Polícia Rodoviária Federal e, mediante convênio, da Polícia Militar.
( ) O papel do agente é fundamental para o trânsito seguro, porém há de se evoluir uma vez que os agentes possuem papeis restritos à sua operação e fiscalização e não podem exercer a função de educadores, nem tão pouco informar, orientar e sensibilizar as pessoas acerca dos procedimentos preventivos e seguros.
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A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O aumento da quantidade de veículos em circulação nas ruas e estradas brasileiras tem se tornado uma preocupação a mais para os gestores dos estados e municípios. Além do volume de veículos, alguns cidadãos ainda insistem em desrespeitar a legislação de trânsito e as normas emanadas pelo Código de Trânsito do Conselho Nacional de Trânsito e suas respectivas regulamentações. O Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito – Volume I foi criado com o propósito de uniformizar e padronizar os procedimentos de fiscalização em todo território nacional. Analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. É competência exclusiva dos policiais militares lavrar o Autor de Infração de Trânsito (AIT) nos municípios com menos de duzentos mil habitantes.
II. Para exercer suas atribuições como agente da autoridade de trânsito, o servidor ou policial militar não precisa necessariamente estar credenciado e uniformizado, uma vez que este padrão alerta antecipadamente o infrator, dificultando a abordagem.
III. Cabe ao agente de trânsito, quando presenciar o cometimento da infração, lavrar o respectivo auto e aplicar as medidas administrativas cabíveis, sendo vedada a lavratura do AIT por solicitação de terceiros.
IV. As ações de fiscalização influenciam diretamente na segurança e fluidez do trânsito, contribuindo para a efetiva mudança de comportamento dos usuários da via e, de forma específica, do condutor infrator, uma vez que ele sofrerá as sanções impostas pela legislação.
V. Não é papel do agente de trânsito coibir a prática das infrações de trânsito, seu único dever legal é observar e levantar testemunhas para proceder a autuação.
Como é chamado, no Microsoft Excel 2016, o botão localizado no grupo "Alinhamento" da aba "Página Inicial", cujo objetivo é quebrar um texto de forma que apareça em várias linhas de uma célula?
No triângulo retângulo ABC, apresentado na imagem abaixo, temos que a medida do segmento AB é igual a c, a medida do segmento BC é a, AD é igual a 3,6, a medida do segmento CD é 6,4 e a medida do segmento BD é igual a 4,8. Podemos dizer então que (𝑎 + 𝑐)2 é igual a:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
O termo “pergunta” (l. 36) é decorrente do processo de formação de palavras denominado derivação:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Na frase sintetizada do texto “A qualidade do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a combinação de atos diagnósticos e terapêuticos”, para que o elemento sublinhado receba o acento indicativo de crase, o verbo “assegurar” deve ser substituído por:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
No fragmento textual “Esses simuladores permitiram que eles se desenvolvessem por meio da repetição” (l. 05-06), tem-se uma oração principal e uma oração subordinada substantiva:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Em “A segurança do paciente e a necessidade de treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos”, se for suprimido o excerto “e a necessidade de treinamento cirúrgico”, quantas outras palavras precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Assinale a alternativa que mostra uma palavra retirada do texto em que NÃO há encontro consonantal.
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
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- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
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(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
A respeito do uso do grifo, considere as seguintes afirmações, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As gírias admitem somente o grifo, sendo vedada a utilização das aspas.
( ) Palavras estrangeiras são destacadas com o grifo e também podem aparecer entre aspas.
( ) To err is human (l. 16) é um elemento grifado no texto por se tratar do nome de um relatório.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
I. O treinamento da cirurgia de catarata com modelos animais ou humanos se dá num ambiente no qual os residentes de oftalmologia não estão sujeitos à pressão associada à cirurgia em um paciente real.
PORQUE
II. A aprendizagem por meio da simulação de realidade virtual não oferece riscos em situações complexas, críticas ou raras, promovendo a interdisciplinaridade e práticas educacionais em equipe.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
-
O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
São palavras presentes no texto que representam verbos regulares, EXCETO:
Instrução: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto abaixo.
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O uso de simuladores de realidade virtual na educação cirúrgica
-
- Os traços da simulação na história podem ser rastreados até tempos muito antigos. Platão e
- Aristóteles já falavam sobre aprender por meio da diversão e da imitação. Daquela época até o
- Renascimento, o teatro foi baseado nesses fundamentos e foi usado como uma arte educacional.
- Na Idade Média, cavaleiros treinavam com manequins feitos de madeira e palha para torneios
- de justas, manuseio de espadas e tiro com besta. Esses simuladores permitiram que eles se
- desenvolvessem por meio da repetição, melhor gerenciamento do medo e aprimoramento de
- suas habilidades de combate. Em Maio de 1759, surge o primeiro simulador médico. Madame du
- Coudray, parteira, recebeu do rei Luís XV um certificado e uma pensão para poder ensinar às
- matronas rurais “a arte do parto”. Ela viajou pela França por 25 anos para treinar mais de cinco
- mil mulheres e cerca de quinhentos médicos e cirurgiões. Graças à sua ação educacional ao longo
- de sua vida, ela reduziu significativamente a mortalidade infantil e materna na França. Foi com
- a pesquisa sobre ressuscitação cardiopulmonar entre as décadas de 1950 e 1960 que os
- manequins – e especialmente a simulação – experimentaram um desenvolvimento significativo.
- No contexto atual da simulação, a origem do desenvolvimento desta técnica de aprendizagem
- e treinamento corresponde a uma consciência da necessidade de melhorar a qualidade do
- atendimento, logo após a publicação do relatório To err is human nos Estados Unidos. A qualidade
- do atendimento é uma abordagem que deve assegurar a cada paciente a combinação de atos
- diagnósticos e terapêuticos, visando ao melhor resultado em termos de saúde, de acordo com o
- estado atual da ciência médica, pelo melhor custo pelo mesmo resultado, pelo menor risco
- iatrogênico e pela maior satisfação em termos de procedimentos, resultados e contatos humanos
- no sistema de saúde.
- Como uma nova abordagem, a introdução da realidade virtual (RV) teve grande sucesso e
- ofereceu perspectivas estimulantes para o treinamento cirúrgico e o planejamento cirúrgico pré-
- operatório de procedimentos complexos. A segurança do paciente e a necessidade de
- treinamento cirúrgico são duas necessidades para as quais a RV oferece uma solução inovadora
- e promissora, desafiando anos de tradição, superando dilemas legais e éticos. Assim, os pontos
- fortes da simulação de RV incluem: as possibilidades quase ilimitadas para cirurgiões e
- internos/residentes treinarem sem estresse em ambientes realistas; e o custo dos simuladores
- de RV, que é menor do que os modelos de treinamento tradicionais alternativos.
- Atualmente, os residentes de oftalmologia podem treinar cirurgia de catarata operando em
- modelos animais ou humanos; ou em laboratórios úmidos onde olhos sintéticos estão
- disponíveis. Isso permite que eles desenvolvam suas habilidades, repetindo cada etapa da
- extração da catarata em um ambiente controlado, livre de qualquer pressão associada à cirurgia
- em um paciente real. No entanto, esses métodos têm sido criticados por não serem realistas e
- simularem inadequadamente a consistência e a anatomia do tecido, mas também por não
- permitirem qualquer avaliação objetiva. Neste caso, a pergunta “a tecnologia de simulação
- oferece a possibilidade de novas modalidades de treinamento e avaliação e pode, assim, ajudar
- a preparar os jovens cirurgiões, reduzindo sua ansiedade, mas principalmente os riscos para o
- paciente?” recebe uma resposta positiva em relação à validade dos simuladores para o treino
- cirúrgico na área da oftalmologia, em cirurgias de catarata, no treino de procedimentos que são
- considerados essenciais, como a realização de uma capsulorrexe, a facoemulsificação, a
- fissuração do núcleo cristalino e a sucção de massas cristalinas. A simulação de realidade virtual
- oferece um meio de aprendizagem sem riscos em situações complexas, críticas ou raras, bem
- como a promoção de abordagens de aprendizagem interdisciplinares e em equipe. Além disso,
- pode desempenhar um papel importante na avaliação de resultados e predição. Assim, os
- simuladores de realidade virtual constituem um meio promissor de treinamento e inauguram um
- novo paradigma na educação cirúrgica.
-
(Disponível em: https://www.nucleodoconhecimento.com.br/saude/cirurgia-de-catarata. –
texto especialmente adaptado para esta prova).
Em relação ao emprego das iniciais maiúsculas, estão grafadas corretamente as seguintes indicações extraídas do texto, EXCETO:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que NÃO mostra uma locução prepositiva extraída do texto.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra retirada do texto constituída por uma semivogal.
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Quanto ao uso das aspas no texto, considere as seguintes afirmações, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Nos casos de “ismo” (l. 01) e “capacitismo” (l. 06), foram utilizadas pelo autor para pôr em evidência ambos os termos.
( ) Nas falas da psicóloga Luciana Maia, que aparecem aspeadas, funcionaram como recurso gráfico para marcar o emprego do discurso indireto livre.
( ) Em certos fragmentos, serviram para introduzir e finalizar as declarações da psicóloga Luciana Maia, distinguindo-as do discurso do autor.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
No excerto “O conceito vem, ainda que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates”, a locução conjuntiva sublinhada exprime uma:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Na frase “São recentes as principais conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência” (l. 29-30), tem-se:
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O que é capacitismo e por que é importante combatê-lo
- O .......................... "-ismo" cria palavras que designam conceitos de ordem geral, como
- alcoolismo, ou serve para formar substantivos e adjetivos que exprimem ideias de doutrinas
- religiosas, sistemas políticos, fenômenos linguísticos, movimentos literários ou terminologias
- científicas, como, respectivamente, protestantismo, liberalismo, rotacismo, modernismo e
- evolucionismo. Além de compor esses conceitos, tal elemento também forma a palavra
- "capacitismo". Porém, ao contrário dos previamente mencionados, esse termo é relativamente
- novo na sociedade, assim como na própria esfera dos movimentos sociais. O conceito vem, ainda
- que vagarosamente, ganhando destaque nas mídias sociais e em rodas de conversas e debates,
- mas o caminho para a sua ampla divulgação ainda parece longo.
- Conforme a psicóloga Luciana Maia, o capacitismo é um preconceito dirigido a qualquer
- pessoa que apresenta uma deficiência, seja ela física, intelectual ou sensorial. Como outras
- formas de preconceito, ele contribui para privar os direitos e a dignidade humana das pessoas
- com deficiência, determinando e perpetuando desigualdades e injustiças sociais, e contribuindo
- diretamente para a exclusão social de membros desse grupo. Ainda segundo Maia, o capacitismo
- é expresso por meio de atitudes negativas e depreciativas, e de comportamentos hostis e
- discriminatórios dirigidos a qualquer pessoa que apresenta algum tipo de deficiência. Ele também
- pode ser manifestado sob formas que, a princípio, podem parecer positivas, como a
- superproteção, a piedade e elogios exagerados dirigidos a essas pessoas. Sobre as expressões,
- exemplos de provérbios e expressões populares que reproduzem e __________ vivas as
- representações capacitistas são: "dar uma de João sem braço", "que mancada!" e "não tem
- quem diga que você tem uma deficiência, pois é tão inteligente". Vale notar que se referir a uma
- PcD com o termo "portadora de deficiência" também é considerado capacitista e inadequado.
- De acordo com um levantamento realizado pelo IBGE, como parte da Pesquisa Nacional de
- Saúde de 2019, 8,4% da população brasileira acima de dois anos possui algum tipo de
- deficiência, o que equivale a aproximadamente 17 milhões de pessoas. Mesmo com esse número
- expressivo e ações públicas governamentais como a Lei de Cotas e o Estatuto da Pessoa com
- Deficiência, o capacitismo ainda não é tão conhecido em território nacional. "Atribuo esse
- desconhecimento ao fato de a própria luta pelos direitos das pessoas com deficiência ser mais
- recente, se comparado __________ de outras minorias sociais. De fato, são recentes as principais
- conquistas legais e políticas das pessoas com deficiência", afirma a psicóloga. Luciana explica
- que a perspectiva de autonomia, liberdade e participação social das pessoas com deficiência
- começou a ganhar mais espaço a partir da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas
- com Deficiência, assinada em 2007.
- O combate ao capacitismo deve envolver, sobretudo, a difusão de informações que
- contribuam para mudar as representações negativas da deficiência; a promoção de encontros
- que possibilitem a interação entre pessoas com e sem deficiência; o estabelecimento de normas,
- leis e procedimentos que expressem o apoio institucional da sociedade, de uma forma geral, e
- de escolas e empresas, de forma específica, para assegurar a inclusão de pessoas com
- deficiência. É fundamental a ampla discussão do conceito nos mais diversos ambientes e
- contextos, para que mais iniciativas sejam criadas visando ao seu combate e prevenção. Mas
- esse assunto não deve partir apenas de pessoas que sofrem com o capacitismo. Luciana afirma
- que, embora as pessoas com deficiência devam ser protagonistas da luta por seus direitos, todas
- as pessoas, com ou sem deficiência, devem se engajar em prol de uma sociedade anticapacitista.
- "É papel de todas as pessoas questionar padrões de normalidade, repensar suas próprias crenças
- e atitudes capacitistas, contribuir para a visibilidade de pessoas com deficiência em diferentes
- contextos sociais, endossar políticas afirmativas em prol delas, combater violências dirigidas a
- elas em instituições de ensino, corporações e em outros contextos sociais", finaliza Maia.
-
(Disponível em: https://g1.globo.com/ce/ceara/especial-publicitario/unifor/ensinando-e-
aprendendo/noticia/2021/10/27/saiba-o-que-e-o-capacitismo-e-por-que-e-importante-combate-lo.ghtml.
– texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as seguintes propostas de substituição de expressões localizadas no texto, que NÃO promovem alteração no sentido original da mensagem:
I. “ao contrário dos” (l. 06) por “em oposição aos”.
II. “assim como” (l.07) por “da mesma maneira que”.
III. “por meio de” (l. 15) por “em meio a”.
Quais estão corretas?