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Q3234632 Pedagogia
Em consonância com a perspectiva de Vasconcellos, analise as asserções abaixo, marque, posteriormente, a alternativa correspondente.

I - A orientação educacional desempenha uma importante tarefa na construção do Projeto Político-Pedagógico (PPP), seja na fase de sensibilização, quanto na construção e, depois, na concretização.
II - Além de sua participação ativa em todos os passos da construção do PPP, a orientação educacional, entre outras tantas coisas, em função do seu contato com vários segmentos da escola (alunos, pais, funcionários), pode trazer preciosas contribuições no sentido de alertar para pontos da programação que eventualmente não estão sendo concretizados.
Alternativas
Q3234631 Pedagogia
Complete o excerto abaixo, extraído dos Parâmetros Curriculares Nacionais.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais, referenciais para a renovação e reelaboração da proposta curricular, reforçam a importância de que cada escola formule seu projeto educacional, compartilhado por toda a equipe, para que a melhoria da qualidade da educação resulte da _______________entre todos os educadores. A forma mais eficaz de elaboração e desenvolvimento de projetos educacionais envolve o debate em grupo e no local de trabalho.
Alternativas
Q3234630 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo:

I – O orientador pedagógico auxilia no desenvolvimento acadêmico e emocional dos alunos.
II – O orientador pedagógico exerce o papel de mediador nas relações entre professores, alunos e famílias.
III – O orientador pedagógico desempenha um papel relevante na supervisão do planejamento curricular, assegurando que os objetivos pedagógicos sejam alcançados.
IV – O orientador pedagógico atua na proposição de estratégias voltadas para o aprimoramento didático, em prol do desenvolvimento profissional dos educadores.

É verdadeiro o que se afirma em:
Alternativas
Q3234629 Pedagogia
De acordo com Vasconcellos, se o objetivo é uma orientação profissional dentro de uma proposta renovada, é absolutamente decisivo que os alunos assumam qual papel?
Alternativas
Q3234628 Pedagogia
Em relação ao saber e fazer pedagógico, a orientação educacional também corrobora o trabalho de orientação vocacional. Assim, analise as afirmativas abaixo:

I – Dentro do trabalho de orientação vocacional, há educadores que apontam na direção da empregabilidade, outros para o empreendedorismo.
II – No trabalho de orientação vocacional, a falta de análise crítica é responsável por introjetar a culpa pelo fracasso na própria vítima ou criar uma expectativa alienada, na medida em que o modelo social não é posto em questão.
III – O orientador deve provocar o supervisor/coordenador, e ambos problematizarem a prática pedagógica da escola e dos professores, objetivando prover adequações que se façam necessárias, dentre elas, é possível citar o processo de avaliação implementado pela unidade de ensino.

É verdadeiro o que se afirma em:
Alternativas
Q3234627 Pedagogia
Os Parâmetros de Qualidade de Educação Infantil foram segmentados em diferentes áreas, cada uma com princípios e práticas específicas relacionadas à qualidade da educação infantil. Nesse sentido, os “insumos pedagógicos e materiais” fazem parte de qual das áreas abaixo destacadas?
Alternativas
Q3234626 Pedagogia
Em relação aos conselhos escolares, analise as afirmativas e assinale a que traz um dado incorreto.
Alternativas
Q3234625 Pedagogia
Analise as afirmativas abaixo. Marque V (verdadeiro) e F (falso) e, posteriormente, a alternativa correspondente.

[...] O trabalho com os alunos representantes de classe é um dos campos clássicos de atuação da orientação educacional.
[...] A escola deve trabalhar com representantes (ou líderes) de classe a fim de ampliar o protagonismo dos alunos (desde o 1º ano do ensino fundamental).
[...] O trabalho sistemático com os representantes de classe ajuda a inserção fragmentada da gestão nas dimensões Pedagógica, Comunitária e Administrativa da escola.
[...] Um currículo que tem como eixo a humanização não deve deixar de lado a vida concreta do aluno, as questões do cotidiano escolar.
Alternativas
Q3234624 Pedagogia
Ao analisar as diferentes fases e concepções já vivenciadas pela orientação educacional no Brasil, assinale a alternativa que corresponde aos seguintes atributos: “Nesse período, entre outras atribuições e linhas de atuação, o orientador educacional é compreendido como um profissional que atua num processo dialógico entre escola e sociedade, constituindo-se como um pesquisador da realidade a fim de melhor detectar e encaminhar as necessidades educativas da comunidade escolar”
Alternativas
Q3233928 Noções de Informática
No Microsoft Excel, a funcionalidade de classificação de dados é amplamente utilizada para organizar e gerenciar dados de forma eficiente, permitindo que as informações sejam exibidas de maneira mais clara e estruturada.
Com base nesse recurso, analise as alternativas a seguir e assinale aquela que apresenta uma afirmativa correta sobre a funcionalidade de classificação no Microsoft Excel:
Alternativas
Q3233927 Noções de Informática
No Microsoft Word 2019, é possível realizar diversas ações de edição e formatação de textos.
Sabendo disso, ao selecionar um parágrafo no Microsoft Word 2019 e pressionar as teclas de atalho Ctrl + E, qual será o resultado obtido: 
Alternativas
Q3233926 Noções de Informática
A navegação na internet envolve a interação com diversos elementos visuais das páginas, incluindo janelas que podem surgir de forma inesperada.
Com base nos conceitos relacionados à navegação na internet, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir: "____________ são janelas que surgem automaticamente, sem solicitação do usuário, sobrepondo a janela principal do navegador ao acessar determinados sites." 
Alternativas
Q3233925 Noções de Informática
No sistema operacional Windows 7, os usuários têm acesso a ferramentas que facilitam a organização de informações e tarefas, como anotar lembretes rápidos, registrar números de telefone ou outras informações que normalmente seriam escritas em papel.
Qual é o aplicativo nativo do Windows 7 que permite realizar essas ações de forma prática e intuitiva?
Alternativas
Q3233924 Noções de Informática
No contexto do sistema operacional Windows 7, os menus desempenham um papel significativo na interação do usuário com o ambiente, proporcionando acesso rápido a comandos e funcionalidades. Com base nessa premissa, analise o enunciado a seguir e escolha a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto:
Os ______________ são exibidos temporariamente quando o usuário clica ou posiciona o cursor do mouse sobre determinado elemento. Esses menus permanecem ocultos até que sejam acionados, contribuindo para a organização e economia de espaço na interface.
Alternativas
Q3233913 Português
A figura de linguagem denominada sinestesia ocorre quando há transferência de sentido de um plano sensorial, como a audição, para outro, como o paladar, causando um misto de sensações. É o que se verifica na sentença:
Alternativas
Q3233912 Português
Dentre os conjuntos de palavras a seguir, aquele em que todas as palavras dadas apresentam sufixos é: 
Alternativas
Q3233911 Português
O acento indicativo de crase está empregado corretamente apenas em:
Alternativas
Q3233910 Português
As sentenças a seguir apresentam lacunas que devem ser preenchidas por um dos termos parônimos dados entre parênteses, ao final de cada uma. Analise-as e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente essas lacunas.

I. Não sabia …. o que fazer. (mais/ mas)
II. Escolheu um …. momento para dar a notícia. (mal/ mau)
III. Ela se preocupa …. considera o amigo inconsequente. (porque/ porquê/ por que/ por quê).
IV. Não trouxe nada para casa …. a decepção da derrota. (senão/ se não)
Alternativas
Q3233909 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Medo da eternidade


     Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

     

      Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

     – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 

     – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

     – Não acaba nunca, e pronto.


      Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.


      Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      – E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

     – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.


     Perder a eternidade? Nunca.

     O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      – Acabou-se o docinho. E agora?

      – Agora mastigue para sempre. 


      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.


     Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.


     – Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 


    – Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.


   Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.


LISPECTOR, C. Medo da eternidade. In: LISPECTOR, C.

A descoberta do mundo. 1984, p. 446-448. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5889/medo-daeternidade>.

Observe a relação de concordância nominal no trecho “Disse eu em fingidos espanto e tristeza”. Verifica-se exatamente o mesmo tipo de concordância na sentença:
Alternativas
Q3233908 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Medo da eternidade


     Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

     

      Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

     – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 

     – Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.

     – Não acaba nunca, e pronto.


      Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.


      Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

      – E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.

     – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.


     Perder a eternidade? Nunca.

     O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

      – Acabou-se o docinho. E agora?

      – Agora mastigue para sempre. 


      Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.


     Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.


     – Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 


    – Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.


   Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.


LISPECTOR, C. Medo da eternidade. In: LISPECTOR, C.

A descoberta do mundo. 1984, p. 446-448. Disponível em

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/5889/medo-daeternidade>.

O advérbio em [...] eu mastigava obedientemente, sem parar” exprime uma circunstância de:
Alternativas
Respostas
681: C
682: A
683: A
684: A
685: A
686: D
687: E
688: E
689: C
690: A
691: D
692: E
693: D
694: A
695: C
696: D
697: A
698: D
699: A
700: C