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Q3341979 Direito Financeiro
De acordo com a Lei nº 4.320/1964 – Normas Gerais de Direito Financeiro, acompanharão a Lei de Orçamento:
I. Quadros demonstrativos da receita e planos de aplicação dos fundos especiais.
II. Quadros demonstrativos da despesa.
III. Quadro demonstrativo do programa anual de trabalho do Governo, em termos de realização de obras, apenas.
Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3341978 Direito Financeiro
Em relação à Lei Orçamentária Anual, de acordo com a Lei Complementar nº 101/2000 – Lei de Responsabilidade Fiscal, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3341977 Direito Tributário
Conforme as disposições gerais da Lei nº 8.137/1990 – Crimes Contra a Ordem Tributária, econômica e contra as relações de consumo, analisar a sentença.
Os crimes previstos nesta lei são de ação penal pública (1ª parte). Qualquer pessoa poderá provocar a iniciativa do Ministério da Fazenda nos crimes descritos nesta lei, fornecendo-lhe por escrito informações sobre o fato e a autoria, bem como indicando o tempo, o lugar e os elementos de convicção (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q3335056 Direito Administrativo
Analise os itens abaixo de acordo com a Lei 14.133, e em seguida assinale a alternativa correta.

I - Considera-se órgão: unidade de atuação dotada de personalidade jurídica;
II - Considera-se Administração Pública: órgão ou entidade por meio do qual a Administração Pública atua;
III - Considera-se Autoridade: agente público dotado de poder de decisão;
Alternativas
Q3335055 Direito Administrativo
As disposições da Lei Federal n.º 8.429/1992, são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público, induza ou concorra dolosamente para a prática do ato de improbidade.

Assinale a alternativa correta conforme a Lei Federal n.º 8.429/1992.
Alternativas
Q3335053 Direito Financeiro
A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo, obedecidos os princípios de unidade universalidade e anualidade. Integrarão a Lei de Orçamento, exceto:
Alternativas
Q3335052 Direito Administrativo
Em relação aso Atos de Improbidade Administrativa. Indique “V” para verdadeiro e “F” para falso.

( ) Constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública - receber vantagem econômica de qualquer natureza, direta ou indiretamente, para omitir ato de ofício, providência ou declaração a que esteja obrigado.
( ) Constitui ato de improbidade administrativa importando em enriquecimento ilícito - agir ilicitamente na arrecadação de tributo ou de renda, bem como no que diz respeito à conservação do patrimônio público;
( ) Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário - deixar de prestar contas quando esteja obrigado a fazê-lo, desde que disponha das condições para isso, com vistas a ocultar irregularidades;
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Q3335051 Direito Financeiro
Analise os itens a seguir de acordo com a Lei Complementar n.º 101/2000.

I – Entende-se como despesas de custeio – o somatório das receitas tributárias, de contribuições, patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e outras receitas também correntes.
II – Entende-se como empresa controlada: sociedade cuja maioria do capital social com direito a voto pertença, direta ou indiretamente, a ente da Federação;
Alternativas
Q3335049 Administração Financeira e Orçamentária
A Lei Orçamentária Anual (LOA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) são instrumentos da gestão fiscal e orçamentária do setor público. Enquanto, a LOA detalha a ________________ para o ano, especificando os valores destinados a cada área governamental, a LDO estabelece ________________, garantindo que os gastos públicos estejam alinhados com as políticas econômicas e sociais do governo.

Assinale a alternativa que correta e sequencialmente preenche as lacunas presentes no texto.
Alternativas
Q3335048 Auditoria
Os mecanismos de controle financeiro são essenciais para garantir a saúde financeira e sustentabilidade das empresas. Esses incluem a implementação de um Plano de Contas detalhado, realização de auditorias regulares, aplicação de controles internos rigorosos e análise constante das Demonstrações Financeiras.
Considerando as funções dos testes e procedimentos de auditorias, julgue as afirmativas a seguir.

I. Os testes e procedimentos de auditoria visam identificar possíveis erros ou fraudes nas Demonstrações Financeiras, assegurando que os registros contábeis sejam precisos e confiáveis, assegurando a credibilidade das informações financeiras da empresa.
II. A auditoria inclui a revisão de conformidade com políticas externas, tendo como foco dos testes e procedimentos a precisão e confiabilidade dos registros financeiros e a avaliação do desempenho individual de cada funcionário que atua na empresa.
III. Embora a avaliação da satisfação dos clientes seja função de pesquisas de mercado e gestão de relacionamento com clientes, os testes e procedimentos de auditoria se concentram também sobre esse tema, visando melhorar a conformidade da empresa.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3335046 Administração Financeira e Orçamentária
A execução orçamentária é essencial para o cumprimento das metas fiscais estabelecidas pelo governo. Durante o processo de execução, é fundamental monitorar os gastos e receitas para assegurar o equilíbrio fiscal.

Considerando assunto, aponte a alternativa que indica o instrumento é utilizado para verificar se a execução orçamentária está alinhada com as metas fiscais previstas pelo governo.
Alternativas
Q3335044 Administração Financeira e Orçamentária
O anexo de metas fiscais, que faz parte do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), deve incluir informações sobre:
Alternativas
Q3335042 Direito Financeiro
Sobre as disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3335041 Administração Financeira e Orçamentária
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), é proibido ao titular do Poder assumir compromissos financeiros que não possam ser integralmente quitados dentro do exercício corrente, ou que tenham pagamentos previstos para o exercício seguinte, sem a devida disponibilidade de caixa. Essa restrição começa a partir de:
Alternativas
Q3335040 Direito Administrativo
Assinale a alternativa incorreta.

Concorrência: modalidade de licitação para contratação de bens e serviços especiais e de obras e serviços comuns e especiais de engenharia, cujo critério de julgamento poderá ser:
Alternativas
Q3335039 Auditoria
O propósito do auditor é elaborar documentação que forneça:
Alternativas
Q3334980 Noções de Informática
Ao editar e formatar textos no Microsoft Word, para dividir a janela do documento possibilitando a leitura de duas partes diferentes do texto, podese utilizar o comando: 
Alternativas
Q3334962 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A palavra “interesse”, que ocorre no texto, apresenta dois dígrafos, assim como:
Alternativas
Q3334961 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
As vírgulas empregadas no excerto “[...] os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua [...]” ocorrem pelo mesmo motivo que em:
Alternativas
Q3334960 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão


      A sonda chinesa Chang'e-6 retornou à Terra na terça-feira (25), trazendo as primeiras amostras da história do lado oculto da Lua. Esta missão é um marco significativo na exploração lunar e levanta questões importantes sobre a propriedade e o uso da Lua.
    O interesse renovado pela Lua é impulsionado por uma combinação de fatores científicos, econômicos e estratégicos. Do ponto de vista científico, a Lua oferece uma oportunidade única para a pesquisa e a descoberta. Missões recentes, como essa da Chang'e-6, fornecem informações valiosas sobre a composição e a história geológica do satélite, ajudando a entender melhor a formação do sistema Terra-Lua e outros processos planetários.
    A Lua tem depósitos de Hélio-3, um isótopo raro que não é abundante na Terra. O Hélio-3 é considerado uma potencial fonte de combustível para futuras reações de fusão nuclear, que poderiam fornecer uma forma limpa e quase ilimitada de energia. Dominar a tecnologia de fusão nuclear com Hélio-3 poderia revolucionar a produção de energia no planeta, oferecendo uma alternativa limpa às atuais fontes de energia baseadas em combustíveis fósseis. Esse interesse é um dos fatores que impulsionam a nova corrida espacial para a Lua, com implicações tanto científicas quanto econômicas de uma importância revolucionária.
    Economicamente, a Lua possui recursos valiosos, como água congelada nos polos, que podem ser usados para sustentar futuras bases lunares e missões espaciais de longa duração. A água pode ser transformada em hidrogênio e oxigênio, fornecendo combustível para foguetes. Estrategicamente, a presença na Lua permite que as nações afirmem sua liderança no espaço, desenvolvam novas tecnologias e estabeleçam a infraestrutura necessária para a próxima era da exploração espacial. 
    Atualmente, ninguém pode reivindicar a propriedade da Lua por soberania, ocupação ou qualquer outra razão. Esta posição é formalizada principalmente pelo Tratado do Espaço Exterior de 1967, assinado por mais de 100 países, incluindo as principais nações com capacidade espacial como EUA, Rússia e China.
    O Tratado do Espaço Exterior estabelece que a Lua e outros corpos celestes não são passíveis de apropriação nacional por reivindicação de soberania, uso ou ocupação, ou por qualquer outro meio. Este tratado também proíbe a colocação de armas nucleares ou qualquer outro tipo de armas de destruição em massa no espaço exterior, e declara que a Lua deve ser usada exclusivamente para fins pacíficos. Recentemente, os Artemis Accords, liderados pelos EUA, representam um conjunto de princípios para a cooperação internacional na exploração da Lua, Marte e outros corpos celestes. Esses acordos, que complementam o Tratado do Espaço Exterior, visam promover a exploração pacífica e coordenada, incluindo a gestão de recursos lunares.
    Embora o Tratado do Espaço Exterior proíba a apropriação de território, ele permite a extração e uso de recursos. Isso abre a possibilidade de mineração lunar, onde os materiais extraídos podem ser usados para sustentar bases lunares ou como combustível para missões espaciais mais distantes. Empresas privadas, em cooperação com agências espaciais, estão explorando tecnologias e métodos para viabilizar essas atividades.
    A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço. A cooperação entre nações e a diplomacia contínua serão essenciais para garantir que a Lua continue sendo um patrimônio comum da humanidade. As recentes explorações exemplificam os avanços e desafios que enfrentamos na exploração espacial, destacando a necessidade de uma abordagem internacional pacífica. Que assim seja.


LAPOLA, M. Quem é o dono da Lua? Interesse crescente na exploração do satélite reacende discussão. Revista Galileu: Quânticas. Adaptado. Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/blog/2024/07/quem-e-o-dono-da-lua.ghtml>
A expressão que melhor substitui a preposição “sobre”, que ocorre no excerto “A crescente atividade espacial também levanta preocupações sobre a governança e a gestão de possíveis conflitos no espaço.”, é (considere, quando necessário, que ocorre a contração da preposição com o artigo “a”, que sucede “sobre” no contexto dado): 
Alternativas
Respostas
6541: B
6542: A
6543: B
6544: D
6545: E
6546: B
6547: A
6548: A
6549: C
6550: C
6551: C
6552: B
6553: E
6554: E
6555: D
6556: B
6557: A
6558: D
6559: A
6560: B