Questões de Concurso Comentadas para professor - sociologia

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Q3764625 Pedagogia
De acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama – Lei Municipal nº 710, de 28 de maio de 2015, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna abaixo.

O ____________ deve considerar as crianças em sua totalidade, observando suas especificidades e garantindo-lhes o direito: brincadeira; á atenção individual: a um ambiente aconchegante, seguro e estimulante; o contato com a natureza; à higiene e à saúde; a alimentação sadia; a desenvolver sua curiosidade, imaginação e capacidade de expressão; ao movimento em espaços amplos; à proteção; ao afeto, à amizade: a expressar seus sentimentos: a uma especial atenção durante o período de adaptação/inserção à creche: a desenvolver sua identidade cultural, racial e religiosa. 
Alternativas
Q3764624 Legislação Municipal
Assinale a alternativa correta de acordo com o Plano Municipal de Educação de Araçariguama – Lei Municipal nº 710, de 28 de maio de 2015, no que se refere à qualidade na Educação Infantil.
Alternativas
Q3764623 Legislação Municipal
Assinale a alternativa correta de acordo com a Lei Municipal nº 710/2015 – Plano Municipal de Educação de Araçariguama.
Alternativas
Q3764622 Direito Administrativo
De acordo com o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério de Araçariguama — Lei Complementar n.º 33 de 29 de janeiro de 1998, o provimento de cargos da classe de docentes e de profissionais de apoio pedagógico se dará na forma de:
Alternativas
Q3764621 Português
Leia o trecho:

A aventura cortou para sempre a carreira de um entusiasta da aviação, o Otto. Dentro de um avião, este se portava, até aquela data, com uma inconveniência admirável, divertindo-se em amedrontar amigos e conhecidos. Pois terminou ali a carreira do gozador, que amava até as tempestades no ar e se ria a valer com a paura dos outros.”

CAMPOS, Paulo Mendes. Medo de avião. Manchete, n. 625, Rio de Janeiro, 11 abr. 1964. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/7151/medo-deaviao>. 

Assinale a seguir um termo que NÃO é um elemento de coesão no trecho acima:
Alternativas
Q3764619 Português
Analise a concordância nas frases a seguir e assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3764618 Português
Analise as afirmativas a seguir em relação às regras de crase e, em seguida, assinale a alternativa correta:

I. Um exemplo de caso facultativo de crase é “Afonso foi a sua festa ontem?”, pois o termo “sua” é um pronome possesivo.
II. As locuções femininas “à esquerda” e “à direita” representam situações obrigatórias de crase, como na frase “É muito perigoso não olhar à esquerda e à direita antes de atravessar a avenida.”
III. Um dos casos em que a crase é obrigatória é diante de pronomes demonstrativos, por isso a seguinte frase está correta: “Esperávamos ansiosos que você chegasse à esse momento”.
Alternativas
Q3764617 Português
Assinale a alternativa que nomeia corretamente duas figuras de linguagem que ocorrem no trecho a seguir:

“A agulha vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic plic-plic da agulha no pano.”

ASSIS, Machado de. Um apólogo. Disponível em:  <https://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv0 00269.pdf>. 
Alternativas
Q3764616 Português
Verifique a colocação dos pronomes destacados nas frases abaixo. Assinale a alternativa em que ocorre ênclise: 
Alternativas
Q3764615 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
Releia o trecho:

“Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: ‘antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores’”.

Nesse trecho, “boa-tarde” seria corretamente flexionado no plural da seguinte forma:
Alternativas
Q3764614 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
No primeiro parágrafo do texto, por que o autor utiliza aspas?
Alternativas
Q3764613 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
O termo “anedotas”, no trecho “As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral”, pode ser corretamente substituído, sem prejuízo do sentido, por qual dos termos a seguir?
Alternativas
Q3764612 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Adamastor - O Estranho Homem Puro


    “O de que eu não gosto é, exatamente, tudo o de que os outros não gostam e têm medo de dizer” – disse Adamastor, odiando Jayne Mansfield.

     Adamastor é um homem magro, seco, que usa óculos e sardas. Ou, se não é assim, gostaria de sê-lo. Veste calças escuras de brim grosso, camisa de malha de algodão, preta, meias de longo curso e botinas de cano curto. Eis Adamastor, o estranho homem puro de quem o único juiz é a sensibilidade:

    Não sente o menor carinho por velhos e crianças de colo. Para ele, homem que dança muito bem não tem caráter. Diz: “O homem, a não ser que seja de balé, precisa dançar apenas direitinho.” Odeia as mulheres que usam spray net (laquê), anáguas (saias rodadas) e bordado inglês. As pessoas que contam anedotas ou que só contam anedotas estão a um minuto da paralisia geral. (...) Discurso, não pode nem ouvir falar e acha que todo bom orador é, no fundo, mau pai de família. Não tem a menor admiração por Castro Alves, Rui Barbosa e Afonso Arinos. Sai da sala onde há homem de pernas cruzadas e lhes aparece (entre a calça e a meia) os cabelos da canela. Acha, Adamastor, que os homens devem usar meias tão compridas que, sendo preciso, possam sair sem calças. Ou, então, que andem logo sem meias e de sapatilhas “sete vidas”. Está absolutamente certo de que homem de ligas não dá sorte com mulher. Sustenta a tese de que mulher não deve fazer samba e desafia quem lhe mostre um samba, realmente bonito, feito por mulher. Gosta dos cegos, ajuda-os em tudo, mas acha que cego é muito intrigante. É generoso com os autores das canções, mas abomina aqueles que usam as expressões “própria natureza” e “própria dor”. Tem o maior desprezo pelas pessoas que sabem consertar isqueiros. Odeia entrevistas de jogador de futebol, que começam em: “antes, porém, meu boa-tarde aos senhores telespectadores”, seguem dizendo que “o adversário é um adversário cem por cento” e terminam com “o meu boa-tarde para minha senhora e minha mãe”. Sobre o tratamento “minha senhora” e a palavra “telespectadores” não quer nem falar. Acha que as pessoas que falam em “bater papinho”, “essa não”, “bárbaro” e “cobra” deviam ir para Bananal, tirar retrato com os índios. Detesta as canções Dindi e Teté e não tem a menor pena de mudo, porque mudo não tem palavra.


MARIA, Antônio. Seja feliz e faça os outros felizes: as crônicas de humor de Antônio Maria. Civilização Brasileira, 2005, p. 43-44. Disponível em:
No texto, o personagem Adamastor é um homem crítico e diversas de suas insatisfações em relação às outras pessoas são descritas ao longo do texto. De acordo com o autor, as críticas de Adamastor não têm fundamento lógico ou racional. Qual trecho do texto evidencia essa interpretação?
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722547 Sociologia
A sociedade de consumo contemporânea se caracteriza por uma lógica expansiva do desejo, estruturada em torno da insaciabilidade, na qual o ato de consumir deixa de estar apenas relacionado à satisfação de necessidades materiais para se tornar um campo autônomo de produção simbólica. Seguindo este pensamento, assinale a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722546 Sociologia
É de 2023 a Lei nº 14.532, que atualiza a Lei de Crime Racial, prevista desde 1989. Essa nova regra iguala o crime de injúria racial ao crime de racismo. A injúria racial consiste em ofender ou humilhar alguém com base em elementos referentes a raça, cor, etnia ou religião. Até 2023, a injúria racial não era considerada um crime de racismo. Com a modificação na lei, a injúria racial tornou-se crime inafiançável. Essa lei implica também a proteção à liberdade religiosa e tem como fundamento os preceitos de cidadania e direitos humanos. Com base nisso, é correto afirmar que a referida lei se fundamenta:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722545 Sociologia
A metodologia mista nas Ciências Sociais combina lógicas distintas de pesquisa, buscando uma compreensão mais integrada dos fenômenos sociais. Sua aplicação demanda compatibilização teórica e coerência metodológica entre diferentes estratégias de coleta e análise de dados. Com relação à metodologia mista nas Ciências Sociais, marque a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722544 Sociologia
O “Brasil gasta quase quatro vezes mais com sistema prisional em comparação com educação básica. Cada preso custa, em média, R$ 1,8 mil por mês aos cofres públicos, enquanto um aluno da educação básica custa R$ 470,00.” (BOTELHO, MACIEL, 2022). Sociólogos como Loïc Wacquant apontam que a questão da violência não se limita a questões de cunho pessoal, como o “caráter”, mas estaria intrinsicamente relacionada com fatores de ordem social, como:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722543 Sociologia
A “ilusão da neutralidade e independência do sistema escolar em relação à estrutura das relações de classe que se pode chegar a interrogar (...) contribui ainda para ocultar ao desviar-se da interrogação sobre a eliminação sem exame”. (BOURDIEU; PASSERON, 1982, p. 153). A referida citação de Pierre Bourdieu acerca do sistema de ensino leva ao entendimento que a escola dá uma contribuição à reprodução social, na medida em que:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: IF-PA Prova: IDECAN - 2025 - IF-PA - Professor - Sociologia |
Q3722542 Sociologia
Povos e comunidades tradicionais, com perspectivas diferentes de mundo, como os indígenas, têm fornecido contribuições e reflexões importantes sobre a necessidade urgente de mudanças na relação ser humano e natureza. De diferentes modos, todos eles têm apontado o abismo colossal na preservação dos recursos naturais para as próximas gerações, e os danos irreversíveis causados pelos seres humanos ao planeta Terra. No Brasil, uma das principais vozes no debate é a do intelectual indígena brasileiro Ailton Krenak (1953-), que:
Alternativas
Respostas
321: A
322: D
323: C
324: D
325: C
326: E
327: D
328: B
329: E
330: B
331: A
332: C
333: A
334: D
335: D
336: E
337: C
338: A
339: A
340: E