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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341509 Economia

Analise as seguintes funções de demanda e oferta:

• Oferta: p = x 2/5 ;

• Demanda: p = 30 – x.

Assinale a alternativa que apresenta o valor do excedente do consumidor produzido neste mercado, considerando-o como de concorrência perfeita.

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341508 Economia

Analise os saldos dos agregados macroeconômicos de um país hipotético, que não mantém relacionamento com o exterior, em trilhões de unidades monetárias:

• Consumo: 10;

• Investimento: 5;

• Poupança: 7;

• Gastos do Governo: 10;

• Tributos: 5.

Diante do exposto, é correto afirmar que o valor da demanda agregada é

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341506 Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Determinada indústria automobilística produz mensalmente 100 veículos em determinada linha de produção construída especialmente para esse fim. Estima-se que o projeto dure, em termos de vida útil, 15 anos (180 meses) a partir de hoje e que o preço por veículo produzido auferido seja expresso pela função f(v) = –0,01t2 + 10t + 300 reais (em milhão). Com base nos dados apresentados, o valor gerado pelo projeto ao final de sua vida útil será de
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341502 Economia
A elasticidade preço da demanda é uma medida de sensibilidade que mede o quanto o preço influencia no comportamento de consumo de um bem ou serviço. Assim, se um determinado produto possui elasticidade preço da demanda dada por |–0,60|, de quanto irá variar a quantidade demandada se o preço do produto subir 2%?
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341501 Economia
A teoria econômica disponibiliza o conceito de “economia da aprendizagem”. Neste encaminhamento, supõe-se que a curva de aprendizagem dos digitadores do DETRAN/RO seja dada por p = 120 – 100 . e–0,1t, onde p é o número de palavras digitadas a cada minuto e t é o tempo gasto durante o processo de aprendizagem. Diante do exposto, quantas palavras serão digitadas, por minuto, após 20 dias de experiência? (Considere por questões de cálculos, o valor de e–2 = 0,14.)
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341498 Economia
Sabe-se que a função consumo de uma família é dada por C(y) = 200 + 0,45y0,65. Com base nas informações, assinale a alternativa que representa o valor da propensão marginal a consumir.
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341497 Economia
O economista italiano Vilfredo Pareto (1848-1907) propôs um modelo que dispõe sobre a distribuição da renda dos países, conhecido na teoria econômica como Lei de Pareto de distribuição de renda. Utilizando-se desse modelo desenvolvido, considerando que em um país a distribuição da renda seja dada por y = 35.(10)6/x1,5, onde y é a quantidade de pessoas que ganham mais ou igual a x, que é a renda mensal de cada habitante desse país, quantas pessoas, aproximadamente, ganham pelo menos R$ 15.000,00 por mês? (Considere: para simplificação 2√150003= 1.837.117.)
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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341496 Economia

Na teoria desenvolvida por Keynes (1883-1946), a moeda pode ser utilizada também para fins especulativos, de modo que a demanda por moeda para esse fim é função da taxa anual de juros da economia. Sendo assim, admitindo que em determinado país y = 40/x-2 (para x > 2), em que x é a taxa de juros anual (em %) e y é a quantia (em bilhões de moeda) que as pessoas procuram manter para tais fins, a demanda por moeda utilizada pela população desse país para fins especulativos, quando a taxa de juros anual for de 10%, será de

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Ano: 2014 Banca: IDECAN Órgão: DETRAN-RO Prova: IDECAN - 2014 - DETRAN-RO - Economista |
Q1341492 Contabilidade Geral
Considere que um automóvel sofre depreciação exponencial, de modo que seu valor daqui a t anos será V = 35.399.Imagem associada para resolução da questão, onde V é o valor do veículo no período t. Com base nos dados apresentados, o valor desse veículo na data de hoje é igual a
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SES-MG
Q1235891 Direito Administrativo
O processo em que são especificadas obrigações e responsabilidades para as partes envolvidas e estabelecidos critérios para o monitoramento e avaliação de seu desempenho denomina-se:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: IF-AM
Q1235778 Português
Texto para responder às questões de 01 a 15.
São os meios de comunicação, em especial a televisão, que divulgam, em escala mundial, informações (fragmentadas) hoje tomadas como conhecimento, construindo, desse modo, o mundo que conhecemos. Trata-se, na verdade, de processo metonímico – a parte escolhida para ser divulgada, para ser conhecida, vale pelo todo. É como se “o mundo todo” fosse constituído apenas por aqueles fatos/notícias que chegam até nós. Informação, porém, não é conhecimento, podendo até ser um passo importante. O conhecimento implica crítica. Ele se baseia na inter-relação e não na fragmentação. Todos temos observado que essa troca do conhecimento pela informação tem resultado na diminuição da criticidade. O conhecimento é um processo que prevê a condição de reelaborar o que vem como um “dado”, possibilitando que não sejamos meros reprodutores; inclui a capacidade de elaborações novas, permitindo reconhecer, trazer à superfície o que ainda é virtual, o que, na sociedade, está ainda mal desenhado, com contornos borrados. Para tanto, o conhecimento prevê a construção de uma visão que totalize os fatos, inter-relacionando todas as esferas da sociedade, percebendo que o que está acontecendo em cada uma delas é resultado da dinâmica que faz com que todas interajam, de acordo com as possibilidades daquela formação social, naquele momento histórico; permite perceber, enfim, que os diversos fenômenos da vida social estabelecem suas relações tendo como referência a sociedade como um todo. Para tanto, podemos perceber, as informações – fragmentadas – não são suficientes. Os meios de comunicação, sobretudo a televisão, ao produzirem essas informações, transformam em verdadeiros espetáculos os acontecimentos selecionados para se tornar notícias. Já na década de 1960, Guy Debord percebia “na vida contemporânea uma ‘sociedade de espetáculo’, em que a forma mais desenvolvida de mercadoria era antes a imagem que o produto material concreto”, e que “na segunda metade do século XX, a imagem substituiria a estrada de ferro e o automóvel como força motriz da economia”. Por sua condição de “espetáculo”, parece que o mais importante na informação passa a ser aquilo que ela tem de atração, de entretenimento. Não podemos nos esquecer, porém, de que as coisas se passam desse modo exatamente para que o conhecimento – e, portanto, a crítica – da realidade fique bastante embaçada ou simplesmente não se dê. O conhecimento continua a ser condição indispensável para a crítica. A informação, que parece ocupar o lugar desse conhecimento, tornou-se, ela própria, a base para a reprodução do sistema, uma mercadoria a mais em circulação nessa totalidade. A confusão entre conhecimento e informação, entre totalidade e fragmentação, leva à concepção de que a informação veiculada pelos meios é suficiente para a formação do cidadão, de que há um pressuposto de interação entre os meios e os cidadãos e de que todas as vozes circulam igualmente na sociedade. É a chamada posição liberal, a qual parece esquecer-se de que ideias, para circular, precisam de instrumentos, de suportes – rádio, televisão, jornal etc. – que custam caro e que, por isso, estão nas mãos daqueles que detêm o capital. [...] BACCEGA. Maria Aparecida. In:. São Paulo: PerseuAbramo, 2000, p. 106-7.
Preserva-se o sentido de: “... o que está acontecendo em cada uma delas é RESULTADO da dinâmica que faz com que todas interajam...” (§ 3) com a substituição do nome em destaque pela seguinte metáfora:
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Ano: 2014 Banca: FUNCAB Órgão: SES-MG
Q1210921 Português
Uma velhinha
Quem me dera um pouco de poesia, esta manhã, de simplicidade, ao menos para descrever a velhinha do Westfália! E uma velhinha dos seus setenta anos, que chega todos os dias ao Westfália (dez e meia, onze horas), e tudo daquele momento em diante começa a girar em torno dela. Tudo é para ela. Quem nunca antes a viu, chama o garçom e pergunta quem ela é. Saberá, então, que se trata de uma velhinha “de muito valor", professora de inglês, francês e alemão, mas “uma grande criadora de casos". 
Não é preciso perguntar de que espécie de casos, porque, um minuto depois, já a velhinha abre sua mala de James Bond, de onde retira, para começar, um copo de prata, em seguida, um guardanapo, com o qual começa a limpar o copo de prata, meticulosamente, por dentro e por fora. Volta à mala e sai lá de dentro com uma faca, um garfo e uma colher, também de prata. Por último o prato, a única peça que não é de prata. Enquanto asseia as “armas” com que vai comer, chama o garçom e manda que leve os talheres e a louça da casa. Um gesto soberbo de repulsa.
O garçom (brasileiro) tenta dizer alguma coisa amável, mas ela repele, por considerar (tinha razão) a pronúncia defeituosa. E diz, em francês, que é uma pena aquele homem tentar dizer todo dia a mesma coisa e nunca acertar. Olha-nos e sorri, absolutamente certa de que seu espetáculo está agradando. Pede um filet e recomenda que seja mais bem do que malpassado. Recomenda pressa, enquanto bebe dois copos de água mineral. Vem o filet e ela, num resmungo, manda voltar, porque está cru. Vai o filet, volta o filet e ela o devolve mais uma vez alegando que esta assado demais. Vem um novo filet e ela resolve aceitar, mas, antes, faz com os ombros um protesto de resignação.
Pela descrição, vocês irão supor que essa velhinha é insuportável. Uma chata. Mas não. É um encanto. Podia ser avó da Grace Kelly. Uma mulher que luta o tempo inteiro pelos seus gostos. Não negocia sua comodidade, seu conforto. Não confia nas louças e nos talheres daquele restaurante de aparência limpíssima. Paciência, traz de sua casa, lavados por ela, a louça, os talheres e o copo de prata. Um dia o garçom lhe dirá um palavrão? Não acredito. A velhinha tão bela e frágil por fora, magrinha como ela é, se a gente abrir, vai ver tem um homem dentro. Um homem solitário, que sabe o que quer e não cede “isso” de sua magnifica solidão.
(MARIA, Antônio. “Com Vocês, Antônio Maria". Rio de Janeiro: Editora Paz Terra, 1964, p. 262.)
“Por último o prato, a única peça que não é de prata.” (§ 2)
A virgula empregada no período acima se justifica pela mesma regra da que se emprega no seguinte fragmento do texto:
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917745 Economia
Em uma situação econômica em que vigora o chamado estado estacionário, não é correta a afirmação de que o produto por trabalhador efetivo e o capital por trabalhador efetivo devem crescer na mesma proporção do progresso técnico, pois o estado estacionário aponta apenas que o produto nacional se encontra estagnado.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917744 Economia
O preço de uma ação, muitas vezes, não corresponde ao seu respectivo valor fundamental, o qual é explicado pelo valor presente dos dividendos esperados, e, dessa forma, é possível afirmar que essa ação eventualmente pode estar subvalorizada ou sobrevalorizada.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917743 Economia
Com taxas de câmbio flexíveis e grande mobilidade de capital, o equilíbrio é encontrado sem que haja expectativa de variação cambial, isso porque o ajuste econômico do modelo acontece endogenamente.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917742 Economia
No modelo IS-LM-BP, a adoção de um regime de câmbio fixo elimina completamente os efeitos de uma política fiscal expansionista.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917741 Economia
 Consumo: C = 0,8(Y – T)
Investimento: I = 40 – 0,4i
Gasto do governo: G = 12
Impostos: T = 30
Oferta monetária: MS = 50
Demanda monetária: MD = (0,5Y – i)P, sabendo-se que o nível de preços é igual a 2.
Considerando-se as informações como referentes a uma dada estrutura econômica, é possível concluir:
Uma diminuição dos gastos governamentais para 10 significa dizer que a taxa de juro deverá ser reduzida para 8,5, de modo a manter o equilíbrio econômico expresso no modelo IS-LM, caso o nível do produto permaneça em 120.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917740 Economia
 Consumo: C = 0,8(Y – T)
Investimento: I = 40 – 0,4i
Gasto do governo: G = 12
Impostos: T = 30
Oferta monetária: MS = 50
Demanda monetária: MD = (0,5Y – i)P, sabendo-se que o nível de preços é igual a 2.
Considerando-se as informações como referentes a uma dada estrutura econômica, é possível concluir:
A curva LM pode ser representada pela equação Y = 100 + 2i, de maneira que, no equilíbrio, o modelo IS-LM permite concluir que o juro é igual a 10 e o produto, a 120.
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Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917739 Economia
 Consumo: C = 0,8(Y – T)
Investimento: I = 40 – 0,4i
Gasto do governo: G = 12
Impostos: T = 30
Oferta monetária: MS = 50
Demanda monetária: MD = (0,5Y – i)P, sabendo-se que o nível de preços é igual a 2.
Considerando-se as informações como referentes a uma dada estrutura econômica, é possível concluir:
O multiplicador keynesiano (m) pode ser estimado em 4 e a curva IS pode ser representada pela equação C = 70 – 2i.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: UFBA Órgão: UNILAB Prova: UFBA - 2014 - Unilab - Economista |
Q917738 Economia
No modelo IS-LM, um aumento nas compras do governo e uma expansão monetária apresentam efeitos no mesmo sentido sobre a taxa de juros e, em sentido oposto, sobre o produto.
Alternativas
Respostas
6141: C
6142: C
6143: C
6144: E
6145: A
6146: A
6147: A
6148: A
6149: C
6150: A
6151: B
6152: A
6153: E
6154: C
6155: C
6156: E
6157: E
6158: C
6159: E
6160: C