Questões de Concurso
Comentadas para agente de apoio - administrativo
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“Não esmoreceremos, nem falharemos. Lutaremos na França, lutaremos nos mares e nos oceanos, lutaremos no ar com confiança crescente, defenderemos nossa ilha, custe o que custar, lutaremos nas praias, lutaremos nos campos de pouso, lutaremos nos campos e nas ruas, lutaremos nas colinas: jamais capitularemos.”
Sir Winston Churchill, 1º ministro da Inglaterra. (1940)
Sobre a significação ou a estruturação desse texto, assinale a afirmativa correta.
“Não viajo sem livros, nem na paz, nem na guerra... Pois não se pode dizer o quanto eu me repouso e demoro nessa consideração de que eles estão ao meu lado para dar-me prazer quando preciso e em reconhecer quanta ajuda eles me trazem à vida. É a melhor provisão que tenho encontrado para esta humana viagem e sinto uma pena extrema das pessoas inteligentes que deles se privam.”
Sobre a significação ou a estruturação desse fragmento textual, assinale a afirmativa incorreta.
Assinale a opção que apresenta a frase em que o adjetivo sublinhado tem valor de característica.
Assinale a opção em que o pronome está corretamente empregado.
“Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei no trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu.”
Assinale a opção que mostra uma observação inadequada sobre ele.
“O resultado foi um desastre. Quinze dias depois do nosso primeiro encontro, o redator do Cruzeiro apresentou-me dois capítulos datilografados, tão cheios de besteiras que me zanguei: — Vá para o inferno, Gondim. Você acanalhou o troço. Está pernóstico, está safado, está idiota. Há lá ninguém que fale dessa forma!
Azevedo Gondim apagou o sorriso, engoliu em seco, apanhou os cacos da sua pequenina vaidade e replicou amuado que um artista não pode escrever como fala. — Não pode? perguntei com assombro. E por quê? Azevedo Gondim respondeu que não pode porque não pode. — Foi assim que sempre se fez. A literatura é a literatura, seu Paulo. A gente discute, briga, trata de negócios naturalmente, mas arranjar palavras com tinta é outra coisa. Se eu fosse escrever como falo, ninguém me lia.”
Pode-se inferir da discussão entre o narrador e Azevedo Gondim que