Questões de Concurso
Comentadas para técnico em eletromecânica
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Marcelo Gleiser
Físico teórico, professor, escritor e colunista do jornal Folha de S.Paulo e da National Public Radio (NPR), Gleiser é internacionalmente reconhecido no meio acadêmico.
Nascido no Rio de Janeiro, Gleiser teve sua curiosidade pela ciência despertada por meio da admiração pela natureza. Cursou Engenharia Química por dois anos, transferindo-se para o curso de Física da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde graduou-se em 1981. No ano seguinte, fez seu mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro e, em 1986, obteve seu doutorado no King’s College, da Universidade de Londres, na Inglaterra.
Autor de mais de uma centena de artigos citados e dezenas de textos publicados em formato impresso ou digital, o foco da pesquisa de Gleiser é o surgimento de estruturas complexas da natureza para descobrir o sentido do mundo e nosso lugar no grande esquema das coisas. Para isso, ele tem como foco questões fundamentais relacionadas ao que chama de “três origens”: a origem do universo, a origem da matéria e a origem da vida na Terra e em todos os lugares do cosmos.
Disponível em: <https://www.fronteiras.com/conferencistas/marcelo-gleiser> . Acesso em: 6 jul. 2019.
O jovem e os cientistas, por uma narrativa que inclua
o ser humano concreto
Isso se faz conectando disciplinas, como preconiza Edgar
Morin
[...] É assustador saber que 93% dos jovens brasileiros não conhecem o nome de um cientista brasileiro, de acordo com pesquisa do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, divulgado na semana passada.
Em resposta a isso, alguns lembram a carência de professores que temos nas áreas científicas do ensino médio, particularmente em física e química.
Na verdade, embora ocorra, de fato, falta de professores, o problema é mais complexo. Para além da carência de mestres, trata-se da forma como ensinamos história e, em especial, a história da ciência no país.
É como se houvesse um determinismo histórico absoluto, em que processos econômicos governassem os fatos, sem interferências da subjetividade.
Assim, alunos perdem a chance de compreender que somos nós, seres humanos, claro que em condições dadas, que individual ou coletivamente construímos comunidades, nações e instituições.
Foram pessoas singulares que fizeram pesquisas, desvendaram os fenômenos da natureza e criaram soluções para os mais diferentes desafios enfrentados pela humanidade, inclusive no Brasil.
No passado, padecemos do fenômeno oposto e as aulas se tornavam um recital de nomes e fatos a serem memorizados. Mas ao romper com uma abordagem equivocada, caímos muitas vezes no outro extremo. E, com isso, ao enfatizar processos frente a pessoas, o ensino de história patina.
É urgente integrar os enfoques e ensinar aos jovens, desde o ensino fundamental, sobre a incrível aventura de seres humanos concretos no planeta, inclusive formulando hipóteses e produzindo conhecimento. Isso se faz, inclusive, conectando disciplinas, como preconiza Edgar Morin, em seu clássico "Religando os Saberes", em que analisa a escola secundária francesa.
Felizmente, a Base Nacional Comum Curricular avança nesta direção e possibilita que se aprenda em todo o país sobre as contribuições de nomes como Oswaldo Cruz, Adolpho Lutz, Carlos Chagas, Mario Schenberg e o recentemente premiado físico e cosmólogo Marcelo Gleiser, entre outros. A possibilidade de um ensino que construa convergências entre matérias possibilitaria também assegurar que crianças e jovens aprendam mais sobre brasileiros que se destacaram em geografia, como Milton Santos, ou artistas nossos de renome, como Tarsila do Amaral
E, assim, os alunos terão condições de entender as relações de produtores de conhecimento com seu tempo e imaginar cenários futuros em que eles possam ser cientistas, artistas ou nomes que contribuam para a construção de um país melhor e mais bonito.
COSTIN, Cláudia. Colunas e Blogs. Folha de S. Paulo. 5 jul. 2019. Disponível em:
<https://www1.folha.uol.com.br/colunas/claudia-costin/2019/07/o-jovem-e-os-cientistas-por-uma-narrativa-que-inclua-o-ser-humano-concreto.shtml> . Acesso em: 5 jul.
2019. (Adaptado).
No navegador da Web Google Chrome, se um usuário introduzir na barra de endereços o texto abaixo:
file:///C:/Users/
e, ato contínuo, pressionar a tecla <ENTER>, o referido Web browser exibirá:
Considerando a semelhança entre um circuito elétrico, que se forma em processo de soldagem, e um hidráulico, afirma-se que:
I há semelhança entre o gerador elétrico e a bomba hidráulica.
II o volume de fluxo fluído é inversamente proporcional à diferença de potencial elétrico.
III a resistência ao escoamento é diretamente proporcional ao volume de fluxo fluido.
Das afirmações:
A fervura da água é variante de acordo com a altura relativa. Nesse sentido, afirma-se que:
I no nível do mar, ela ferve a 100 °C.
II a temperatura de fervura é diretamente proporcional à altura.
III a temperatura de fervura é maior em Brasília do que em Recife.
Das afirmações:
No circuito elétrico em série ou em paralelo, afirma-se que, se ele estiver ligado em:
I paralelo, a soma das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é igual em todos os pontos do circuito.
II paralelo, a diferença das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é constante em todos os pontos do circuito.
III série, a soma das tensões parciais é igual à tensão aplicada no circuito, e o valor da corrente elétrica é diferente em todos os pontos do circuito.
Dos itens acima:
O conhecimento de como os materiais queimam é muito importante nas ações de combate ao fogo. Considerando a classe, o tipo de combustível relacionado e o do agente extintor, afirma-se que o incêndio:
I classe "A" utiliza a água como agente extintor mais importante e ocorre em profundidade.
II classe "B" se desenvolve em condição superficial com grande formação de brasas.
III classe "D" ocorre em materiais como a limalha de ferro, o grafite e em todos materiais pirofóricos.
Dos itens acima:
O comportamento do profissional trabalhador, em algumas circunstâncias, gera condições de negligência, imprudência ou imperícia. Nesse sentido, considere as afirmações:
I A imperícia é pressuposta uma ação precipitada, sem cautela e com atitude diversa da esperada.
II A negligência é configurada pela inaptidão e falta de qualificação ou ausência de conhecimentos básicos.
III Na imprudência existe a falta de cuidado e atenção sobre o mal que se deveria prever.
Das afirmações:
Na classificação dos riscos ambientais são definidos grupos com cores relacionadas. Nesse sentido, considere:
I os ruídos e vibrações estão enquadrados nos riscos físicos caracterizados pela cor com padrão vermelho.
II as poeiras, os fumos e os fungos são riscos químicos e são representados pela cor marrom.
III as cores verde, amarela e azul representam, respectivamente, os riscos ergonômicos, biológicos e físicos.
Dos itens acima: