Questões de Concurso
Comentadas para médico do trabalho
Foram encontradas 14.493 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Um bom atendimento aos(às) usuários(as) dos serviços públicos requer do(a) médico(a) saber comunicar-se de forma pouco clara, sempre utilizando gírias e expressões pouco conhecidas.
II. O(A) médico(a) deve procurar ouvir o(a) usuário(a) dos serviços a fim de compreender suas necessidades.
Marque a alternativa CORRETA:
I. O(a) médico(a) não deve tratar os(as) pacientes e os(as) servidores(ras) da instituição pública de saúde com cordialidade, respeito e dignidade.
II. O(a) médico(a) deve evitar tratar os(as) pacientes de forma respeitosa e ética e, ao mesmo tempo, deve abster-se de adotar medidas de higienização nas clínicas e hospitais públicos.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A qualidade no serviço público envolve a comparação das expectativas do(a) cidadão(ã) com a percepção do serviço entregue. Assim, quando o(a) usuário(a) dos serviços tem suas expectativas atendidas, provavelmente irá mostrar-se satisfeito(a) com o serviço e com o atendimento recebido.
II. Ser gentil, educado(a) e procurar compreender o ponto de vista alheio são atitudes danosas à atuação profissional d(a) médico(a) em uma instituição de serviços de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A empatia é um fator de pouca importância para a excelência no atendimento prestado pelo(a) médico(a) e afasta esse(a) profissional dos princípios da legalidade e da imparcialidade, fundamentais aos serviços públicos.
II. O(a) médico(a) deve evitar ouvir o(a) usuário(a) dos serviços públicos de saúde durante a consulta em uma instituição de saúde, abstendo-se de dar atenção às suas necessidades, às suas dores e às suas queixas.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A imagem e a credibilidade da instituição pública são influenciadas pela percepção da qualidade dos serviços oferecidos e pela decorrente satisfação dos(as) cidadãos(ãs) resultantes do engajamento dos(as) servidores(as) com o seu trabalho.
II. Saber ouvir é uma característica prejudicial à atuação profissional do(a) médico(a) em uma instituição de serviços de saúde.
Marque a alternativa CORRETA:
I. A Lei Federal nº 8.080, de 1990, considera que o acesso às atividades de lazer é prejudicial à saúde de uma população.
II. A Lei Federal nº 8.080, de 1990, dispõe sobre o funcionamento dos serviços de saúde na iniciativa privada, exclusivamente.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Em tempo de paz e havendo interesse recíproco, os serviços de saúde das Forças Armadas poderão integrar-se ao Sistema Único de Saúde.
II. O Sistema Único de Saúde tem a atribuição de cuidar da saúde de todos os trabalhadores, de acordo com a Constituição Federal de 1988 e a Lei Orgânica de Saúde (Lei Federal nº 8.080, de 1990).
Marque a alternativa CORRETA:
I. Algumas doenças estão intimamente relacionadas a determinadas funções. Pessoas que trabalham com alimentos, por exemplo, podem se contaminar pelos produtos orgânicos que são utilizados.
II. A bissinose é uma doença causada pela poeira das fibras de algodão, que afeta, principalmente, as pessoas que trabalham com equipamentos de soldagem e profissionais da construção civil.
Marque a alternativa CORRETA:
De acordo com o novo Código de Ética Médica, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É vedado ao médico do trabalho deixar de esclarecer ao trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco a sua saúde.
( ) Se o trabalhador foi bem esclarecido, não é necessário o médico do trabalho comunicar o fato aos empregadores responsáveis.
( ) é permitido ao médico revelar informações confidenciais obtidas, quando do exame médico de trabalhadores, se oficialmente solicitado por dirigentes de empresas ou de instituições.
( ) O médico do trabalho deve esclarecer ao paciente sobre as determinantes sociais, ambientais ou profissionais de sua doença.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo.
"[...] todas as substâncias são venenos, não existe nenhuma que não seja. A dose correta diferencia um remédio de um veneno".
A toxicologia é a ciência que estuda os efeitos nocivos decorrentes das interações das substâncias químicas com o organismo, com a finalidade de prevenir, diagnosticar e tratar a intoxicação. A toxicologia ocupacional é a área da toxicologia que identifica e quantifica as substâncias químicas presentes no ambiente de trabalho e os riscos que elas oferecem, com o objetivo de prevenir a saúde do trabalhador. São estudados os agentes tóxicos de matériasprimas, produtos intermediários e produtos acabados quanto a: aspectos físico-químicos, interação entre agentes no ambiente e no organismo, as vias de introdução, a toxicidade, a ocorrência de intoxicação em curto, médio e longo prazos, os limites de tolerância na atmosfera e no sistema biológico e os indicadores biológicos de exposição. A prevenção da intoxicação em toxicologia ocupacional pode ser alcançada em três etapas fundamentais, que são: reconhecimento, avaliação e controle.
Dentro dessa ciência, o que é toxicocinética?
A dermatite de contato alérgica é uma doença da pele relacionada ao trabalho, com potencial comprometimento das atividades laborativas, cujo desenvolvimento resulta de uma interação complexa de fatores de risco herdados, como polimorfismo (variações genéticas), e de fatores de riscos adquiridos, como dermatite atópica, dermatite de contato por irritante e estase venosa.
Com relação à dermatite de contato alérgica, podemos afirmar que
Categoria I: Trabalho como causa necessária. Categoria II: Trabalho como fator contributivo, mas não necessário. Categoria III: Trabalho como provocador de um distúrbio latente ou agravador de doença já estabelecida. Com base na classificação de Schilling para os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho, pode-se afirmar que
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir para responder à questão que a ele se refere.
A presença que as crianças podem nos ensinar
Em tempos de mindfulness, de meditação e de reaprender a respirar, quero trazer uma reflexão. Se você é pai
e mãe, ou cuida de crianças pequenas, já deve ter percebido que elas vêm com uma aptidão “de fábrica”: o estar. A
criança pequenina ainda não tem muita noção de temporalidade, não entende passado e futuro, não se perde nas
próprias preocupações e devaneios sobre o que aconteceu e o que virá a acontecer, então apenas é. Para ela, só
existe o presente.
O tamanho desse aprendizado só pode ser medido pelo tamanho da nossa vontade em olhar para as crianças como pequenos grandes mestres que são. Aprendemos a internalizar crenças muito duras sobre as crianças. A começar que são “folhas em branco”, basicamente inferiores aos adultos porque não têm a mesma experiência de vida e conhecimento do mundo que nós temos. Mas, se esqueceram de nos contar que eles são peritos no mundo interno: na presença atenta e consciente, no perdão, no não julgamento, na entrega, na leveza. Basicamente tudo que queremos e precisamos – urgentemente – reaprender, as crianças já sabem.
No caminho até a escola, a criança vai reparar na abelha voando sobre a flor, no rabisco na parede, no ônibus que vem lá longe. Vai respirar no presente e estar atenta a ele, tirando toda alegria que pode de cada momento. Se perdemos a cabeça e gritamos, eles nos perdoam sem pestanejar, sem nos julgar, sem guardar rancor. Quando estamos cabisbaixos, eles não racionalizam o que aconteceu, apenas nos presenteiam com um sorriso. Quem de nós pode dizer que consegue agir assim?
Mas, a grande verdade é que desaprendemos a sentir leveza, a nos conectar com o simples, desaprendemos a estar nesse mesmo momento em que as crianças vivem e insistem em nos apresentar, e nós insistimos em resistir: o agora. Quando nosso mundo interno está cheio, barulhento, nublado, não conseguimos ver através dele todas as maravilhas que existem em cada segundo. A ideia não é querer calar essas vozes, é simplesmente começar a percebê-las. Começa por aí o reaprendizado: por apenas perceber.
Enquanto os ensinamos as regras sociais, enquanto os orientamos para o caminho das boas escolhas, eles nos ensinam a voltar para o básico: para dentro de nós. Você está disposto a reaprender?
Disponível em: https://vidasimples.co/colunistas/a-presenca-que-as-criancas-podem-nos-ensinar/. Acesso em 15 fev. 2020.