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Ano: 2019 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Tapejara - RS
Q1209553 Atualidades
Assinale a alternativa que corresponde, respectivamente, ao país que sediou a Copa do Mundo de 2018 e ao país que irá sediar as Olimpíadas de 2020.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1182113 Português
A arte de ser feliz 

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz. 
Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.  
Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz. 
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. 
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: quase sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.  
(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho. Rio de Janeiro.) 

Em “Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las?” (2º§), o ponto de interrogação foi empregado para: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1182089 Português
A arte de ser feliz 

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz. 
Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.  
Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz. 
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz. 
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: quase sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.  
(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho. Rio de Janeiro.) 

“Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.” (4º§) O antônimo das palavras destacadas no trecho é, sequencialmente: 
Alternativas
Q1088149 Conhecimentos Gerais
Considerando a teoria básica do fogo, concluímos que o fogo só existe quando estão presentes, em proporções ideais, o combustível, o comburente e o calor, reagindo:
Alternativas
Q1088148 Conhecimentos Gerais
Complete a frase abaixo:
Condução, convecção e irradiação são as formas de ___________ de calor de um corpo para o outro ou para um meio.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1088147 Conhecimentos Gerais
Complete a frase abaixo:
O livro de ocorrências deverá ser redigido de maneira que _____________ modificação posterior.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1088146 Eletricidade
Mantenha sempre desobstruídos corredores, escadas e:
Alternativas
Q1088145 Eletricidade
Ao sentir cheiro de gás, não ligue ou desligue a luz nem aparelhos elétricos.
Afaste as pessoas do local e procure:
Alternativas
Q1088144 Eletricidade
A sobrecarga na instalação elétrica é uma das principais causas de:
Alternativas
Q1088143 Segurança e Transporte
Complete a frase abaixo:
É __________ do Zelador Patrimonial tomar conhecimento prévio das anotações do livro de ocorrências, bem como de eventuais ou novas ordens e instruções.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1088142 Segurança e Transporte
Complete a frase abaixo:
O Zelador Patrimonial tem por _________________ conhecer o sistema de controle de entrada, saída e permanência de pessoas, veículos e mercadorias.
Alternativas
Q1088141 Atendimento ao Público
Complete a frase abaixo:
O Zelador Patrimonial deve ser ________________ psicologicamente, precisa manter a calma, ter coragem e ser capaz de tomar decisões rápidas e lógicas.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1088140 Gestão de Pessoas
Ao entrar em uma sala em que está havendo uma reunião, quando requisitado, deve-se:
Alternativas
Q1088136 Gestão de Pessoas
Assinale a alternativa que indica uma característica indispensável ao bom profissional em seu ambiente de trabalho.
Alternativas
Q1088130 Português
Ou isto ou aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Cecília Meirelles - 1964
Assinale a alternativa em que a informação entre parênteses condiz com a frase que a antecede.
Alternativas
Q1088127 Português
Ou isto ou aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol,
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo nos dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Cecília Meirelles - 1964
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente separadas em sílabas.
Alternativas
Q1077256 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei Complementar no 112, de 23 de abril de 2010 do Município de Bombinhas (SC).
Alternativas
Q1077255 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com o Decreto nº 1558 de 21 de setembro de 2011, do Município de Bombinhas (SC), a taxa de perpetuidade poderá ser parcelada em até quantas vezes?
Alternativas
Q1077254 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com o Decreto nº 1558 de 21 de setembro de 2011, do Município de Bombinhas (SC), nos casos de ruína ou abandono a Administração Pública elaborará laudo de vistoria e notificará o responsável pela sepultura ou seu representante legal, para que execute os serviços necessários à identificação ou conservação indicados no laudo, em um prazo de:
Alternativas
Q1077253 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
De acordo com a Lei Complementar nº 112, de 23 de abril de 2010 do Município de Bombinhas (SC), os mausoléus somente poderão ser edificados com, no máximo, quantas gavetas?
Alternativas
Respostas
1461: E
1462: A
1463: A
1464: A
1465: E
1466: D
1467: E
1468: B
1469: A
1470: C
1471: B
1472: D
1473: A
1474: C
1475: D
1476: C
1477: D
1478: A
1479: E
1480: B