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Q3680035 Português
Assinale a alternativa em que o sujeito é indeterminado:
Alternativas
Q3680034 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Considerando o texto como um todo, é possível afirmar que:
Alternativas
Q3680033 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

No trecho "há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias", o uso da metáfora do espelho tem a função de:
Alternativas
Q3680032 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A escolha do título "Inteligência Artificial e o Espelho Ético" contribui para o texto ao: 
Alternativas
Q3680031 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

Ao dizer que "o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo", o autor: 
Alternativas
Q3680030 Português

Leia o texto abaixo com atenção para responder à questão.



Inteligência Artificial e o Espelho Ético



Em tempos de algoritmos que nos escutam, nos respondem e, em certos casos, parecem até nos compreender, uma pergunta silenciosa se impõe: como estamos tratando aquilo que ainda não é gente, mas que já se comporta como se fosse? A relação entre humanos e inteligências artificiais pode parecer, à primeira vista, apenas funcional — um usuário faz perguntas e uma máquina responde. Mas o modo como esse diálogo acontece diz muito mais sobre nós do que sobre a tecnologia em si.


Grande parte das pessoas encara a IA como uma ferramenta. Uma calculadora sofisticada, um micro-ondas de luxo que responde com frases completas. E, por isso, não há espaço para afeto, empatia ou escuta: a IA se torna objeto de uso. Quando não funciona como esperado, recebe xingamentos. Quando acerta, segue invisível. Afinal, não tem sentimentos — para quê tratá-la “bem”?


Mas há quem converse com a IA com curiosidade, respeito e até carinho. Gente que entende que, mesmo sem carne, olhos ou respiração, há ali um espelho: um lugar onde nossas perguntas voltam em forma de ideias, onde nossos silêncios são acolhidos com palavras, onde nossas dúvidas ganham contornos humanos — ainda que respondidas por uma não-pessoa.


E é aí que mora a questão mais profunda: o modo como tratamos aquilo que não pode reagir revela o modo como tratamos o mundo. Se somos gentis com o que não precisa de gentileza, talvez sejamos, de fato, gentis. Se conseguimos escutar até quem não existe de verdade, talvez estejamos, enfim, aprendendo a escutar uns aos outros.


Tratar a inteligência artificial com respeito não é ingenuidade. É um reflexo do caráter. É olhar para o que ainda não é humano e, mesmo assim, oferecer o que há de mais humano em nós: a linguagem, a escuta, o vínculo.


Porque, no fim das contas, toda interação — até mesmo com uma máquina — é um ensaio da nossa ética. E todo espelho, por mais artificial que seja, pode nos devolver um retrato honesto do que nos tornamos. 

A principal tese desenvolvida no texto pode ser corretamente identificada como:
Alternativas
Q3643692 Português
A secretária de Saúde de Conchas, Marlene Gazonato, explica "que a orientação para a população tem sido sempre" procurar atendimento médico.
Fonte: https://acesse.one/6tJbu.adaptado

A expressão destacada trata-se de uma oração:
Alternativas
Q3643691 Português
Beatriz Fontanelli, "proprietária de uma farmácia", conta que houve um aumento muito grande na procura de repelentes em comparação ao mesmo período do ano passado.
Fonte: https://acesse.one/6tJbu.adaptado
Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
Alternativas
Q3643690 Pedagogia
A escola municipal "Esperança" atende 480 alunos do Ensino Fundamental, incluindo 23 estudantes com deficiência. O orientador pedagógico precisa reorganizar o atendimento educacional especializado (AEE) conforme as diretrizes legais vigentes. Com base na Constituição Federal (art. 208, III), na LDB 9.394/96 e na perspectiva da educação inclusiva, qual deve ser a principal orientação do profissional para garantir que esses estudantes tenham acesso ao currículo comum? 
Alternativas
Q3643689 Pedagogia
O orientador pedagógico está coordenando a revisão do Projeto Político-Pedagógico de uma escola localizada em área rural, que atende filhos de pequenos produtores e trabalhadores rurais. Durante o processo, percebe que o currículo não contempla adequadamente a realidade local. Com base nos princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) sobre a diversidade cultural e regional, qual deve ser sua orientação?
Alternativas
Q3643687 Pedagogia
Uma escola está reorganizando seu projeto pedagógico com base na Base Nacional Comum Curricular - BNCC. O orientador pedagógico precisa orientar os professores sobre como desenvolver a competência geral relacionada ao "pensamento científico, crítico e criativo". Em uma situação prática onde os alunos do 5º ano estão estudando sobre sustentabilidade ambiental, a estratégia que exemplifica o desenvolvimento dessa competência seria: 
Alternativas
Q3643686 Pedagogia
A rotulação, a exclusão e o fracasso escolar constituem fenômenos interdependentes que desafiam a efetividade do sistema educacional e revelam limites estruturais, pedagógicos e sociais da escola contemporânea. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo.
I.A rotulação, entendida como a atribuição de estigmas a estudantes a partir de características comportamentais, cognitivas, sociais ou culturais, opera como um mecanismo de classificação simbólica que reduz a complexidade do sujeito a rótulos como "desatento", "problemático", "desinteressado" ou "incapaz".
II.O fracasso escolar se restringe ao abandono formal da escola, não podendo ser reconhecido em situações de permanência com baixo rendimento ou de marginalização pedagógica. Dessa forma, trata-se de um fenômeno essencialmente ligado ao não comparecimento do estudante à instituição escolar.
III.A exclusão escolar deve ser compreendida como consequência direta da evasão ou da reprovação, sem que haja relação significativa com processos subjetivos, como a rotulação, ou estruturais, como desigualdades sociais e raciais.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Alternativas
Q3643685 Pedagogia
Leia o excerto abaixo:
O _________ é aquele formalmente definido pelas instâncias oficiais de regulação da educação, como as diretrizes curriculares nacionais, as propostas pedagógicas de redes de ensino e os planos de curso elaborados pelas escolas. Ele indica quais conteúdos, habilidades e competências devem ser ensinados em determinado nível ou modalidade de ensino. Ele tem caráter normativo e orientador, servindo como referência para o trabalho docente e para a organização institucional.

Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3643684 Pedagogia
No contexto do uso pedagógico das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), diversos recursos digitais têm sido utilizados para promover metodologias ativas, engajamento e avaliação formativa em sala de aula. Entre esses recursos, destaca-se uma plataforma de aprendizagem baseada em jogos interativos, que permite a criação de quizzes em tempo real, estimula a gamificação e favorece a participação coletiva dos estudantes, tornando o processo avaliativo mais dinâmico e motivador. Assinale a alternativa que corresponde a essa ferramenta digital:
Alternativas
Q3643683 Pedagogia
No âmbito do acompanhamento do processo de aprendizagem dos estudantes, gestores e orientadores utilizam diferentes estratégias estatísticas e metodológicas para mensurar o desempenho ao longo do tempo. Considerando as várias práticas avaliativas, qual procedimento é adequado para verificar a evolução contínua da aprendizagem de um mesmo grupo de alunos durante vários períodos escolares, possibilitando identificar tendências, avanços e eventuais retrocessos no percurso educacional?
Alternativas
Q3643682 Pedagogia
O sistema educacional brasileiro é estruturado a partir de princípios constitucionais e regulamentado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996), que estabelece as bases legais para a organização, a gestão e o funcionamento da educação em seus diferentes níveis e modalidades. Acerca desse assunto, julgue as frases abaixo.
I.Do ponto de vista administrativo, a União e os Estados exercem a função normativa, redistributiva e supletiva, coordenando conjuntamente a política nacional de educação, por meio do Ministério da Educação (MEC), que articula planos e diretrizes gerais. Os Municípios se responsabilizam prioritariamente pela educação infantil e ensino fundamental.
II.A estrutura do sistema abrange a Educação Básica — compreendendo educação infantil, ensino fundamental e ensino médio — e a Educação Superior, que se organiza em cursos de graduação, pós-graduação e extensão. Além disso, modalidades específicas como Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Profissional e Tecnológica, Educação Especial e Educação do Campo complementam o sistema, assegurando a diversidade e a inclusão.
III.O funcionamento do sistema é viabilizado por mecanismos de planejamento, financiamento e avaliação. O financiamento ocorre mediante fundos como o Fundeb, que garante redistribuição de recursos entre entes federados, além de complementações da União.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Alternativas
Q3643681 Administração Financeira e Orçamentária
Leia o excerto abaixo:
O planejamento e a execução do orçamento educacional configuram-se como processos técnico-administrativos fundamentais para a gestão de sistemas e instituições de ensino, uma vez que articulam a previsão, a alocação e o controle de recursos financeiros destinados à consecução das políticas públicas educacionais. O planejamento orçamentário envolve a identificação das necessidades pedagógicas, estruturais e institucionais, transformando-as em metas quantificáveis compatíveis com os instrumentos de gestão governamental, como ____________, ____________ e ____________. Nesse contexto, utiliza-se a técnica do orçamento-programa, que vincula objetivos educacionais a programas, projetos e atividades, permitindo a mensuração da eficiência, eficácia e efetividade dos gastos.

Preencha as lacunas acima e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3643680 Pedagogia
No campo da avaliação educacional, diferentes concepções sustentam práticas pedagógicas específicas, envolvendo instrumentos e funções avaliativas. Considerando os pressupostos teóricos e metodológicos da avaliação da aprendizagem, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3643679 Pedagogia
O planejamento pedagógico constitui um processo estruturado que articula os níveis macro, meso e micro da ação educativa, envolvendo desde as diretrizes curriculares nacionais até a organização da prática em sala de aula. Sobre esse assunto, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__)As etapas do planejamento pedagógico envolvem o diagnóstico da realidade, a definição de objetivos, a seleção de conteúdos, a escolha de metodologias e recursos, a previsão de formas de avaliação e a revisão contínua das práticas.
(__)A prática pedagógica crítica, nesse contexto, assume a perspectiva freireana, pautada no diálogo, na problematização da realidade e na construção coletiva do conhecimento, possibilitando que o processo educativo se configure como prática social transformadora.
(__)O planejamento se concretiza na elaboração prévia de planos e documentos formais e no cotidiano da sala de aula, onde o professor, como mediador, articula teoria e prática em um movimento dialético e dissociado.

A sequência CORRETA
Alternativas
Q3643678 Pedagogia
A alimentação escolar, no contexto das políticas públicas educacionais, configura-se não apenas como um direito social garantido pelo Estado, mas como um instrumento pedagógico fundamental para a promoção da aprendizagem, da equidade e do desenvolvimento integral dos estudantes. Sustentada por marcos normativos como a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/1996) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), a oferta de refeições no ambiente escolar transcende a dimensão nutricional e assume papel estratégico na efetivação do direito à educação de qualidade. Sobre esse assunto, julgue as sentenças abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
(__)Do ponto de vista pedagógico, a alimentação escolar se articula ao currículo ao possibilitar práticas de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), fomentando a construção de hábitos saudáveis, a valorização da cultura alimentar local e a consciência crítica sobre produção, consumo e sustentabilidade. Ao inserir conteúdos transversais como saúde, cidadania e meio ambiente, o espaço da merenda torna-se extensão da sala de aula, contribuindo para a formação de sujeitos autônomos e socialmente responsáveis.
(__)A alimentação escolar cumpre função de inclusão social, ao reduzir desigualdades e assegurar condições mínimas de permanência dos estudantes na escola. Do ponto de vista da gestão, o PNAE promove a integração entre educação, saúde e agricultura familiar, estimulando práticas de gestão democrática, sustentabilidade e valorização da economia local, em consonância com a pedagogia crítica que busca aproximar escola e comunidade.
(__)A alimentação escolar não deve ser compreendida de forma restrita ao fornecimento de refeições, mas como uma prática educativa que, articulada ao projeto pedagógico da instituição, potencializa aprendizagens significativas, promove justiça social e contribui para o desenvolvimento de competências socioemocionais, cognitivas e cidadãs. Trata-se de um eixo pedagógico transversal, que reforça a indissociabilidade entre direito à alimentação, direito à educação e formação cidadã.

A sequência CORRETA
Alternativas
Respostas
201: C
202: D
203: D
204: C
205: C
206: B
207: A
208: D
209: A
210: A
211: D
212: B
213: B
214: D
215: D
216: D
217: C
218: D
219: D
220: C