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Q3552812 Direito Financeiro
O princípio orçamentário que determina que cada ente da federação deve elaborar um único orçamento anual, reunindo todas as suas receitas e despesas previstas para o exercício financeiro, é denominado:
Alternativas
Q3552806 Direito Empresarial (Comercial)
Conforme a legislação societária brasileira, especificamente no que se refere às sociedades anônimas, assinale a alternativa correta sobre a fixação do capital social: 
Alternativas
Q3552803 Direito Tributário
De acordo com a legislação vigente, na apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), quando adotado o regime de lucro real, presumido ou arbitrado, a parcela do lucro que exceder o valor de _____ pelo número de meses do respectivo período de apuração estará sujeita à incidência do adicional do imposto de renda à alíquota de dez por cento (10%). Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no enunciado a seguir:
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Q3552800 Noções de Informática
No Excel, qual é o procedimento mais adequado para inserir um gráfico que represente corretamente os dados selecionados? 
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Q3552799 Noções de Informática
Em uma planilha do Excel, qual é a função da referência absoluta em uma fórmula e como ela é representada? 
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Q3552797 Sistemas Operacionais
Samanta acabou de adquirir um computador e deseja utilizar o recurso de histórico da Área de Transferência do sistema Windows. Para isso, será necessário ativar essa funcionalidade pela primeira vez. Considerando as configurações padrão do sistema, escolha a alternativa que ativa o histórico da Área de Transferência: 
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Q3552794 Raciocínio Lógico
Em uma pesquisa, os entrevistados deveriam responder a duas perguntas, P1 e P2, com uma das respostas: ‘sim’ ou ‘não’.

 P1: Você consome produtos da marca Alfa? P2: Você consome produtos da marca Beta?

Identificou-se que 70% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P1. Sabe-se também que 40% dos entrevistados responderam ‘sim’ à P2. Além disso, sabendo-se que 10% dos entrevistados responderam ‘não’ às duas perguntas, quantos por cento responderam ‘sim’ às duas perguntas?
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Q3552790 Raciocínio Lógico

A figura abaixo mostra uma sequência feita com palitos de fósforo:



Imagem associada para resolução da questão



Observe que o primeiro elemento da sequência foi feito com 3 palitos. Com quantos palitos será feito o 9° elemento da sequência? 

Alternativas
Q3552786 Português
Em “Tem vezes que nós ficamos estacionados na vida”, a expressão destacada, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, pode ser substituída corretamente por:
Alternativas
Q3552784 Português
Assinale a alternativa em que o sentido geral expresso pela forma do verbo “assistir” é diferente do sentido do mesmo verbo nas demais alternativas. 
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Q3552783 Português
“Dê-me um cigarro Diz a gramática Do professor e do aluno E do mulato sabido Mas o bom negro e o bom branco Da Nação Brasileira Dizem todos os dias Deixa disso camarada Me dá um cigarro”

(Pronominais, de Oswald de Andrade)

Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta das expressões empregadas no poema acima. 
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Q3552782 Português
“O céu de lá era de um azul(1) tão azul(2), mas tão azul que(3) contrastava com aquelas nuvens tão(4) branquinhas(5).” (A menina que desenhava, de Márcia Hazin)
Assinale a afirmativa correta em relação ao emprego das palavras destacadas e identificadas por números no enunciado acima.
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Q3552781 Português
“No outro dia estava pior; tratei-me enfim, mas incompletamente, sem método, nem cuidado, nem persistência; tal foi a origem do mal que me trouxe à eternidade.” (Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis)
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita totalmente correta do trecho acima e sem alteração do seu significado básico original.
Alternativas
Q3552780 Português

“(...) pela manhã dera logo as providências para que tudo voltasse aos seus eixos o mais depressa possível.” (O Cortiço, de Aluísio Azevedo)


Mantendo-se o mesmo sentido, a expressão destacada no trecho anterior pode ser substituída adequadamente por: 

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Q3552779 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .
Assinale a alternativa em que a palavra destacada no trecho transcrito do texto está sendo empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3552778 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .

“O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana”

No trecho acima, as palavras destacadas, na mesma ordem em que se encontram, são sinônimas de: 

Alternativas
Q3552777 Português
Do fogo à inteligência artificial: uma crônica
sobre a evolução humana



          Era uma vez, há milhares de anos, um grupo de humanos primitivos sentado ao redor de uma fogueira recém-descoberta. Para eles, o fogo não era apenas calor; era um milagre. Iluminava a escuridão, afastava os predadores e permitia que a carne fosse cozida, facilitando a digestão. Naquele momento, talvez sem saber, esses nossos ancestrais haviam dado um passo crucial no que chamamos de “progresso”. Agora, feche os olhos por um instante e imagine. Troque a fogueira por uma tela brilhante de um smartphone. Substitua as cavernas por apartamentos e as pinturas rupestres por posts nas redes sociais. Mais de 10 mil anos se passaram, mas será que realmente mudamos tanto assim?

      Na pré-história, as ferramentas eram simples: uma pedra lascada, uma lança, o domínio do fogo. Hoje, nossas ferramentas são algoritmos, redes de alta velocidade e inteligências artificiais. O paradoxo está em como continuamos sendo movidos pela mesma essência humana: a curiosidade de entender, criar e sobreviver.

      O filósofo Martin Heidegger dizia que a técnica é muito mais do que ferramentas; é um modo de revelar o mundo. Quando o homem primitivo lascava uma pedra, ele revelava sua capacidade de transformar a natureza a seu favor. Quando usamos a tecnologia hoje, revelamos nosso desejo de superar limites. Mas Heidegger também nos alerta: será que não estamos nos tornando escravos de nossas próprias criações? Naquele tempo, o fogo era uma conquista compartilhada. Todos se reuniam ao seu redor, unidos por um objetivo comum. Hoje, nossas tecnologias, embora conectem o mundo, muitas vezes nos isolam em bolhas individuais. Quantos de nós, mesmo sentados à mesma mesa, olhamos para as telas ao invés de olhar nos olhos uns dos outros? É curioso pensar que, ao mesmo tempo em que avançamos tanto, ainda carregamos os mesmos dilemas. Na pré-história, lutávamos contra a natureza para sobreviver; hoje, lutamos contra o excesso de informações para encontrar significado. Naquela época, nossas ferramentas eram uma extensão de nosso corpo; hoje, parecem uma extensão de nossa mente.

       Então, aqui estamos nós, filhos do fogo e pais da inteligência artificial. Talvez a maior lição que possamos tirar da pré-história seja esta: é a forma como usamos nossas ferramentas – e não elas mesmas – que define quem somos. Se o fogo foi capaz de unir nossos ancestrais, que a tecnologia possa nos lembrar que, acima de tudo, somos humanos. E aí (...) que tipo de legado queremos deixar para aqueles que olharão para nossas ferramentas no futuro?


FARIAS, Gilberto. Do fogo à inteligência
artificial: uma crônica sobre a evolução humana.
15 dez. 2024. Disponível em<https://historiacomgilbertofarias.blogspot.com/
2024/12/do-fogo-inteligencia-artificialuma.html>. .
Assinale a alternativa que corresponde às ideias apresentadas no texto “Do fogo à inteligência artificial: uma crônica sobre a evolução humana”.
Alternativas
Q3552666 Direito Financeiro
Um município está elaborando sua Lei Orçamentária Anual (LOA) para o próximo exercício. Em um dos anexos da proposta orçamentária, a equipe técnica decide apresentar um consolidado das despesas por órgão, sem, contudo, detalhar o que cada órgão gastará em termos de investimentos, custeio ou pagamento de pessoal, justificando que a plenitude do detalhamento tornaria o documento excessivamente extenso. Além disso, para fins de simplificação, a proposta não discrimina a totalidade das receitas previstas, apresentando apenas um montante global da arrecadação esperada. Essa abordagem é criticada por um grupo de vereadores, que alegam que tal estrutura dificulta a fiscalização e a compreensão pública do orçamento. Diante dos princípios orçamentários aplicáveis à Lei Orçamentária Anual, assinale a alternativa que apresenta os princípios violados pela forma de apresentação do orçamento municipal.  
Alternativas
Q3552665 Administração Financeira e Orçamentária
O Ministério da Educação (MEC) planeja um novo programa de incentivo à pesquisa científica em universidades federais. Para garantir a transparência e a correta alocação dos recursos, a equipe orçamentária precisa classificar as despesas de forma a refletir a natureza do gasto, a função do governo a que se destina e a finalidade do gasto em termos de programas e projetos. Uma parte dos recursos será destinada à compra de equipamentos de laboratório de alta tecnologia, outra à contratação de pesquisadores por tempo determinado para atuação em projetos específicos, e uma terceira parcela ao custeio de bolsas de pesquisa para alunos de pós-graduação.

Considerando as classificações orçamentárias e a estrutura programática no orçamento público brasileiro, assinale a alternativa que apresenta, na sequência correta, as classificações aplicáveis a esses diferentes tipos de despesas.
Alternativas
Q3552664 Administração Financeira e Orçamentária
Um estado da federação está em processo de elaboração de seu Plano Plurianual (PPA) para os próximos quatro anos. Durante esse processo, a equipe de planejamento enfrenta o desafio de integrar as projeções de longo prazo com as demandas anuais e as restrições fiscais. A Secretaria de Planejamento argumenta que o PPA deve ser ambicioso, estabelecendo grandes metas estruturantes para o desenvolvimento estadual, enquanto a Secretaria da Fazenda insiste na necessidade de que as metas sejam realistas e compatíveis com a capacidade de endividamento e a sustentabilidade fiscal. Paralelamente, o Poder Legislativo estadual aprova a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o primeiro ano de vigência do novo PPA, que inclui diretrizes específicas sobre prioridades e metas para o orçamento anual, bem como regras para a elaboração e execução da Lei Orçamentária Anual (LOA), com foco na contenção de despesas de custeio.

Analisando a relação entre o PPA, a LDO e a LOA no contexto do sistema de planejamento e orçamento federal (aplicável subsidiariamente aos estados), assinale a alternativa que expressa corretamente essa articulação.
Alternativas
Respostas
4281: E
4282: D
4283: C
4284: D
4285: A
4286: C
4287: D
4288: A
4289: E
4290: A
4291: B
4292: D
4293: C
4294: A
4295: D
4296: C
4297: B
4298: B
4299: E
4300: D