Questões de Concurso Comentadas para zelador

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Q3403007 Direito Constitucional
 Em que ano foi promulgada a atual Constituição Brasileira?
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Q3403006 História e Geografia de Estados e Municípios
A Revolução Farroupilha, também conhecida como Guerra dos Farrapos, ocorreu em qual estado brasileiro?
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Q3403005 Conhecimentos Gerais
O movimento "Diretas Já", que exigia eleições diretas para presidente, ocorreu em que década? 
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Q3402999 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

 Na frase traduzida "Sacaste apenas um naipe", a palavra "Sacaste" representa um: 
Alternativas
Q3402998 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

Considerando o uso numérico em "2020" na frase "A música é de 2020", essa referência temporal é um exemplo de numeral: 
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Q3402997 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

O que o texto sugere sobre a inevitabilidade do desmoronamento de "estruturas mais sólidas"?
Alternativas
Q3402996 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

O que a autora do texto considera ser a "melhor metáfora para as perdas sucessivas"?
Alternativas
Q3402995 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES.


    Quando tudo desmorona


Sacaste apenas un naipe / Pero era el que sostenía el castillo diz a abertura da canção Derrumbe, recém-lançada por Jorge Drexler. A música é de 2020 e tinha ficado de fora de Tinta y Tiempo, por ter sido considerada, inicialmente, muito triste e destoante do tom do álbum. Anos mais tarde, o uruguaio reconsiderou e decidiu inclui-la nos shows do final da turnê e, assim, foi parar nas plataformas de streaming. Assim que ouvi, fiquei viajando na poética da letra: um dos naipes tirados era justamente o que sustentava o castelo. O final de uma relação amorosa, a partir dos olhos dos protagonistas, é narrado fazendo analogia ao desmoronamento de uma casa. Achei bem lindo.


Drexler, ao falar da música, diz que “a vida também é feita dessas dores. Não consigo deixar de pensar que, de alguma forma, também fala de um mundo que vemos desmoronar diante de nossos olhos, afundado em conflitos que parecem não ter solução. Espero que vejamos dias melhores em breve”.


Tenho certeza que todo mundo já sentiu, em maior ou menor medida, o próprio mundo desabar. Talvez seja a melhor metáfora para as perdas sucessivas que acontecem lentamente à medida em que amadurecemos. E até estruturas mais sólidas, após abalos, tendem a sucumbir.


É exatamente como na poesia: a gente raramente sabe qual é a pecinha que sustenta, de fato, nossa construção inteira. Por outro lado, a gente consegue reconhecer quem nos ampara.


Na quinta-feira, no percurso entre a redação e minha casa, encontrei um amigo queridíssimo entrando no prédio onde mora. Viu que estava perto e parou para conversar: ficamos uns 20 ou 30 minutos filosofando, sentados na mureta da portaria dele, num edifício localizado no Centro da cidade.


Falávamos sobre pequenas gentilezas, sobre o dom dele elogiar as pessoas e ser reconhecido, despretensiosamente, por isso. Confessou que não conseguia invejar ninguém: tinha sido criado para servir. Lembrei-o que era mais do que isso: uma presença luminosa capaz de transformar o instante. Nos abraçamos e voltei para casa sorrindo pelo caminho.


A gente pode até não saber qual é o naipe que sustenta nosso castelo, mas sempre sabe com quem pode contar quando ele começar a desmoronar.


Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado)

Por que Jorge Drexler inicialmente decidiu não incluir a música "Derrumbe" no álbum "Tinta y Tiempo"?
Alternativas
Q3398710 Atendimento ao Público
Qual é a postura adequada do zelador em caso de desordens no prédio?
Alternativas
Q3398709 Administração de Recursos Materiais
Qual é a melhor prática para a organização de espaços de armazenamento no prédio? 
Alternativas
Q3398707 Administração de Recursos Materiais
Como o zelador deve lidar com o controle de estoque de materiais de limpeza e manutenção?
Alternativas
Q3398706 Administração de Recursos Materiais
Qual procedimento o zelador deve seguir para garantir a eficácia do videomonitoramento?
Alternativas
Q3398704 Atendimento ao Público
Como o zelador deve agir ao atender o público no prédio?
Alternativas
Q3398703 Meio Ambiente
Qual é a importância da gestão de resíduos e reciclagem em um prédio?
Alternativas
Q3398702 Administração de Recursos Materiais
Qual é a melhor prática para a organização de espaços comuns em um prédio?
Alternativas
Q3398700 Administração Pública
Qual procedimento o zelador deve seguir ao administrar a permissão de entrada e saída de prestadores de serviço?
Alternativas
Q3398699 Administração Geral
Em que consiste a avaliação de riscos realizada pelo zelador?
Alternativas
Q3398698 Segurança e Transporte
Qual é a importância do videomonitoramento em um prédio residencial?
Alternativas
Q3398697 Segurança e Transporte
Qual é o propósito do patrulhamento preventivo realizado pelo zelador?
Alternativas
Q3398696 Segurança e Transporte
Em caso de sinistro no prédio, qual é a primeira ação que o zelador deve tomar?
Alternativas
Respostas
601: A
602: C
603: C
604: C
605: D
606: C
607: B
608: C
609: C
610: B
611: D
612: B
613: B
614: C
615: D
616: B
617: B
618: C
619: A
620: C