Questões de Concurso
Comentadas para médico dermatologista
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Na reação tipo IV ou por hipersensibilidade tardia, as lesões resultam da interação do antígeno com linfócitos sensibilizados.
Na reação tipo III ou de complexos antígeno-anticorpo solúveis, os complexos imunes formados nos espaços tissulares precipitam-se, fixam complemento e geram reação inflamatória tecidual.
A dermatose caracterizada pela reação tipo II é o pênfigo foliáceo, no qual existem autoanticorpos dirigidos a componentes da zona da membrana basal, com clivagem dermoepidérmica ao nível da lâmina lúcida.
Um exemplo de reação tipo II em transplantados renais tratados com soro antilinfocitário para prevenção da rejeição é o aparecimento de autoanticorpos contra a membrana basal do glomérulo e a consequente glomerolonefrite.
Na reação tipo II, embora a lesão tissular possa resultar da simples combinação antígeno-anticorpo, geralmente a citólise requer fixação e ativação do complemento.
Na reação tipo II ou citotóxica, o dano tissular ocorre pela interação do anticorpo do tipo IgE com antígenos intrínsecos.
Na anafilaxia local, a administração intradérmica do antígeno resulta na clássica tríplice resposta de Lewis: eritema no ponto de inoculação, urticária e eritema reflexo.
Os anticorpos do tipo IgE são homocitotrópicos, ou seja, têm grande afinidade por determinadas células, como os mastócitos dos tecidos e os basófilos circulantes.
Na reação tipo I ou anafilática, a lesão tissular decorre da ação de substâncias vasoativas liberadas pela interação de um antígeno com o anticorpo tipo IgA.
As ações e serviços públicos de saúde não são considerados de relevância pública, podendo sua execução ser feita diretamente ou por terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.
As ações e serviços públicos de saúde executados pelo SUS devem ser organizados de forma regionalizada e hierarquizados em nível de complexidade crescente.
As regiões de saúde podem ser intermunicipais, intermunicipais, interestaduais e fronteiriças.
As regiões de saúde são recortes territoriais em espaço geográfico contínuo, identificadas pelos gestores municipais e estaduais a partir de identidades comuns culturais, econômicas ou sociais e da existência de interligações por redes de comunicação, infraestrutura ou transportes.
O Pacto de Gestão estabelece diretrizes para a gestão do sistema nos aspectos da participação e do controle social.
O Pacto em Defesa do SUS define as prioridades para o SUS.
O Pacto pela Vida propõe uma agenda de repolitização do SUS com a sociedade e a busca de financiamento adequado.
O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade não deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem-estar.
A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, e por isso se exige, como contrapartida, que a moralidade administrativa se integre no direito, como elemento indissociável de sua aplicação e de sua finalidade.
A Rede Câncer tem, entre outros, o objetivo de promover a geração de conhecimento científico e o desenvolvimento tecnológico no campo da atenção oncológica.
Rede Câncer é uma ferramenta de integração das diversas parcerias, desde que sejam públicas, visando o compartilhamento de conhecimento e recursos, para o controle do câncer.