Questões de Concurso
Comentadas para analista técnico – psicólogo
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Quanto à correção gramatical dos trechos apresentados e à adequação da linguagem à correspondência oficial, julgue o item.
Pelo ocorrido, apresentamo-lhes nossas escusas,
deixando consignado que estamos trabalhando com
afinco para o melhor comprimento da solicitação no
menor prazo possível. Estamos à disposição para
qualquer dúvida que venha a surgir.
Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“Ao mesmo tempo” (linha 23) por Concomitantemente
Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
‘Embora’ (linha 13) por Ainda que
Considerando a correção gramatical e a coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.
“passar a viver” (linha 12) por passe a viver
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o item.
‘Os dados emergentes revelam perdas de aprendizagem
de um terço a um quinto de um ano letivo e foram
relatadas mesmo em países’ (linhas de 43 a 45): Os
dados emergentes revelam perdas de aprendizagem de
um terço a um quinto de um ano letivo, cujas reduções
foram relatadas mesmo em países
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O acento indicativo de crase em “à Internet” (linha 47)
justifica-se pela regência do nome “acesso” e pela
anteposição de artigo definido ao termo “Internet”.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A supressão da vírgula empregada após o termo
“jovens” (linha 39) não prejudicaria a correção
gramatical, mas alteraria o sentido original do texto.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Em “como constata estudo recente da Fundação
Oswaldo Cruz” (linhas 27 e 28), o núcleo do sujeito da
oração é o substantivo “estudo”, por isso, caso ele
estivesse flexionado no plural, o termo “recente”, que o
modifica, e a forma verbal “constata” também deveriam
ser flexionados no plural.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Dadas as relações coesivas do texto, é correto afirmar
que o termo “entidade” (linha 10) se refere à
“OMS” (linha 8).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Estaria mantida a correção gramatical do texto caso a
forma verbal “desenvolvem” (linha 3) estivesse
flexionada na terceira pessoa do singular, dada a
previsão gramatical de concordância verbal, nas
expressões que indicam porcentagem, com o termo “por
cento”, representado por “%”.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A oração “que podem chegar a altos graus de gravidade
após a fase aguda da doença” (linhas de 3 a 5) tem
sentido explicativo e liga-se por coordenação à oração
anterior.
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
No texto, que se caracteriza como
dissertativo-informativo, são mencionadas a ocorrência
de sequelas da covid-19 e consequências negativas do
isolamento social imposto em razão da pandemia.
Considere o trecho abaixo:
É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é. (2° parágrafo)
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho
Considere o trecho abaixo em seu contexto:
Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. (2° parágrafo)
Analise as afirmativas abaixo em relação ao trecho.
1. A construção “Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos” está na voz passiva.
2. O segmento “Todos […] fundamentalistas” pode ser reescrito, sem prejuízo de significado entre as orações, como “A cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, uma vez que todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos”.
3. O vocábulo “pois” funciona como conector que introduz uma oração subordinada conclusiva.
4. O vocábulo “como” introduz uma comparação entre “terroristas fundamentalistas” e “espelhos límpidos”.
5. A palavra “sejam” expressa uma ideia de alternância entre as características atribuídas a “ações e intenções”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra-se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p.
52; 55-57.[Adaptado]
Ampliou-se recentemente o permanente clima de tensão na região do Oriente Médio.
Assinale a alternativa que indica o acontecimento que motivou tal acirramento.
O desenvolvimento tecnológico cada vez mais rápido, em especial o das telecomunicações, prenuncia uma grande guinada nos meios de produção, anunciada como a 4ª Revolução Industrial.
Assinale a alternativa que identifica avanços que poderão possibilitar essa transformação.
