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I. Uma das principais referências para gestão de ativos de TI é a família de normas ISO/IEC 19770. II. Uma das vantagens de se utilizar recursos de infraestrutura de uma nuvem pública (Infrastructure as a Service - IaaS) é que não é necessário realizar o gerenciamento destes ativos, uma vez que são gerenciados pelos próprios provedores. III. A Gestão de Ativos de Software (Software Asset Management - SAM) é uma prática de negócios que envolve todo o ciclo de vida do ativo de TI, como gerenciar e otimizar a compra, implantação, manutenção, utilização e aposentadoria de software dentro de uma organização. IV. Uma questão importante na Gestão de Ativos de Hardware é o descarte apropriado de equipamentos e componentes. Procedimentos formais para o descarte seguro de mídias de armazenamento devem ser definidos para minimizar o risco de vazamento de informações sensíveis para pessoas não autorizadas.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
I. Convém que todos os funcionários e partes externas sejam alertados sobre sua responsabilidade de notificar qualquer evento de segurança da informação o mais rapidamente possível. II. Situações de violação da disponibilidade, confidencialidade e integridade da informação devem ser consideradas para a notificação de um evento de segurança da informação. III. Mau funcionamento ou outro comportamento anômalo do hardware ou software não deve ser reportado como um evento de segurança da informação, mas reportado como uma ordem de serviço ao setor de suporte da organização.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
Algoritmo A a= 0; for (; i != 10; i+=2){ a= a+1; }
Algoritmo B a= 0; do { a= a+1; i= i+2; }while (i <10);
.O valor de a será o mesmo em ambos os algoritmos para qualquer valor de i. .Para i=2, o valor final de a será 4 para ambos os algoritmos. .Os algoritmos funcionam corretamente para i inicializado com valor negativo.
É CORRETO apenas o que se afirma em:
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44
Texto-base para a questão.
Ao fazer o cotejo da nossa lista de duzentos verbos com esses quatro importantes instrumentos de referência*, ficou claríssimo para nós o que já percebíamos intuitivamente: a regência verbal da modalidade escrita formal do português brasileiro contemporâneo é bastante variável e as condenações da tradição a determinados usos não têm efetiva sustentação nem nos dados, nem nos instrumentos normativos.
Há nisso um tremendo paradoxo: os instrumentos normativos são, em geral, mais flexíveis do que o discurso categórico que prevalece no sistema escolar, na mídia, no trabalho de revisores, nas provas de concursos e nos testes de escolaridade.
A cultura filológica e linguística – apesar de, algumas vezes, se mover com certa timidez ou ambiguidade – tem claramente se afastado, em boa medida, da prescrição cega da interdição categórica. Até porque o uso da língua desmente qualquer dessas atitudes inflexíveis.
* Dicionário de verbos e regimes, de Francisco Fernandes; O problema da regência, de Antenor Nascentes; Dicionário prático de regência verbal, de Celso Pedro Luft; Dicionário gramatical de verbos do português contemporâneo, organizado por Francisco da Silva Borba.
VIEIRA, F. E.; FARACO, C. A. Escrever na universidade: gramática da norma e referência. São Paulo: Parábola, 2022. p. 43-44