Questões de Concurso
Comentadas para médico cardiologista
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Mulher, 68 anos, refere febre vespertina de até 38,8 º C, prostração, adinamia e perda de 8 kg nos últimos 3 meses. Foi internada para investigação diagnóstica e o exame físico não acrescentou maiores detalhes à investigação. Realizada ultrassonografia de abdome que evidenciou imagem sugestiva de abscesso hepático e, em exame de hemocultura, durante pico febril, foi isolado Streptoccocus bovis.
São exames obrigatórios no caso descrito:
Paciente do sexo feminino, 55 anos, tem diagnóstico de esclerodermia na forma sistêmica há 10 anos. Procura atendimento cardiológico e é diagnosticada disfunção importante do ventrículo direito.
Assinale a alternativa que contém a causa mais provável desse achado.
Homem, 56 anos, portador de espondiloartrose, faz tratamento crônico com anti-inflamatório não hormonal. Durante avaliação de rotina, é diagnosticada hipertensão arterial nível I, sendo indicado tratamento farmacológico em monoterapia.
Assinale a alternativa que contém o medicamento que deve ser prescrito, visando o melhor efeito anti-hipertensivo e menor interação medicamentosa.
Homem negro, 63 anos, hipertenso há muitos anos, procura pronto-atendimento com queixa de cefaleia intensa e turvação visual. Encontra-se lúcido e orientado, sem déficits neurológicos focais. Sua pressão arterial é 240x130 mmHg, e, ao exame físico, há edema perimaleolar bilateral. Exames complementares: radiografia de toráx normal, creatinina = 2,4 mg/dL e fundo de olho com borramento da papila.
Assinale a alternativa que contém a hipótese diagnóstica correta.
Mulher, 29 anos, é encaminhada ao ambulatório de cardiologia por ter apresentado três episódios de síncopes no último ano. Relata que as síncopes sempre são precedidas de mal-estar, escurecimento visual e sensação intensa de fraqueza. Refere que o primeiro episódio ocorreu durante coleta de sangue para exames de rotina. Os outros episódios ocorreram em dois shows de rock, com grande aglomeração de pessoas.
Considerando que o exame físico é normal, assinale a alternativa que contém o diagnóstico mais provável.
Homem, com diagnóstico de febre reumática e portador de prótese valvar mitral implantada há 6 anos, é admitido no pronto-atendimento com quadro de dispneia intensa, taquicardia, sudorese e mal-estar. Familiares trazem um ecocardiograma transtorácico realizado há 15 dias, mostrando a prótese sem disfunção. O exame físico revelou a presença de sopro diastólico mitral em ruflar, com reforço pré-sistólico.
O diagnóstico presuntivo mais provável, a partir dos dados de história e exame físico, é
Homem, 75 anos, apresentou infarto agudo do miocárdio de parede anterior extensa, tratado com angioplastia primária com stent farmacológico. As demais coronárias eram normais e não apresentavam obstruções significativas. O ecocardiograma no 4º dia pós-infarto mostrava disfunção ventricular moderada. A evolução foi, durante todos os momentos, em Killip I, e permaneceu internado por 7 dias. Exames antes da alta: creatinina = 0,95 mg/dL; ureia = 28 mg/dL; LDL colesterol = 142 mg/dL; HDL colesterol = 35 mg/dL; hemograma normal.
Assinale a alternativa que contém a prescrição de alta correta para esse paciente, na ausência de alergias conhecidas.
A partir do Microsoft Word 2010, em sua configuração original, um usuário está editando o seguinte documento e clicou uma vez com o botão principal do mouse sobre o número 1 da lista numerada, deixando esse marcador selecionado e os demais destacados, conforme a imagem a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto quando o usuário pressiona a tecla DEL.
Roraima virou o principal destino no Brasil de quem foge da crise econômica e política na Venezuela. Nos registros da Polícia Federal, mais de 24 mil entraram no estado nos dois primeiros meses deste ano. A prefeitura de Boa Vista calcula que 40 mil estejam vivendo na capital, inclusive em abrigos e praças. O governo de Roraima afirma que não tem condições de lidar com a entrada de tantos venezuelanos no estado.
(G1, abr. 2018. Disponível em:<https://goo.gl/zf44Ca> . Adaptado)
A situação descrita no trecho levou o governo estadual de Roraima a solicitar
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)
Elas vão substituir você
Quando, em 1956, o cientista da computação americano John McCarthy cunhou o termo “inteligência artificial”, durante uma conferência na universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, a intenção já era desenvolver máquinas capazes de livrar os seres humanos de tarefas de alguma complexidade, porém largamente enfadonhas.
“A proposta é usar todo o nosso conhecimento para construir um programa de computador que saiba e, também, conheça”, resumiu McCarthy, expressando uma ambição que vem de muito antes de ele proferir tais palavras. Uma narrativa mitológica judaica, por exemplo, já apresentava, milênios atrás, a ideia de um ser artificial pensante, o Golem, feito de barro e que serviria os humanos. Na Idade Média, alquimistas chegaram a sonhar em dar vida à criatura por eles batizada de Homunculus. Era apenas um devaneio que o tempo e a ciência se encarregaram de trazer para o plano das realidades.
E a inteligência artificial (IA) de hoje em dia, tal como foi formulada por McCarthy, é a concretização dessa aspiração que se confunde com a história. No entanto, no momento em que a humanidade parece estar perto de construir um robô capaz de substituir o homem em um sem-número de atividades – o Golem do século XXI –, o que poderia ser motivo de unânime comemoração arrasta consigo o pavor de que tais softwares deixem milhões de seres humanos desempregados. A preocupação é tamanha que o tema ganhou lugar de destaque na agenda do Fórum Econômico Mundial – evento anual que reúne líderes políticos e empresariais em Davos. Segundo levantamento feito pela organização do fórum, a soma de empregos perdidos para a IA será de 5 milhões nos próximos dois anos. No estudo, as áreas de negócios mais afetadas serão as administrativas e as industriais.
Um estudo publicado pela consultoria americana McKinsey avalia que em torno de 50% das atividades tidas como repetitivas serão automatizadas na próxima década. Nesse período, no Brasil, 15,7 milhões de trabalhadores serão afetados pela automação. Em todo o mundo, o legado da mecanização avançada será de até 800 milhões de pessoas à procura de oportunidades de trabalho. Desse total, boa parte terá de se readaptar, mas 375 milhões deverão aprender competências inteiramente novas para não cair no desemprego.
Nem tudo, entretanto, é pessimismo. Os economistas ingleses Richard e Daniel Susskind, ambos professores de Oxford, defendem a ideia de que quando atribuições são extintas, ou modificadas, os seres humanos se transformam no mesmo ritmo. “O benefício é que os profissionais farão mais, em menos tempo”, defendem. Para eles, a bonança tecnológica levará à criação de novos tipos de emprego.
(Veja, 31.01.2018. Adaptado)