Questões de Concurso Comentadas para orientador educacional

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Q3750164 Noções de Informática
Sobre noções básicas de Internet e Correio Eletrônico (E-mail), assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3750161 Sistemas Operacionais
O Windows 10 oferece diversas ferramentas e configurações que permitem que o usuário personalize o ambiente e otimize o desempenho do sistema. Assinale a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3750158 Português
A concordância verbal e nominal está plenamente de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3750149 Português
Vou-me embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive
E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d’água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcaloide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar — Lá sou amigo do rei — Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada.
Fonte: BANDEIRA, Manuel. Libertinagem. Rio de Janeiro: Editora Global, 1930.


Após leitura do poema “Vou-me embora pra Pasárgada”, de Manuel Bandeira, analise, como verdadeiras (V) ou falsas (F), as afirmativas a seguir.

I. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo em destaque apresenta a colocação pronominal denominada mesóclise, que é bem comum nos textos dos escritores do cânone literário;
II. Nos versos “De tal modo inconsequente\ Que Joana a Louca de Espanha”, o termo em destaque classifica-se como pronome relativo;
III. No verso “Vou-me embora pra Pasárgada”, o termo “pra” não se adequa ao uso da normapadrão e deve ser, imediatamente, corrigido;
IV. Os verbos “escolherei”, “farei”, “andarei”, “montarei” e “subirei” estão conjugados na primeira pessoa do singular do futuro do presente do modo indicativo. 


Após análise das afirmativas, conclui-se que a sequência correta é:
Alternativas
Q3750148 Português
Imagem associada para resolução da questão


No que diz respeito às funções da linguagem, percebe-se que, no anúncio apresentado, a Coca-Cola usa, predominantemente:
Alternativas
Q3750146 Português
No que diz respeito ao uso do hífen, assinale, a seguir, a alternativa cuja palavra está grafada incorretamente.
Alternativas
Q3750144 Português
As conjunções integrantes precedem as orações que possuem valor de substantivo. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa em que o “se” possui função de conjunção integrante.  
Alternativas
Q3750143 Português
Assinale, a seguir, a alternativa cuja oração em destaque não se trata de uma oração subordinada adjetiva.
Alternativas
Q3750141 Português
Cultura: por que e para quem?

Fernando Silva


    Afinal, você tem cultura? A resposta é simples: sim, você tem!

   O conceito de cultura é bastante amplo e definido com focos distintos, a depender-se da corrente de pensamento ou dos estudiosos que a interpretam. Entretanto, o termo está presente em muitos momentos de nossas vidas, em circunstâncias de aprendizagem escolar, em conversas cotidianas entre amigos e família e até em discussões pela internet. Em certas ocasiões, é comum que se haja conflitos ligados ao uso de frases como “você não tem cultura” ou “isso sim é cultura”. Hoje, no Blog do Espaço, discutiremos sobre por que cultura e, principalmente, para quem?

Alta cultura e baixa cultura?

   Podemos começar por um curto panorama acadêmico. Os Estudos Culturais nasceram por volta dos anos 60, principalmente a partir de reflexões do crítico britânico de literatura Raymond Williams. Este campo foi e é essencial para análise e investigação interdisciplinar que explora as formas de produção de significados e da difusão nas sociedades atuais.

   Dentre os trabalhos produzidos nessa área, notou-se que termos como ‘alta cultura’ e ‘erudição’ surgiram há muito tempo, datados entre os séculos XIII e XIX na Europa, a partir de referência aos clássicos da Grécia e Roma antigas, criados pelas elites dominantes. A cultura popular, e mais tarde a cultura de massa, surgiram então como modos classificativos de oposição ao que se considerava erudito. Traços dessas definições marcaram nossa sociedade. Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras.

   É comum que se utilize a cultura como sinônimo de sabedoria, educação e refinamento. Neste pensamento, entende-se que títulos universitários, volume de leituras e até a inteligência são aspectos que ditam o quão culturalmente desenvolvido determinado indivíduo é. Aqui, a cultura é uma palavra usada para classificar as pessoas e, por diversas vezes, grupos sociais, servindo assim  como uma arma discriminatória.

   Pense no Brasil, um país rico em território, com cinco regiões tão distintas, com crenças múltiplas, variadas manifestações culinárias e ampla diversidade. É impossível que se aponte culturas superiores em detrimento de outras, afinal, existem diversas formas de manifestação cultural. Se este exemplo se aplica a um país, imagine em todo o mundo.

   “Um carnavalesco e um religioso não podem ser classificados em termos de superior ou inferior”, é o que aponta o antropólogo Roberto Da Matta. As relações são complementares, e isto significa que há tanta cultura no carnaval quanto nas missas e procissões.

   A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos. Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.


Fonte: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/ cultura-por-que-e-para-quem/ [adaptado]
Analise as afirmativas a seguir sobre o texto de Fernando da Silva.

I. As menções realizadas ao estudioso Raymond Williams e ao Antropólogo Roberto da Matta revelam o recurso da intertextualidade na construção do texto;

II. O termo em negrito na frase “A cultura nos parece uma ótima ferramenta de compreensão das diferenças entre as sociedades e os indivíduos” classifica-se, morfologicamente, como pronome pessoal do caso reto;

III. Na frase “Como descrito por Da Matta, ela é um mapa, através do qual as pessoas de um dado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas”, a vírgula que separa o termo em negrito do restante do texto é obrigatória porque o adjunto adverbial está deslocado;

IV. Na frase “Na atualidade, não é difícil que se encontre indivíduos que acreditam em formas de cultura superiores a outras”, o termo em negrito trata-se de uma conjunção integrante que precede uma oração subordinada substantiva subjetiva.

Após análise das afirmativas, conclui-se que estão corretas: 
Alternativas
Q3725476 Pedagogia
A atribuição central do cargo de professor orientador educacional é:
Alternativas
Q3725475 Pedagogia
Em conformidade com a estratégia 4.9 do Plano Municipal de Educação de Arraial do Cabo, para melhor atendimento dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento, altas habilidades e superdotação, deverá ser oferecida formação continuada sobre o tema para: 
Alternativas
Q3725474 Pedagogia
Transtorno específico de aprendizagem, de origem neurobiológica, caracterizado por dificuldade no reconhecimento preciso e/ou fluente da palavra, na habilidade de decodificação e em soletração. Essas dificuldades normalmente resultam de um déficit no componente fonológico da linguagem e são inesperadas em relação à idade e outras habilidades cognitivas. Essa é uma caracterização da:
Alternativas
Q3725473 Pedagogia
Segundo o Ministério da Educação, “aperfeiçoar a organização da educação para que as políticas públicas sejam mais orgânicas e capazes de assegurar o direito constitucional com equidade” é o principal objetivo: 
Alternativas
Q3725472 História
“Não encontramos propriamente pedagogos no sentido estrito da palavra. Aqueles que refletem a respeito das questões pedagógicas o fazem movidos por outros problemas, considerados, por eles, mais importantes: a interpretação dos textos sagrados, a preservação dos princípios religiosos, o combate às heresias e a conversão dos infiéis” (Aranha, 1989, p. 96-97). Esse trecho ilustra um determinado período histórico da Educação, que é a:
Alternativas
Q3725471 Pedagogia
Para Paulo Freire, os recursos de ensino em uma perspectiva emancipadora devem ter uma característica imprescindível, que é: 
Alternativas
Q3725470 Pedagogia
Segundo as concepções críticas, como as discutidas por Paulo Freire em “Pedagogia do Oprimido”, o currículo: 
Alternativas
Q3725469 Pedagogia
Maria é estudante do 5º ano do ensino fundamental de uma escola pública. Em um determinado dia, na escola, ela contou uma história familiar que provocou riso da turma. Os colegas de turma agiram dessa forma uma única vez e sem intenção de intimidá-la, mas, ainda assim, ela se sentiu bastante constrangida. Essa situação: 
Alternativas
Q3725468 Pedagogia
Na perspectiva das teorias críticas da educação, a indisciplina pode ser interpretada como:
Alternativas
Q3725467 Pedagogia
A compreensão da indisciplina como um fenômeno complexo, resultante de construções sociais e influenciado pelas relações interpessoais, de poder, e pelo próprio currículo escolar — e não apenas pela ausência de regras — está relacionada à abordagem:
Alternativas
Q3725466 Pedagogia
A pedagogia de Célestin Freinet baseava-se em algumas ideias centrais, como o tateamento experimental, o papel da cooperação, a livre expressão e comunicação, além da rejeição ao livro didático. Esse conjunto de ideias costuma ser conhecido como: 
Alternativas
Respostas
481: B
482: D
483: B
484: E
485: A
486: B
487: D
488: D
489: B
490: D
491: B
492: A
493: A
494: B
495: C
496: C
497: B
498: D
499: D
500: C