Questões de Concurso Comentadas para analista técnico – psicólogo

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Q403863 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância, de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
Alternativas
Q403862 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Considere o seguinte trecho do 4.º parágrafo do texto:

Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.

Observando as regras de regência verbal e de colocação pronominal, ao se substituir a expressão em destaque por um pronome, o trecho estará corretamente reescrito em:
Alternativas
Q403861 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Releia o seguinte trecho do 3.º parágrafo do texto:

Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática.

Sem que haja alteração de sentido, e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, ao se substituir o termo em destaque, o trecho estará corretamente reescrito em:
Alternativas
Q403860 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Releia os trechos apresentados a seguir.

• Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço... (1.º parágrafo)

• Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental... (3.º parágrafo)

Os advérbios em destaque nos trechos expressam, correta e respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Q403859 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Considere o trecho a seguir.

Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar. (4.º parágrafo)

Sem que haja alteração de sentido do trecho, as palavras em destaque podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q403858 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



Segundo a opinião do autor do texto,
Alternativas
Q403857 Português
Leia o texto para responder à  questão. .

Cultura matemática


Hélio Schwartsman

     SÃO PAULO - Saiu mais um estudo mostrando que o ensino de matemática no Brasil não anda bem. A pergunta é: podemos viver sem dominar o básico da matemática? Durante muito tempo, a resposta foi sim. Aqueles que não simpatizavam muito com Pitágoras podiam simplesmente escolher carreiras nas quais os números não encontravam muito espaço, como direito, jornalismo, as humanidades e até a medicina de antigamente.
     Como observa Steven Pinker, ainda hoje, nos meios universitários, é considerado aceitável que um intelectual se vanglorie de ter passado raspando em física e de ignorar o beabá da estatística. Mas ai de quem admitir nunca ter lido Joyce ou dizer que não gosta de Mozart. Sobre ele recairão olhares tão recriminadores quanto sobre o sujeito que assoa o nariz na manga da camisa.
     Joyce e Mozart são ótimos, mas eles, como quase toda a cultura humanística, têm pouca relevância para nossa vida prática. Já a cultura científica, que muitos ainda tratam com uma ponta de desprezo, torna-se cada vez mais fundamental, mesmo para quem não pretende ser engenheiro ou seguir carreiras técnicas.
     Como sobreviver à era do crédito farto sem saber calcular as armadilhas que uma taxa de juros pode esconder? Hoje, é difícil até posicionar-se de forma racional sobre políticas públicas sem assimilar toda a numeralha que idealmente as informa. Conhecimentos rudimentares de estatística são pré-requisito para compreender as novas pesquisas que trazem informações relevantes para nossa saúde e bem-estar.
     A matemática está no centro de algumas das mais intrigantes especulações cosmológicas da atualidade. Se as equações da mecânica quântica indicam que existem universos paralelos, isso basta para que acreditemos neles? Ou, no rastro de Eugene Wigner, podemos nos perguntar por que a matemática é tão eficaz para exprimir as leis da física.

(Folha de S.Paulo. 06.04.2013. Adaptado).



De acordo com o texto, Steven Pinker aponta que um intelectual reconhecer que chegou à universidade com o conhecimento mínimo necessário de física e sem saber as operações mais básicas de estatística é
Alternativas
Q594803 Administração Geral
Em pleno terceiro milênio, ambiente de trabalho, relacionamento interpessoal, lideranças e qualidade de vida são elementos poderosos nos resultados de desempenho organizacional, grupai e pessoal. Lehdermann, Lima e Limongi-França (2009) apresentam em seu capítulo um estudo que investigou as possíveis relações entre Gestão de Qualidade de Vida da Equipe e Ambiente Organizacional. Na empresa escolhida para a realização do trabalho, foram selecionados três grupos que se destacaram em pesquisa anterior sobre clima organizacional por terem obtido melhor e pior resultado. Como resultado eles identificaram as seguintes questões.

Lehdermann G; Lima SAML; Dias S; Limongi-França AC. O impacto da gestão da qualidade de vida no trabalho em equipes. In: AL Fischer; JS Dutra; WAC Amorim (orgs.). Gestão de pessoas: desafios estratégicos das organizações contemporâneas. São Paulo: Atlas, 2009, p.77-98. 

I. O grupo que apresentou maior alinhamento entre as percepções de seus gestores e da equipe obteve melhor resultado nas questões referentes à qualidade de vida.
II. A ação dos gestores é item fundamental no quesito Qualidade de Vida da Equipe, e quanto maior for o alinhamento entre a percepção do gestor sobre sua atuação e percepção da equipe sobre a atuação de seu gestor, maior o impacto positivo da gestão sobre a qualidade de vida da equipe.
III. A questão da qualidade de vida, como prática empresarial, é tratada de forma muito intensa pelos gestores com seus respectivos grupos.
IV. Apesar de a pesquisa ter sido realizada com um grupo limitado de pessoas, os autores acreditam que o estudo pode ser replicado em outras organizações que utilizem a gestão de clima organizacional.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q594802 Administração Geral
A teoria motivacional mais conhecida é a de Maslow, que se baseia na hierarquia das necessidades humanas. Pode-se afirmar sobre essa teoria que:
Alternativas
Q594801 Administração Geral
O processo de comunicação pode sofrer influências de barreiras que servem como obstáculos ou resistências à comunicação entre as pessoas. Assim, algumas variáveis intervém no processo de comunicação e afetam profundamente, fazendo com que a mensagem tal como é enviada se torne diferente da mensagem tal como é recebida. A seguir, informações dos três tipos de barreiras que ocorrem na comunicação humana segundo Chiavenato
(2009).
I. Barreiras pessoais: são interferências que decorrem de limitações, emoções e valores humanos de cada pessoa. As mais comuns em situações de trabalho são os hábitos deficientes de ouvir, as emoções, as motivações, os sentimentos pessoais.
II. Barreiras físicas: são as interferências que ocorrem no ambiente em que decorre o processo de comunicação, como exemplo, ruídos estáticos na comunicação por telefone.
III. Barreiras semânticas: são as limitações ou distorções decorrentes dos símbolos por meio dos quais a comunicação é feita.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q594800 Administração Geral
Enquanto Maslow fundamenta sua teoria da motivação nas diferentes necessidades humanas, Herzberg alicerça sua teoria no ambiente externo e no trabalho do indivíduo. Para Herzberg, a motivação para trabalhar depende de fatores higiênicos e motivacionais. Leia atentamente as afirmações sobre a teoria de Herzberg e assinale a resposta correta.

I. Fatores higiênicos referem-se ao conteúdo do cargo, às tarefas e aos deveres relacionados com o cargo em si.

II. Os fatores higiênicos são muito limitados em sua capacidade de influenciar poderosamente o comportamento dos empregados.

III. Fatores motivacionais referem-se às condições que rodeiam a pessoa enquanto trabalha, englobando as condições físicas e ambientais de trabalho, o salário, os benefícios sociais, as políticas da empresa.

IV. Quando os fatores motivacionais são ótimos, eles elevam a satisfação; quando estão precários, provocam ausência de satisfação.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q594799 Gestão de Pessoas
As competências têm sido usadas como ferramenta efetiva de negócios desde o início dos anos 80. São elementos essenciais na estratégia de negócios em virtude de organizações sentirem a necessidade de buscarem
desempenho no seu sentido mais amplo e não meramente como indicadores econômicos e financeiros.
Moura DL; Zardo R; Dias S; Dutra JS. Competências requeridas no mercado globalizado. In: AL Fischer; JS Dutra; WAC Amorim (orgs.) Gestão de pessoas: desafios estratégicos das organizações contemporâneas. São Paulo: Atlas, 2009, p.77-98
Considerando a produção sobre o tema, o que não podemos afirmar?
Alternativas
Q594798 Administração Geral
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. ______________________ refere-se ao ambiente interno existente entre os membros da organização e está intimamente relacionado com o grau de motivação de seus participantes. É favorável quando proporciona satisfação das necessidades pessoais dos participantes e elevação moral e desfavorável quando proporciona a frustração daquelas necessidades.
Alternativas
Q594797 Psicologia
Leia atentamente as afirmações e, em seguida, assinale a resposta cuja alternativa não condiz com os primeiros cuidados recomendados por Chiavenato (2009) para implantar a avaliação do desempenho.
Alternativas
Q594796 Psicologia
As práticas de avaliação de desempenho não são novas. Desde que uma pessoa deu emprego a outra, seu trabalho passou a ser avaliado em termos de custo e benefício. Considere as afirmações sobre o assunto e assinale a incorreta.
Alternativas
Q594795 Gestão de Pessoas
"Estuda e determina todos os requisitos qualificativos, responsabilidades envolvidas e as condições exigidas pelo cargo para o seu adequado desempenho. É por meio dela que os cargos serão avaliados e devidamente classificados para efeito de comparação" (Chiavenato, 2009). A definição refere-se à:
Alternativas
Q594794 Gestão de Pessoas
A qualidade de vida no trabalho (QVT) representa o grau em que os membros da organização são capazes de satisfazer suas necessidades pessoais por meio de sua atividade na organização. Em recente pesquisa, Eda Conte Fernandes identificou os principais fatores determinantes da QVT e suas respectivas variáveis. Leia as afirmações e assinale a relação fator X variável que não condiz com os achados da autora.
Alternativas
Q594793 Gestão de Pessoas
Uma forte tendência do moderno desenho de cargos é a criação de equipes de trabalho. De acordo com Chiavenato (2009), assinale a alternativa correta sobre as equipes de trabalho.

Chiavenato, I. Recursos humanos: o capital humano das organizações. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Alternativas
Q594792 Psicologia
O documento referente às Normas e Procedimentos para Avaliação Psicológica de Candidatos à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e Condutores de Veículos Automotores regulamenta a prática da avaliação psicológica junto aos Órgãos Executivos estaduais de Trânsito dos Estados e do Distrito Federal (DETRAN's - Departamentos de Trânsito).
Sobre esse documento, é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q594791 Psicologia
No tocante à Resolução CFP n° 006/2007, que institui o Código de Processamento Disciplinar, analise as seguintes afirmações referentes ao Capítulo V - das penalidades.
I. As penalidades aplicáveis são as seguintes: advertência, multa, censura pública, suspensão ou cassação do registro para o exercício profissional.
II. A censura pública, a suspensão e a cassação do exercício profissional serão publicadas em Diário Oficial, jornais ou boletins do Conselho regional e afixados na sua sede onde estiver inscrito o psicólogo processado e nas suas Seções.
III. Para efeito de análise de reincidência do psicólogo no cometimento de infração ética que envolve mesma matéria, deverá ser considerada a existência de processos éticos já julgados no período de 2 (dois) anos anteriores, contados a partir do cumprimento da pena imposta.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
221: E
222: A
223: D
224: B
225: C
226: E
227: B
228: E
229: A
230: D
231: C
232: B
233: C
234: E
235: B
236: A
237: D
238: C
239: A
240: D