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As manifestações clínicas da deficiência de ferro são determinadas pelos estágios de depleção, deficiência de ferro e anemia, propriamente, dita, quando as repercussões clínicas e fisiológicas são aparentes, como apatia, cansaço, irritabilidade, taquicardia e outros. A depleção de ferro, primeiro estágio, é caracterizada por diminuição dos depósitos de ferro no fígado, baço e medula óssea e pode ser diagnosticada a partir ______________, principal parâmetro utilizado para avaliar as reservas de ferro, por apresentar forte correlação com o ferro armazenado nos tecidos.
Assinale a alternativa que preenche, corretamente, a lacuna do texto:
Relacione os conceitos de vigilância, relacionadas com o campo de atuação do Sistema Único de Saúde - SUS.
COLUNA I
(1) Vigilância Sanitária.
(2) Vigilância Epidemiológica.
(3) Vigilância Ambiental.
(4) Vigilância em Saúde do Trabalhador.
COLUNA Il
( ) Um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde.
( ) Conjunto de ações que proporcionam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana.
( ) Um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva.
( ) Um conjunto de ações e atuação contínua e sistemática, ao longo do tempo, no sentido de detectar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho, em seus aspectos tecnológico, social, organizacional e epidemiológico, com a finalidade de planejar, executar e avaliar intervenções sobre esses aspectos, de forma a eliminá-los e controlá-los.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência de números CORRETA:
O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990), dispõe sobre o Direito à Vida e a Saúde da criança e do adolescente. Segundo o Art. 14 é correto afirmar que:
Leia o texto a seguir, observando o contexto das palavras grifadas.
“Havia já mais de oito anos que andava atrás dela. E só agora conseguira que ela se resolvesse a ouvi-lo. Há tantos anos, santo Deus! Ainda ele estava moço na mercearia da Rua dos Olivais, ainda nem sonhava que lhe haviam de dar sociedade na casa, nem tinha amealhado os seis contos de réis que tinha agora na Caixa Geral de Depósitos, já gostava dela, já gostava de a ver passar, pisando no seu passinho grácil e desenvolto a calçada de pedras pontiagudas. Os gritinhos que ela dava quando punha o pé em falso, o pé de boneca calçado de sapatinhos de verniz com saltos de palmo e meio! E quando entrava na loja! O cubículo escuro, sujo, feio, era de repente um grande salão feérico todo cheio de luzes, deslumbrante de asseio, bonito como nenhum. O pobre caixeirito, de mãos deformadas pelas frieiras, de larga cara bonacheirona e ingénua, ridículo no seu fato de cotim da mangas curtas, de cabeleira encrespada e sobrancelhas hirsutas, ficava a olhar para ela, esquecido do que lhe haviam pedido, vendo apenas na sua frente a boca fresca e os olhos gaiatos da rapariguinha risonha que, sem piedade, troçava dele constantemente. Mas que lindo riso o dela! Muito aberto, muito sonoro, enchia a casa de trilos de pássaros, mostrava-lhe os dentes todos muito sãos, muito brancos, e toda branca por dentro, muito cor-de-rosa como a polpa carnuda e sumarenta dum morango acabado de colher numa manhã de Primavera.”
(ESPANCA, Florbela. O dominó preto. In:_______ O dominó preto. Lisboa: Bertrand, 1982.)
Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta palavras que podem substituir, respectivamente, as duas expressões em destaque no texto, sem prejuízo de sentido ao contexto da narrativa.
Leia a crônica a seguir e responda:
As piscinas
Passei uma infância cercada de plantas, bichos e amigos. Nada nos faltava. Até mesmo uma pedreira rodeada por eucaliptos fazia parte de minha meninice. Criada no meio de homens, aprendi a andar de carrinho de rolimã, descer de uma roldana presa a uma corda, que ia de uma árvore a outra, pegar sapo no brejo e coisas do tipo. Tudo era perfeito. A única coisa de que eu, meus três irmãos, primos e amigos sentíamos falta era um local para nos refrescar nos dias de calor, e, desde pequenos, ouvíamos a promessa de nosso pai em nos presentear com uma piscina.
A primeira “piscina” que ele nos deu foi um velho tanque de cimento, ex-qualquer coisa, que, além de fundíssimo e perigosíssimo, vivia sujo. Acabou virando horta.
A segunda “piscina” foi um tanque quadrado de mais ou menos 80 cm de profundidade, também de cimento. Tinha até escorregador. Mas, no final, acabou virando a casa da Florípedes, nossa cobra-cipó. Depois, antes de ser destruída, transformou-se no local ideal para minha criação de sapos e rãs.
Nunca fui chegada a cobras, mas a Florípedes era diferente: verde, mansa e sem veneno, andava enrolada no braço de meus irmãos pra cima e pra baixo. Até que um dia apareceu em nossa casa um filhote de cobra-coral. Não sei por que cargas d'água, no lugar de darmos um sumiço na bichinha, a colocamos no tanque junto a Florípedes. Tragédia!
Em questão de minutos, Florípedes começou a comer a outra, sob nosso olhar atônito e total impotência. Petrificada, confesso que nenhuma cena me chocou mais do que essa, e nunca mais quis saber de nossa cobra-cipó.
Nosso sonho só foi se concretizar no final da década de 70, quando finalmente pudemos estrear nossa primeira piscina de verdade, motivo de muitas alegrias, mas também de tristezas, como no dia em que deparamos com nosso pastor-alemão boiando em suas águas.
Certa vez, minha mãe, olhando da varanda, percebeu um estranho movimento no gramado. Intrigada, chamou meu pai, que também nos chamou. Tal foi nosso susto ao ver oito vacas, surgidas Deus sabe de onde, espalhadas no jardim comendo lírios e petúnias, e, como se o insólito da cena não bastasse, outra se “refrescava” dentro da piscina. Tirá-la de lá foi uma luta, sendo necessária a ajuda do Corpo de Bombeiros.
À noite, uma tia nos telefonou querendo saber da vaca: “Mas como você soube disso?”, perguntou minha mãe. E ela: “Pela rádio Itatiaia!”
Gostaria que minhas filhas tivessem tido a oportunidade de viver aquilo que vivi: banhos de lama e mangueira, tanques de cimento, buracos pavimentados, caixas-d'água e outros tantos que chamávamos de piscina. Cada qual com sua história... seu destino... usufruídos até o último momento.
Nadávamos de dia e também à noite, muitas vezes de madrugada, escondidos de nossos pais. Nadávamos na chuva, no frio e no calor, desfrutando cada instante daquele momento de prazer.
Hoje, ao ver os jovens e as crianças pendurados o dia inteiro nos computadores e celulares, me assusto. Para eles, “navegar” na Internet tomou-se bem mais atraente que nadar. Enfim, outros tempos, novos desejos.
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(MEDIOLI, L. As piscinas. O Tempo, 10 out. 2020. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/laura-medioli/as-piscinas-1.2397076. Acesso em: 23 out. 2020).
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Segundo o texto:
I – O mecanismo envolvido na TV monomórfica é a reentrada que ocorre em áreas de cicatriz ventricular ou aneurisma.
II – Pelo menos 40% dos pacientes dom TV monomórfica sustentada têm coronariopatia crônica.
III – A cardiopatia isquêmica é a principal causa de TV sustentada nos países ocidentais.
I – Na pericardite tuberculosa, emprega-se o esquema tríplice por pelo menos 9 (nove) meses.
II - O cateterismo cardíaco completo não está indicado quando houver dúvidas sobre o diagnostico nos casos de tamponamento cardíaco e pericardite constritiva.
III – Pode-se utilizar AAS na dose de 300 a 600 mg a cada 04 a 06 horas.
I – A artrite é a manifestação menos comum de FR, presente em 5% dos casos com evolução autolimitada e sem sequelas.
II – A alfa-1 glicoproteína ácida apresenta títulos elevados na fase crônica da doença, permanecendo elevada por um certo período de tempo.
III – Os nódulos subcutâneos são raros, presentes em apenas 2 a 5% dos pacientes, e estão associados à cardite grave.
I – Para o controle agudo da hipertensão grave é indicada a nifedipina via sublingual.
II – O anti-hipertensivo de escolha é a metildopa.
III – A mortalidade perinatal está aumentada em 3 a 4 vezes e é agravada quando ocorre pré-eclâmpsia sobreposta.
I – A Doença de Chagas, mesmo em áreas anteriormente endêmicas, já não é a etiologia mais frequente de IC.
II – Com o aumento no número de pessoas idosas, há um aumento na prevalência da ICFEP.
III – A IC com fração de ejeção preservada (ICFEP) é mais comum no sexo masculino e a IC com fração de ejeção reduzida no sexo feminino, havendo predomínio da etiologia isquêmica.
I – Na urgência hipertensiva, a pressão deve ser reduzida o mais breve possível com objetivo de atingir níveis satisfatórios em até duas semanas.
II – O nitroprussiato de sódio não é uma opção de tratamento parenteral nas emergências hipertensivas.
III – Nas emergências hipertensivas há elevação crítica da pressão arterial com quadro clínico grave, lesão de órgão alvo e risco de morte, com tratamento imediato por via parenteral.
I – Stents farmacológicos apresentam resultados superiores comparativamente aos stents convencionais no tratamento de pacientes diabéticos.
II – Diabéticos apresentam pior evolução em comparação aos não diabéticos, quando submetidos a procedimentos de revascularização, cirúrgicos ou percutâneos.
III – A cirurgia de revascularização miocárdica é o tratamento preferencial em diabéticos portadores de DAC multiarterial.
I – São holossistólicos.
II – Podem ser audíveis na axila esquerda se o jato tem direção posterior.
III – a intensidade é constante durante a sístole.
I – A miocardite pode decorrer de diversas causas infecciosas, sendo a miocardite secundária por infecção viral a forma menos prevalente.
II – Na América do Sul a miocardite chagásica não tem qualquer prevalência.
III - Não há evidências de que fármacos possam causar miocardite.
I – Pode-se vincular os títulos do gráfico e dos eixos ao texto correspondente nas células da planilha, criando uma referência a essas células. II – Nos gráficos de colunas, as categorias são geralmente organizadas ao longo do eixo horizontal; e os valores ao longo do eixo vertical. III – Alguns tipos de gráfico possuem eixos, mas não podem exibir títulos de eixo.
Assinale o nome de tal política: