Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de secretaria

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Q2439596 Noções de Informática
Assinale corretamente o atalho do Word para desfazer alguma edição.
Alternativas
Q2439594 Arquivologia
Assinale a assertiva que não representa uma das vantagens da organização eficiente de arquivos.
Alternativas
Q2439592 Arquivologia
Sobre o processo de organização de arquivos, a etapa que leva em conta a divisão por tipo de materiais, cuidados específicos de armazenagem com cada um deles e a definição de quem terá acesso a quais documento, é chamada de:
Alternativas
Q2439591 Arquivologia
Entre as formas de classificação documental, a classificação que trata mais especificamente da natureza das informações contidas no documento, denomina-se:
Alternativas
Q2439590 Arquivologia
Sobre as formas de classificação de documentos, a que se refere à configuração de um registro documental conforme os signos usados para comunicar seu conteúdo, é denominada de:
Alternativas
Q2439589 Arquivologia
Dentre as formas de classificação de documentos, aquela que diz respeito ao material no qual estão registradas as informações, é denominada de:
Alternativas
Q2439587 Direito Administrativo
Dentre as seguintes assertivas, assinale aquela que apresenta o princípio da administração pública que exige resultados positivos para o serviço público e um atendimento satisfatório, em tempo razoável.
Alternativas
Q2439395 História e Geografia de Estados e Municípios
Com base nos dados do IBGE, assinale a assertiva que apresenta a densidade demográfica em 2022, do município de Formoso do Araguaia – TO.
Alternativas
Q2439394 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o censo de 2022 realizada pelo IBGE, assinale a quantidade de habitantes que possuía no município de Formoso do Araguaia – TO.  
Alternativas
Q2439393 Noções de Informática
Assinale corretamente a opção de teclado que é comumente usada para selecionar todos os itens em uma pasta no sistema operacional Windows.
Alternativas
Q2439392 Noções de Informática
Assinale corretamente a finalidade principal da Ferramenta "Desfragmentador de Disco" no sistema operacional Windows.
Alternativas
Q2439391 Noções de Informática
Assinale corretamente a função principal do Painel de Controle no sistema operacional Windows.
Alternativas
Q2439390 Noções de Informática
Assinale corretamente o atalho de teclado que é comumente utilizado no sistema operacional Windows para abrir o "Gerenciador de Tarefas".
Alternativas
Q2439385 Português
Destaque a frase com a correspondência errada entre singular e plural:
Alternativas
Q2439383 Português

“O preparo pedia alguns dentes de alho”.



Na frase acima, é possível ver qual figura de linguagem?

Alternativas
Q2439382 Português
“Tendo milhões de seguidores em suas redes sociais, o PIAUIENSE Winderson Nunes é, hoje, um fenômeno nacional”. Quanto a palavra em destaque, podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q2439381 Português
Assinale a alternativa sem erro ortográfico:
Alternativas
Q2439380 Português
Assinale a alternativa que deveria estar acentuada graficamente:
Alternativas
Q2439379 Português

A questão faz referência ao TEXTO I




O DIA DOS MIL MORTOS




No décimo dia de dezembro de 1878, há 140 anos, Fortaleza viveu o dia mais trágico de sua história. Era o segundo dos três anos da pior estiagem sobre a qual há registros. Flagelados perambulavam pela Capital da então província. A aglomeração, a fome, as condições sanitárias criaram ambiente para a proliferação de doenças. Instaurou-se a epidemia de varíola. Em um só dia, 1.004 cadáveres foram sepultados. A data ficou marcada de forma sinistra na história da cidade como "o Dia dos Mil Mortos".  


A tragédia do século XIX emergiu dos subterrâneos da Capital em janeiro de 1994, quando operários que trabalhavam nas obras do Serviço de Saneamento de Fortaleza, o Sanear, encontraram dezenas de ossadas em vala comum no Jacarecanga. Depois de muitas especulações, descobriu-se ser parte de um histórico cemitério onde foram sepultadas as vítimas daquela epidemia de 140 anos atrás.


Para dimensionar o tamanho da mortandade ocorrida naquele único dia 10 de dezembro: a criminalidade mata muita gente hoje, sem dúvida. Pois, no último mês de novembro, foram 105 mortes violentas na Capital. Em um dia, a varíola matou nove vezes e meia mais, há 140 anos, do que a insegurança mata hoje em 30 dias. Com uma diferença: no censo realizado mais próximo à seca, em 1872, Fortaleza tinha população computada em 42.458 habitantes. Hoje, são 2.643.247, pelos últimos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O cataclismo ocorrido em 10 de dezembro de 1878 não tem paralelo.


Naquele 10 de dezembro, foram contratados 64 dos próprios retirantes para trabalharem como coveiros. Não foram suficientes para a carga de trabalho. Centenas de corpos permaneceram insepultos, aguardando o dia seguinte para irem para as covas.


“Os corpos que chegavam iam sendo empilhados, novas covas abertas. A diária e a ração dos coveiros teve que ser dobrada pelo governo, já que doze deles haviam faltado ao serviço, também derrubados pela doença. Ao final daquele 10 de dezembro, às 7 da noite, quando os enterradores largaram o serviço completamente estropiados pelo cansaço, faltavam ainda 238 cadáveres para sepultar. Ninguém tinha forças para mais nada. Deixaram o resto do trabalho para o outro dia”. (NETO, Lira. O poder e a peste: a vida de Rodolfo Teófilo. 2ª edição. Fortaleza: Edições Fundação Demócrito Rocha, 2001, páginas 98 e 99)


Ao retornarem no dia seguinte, depararam-se com espetáculo aterrador. Centenas de urubus formavam nuvem enegrecida por sobre o cemitério da Lagoa Funda. Ao chegarem lá, viram cachorros disputando com as aves os pedaços de carne humana em putrefação.


Mesmo para homens rudes, acostumados à brutalidade daqueles tempos, era algo assombroso. “Depois de enfiar litros de pinga goela abaixo, foram se engalfinhar com os animais, afugentando-os com pauladas e pedradas. Poucas horas depois, o que tinha sobrado daquela carnificina - fosse gente, fosse bicho - era atirado a uma vala comum, recém-aberta".



(ADAPTADO. Autor: Érico Firmo. Site O Povo Online. Disponível em https://especiais.opovo.com.br/odiadosmilmortos/).


  


“Ao retornarem no dia seguinte, depararam-se com espetáculo aterrador. Centenas de urubus formavam nuvem enegrecida por sobre o cemitério da Lagoa Funda”. Podemos dizer que, de acordo com o texto, a culpa deste evento “aterrador” é imputável a(o):
Alternativas
Q2439378 Português

A questão faz referência ao TEXTO I




O DIA DOS MIL MORTOS




No décimo dia de dezembro de 1878, há 140 anos, Fortaleza viveu o dia mais trágico de sua história. Era o segundo dos três anos da pior estiagem sobre a qual há registros. Flagelados perambulavam pela Capital da então província. A aglomeração, a fome, as condições sanitárias criaram ambiente para a proliferação de doenças. Instaurou-se a epidemia de varíola. Em um só dia, 1.004 cadáveres foram sepultados. A data ficou marcada de forma sinistra na história da cidade como "o Dia dos Mil Mortos".  


A tragédia do século XIX emergiu dos subterrâneos da Capital em janeiro de 1994, quando operários que trabalhavam nas obras do Serviço de Saneamento de Fortaleza, o Sanear, encontraram dezenas de ossadas em vala comum no Jacarecanga. Depois de muitas especulações, descobriu-se ser parte de um histórico cemitério onde foram sepultadas as vítimas daquela epidemia de 140 anos atrás.


Para dimensionar o tamanho da mortandade ocorrida naquele único dia 10 de dezembro: a criminalidade mata muita gente hoje, sem dúvida. Pois, no último mês de novembro, foram 105 mortes violentas na Capital. Em um dia, a varíola matou nove vezes e meia mais, há 140 anos, do que a insegurança mata hoje em 30 dias. Com uma diferença: no censo realizado mais próximo à seca, em 1872, Fortaleza tinha população computada em 42.458 habitantes. Hoje, são 2.643.247, pelos últimos números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O cataclismo ocorrido em 10 de dezembro de 1878 não tem paralelo.


Naquele 10 de dezembro, foram contratados 64 dos próprios retirantes para trabalharem como coveiros. Não foram suficientes para a carga de trabalho. Centenas de corpos permaneceram insepultos, aguardando o dia seguinte para irem para as covas.


“Os corpos que chegavam iam sendo empilhados, novas covas abertas. A diária e a ração dos coveiros teve que ser dobrada pelo governo, já que doze deles haviam faltado ao serviço, também derrubados pela doença. Ao final daquele 10 de dezembro, às 7 da noite, quando os enterradores largaram o serviço completamente estropiados pelo cansaço, faltavam ainda 238 cadáveres para sepultar. Ninguém tinha forças para mais nada. Deixaram o resto do trabalho para o outro dia”. (NETO, Lira. O poder e a peste: a vida de Rodolfo Teófilo. 2ª edição. Fortaleza: Edições Fundação Demócrito Rocha, 2001, páginas 98 e 99)


Ao retornarem no dia seguinte, depararam-se com espetáculo aterrador. Centenas de urubus formavam nuvem enegrecida por sobre o cemitério da Lagoa Funda. Ao chegarem lá, viram cachorros disputando com as aves os pedaços de carne humana em putrefação.


Mesmo para homens rudes, acostumados à brutalidade daqueles tempos, era algo assombroso. “Depois de enfiar litros de pinga goela abaixo, foram se engalfinhar com os animais, afugentando-os com pauladas e pedradas. Poucas horas depois, o que tinha sobrado daquela carnificina - fosse gente, fosse bicho - era atirado a uma vala comum, recém-aberta".



(ADAPTADO. Autor: Érico Firmo. Site O Povo Online. Disponível em https://especiais.opovo.com.br/odiadosmilmortos/).


  


Segundo a leitura do texto, podemos dizer que a tragédia narrada:
Alternativas
Respostas
481: A
482: D
483: A
484: A
485: C
486: A
487: C
488: D
489: A
490: A
491: C
492: C
493: A
494: A
495: D
496: C
497: C
498: B
499: A
500: C