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Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SUFRAMA Prova: CESPE - 2014 - SUFRAMA - Economista |
Q435995 Economia
                                                        alimento    tecido
                                economia A          3              4
                                economia B          2              3

A tabela acima apresenta os coeficientes técnicos de horas de trabalho da mão de obra na produção de uma unidade de alimento e de uma unidade de tecido em duas economias, identificadas como A e B. A partir dessas informações, julgue o  item a seguir.

A economia B apresenta vantagem relativa na produção de alimentos e tecidos, em comparação com a economia A.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SUFRAMA Prova: CESPE - 2014 - SUFRAMA - Economista |
Q435994 Economia
                                                        alimento    tecido
                                economia A          3              4
                                economia B          2              3

A tabela acima apresenta os coeficientes técnicos de horas de trabalho da mão de obra na produção de uma unidade de alimento e de uma unidade de tecido em duas economias, identificadas como A e B. A partir dessas informações, julgue o item a seguir.

Na comparação entre as duas economias, verifica-se que a economia B possui vantagem absoluta na produção de tecidos.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SUFRAMA Prova: CESPE - 2014 - SUFRAMA - Economista |
Q435992 Economia
                                                        alimento     tecido
                                economia A          3              4
                                economia B          2              3

A tabela acima apresenta os coeficientes técnicos de horas de trabalho da mão de obra na produção de uma unidade de alimento e de uma unidade de tecido em duas economias, identificadas como A e B. A partir dessas informações, julgue o  item a seguir.

Na economia B, o custo de oportunidade na produção de alimentos é menor que o da economia A.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SUFRAMA Prova: CESPE - 2014 - SUFRAMA - Economista |
Q435991 Economia
                                                   alimento         tecido
                            economia A         3                   4
                            economia B         2                   3

A tabela acima apresenta os coeficientes técnicos de horas de trabalho da mão de obra na produção de uma unidade de alimento e de uma unidade de tecido em duas economias, identificadas como A e B. A partir dessas informações, julgue o  item  a seguir.

A economia A tem menos custo de oportunidade na produção de tecidos que a economia B.
Alternativas
Q433996 Direito Sanitário
A transferência de recursos pelo Fundo Nacional de Saúde para os Municípios, os Estados e o Distrito Federal, de forma regular e  automática, corresponde à execução do princípio da

Alternativas
Q433992 Português


Acredite, progredimos sim




Faz hoje exatos 50 anos do chamado Comício da Central do Brasil, que funcionou como acelerador para a conspiração já em andamento que acabaria por depor o presidente constitucional João Belchior Marques Goulart, apenas 18 dias depois.

É bom olhar para trás para verificar que, pelo menos no terreno institucional, o país progrediu bastante desde que chegou ao fim o ciclo militar, há 29 anos. É um dado positivo em uma nação com tão formidável coleção de problemas e atraso em tantas áreas como o Brasil.

Ajuda-memória: o comício foi organizado pelo governo Goulart. Havia uma profusão de bandeiras vermelhas pedindo a legalização do ainda banido Partido Comunista Brasileiro, o que era o mesmo que acenar para o conservadorismo civil e militar com o pano vermelho com que se atiça o touro na arena.

Se fosse pouco, havia também faixas cobrando a reforma agrária, anátema para os poderosos latifundiários e seus representantes no mundo político.

Para completar, Jango aproveitou o comício para assinar dois decretos, ambos tomados como “comunizantes" pelos seus adversários: o que desapropriava refinarias que ainda não eram da Petrobrás e o que declarava de utilidade pública para fins de desapropriação terras rurais subutilizadas.

Na visão dos conspiradores, eram dois claros atentados à propriedade privada e, como tais, provas adicionais de que o governo preparava a comunização do país.

Cinquenta anos depois, é um tremendo progresso, do qual talvez nem nos damos conta, o fato de que bandeiras vermelhas - ou azuis ou amarelas ou verdes ou brancas ou pretas - podem ser tranquilamente exibidas em atos públicos sem que se considere estar ameaçada a ordem estabelecida.

Reforma agrária deixou de ser um anátema, e a desapropriação de terras ociosas é comum mesmo em governos que a esquerda considera de direita ou conservadores.

Continua, é verdade, a batalha ideológica entre ruralistas e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, mas ela se dá no campo das ideias, sem que se chame a tropa para resolvê-la. Pena que ainda continuemos primitivos o suficiente para que haja mortes no campo (além de trabalho escravo), mas, de todo modo, ninguém pensa em chamar o Exército por causa dessa carência.

Nos quase 30 anos transcorridos desde o fim do ciclo militar, foi possível, dentro da mais absoluta ordem e legalidade, promover o impeachment de um presidente, ao contrário do ocorrido em 1964, ano em que Jango foi impedido à força de exercer o poder.

Votei pela primeira vez para presidente em 1989, quando já tinha 46 anos. Meus filhos também votaram pela primeira vez naquela ocasião, o que significa que uma geração inteira teve capada parte essencial de sua cidadania durante tempo demais.

Hoje, votar para residente é tão rotineiro que ficou até meio monótono. Democracia é assim mesmo.

Pena que esse avanço institucional inegável não tenha sido acompanhado por qualidade das instituições. Espero que esse novo passo não leve 50 anos.

(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/03/2014)





“Votei pela primeira vez para presidente em 1989, quando já tinha 46 anos. Meus filhos também votaram pela primeira vez naquela ocasião, o que significa que uma geração inteira teve capada parte essencial de sua cidadania durante tempo demais”.

Infere-se desse segmento do texto que
Alternativas
Q433990 Português


Acredite, progredimos sim




Faz hoje exatos 50 anos do chamado Comício da Central do Brasil, que funcionou como acelerador para a conspiração já em andamento que acabaria por depor o presidente constitucional João Belchior Marques Goulart, apenas 18 dias depois.

É bom olhar para trás para verificar que, pelo menos no terreno institucional, o país progrediu bastante desde que chegou ao fim o ciclo militar, há 29 anos. É um dado positivo em uma nação com tão formidável coleção de problemas e atraso em tantas áreas como o Brasil.

Ajuda-memória: o comício foi organizado pelo governo Goulart. Havia uma profusão de bandeiras vermelhas pedindo a legalização do ainda banido Partido Comunista Brasileiro, o que era o mesmo que acenar para o conservadorismo civil e militar com o pano vermelho com que se atiça o touro na arena.

Se fosse pouco, havia também faixas cobrando a reforma agrária, anátema para os poderosos latifundiários e seus representantes no mundo político.

Para completar, Jango aproveitou o comício para assinar dois decretos, ambos tomados como “comunizantes" pelos seus adversários: o que desapropriava refinarias que ainda não eram da Petrobrás e o que declarava de utilidade pública para fins de desapropriação terras rurais subutilizadas.

Na visão dos conspiradores, eram dois claros atentados à propriedade privada e, como tais, provas adicionais de que o governo preparava a comunização do país.

Cinquenta anos depois, é um tremendo progresso, do qual talvez nem nos damos conta, o fato de que bandeiras vermelhas - ou azuis ou amarelas ou verdes ou brancas ou pretas - podem ser tranquilamente exibidas em atos públicos sem que se considere estar ameaçada a ordem estabelecida.

Reforma agrária deixou de ser um anátema, e a desapropriação de terras ociosas é comum mesmo em governos que a esquerda considera de direita ou conservadores.

Continua, é verdade, a batalha ideológica entre ruralistas e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, mas ela se dá no campo das ideias, sem que se chame a tropa para resolvê-la. Pena que ainda continuemos primitivos o suficiente para que haja mortes no campo (além de trabalho escravo), mas, de todo modo, ninguém pensa em chamar o Exército por causa dessa carência.

Nos quase 30 anos transcorridos desde o fim do ciclo militar, foi possível, dentro da mais absoluta ordem e legalidade, promover o impeachment de um presidente, ao contrário do ocorrido em 1964, ano em que Jango foi impedido à força de exercer o poder.

Votei pela primeira vez para presidente em 1989, quando já tinha 46 anos. Meus filhos também votaram pela primeira vez naquela ocasião, o que significa que uma geração inteira teve capada parte essencial de sua cidadania durante tempo demais.

Hoje, votar para residente é tão rotineiro que ficou até meio monótono. Democracia é assim mesmo.

Pena que esse avanço institucional inegável não tenha sido acompanhado por qualidade das instituições. Espero que esse novo passo não leve 50 anos.

(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/03/2014)





“Reforma agrária deixou de ser um anátema, e a desapropriação de terras ociosas é comum mesmo em governos que a esquerda considera de direita ou conservadores”.

A melhor definição para o vocábulo “anátema”, no contexto em que se insere, é
Alternativas
Q433983 Português


Acredite, progredimos sim




Faz hoje exatos 50 anos do chamado Comício da Central do Brasil, que funcionou como acelerador para a conspiração já em andamento que acabaria por depor o presidente constitucional João Belchior Marques Goulart, apenas 18 dias depois.

É bom olhar para trás para verificar que, pelo menos no terreno institucional, o país progrediu bastante desde que chegou ao fim o ciclo militar, há 29 anos. É um dado positivo em uma nação com tão formidável coleção de problemas e atraso em tantas áreas como o Brasil.

Ajuda-memória: o comício foi organizado pelo governo Goulart. Havia uma profusão de bandeiras vermelhas pedindo a legalização do ainda banido Partido Comunista Brasileiro, o que era o mesmo que acenar para o conservadorismo civil e militar com o pano vermelho com que se atiça o touro na arena.

Se fosse pouco, havia também faixas cobrando a reforma agrária, anátema para os poderosos latifundiários e seus representantes no mundo político.

Para completar, Jango aproveitou o comício para assinar dois decretos, ambos tomados como “comunizantes" pelos seus adversários: o que desapropriava refinarias que ainda não eram da Petrobrás e o que declarava de utilidade pública para fins de desapropriação terras rurais subutilizadas.

Na visão dos conspiradores, eram dois claros atentados à propriedade privada e, como tais, provas adicionais de que o governo preparava a comunização do país.

Cinquenta anos depois, é um tremendo progresso, do qual talvez nem nos damos conta, o fato de que bandeiras vermelhas - ou azuis ou amarelas ou verdes ou brancas ou pretas - podem ser tranquilamente exibidas em atos públicos sem que se considere estar ameaçada a ordem estabelecida.

Reforma agrária deixou de ser um anátema, e a desapropriação de terras ociosas é comum mesmo em governos que a esquerda considera de direita ou conservadores.

Continua, é verdade, a batalha ideológica entre ruralistas e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, mas ela se dá no campo das ideias, sem que se chame a tropa para resolvê-la. Pena que ainda continuemos primitivos o suficiente para que haja mortes no campo (além de trabalho escravo), mas, de todo modo, ninguém pensa em chamar o Exército por causa dessa carência.

Nos quase 30 anos transcorridos desde o fim do ciclo militar, foi possível, dentro da mais absoluta ordem e legalidade, promover o impeachment de um presidente, ao contrário do ocorrido em 1964, ano em que Jango foi impedido à força de exercer o poder.

Votei pela primeira vez para presidente em 1989, quando já tinha 46 anos. Meus filhos também votaram pela primeira vez naquela ocasião, o que significa que uma geração inteira teve capada parte essencial de sua cidadania durante tempo demais.

Hoje, votar para residente é tão rotineiro que ficou até meio monótono. Democracia é assim mesmo.

Pena que esse avanço institucional inegável não tenha sido acompanhado por qualidade das instituições. Espero que esse novo passo não leve 50 anos.

(Clovis Rossi, Folha de São Paulo, 13/03/2014)





As opções a seguir mostram algumas funções do título do texto – Acredite, progredimos sim –, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q427497 Economia
O desvio-médio pode ser definido como
Alternativas
Q427496 Economia
O caso da armadilha da liquidez no modelo IS-LM apresenta como característica
Alternativas
Q427495 Economia
Em relação à teoria da demanda, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Se a função utilidade de um consumidor for do tipo Cobb- Douglas, logo, sua curva de demanda terá elasticidade preço igual a -1.

( ) No caso de um bem de Giffen, a curva de Engel é sempre negativamente inclinada.

( ) Se o preço de um bem aumentar e o consumidor não alterar sua demanda, esse bem é inferior.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FGV Órgão: SUSAM Prova: FGV - 2014 - SUSAM - Economista |
Q427494 Economia
Em relação aos objetivos da Administração Financeira, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) Em uma sociedade por ações, maximizar o preço de mercado da ação é equivalente à maximização do valor atual da ação.

( ) O problema de agency surge de interesses desalinhados entre os proprietários (principal) e os administradores (agente).

( ) Os administradores, caso não sejam monitorados, tendem a maximizar a sobrevivência da empresa para preservar seus empregos. As afirmativas são, respectivamente,

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q427492 Matemática Financeira
Assinale a opção que indica o montante de uma renda anual constituída por 2 termos iguais a R$ 10,00 e cujos pagamentos são postecipados.

Considere uma taxa de juros compostos de 50% ao ano.
Alternativas
Q427491 Matemática Financeira
Seja uma nota promissória com valor de face de R$ 500,00, cujo vencimento é de 20 meses a juros simples de 2% a.m.

Assinale a opção que indica o desconto comercial simples se essa nota for descontada 5 meses antes de seu vencimento, supondo uma taxa de desconto de 4%.
Alternativas
Q427485 Economia
O Plano Real foi implementado em três etapas: ajuste fiscal, indexação completa da economia via URV e reforma monetária via conversão da URV em R$.

A primeira etapa se caracterizou
Alternativas
Q427483 Economia
A crise da dívida externa, na década de 1980, levou o país a um processo de ajustamento externo.

Para isso, esse processo se baseou, dentre outros pontos,
Alternativas
Q427482 Economia
Com relação ao II PND, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) O plano seguiu a lógica do ajustamento, pois acreditava-se, na época, que a contenção da demanda interna evitaria que o choque externo se transformasse em inflação permanente.

( ) O foco do plano foi o crescimento da indústria de bens duráveis, o que agravou a desigualdade de renda no país, por ser um setor com alta concentração de renda.

( ) O setor público focou no investimento do setor de insumos básicos o que geraria demanda e acabaria estimulando o setor privado a investir em bens de capital.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q427480 Economia
Com relação ao Plano de Metas, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.

( ) A racionalidade do Plano de Metas era buscar um processo de desenvolvimento calcado em uma indústria integrada, que fosse também uma resposta ao estrangulamento externo gerado pelo processo de substituição de importações.

( ) O governo usou o investimento por parte das empresas estatais, como uma das fontes de financiamento do plano.

( ) Uma das consequências do plano foi a aceleração inflacionária, devido a ausência de um reforma fiscal que fosse coerente com as metas e gastos do plano.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Q427478 Economia
No caso do modelo Mundell-Fleming, a política fiscal expansionista tende a
Alternativas
Respostas
6241: E
6242: C
6243: E
6244: E
6245: B
6246: D
6247: D
6248: B
6249: C
6250: E
6251: A
6252: B
6253: A
6254: D
6255: E
6256: C
6257: A
6258: B
6259: E
6260: B