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Q3686145 Português
Em relação ao uso de “mas” e “mais”, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3686144 Português
Dos seguintes vocábulos, assinalar o único em que o uso do hífen está INCORRETO:
Alternativas
Q3686143 Português

A relação existente entre as duas orações, separadas por barra no período abaixo, é de:


Realizou sua inscrição no certame, / antes que o prazo terminasse.

Alternativas
Q3686141 Português
Assinalar a frase gramaticalmente CORRETA:
Alternativas
Q3686140 Português
Pé-grande: Ciência pode ter encontrado explicação para a lenda da criatura gigante


    Um dos mais populares folclores dos EUA e do Canadá, a lenda do Pé-grande pode ter ganhado um suporte científico - que não confirma a existência de um imenso e ameaçador símio vivendo nas florestas geladas da América do Norte, mas explicaria as muitas pegadas encontradas e aparições registradas já apontadas como indícios da existência da criatura.

    De acordo com levantamento realizado pelo cientista Floe Foxon, as marcas deixadas na neve pelo suposto pé de grandes dimensões que batiza a lenda seriam não de um primata de tamanho extraordinário, mas sim de ursos-negros.

    Para apontar tal explicação, Foxon estudou os registros de supostas aparições, levantados desde meados do século 20 pela Organização de Pesquisadores de Campo do Pé-grande, cruzando os locais onde as pessoas afirmaram ter visto a criatura com informações sobre as regiões onde os ursos também são encontrados.

    Os ursos-negros adultos alcançam dois metros de comprimento, podem pesar cerca de 280kg e se colocam sobre duas patas para alcançar uma visão mais ampla do horizonte ou para caçar.

    A pesquisa explica, portanto, o motivo pelo qual os relatos de aparições do Pé-grande não são tão comuns em estados como Texas e a Flórida, onde a espécie de urso também é rara. Mesmo em outras regiões em que a denúncia de avistamentos também é recorrente, como nos Himalaias, onde a lenda do Yeti funciona como uma versão asiática do Pé-grande, a explicação pode estar também em ursos ou outros animais, que não seriam devidamente identificados provavelmente pelo temor causado pela própria aparição.

    Análises prévias já relacionaram as visões da criatura, também conhecida como “Sasquatch”, com as populações de ursos-negros, mas até então o cruzamento de dados completo não havia sido realizado. “Baseado em considerações estatísticas, é provável que muitas aparições do suposto Sasquatch são, na realidade, formas conhecidas mal identificadas. Se o Pé-grande apareceu por lá, é provável que sejam ursos”, diz a pesquisa. “Os avistamentos do Sasquatch estão estatística e significativamente associados com populações de urso de tal forma que, em média, uma aparição é esperada para cada 900 ursos”.


(Fonte: Hypeness – adaptado.)
Conforme o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3686139 Português
Pé-grande: Ciência pode ter encontrado explicação para a lenda da criatura gigante


    Um dos mais populares folclores dos EUA e do Canadá, a lenda do Pé-grande pode ter ganhado um suporte científico - que não confirma a existência de um imenso e ameaçador símio vivendo nas florestas geladas da América do Norte, mas explicaria as muitas pegadas encontradas e aparições registradas já apontadas como indícios da existência da criatura.

    De acordo com levantamento realizado pelo cientista Floe Foxon, as marcas deixadas na neve pelo suposto pé de grandes dimensões que batiza a lenda seriam não de um primata de tamanho extraordinário, mas sim de ursos-negros.

    Para apontar tal explicação, Foxon estudou os registros de supostas aparições, levantados desde meados do século 20 pela Organização de Pesquisadores de Campo do Pé-grande, cruzando os locais onde as pessoas afirmaram ter visto a criatura com informações sobre as regiões onde os ursos também são encontrados.

    Os ursos-negros adultos alcançam dois metros de comprimento, podem pesar cerca de 280kg e se colocam sobre duas patas para alcançar uma visão mais ampla do horizonte ou para caçar.

    A pesquisa explica, portanto, o motivo pelo qual os relatos de aparições do Pé-grande não são tão comuns em estados como Texas e a Flórida, onde a espécie de urso também é rara. Mesmo em outras regiões em que a denúncia de avistamentos também é recorrente, como nos Himalaias, onde a lenda do Yeti funciona como uma versão asiática do Pé-grande, a explicação pode estar também em ursos ou outros animais, que não seriam devidamente identificados provavelmente pelo temor causado pela própria aparição.

    Análises prévias já relacionaram as visões da criatura, também conhecida como “Sasquatch”, com as populações de ursos-negros, mas até então o cruzamento de dados completo não havia sido realizado. “Baseado em considerações estatísticas, é provável que muitas aparições do suposto Sasquatch são, na realidade, formas conhecidas mal identificadas. Se o Pé-grande apareceu por lá, é provável que sejam ursos”, diz a pesquisa. “Os avistamentos do Sasquatch estão estatística e significativamente associados com populações de urso de tal forma que, em média, uma aparição é esperada para cada 900 ursos”.


(Fonte: Hypeness – adaptado.)
Em “Os ursos-negros adultos alcançam dois metros de comprimento, podem pesar cerca de 280kg e se colocam sobre duas patas para alcançar uma visão mais ampla do horizonte ou para caçar.”, se os termos sublinhados fossem singularizados, quantos outros termos precisariam ser modificados?
Alternativas
Q3686138 Português
Pé-grande: Ciência pode ter encontrado explicação para a lenda da criatura gigante


    Um dos mais populares folclores dos EUA e do Canadá, a lenda do Pé-grande pode ter ganhado um suporte científico - que não confirma a existência de um imenso e ameaçador símio vivendo nas florestas geladas da América do Norte, mas explicaria as muitas pegadas encontradas e aparições registradas já apontadas como indícios da existência da criatura.

    De acordo com levantamento realizado pelo cientista Floe Foxon, as marcas deixadas na neve pelo suposto pé de grandes dimensões que batiza a lenda seriam não de um primata de tamanho extraordinário, mas sim de ursos-negros.

    Para apontar tal explicação, Foxon estudou os registros de supostas aparições, levantados desde meados do século 20 pela Organização de Pesquisadores de Campo do Pé-grande, cruzando os locais onde as pessoas afirmaram ter visto a criatura com informações sobre as regiões onde os ursos também são encontrados.

    Os ursos-negros adultos alcançam dois metros de comprimento, podem pesar cerca de 280kg e se colocam sobre duas patas para alcançar uma visão mais ampla do horizonte ou para caçar.

    A pesquisa explica, portanto, o motivo pelo qual os relatos de aparições do Pé-grande não são tão comuns em estados como Texas e a Flórida, onde a espécie de urso também é rara. Mesmo em outras regiões em que a denúncia de avistamentos também é recorrente, como nos Himalaias, onde a lenda do Yeti funciona como uma versão asiática do Pé-grande, a explicação pode estar também em ursos ou outros animais, que não seriam devidamente identificados provavelmente pelo temor causado pela própria aparição.

    Análises prévias já relacionaram as visões da criatura, também conhecida como “Sasquatch”, com as populações de ursos-negros, mas até então o cruzamento de dados completo não havia sido realizado. “Baseado em considerações estatísticas, é provável que muitas aparições do suposto Sasquatch são, na realidade, formas conhecidas mal identificadas. Se o Pé-grande apareceu por lá, é provável que sejam ursos”, diz a pesquisa. “Os avistamentos do Sasquatch estão estatística e significativamente associados com populações de urso de tal forma que, em média, uma aparição é esperada para cada 900 ursos”.


(Fonte: Hypeness – adaptado.)
Considerando-se o texto, analisar os itens abaixo:

I. Floe Foxon cruzou os dados de registros de supostas aparições do Pé-grande com os locais onde os ursos-negros também são encontrados.
II. O temor causado pelas aparições pode ser uma das prováveis explicações para a dificuldade de identificação do que seria o Pé-grande. 
Alternativas
Q3663864 Direito Administrativo

Avalie as afirmativas a seguir com base na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992).


I. Para os efeitos da Lei nº 8.429/1992, não são considerados agentes públicos aqueles que exerçam função pública de forma transitória ou sem remuneração.


II. Não configura improbidade a ação ou omissão decorrente de divergência interpretativa da lei, baseada em jurisprudência, ainda que não pacificada, mesmo que não venha a ser posteriormente prevalecente nas decisões dos órgãos de controle ou dos tribunais do Poder Judiciário.


III. Os atos de improbidade praticados contra o patrimônio de entidade privada que receba subvenção, benefício ou incentivo, fiscal ou creditício, de entes públicos ou governamentais também estão sujeitos às sanções da Lei nº 8.429/1992.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3663863 Administração Financeira e Orçamentária
Como forma de moralizar a gestão pública e coibir práticas clientelistas verificadas antes de sua vigência, a LRF instituiu limites para as Despesas com Pessoal dos entes da federação. No caso dos Municípios, é correto afirmar que tais limites, aferidos em percentual da Receita Corrente Líquida do ente, são de: 
Alternativas
Q3663861 Direito Administrativo
Nos termos da Lei nº 8.666/1993, a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados é denominada:
Alternativas
Q3663855 Auditoria
Suponha que durante de um trabalho de auditoria, o auditor decide que a melhor forma de coletar evidência é verificar in loco a realização de determinada tarefa pelos empregados da entidade auditada. Assim, ele acompanha a expedição de mercadoria para venda e a respectiva emissão de Nota Fiscal. Nesse caso, o procedimento adotado é denominado:
Alternativas
Q3663854 Administração Financeira e Orçamentária
As classificações orçamentárias servem para evidenciar informações sobre receitas e despesas no Orçamento Público. Uma delas é a classificação por natureza, que é utilizada por todos os entes da Federação e, no caso da receita, visa identificar a origem do recurso segundo o fato gerador. Desta forma, assinale a alternativa correta sobre a rubrica de receita “1.7.x.x.xx.x.x”.
Alternativas
Q3663853 Direito Financeiro
A Constituição da República de 1988 veda a transposição, o remanejamento ou a transferência de recursos orçamentários de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro, sem prévia autorização legislativa. Tal determinação é alçada ao status de princípio orçamentário, nominado:
Alternativas
Q3663314 Matemática
O MMC – mínimo múltiplo comum – dos números 45, 90 e 75 é:
Alternativas
Q3663311 Matemática
Considere um terreno retangular, cujo comprimento de um dos lados seja igual a 20 metros. Considerando que a área total do terreno é de 250 m² (duzentos e cinquenta metros quadrados), bem como que o comprimento do outro lado do terreno, representando por L, é dado pela equação L = x + 10. Neste caso, obedecendo-se aos dados indicados no enunciado, qual o valor de x, em metros?
Alternativas
Q3663310 Matemática
Para adquirir dois telefones celulares idênticos em uma loja, um consumidor gastou a quantia total de R$ 1.750,00 (mil, setecentos e cinquenta reais). Caso retorne ao estabelecimento, quanto irá gastar, no total, se adquirir cinco aparelhos idênticos aos dois primeiros, pagando por eles o mesmo valor unitário que na compra anterior
Alternativas
Q3663308 Matemática
Qual deverá ser o raio, em centímetros, de uma forma circular a ser utilizada por uma confeiteira que deseja preparar uma torta que possua área de 147 (cento e quarenta e sete) cm²? Considere Pi = 3.
Alternativas
Q3663305 Matemática
Considere que uma torneira, operando com sua vazão máxima, é capaz de encher um balde, que possui volume total de 20 (vinte) litros, em 2 (dois) minutos. Quanto tempo será necessário para, utilizando duas torneiras iguais a esta, encher completamente uma caixa d´água com quinhentos litros de capacidade?
Alternativas
Q3663304 Português

Silêncio


É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembrança de palavras. Se és morte, como te alcançar. É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível – sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deixa rastro – tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz. A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do chão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes. Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas. Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece. O coração bate ao reconhecêlo. Pode-se depressa pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o silêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amizade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o silêncio parece aguardar uma resposta – como ardemos  por ser chamados a responder – cedo se descobre que de ti ele nada exige, talvez apenas o teu silêncio. Quantas horas se perdem na escuridão supondo que o silêncio te julga – como esperamos em vão por ser julgados pelo Deus. É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã. Como ultrapassar essa paz que nos espreita. Silêncio tão grande que o desespero tem pudor. Montanhas tão altas que o desespero tem pudor. Os ouvidos se afiam, a cabeça se inclina, o corpo todo escuta: nenhum rumor. Nenhum galo. Como estar ao alcance dessa profunda meditação do silêncio. Desse silêncio sem lembrança de palavras. Se és morte, como te alcançar. É um silêncio que não dorme: é insone: imóvel mas insone; e sem fantasmas. É terrível – sem nenhum fantasma. Inútil querer povoá-lo com a possibilidade de uma porta que se abra rangendo, de uma cortina que se abra e diga alguma coisa. Ele é vazio e sem promessa. Se ao menos houvesse o vento. Vento é ira, ira é a vida. Ou neve. Que é muda mas deixa rastro – tudo embranquece, as crianças riem, os passos rangem e marcam. Há uma continuidade que é a vida. Mas este silêncio não deixa provas. Não se pode falar do silêncio como se fala da neve. Não se pode dizer a ninguém como se diria da neve: sentiu o silêncio desta noite? Quem ouviu não diz. A noite desce com suas pequenas alegrias de quem acende lâmpadas com o cansaço que tanto justifica o dia. As crianças de Berna adormecem, fecham-se as últimas portas. As ruas brilham nas pedras do chão e brilham já vazias. E afinal apagam-se as luzes as mais distantes. Mas este primeiro silêncio ainda não é o silêncio. Que se espere, pois as folhas das árvores ainda se ajeitarão melhor, algum passo tardio talvez se ouça com esperança pelas escadas. Mas há um momento em que do corpo descansado se ergue o espírito atento, e da terra a lua alta. Então ele, o silêncio, aparece. O coração bate ao reconhecêlo. Pode-se depressa pensar no dia que passou. Ou nos amigos que passaram e para sempre se perderam. Mas é inútil esquivar-se: há o silêncio. Mesmo o sofrimento pior, o da amizade perdida, é apenas fuga. Pois se no começo o silêncio parece aguardar uma resposta – como ardemos Surgem as justificações, trágicas justificações forjadas, humildes desculpas até a indignidade. Tão suave é para o ser humano enfim mostrar sua indignidade e ser perdoado com a justificativa de que se é um ser humano humilhado de nascença. Até que se descobre – nem a sua indignidade ele quer. Ele é o silêncio. Pode-se tentar enganá-lo também. Deixa-se como por acaso o livro de cabeceira cair no chão. Mas, horror – o livro cai dentro do silêncio e se perde na muda e parada voragem deste. E se um pássaro enlouquecido cantasse? Esperança inútil. O canto apenas atravessaria como uma leve flauta o silêncio. Então, se há coragem, não se luta mais. Entra-se nele, vai-se com ele, nós os únicos fantasmas de uma noite em Berna. Que se entre. Que não se espere o resto da escuridão diante dele, só ele próprio. Será como se estivéssemos num navio tão descomunalmente enorme que ignorássemos estar num navio. E este singrasse tão largamente que ignorássemos estar indo. Mais do que isso um homem não pode. Viver na orla da morte e das estrelas é vibração mais tensa do que as veias podem suportar. Não há sequer um filho de astro e de mulher como intermediário piedoso. O coração tem que se apresentar diante do nada sozinho e sozinho bater alto nas trevas. Só se sente nos ouvidos o próprio coração. Quando este se apresenta todo nu, nem é comunicação, é submissão. Pois nós não fomos feitos senão para o pequeno silêncio. Se não há coragem, que não se entre. [...]


Clarice Lispector. Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Assinale a alternativa que apresenta a palavra correta em relação ao emprego do hífen. 
Alternativas
Respostas
11681: B
11682: C
11683: D
11684: A
11685: D
11686: D
11687: B
11688: C
11689: C
11690: E
11691: E
11692: A
11693: E
11694: B
11695: C
11696: D
11697: B
11698: C
11699: C
11700: D