Foram encontradas 14.456 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3742517 Matemática
Durante uma campanha publicitária, três equipes de marketing digital participaram com diferentes intensidades. A razão entre o número de tarefas realizadas pelas equipes A, B e C foi de 2:3:5, respectivamente. Sabendo que, ao todo, foram realizadas 200 tarefas, qual é a proporção de tarefas realizadas pela equipe B em relação ao total? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3742514 Matemática
Gutemberg trabalha no porto de Vitória, organizando os containers nos navios. Em um determinado dia, ele empilhou 4 containers em ordem crescente de altura. O primeiro container tem 3 metros de altura, e cada container seguinte tem o dobro da altura do anterior. Desta forma, a altura da pilha de containers formada será de _______ metros.
Marque a alternativa que preenche a lacuna a seguir corretamente: 
Alternativas
Q3742513 Matemática
Com relação a porcentagem, analise as afirmativas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta:

I. Jenifer recebeu 22% de desconto de um produto que custa R$ 450,50, então, ela pagará R$ 351,39.
II. Roberto digitou 0,01 x R$ 1.000,00 (cálculo em decimal) na calculadora e o resultado corresponde a 10% de R$ 1.000,00.
III. Luis recebeu um aumento de 13% de salário, portanto, seu salário passa ser 1,13 vezes o salário antigo.
IV. Caio pagou o dobro da diária de um hotel, comparado ao mesmo período do ano passado, logo, ele pagou 100% a mais que o valor do ano passado. 
Alternativas
Q3742512 Matemática
Julia tem uma empresa de construção e contratou 4 pedreiros, que gastaram 11 dias para construir um muro de um condomínio. Agora em um condomínio maior, ela precisa entregar a obra pronta em um prazo menor. Se o número de pedreiros for inversamente proporcional ao número de dias gastos na construção do muro, em quantos dias 6 pedreiros construirão o muro? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3742508 Redação Oficial
Um dos problemas em redação técnica oficial é a ambiguidade, entendida como uma dupla possibilidade de interpretação de sentenças em decorrência de má estruturação sintática de seus elementos. Assinale a alternativa que apresenta esse tipo de problema. 
Alternativas
Q3742506 Português
Assinale a alternativa em que as duas formas destacadas estão de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa em relação à colocação pronominal. 
Alternativas
Q3742505 Português
Assinale a alternativa em que o elemento destacado na sentença não se refere a nenhum outro termo do enunciado, servindo apenas para exprimir um sentimento do locutor.  
Alternativas
Q3742504 Português
“Agosto nos levou Drummond, cuja ausência empobrece um pouco mais este País, já tão carente de ideias e de poesia.” (Newton Cardoso)
Assinale a alternativa em que as palavras completam corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem, em relação à análise da palavra destacada no período acima.
Trata-se de uma palavra de natureza _______ que possui o sentido de _______ e introduz uma oração _______ com o valor de _______.  
Alternativas
Q3742503 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação se encontra totalmente de acordo com a norma padrão da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3742502 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
“[Oswaldo Cruz e Carlos Chagas] seriam penalizados por publicar ‘pouco’, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas.”
As locuções verbais destacadas no trecho acima referem-se a ações: 
Alternativas
Q3742501 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
“Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade.”

Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem que se encontra no trecho acima, seguida de sua correta explicação. 
Alternativas
Q3742500 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


         Há um silêncio estranho que atravessa os corredores da universidade. Não é o silêncio fértil da pesquisa em gestação, nem a pausa necessária de uma biblioteca que guarda segredos. É um silêncio saturado de ruídos artificiais: o clique incessante de formulários digitais, o acúmulo de PDFs em repositórios, a sucessão interminável de congressos que repetem fórmulas gastas. Publica-se como nunca; pensa-se como nunca tão pouco. O que antes era obra transformou-se em produto; o que antes era criação tornou-se estatística.

         Sob o neoliberalismo, a universidade deixou de ser refúgio dos “excêntricos” e transformou-se em fábrica de autopromoção. O pesquisador, em vez de intelectual público, converteu-se em gestor de si mesmo. Administra sua vida como uma empresa, contabiliza citações como moedas, transforma relatórios em capital simbólico. Não há mais tempo para o fôlego longo de uma obra; o tempo agora é o do ciclo quadrienal, do edital, da métrica.

         (...) Hoje, o pesquisador escreve sem se reconhecer no que publica; fala sem ser ouvido; produz sem dialogar. É o trabalho alienado em sua forma acadêmica: a teoria como mercadoria, o artigo como moeda, o currículo como mercadoria-espelho.

         E, no entanto, nem sempre foi assim. No passado, havia frestas que poderiam ser mais exploradas do que atualmente. Florestan Fernandes dedicava anos à elaboração de livros que não eram apenas reflexões sociológicas, mas instrumentos de intervenção histórica. Miguel Nicolelis, com seus projetos de grande fôlego, recusa a lógica imediatista da produtividade compulsiva, apostando na ciência como um agente de transformação social. Oswaldo Cruz e Carlos Chagas, com suas pesquisas de longa duração e campanhas de saúde pública, lembravam que a ciência é antes de tudo compromisso com a vida social, e não corrida por estatísticas. Cada um deles habita, hoje, o lugar da quase impossibilidade: seriam punidos pelo tempo que ousaram dedicar à obra, seriam penalizados por publicar “pouco”, seriam corrigidos por não obedecerem ao formato imposto pelas métricas. (...)


TELES, Gabriel. O deserto da imaginação e as ruínas da universidade 
neoliberal. Le Monde Diplomatique. 27 ago. 2025. Disponível em 
<https://diplomatique.org.br/o-deserto-da-imaginacao-e-as-ruinas-da
universidade-neoliberal/>. 
Assinale a alternativa que apresenta uma ideia em acordo com o conteúdo do texto acima. 
Alternativas
Q3708490 Medicina

Sobre a dislipidemia, julgue as assertivas a seguir e marque a resposta CORRETA .



I - O tratamento da dislipidemia pode usar a associação de terapia não medicamentosa com a medicamentosa .


II - O tratamento deve ser feito de modo contínuo. Mialgias durante o uso dos medicamentos, elevação de creatinofosfoquinase (CPK), aumento de aminotransferases/transaminases (AST -TGO/ALT - TGP) ou o surgimento de contraindicações determinarão a sua suspensão .


III - Ainda faltam evidências a demonstrar que o aumento do consumo de gorduras totais está associado à elevação da concentração plasmática de colesterol e à maior incidência de aterosclerose .

Alternativas
Q3708489 Medicina
Sobre a lesão “dedo em martelo ”, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3708486 Medicina

A Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença crônica que pode levar um paciente à incapacidade por acometimento renal, cardiovascular, neurovascular, dentre outros. Portanto, o diagnóstico deve ser precoce e o tratamento adequado. Sobre a Diabetes Mellitus tipo 2, assinale a alternativa CORRETA.



I - Para pacientes assintomáticos ou pacientes sem sinais e sintomas clássicos e inequívocos de hiperglicemia, que apresentaram resultados previamente positivos no teste de rastreamento, o diagnóstico confirmatório de DM2 requer, pelo menos, dois resultados anormais do mesmo teste, em amostras diferentes ou dois testes alterados na mesma amostra.


II - Para pacientes sintomáticos, isto é, pacientes com sinais e sintomas clássicos, inequívocos de hiperglicemia, é recomendado que o diagnóstico seja realizado por meio de glicemia plasmática aleatória ≥ 200 mg/dL, visando a não postergar o início do tratamento. Em caso de obtenção de valores entre 126 mg/dL e 199 mg/dL, um segundo teste de diagnóstico deve ser realizado visando a confirmação do resultado.


III - O Teste Oral de Tolerância à Glicose (TOTG) é um teste em que o paciente deve ingerir uma quantidade de glicose e, após duas horas, é coletada uma amostra de sangue. Para amostras com valores inferiores a 126 mg/dL, têm-se um resultado do teste negativo. Para valores entre 126 e 199 mg/dL, o resultado do teste é indicativo de pré-diabetes. Para valores acima de 200 mg/dL o exame é indicativo de Diabetes Mellitus.

Alternativas
Q3708485 Direito Sanitário
Sobre a Lei nº 8.142/1990, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3708484 Direito Sanitário
Sobre a Lei nº 8.080/1990, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3708480 Medicina
Sobre atendimento ao trauma, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3708479 Noções de Primeiros Socorros
Você está atravessando a Avenida Sete de Setembro, na altura do Shopping Estação, a caminho do trabalho na UTFPR, quando presencia a colisão entre um ônibus e uma bicicleta na canaleta. Você se aproxima do local e verifica que há um homem caído no asfalto. De acordo com as recomendações do ATLS, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3708478 Medicina
Assinale a alternativa INCORRETA sobre os anti-hipertensivos e os seus efeitos colaterais:
Alternativas
Respostas
561: A
562: C
563: D
564: A
565: E
566: B
567: C
568: C
569: A
570: E
571: D
572: B
573: D
574: C
575: A
576: D
577: A
578: E
579: B
580: C