Questões de Concurso Comentadas para professor - sociologia

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Q816115 Sociologia
Ao longo dos últimos anos, diversos autores do campo sociológico passaram a utilizar a expressão "novos movimentos sociais” para se referirem a formas renovadas de organização e mobilização de grupos que lutam para a concretização de reivindicações diversas. Sobre os “novos movimentos sociais”, é correto afirmar que
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Q816114 Sociologia

Leia o texto abaixo.

    Dessa forma, o "mais antigo” dos “movimentos sociais” brasileiros, passou ao longo de um tempo (por todo o século XX, e com mais intensidade a partir dos anos 30) por várias significações e apropriações institucionais, sendo “arrancado” da esfera do Estado, ao qual foi inicialmente atrelado como instituição com funções para-estatatais auxiliares, e re-apropriado como movimento social democrático e anti-autoritário nos anos 80. No momento, como um dos movimentos mais atingidos pelas práticas empresariais e políticas públicas recentes voltadas para o fortalecimento do mercado tomado como global em detrimento do emprego e dos direitos dos trabalhadores, o sindicalismo procura articular-se internacionalmente e também internamente com outros movimentos sociais para resistir à sua desestabilização e criar novas formas de solidariedade e de luta.

LOPES, Sérgio Leite. História e Transformações do Sindicalismo Brasileiro. In www.theomai.unq.edu.a/ número 9/artLopes.pdf. Fragmento. Adaptado


De acordo com o texto, o sindicalismo brasileiro vem historicamente passando por uma situação de

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Q816113 Sociologia

Leia o texto abaixo.                            Mídia e globalização


   [...] Até recentemente a globalização se dava por sucessão de lugares. O mundo econômico estimulou-a ao máximo. As transnacionais chegavam a todos os países em busca de mercado para maximizar os lucros. Riscava-se o mapa mundi com os traços do comércio.

   As últimas décadas assistiram a um fenômeno novo. A globalização simultânea e instantânea. Não se necessita sair de um lugar para estar em outro. Aquilo que a metafísica proibia absolutamente no mundo físico, o desenvolvimento tecnológico da informática possibilita-o de maneira virtual. É-nos dado estar simultaneamente em vários lugares. É a globalização das emissões televisivas, da internet [...].

Disponível em: http://www.domtotal.com/colunas/detalhes.php?artId=1267. Acesso em 01 de abril de 2016. 


A respeito do complexo fenômeno da globalização e sua relação com a mídia, podemos afirmar que

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Q816112 Sociologia

Leia o texto abaixo.    

    Os jovens que cometem atos violentos ou uma infração ou que já estiveram em situação de liberdade assistida são, conforme apontaram nossos estudos, qualificados como violentos. Tal qualificação adere-se a eles como uma tatuagem e eles começam a ser vistos a partir dessa ótica e toda a sua trajetória de vida é reinterpretada a partir do ato de violência cometido, como exemplificado no relato do jovem entrevistado por nós. Esse jovem encontrava-se em liberdade assistida: por melhor que procurasse relacionar-se com as pessoas de fora de seu círculo íntimo, era visto unicamente como delinquente. A identidade a ele atribuída, de jovem delinquente, o definia e demarcava todas as relações que estabelecia com os outros. Da mesma forma, as expectativas que os outros construíam sobre sua vida futura acabavam por ser delimitadas por essa condição (Salles et al., 2007). Há aqui um processo de atribuição de identidade. Nesse caso, é a atribuição de uma identidade estigmatizada. Mas esse processo não é apenas externo, exterior a ele, pois essa identidade atribuída é assumida por ele. 


SALLES, Leila Maria Ferreira. Jovens, escola e violência: alguns apontamentos sobre o processo de inclusão e exclusão simbólica de jovens. 


 Com base no trecho do livro, pode-se inferir que

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Q816111 Sociologia

Leia o texto abaixo.

À medida que, numa formação social, uma forma determinada da divisão social se estabiliza, se fixa e se repete, cada indivíduo passa a ter uma atividade determinada e exclusiva, que lhe é atribuída pelo conjunto das relações sociais, pelo estágio das forças produtivas e pela forma da propriedade. 

CHAUÍ, Marilena. Filosofia. Ática: São Paulo, 2000.


 De acordo com o texto, o quadro ideológico configura-se como um fenômeno histórico social decorrente do (a)

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Q816110 Sociologia
As últimas décadas foram marcadas por transformações de enorme magnitude no mundo do trabalho. Sobre tais mudanças, é correto afirmar que
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Q816109 Sociologia

O Estado Nação e a democracia como sistema político são instituições características da modernidade. Sobre esses temas, são feitas as seguintes afirmativas:

I. Os Estados modernos são as comunidades políticas divididas uma das outras por fronteiras claramente delimitadas, e não por vagas áreas fronteiriças que separavam os Estados tradicionais pré-modernos.

II. O Estado é uma instância política que se confunde com a sociedade civil por congregar em seu seio uma diversidade de espaços, atores, organizações e formas institucionais que variam em formalidade, autonomia e poder.

III. A democracia participativa é um sistema político em que as decisões são tomadas em comunidade por aqueles que são afetados por elas. São exemplos de democracia participativa: os plebiscitos, os orçamentos participativos e os projetos de lei de iniciativa popular.

IV. A democracia liberal representativa é um sistema político em que se pressupõe a existência de mecanismos de alternância do poder e de instituições parlamentares.

Estão corretas apenas as afirmativas:

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Q816108 Sociologia
A sociedade moderna, dentre outros fenômenos sociais, destaca a construção do individualismo como ideologia e do indivíduo como um valor. Identifique a opção em que todos os cientistas sociais se dedicaram notadamente sobre os aspectos socioculturais do indivíduo.
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Q816107 Sociologia
O materialismo histórico e dialético, sistematizado por Karl Marx, constitui uma das vertentes mais profícuas no âmbito das teorias sociológicas. Suas três fontes constitutivas foram:
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Q816106 Sociologia

Leia o texto abaixo.

Seria legítimo afirmar-se, pois, que é sob o signo do homem que se constata o verdadeiro ‘império social’ dentro da natureza. Por esta razão, a parte mais importante da contribuição científica da Sociologia diz respeito à investigação das associações humanas. Em regra, os sociólogos se encaram como especialistas no estudo dessas associações e tendem a defender, em sua maioria, a concepção de que a Sociologia seria, estritamente, uma ciência do homem. 

FERNANDES, Florestan. Fundamentos empíricos da explicação sociológica. Companhia Editora Nacional: São Paulo, 1959. 


 Conforme o texto, podemos verificar que

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Q816105 Sociologia
Cultura é um dos termos de maior dificuldade de conceituação nas Ciências Sociais. Visto que há uma pluralidade de definições acerca do que seja cultura, é correto afirmar que o conceito de cultura é definido como
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Q816104 Sociologia

Leia o texto abaixo.

"No século XIX, a consolidação do sistema capitalista na Europa irá fornecer os elementos que servirão de base para o surgimento da Sociologia como ciência particular. No início desse século, o pensamento de Saint Simont (1760-1830), de G.W.E. Hegel (1770-1830) e de David Ricardo (1772-1823), entre outros, será o elo para que Auguste Comte (1789-1857) e Karl Marx (1818­ 1883) desenvolvam suas reflexões sobre a sociedade de maneiras radicalmente divergentes”. 

TOMAZZI, Nélson Dácio. Iniciação à Sociologia. Atual: São Paulo, 1993. 


Identifique as duas revoluções modernas que criaram as condições para a emergência da Sociologia como ciência.

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Q747850 Pedagogia

O currículo do Ensino Médio deve, dentre outros aspectos, organizar os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação de tal forma que ao final do Ensino Médio o estudante demonstre:

I. domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna. II. conhecimento das formas contemporâneas de linguagem. III. apreço pela atividades integradoras artístico-culturais, vinculadas ao meio ambiente e à prática social. IV. valorização da leitura e da produção escrita em todos os campos do saber.

Está correto o que se afirma APENAS em

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Q747845 Pedagogia
Um plano de aula deve prever necessariamente
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Q747836 Pedagogia

A democratização, no âmbito da escola, não será alcançada sem que cada escola organize o seu próprio projeto educativo (...) nada impede que cada escola se organize em termos do modo como compreende a tarefa educativa em face das dificuldades específicas que enfrenta...

Nessa compreensão,

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Q747825 Português

Medo da eternidade

    Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. 
    Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. 
    Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: 
    − Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 
    − Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. 
    − Não acaba nunca, e pronto. 
    Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. 
    Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. 
    − E agora que é que eu faço? − perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. 
    − Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. 
    Perder a eternidade? Nunca. 
    O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. 
    − Acabou-se o docinho. E agora? 
    − Agora mastigue para sempre. 
    Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. 
    Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. 
    Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. 
    − Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 
    − Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. 
    Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

06 de junho de 1970

(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo – crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.289-91)

Atente para as afirmações abaixo.

I. Em Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade (1º parágrafo), os adjetivos empregados para qualificar esse contato visam estabelecer um contraste com os acontecimentos que serão efetivamente narrados, deixando entrever a sugestão da autora de que esses fatos, aparentemente importantes, seriam na verdade banais e corriqueiros. II. Em Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita (15º parágrafo), a repetição do verbo “mastigar”, cujo início ecoa ainda na conjunção Mas que inicia a frase seguinte, busca sugerir no campo da própria expressão o que havia de repetitivo nessa atividade e o aborrecimento que já advinha do mascar da goma insossa. III. Em – Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! (18º parágrafo), o reiterado emprego do sinal de exclamação sugere o exagero próprio do fingimento.

Está correto o que se afirma APENAS em

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Q747822 Português

Medo da eternidade

    Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. 
    Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. 
    Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: 
    − Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. 
    − Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa. 
    − Não acaba nunca, e pronto. 
    Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. 
    Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. 
    − E agora que é que eu faço? − perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. 
    − Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. 
    Perder a eternidade? Nunca. 
    O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola. 
    − Acabou-se o docinho. E agora? 
    − Agora mastigue para sempre. 
    Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito. 
    Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. 
    Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. 
    − Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! 
    − Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. 
    Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

06 de junho de 1970

(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo – crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.289-91)

Ainda que se saiba da liberdade com que Clarice Lispector lidava com esse gênero, pode-se assegurar que Medo da eternidade é uma crônica na medida em que se trata
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Q744962 Pedagogia
Após a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de n.º 9.394/1996, revalorizam-se as ideias de Piaget, Vygotsky, entre outros estudiosos. Um dos pontos em comum entre eles é o fato de serem interacionistas, porque :
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Q744902 Sociologia
Maria da Vila Matilde (Porque se a da Penha é brava, imagine a da Vila Matilde!) Cadê meu celular? Eu vou ligar prum oito zero Vou entregar teu nome E explicar meu endereço Aqui você não entra mais Eu digo que não te conheço E jogo água fervendo Se você se aventurar (...) E quando o samango chegar Eu mostro o roxo no meu braço Entrego teu baralho Teu bloco de pule Teu dado chumbado Ponho água no bule Passo e ofereço um cafezim Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim (...) Mão, cheia de dedo Dedo, cheio de unha suja E pra cima de mim? Pra cima de muá? Jamé, mané! Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim. (Samba-de-breque com arranjo distorcido gravado por Elza Soares [A Mulher do Fim do Mundo, 2015])
Após o estudo do tema “gênero”, o professor de sociologia propõe uma atividade sobre o problema da violência doméstica no Brasil hoje a partir da apreciação e da análise da música “Maria da Vila Matilde”, da leitura e compreensão da legislação brasileira recente que trata da violência doméstica e da construção coletiva de uma campanha contra a violência doméstica a ser realizada na escola, em colaboração com outros alunos e professores. As opções a seguir descrevem corretamente os objetivos e os métodos dessa atividade, em sintonia com os textos dos PCNsEnsino Médio, à exceção de uma. Assinale-a.

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Q744901 Sociologia
Com o objetivo de fornecer instrumentos para que os alunos possam aprender a exercitar a própria “imaginação sociológica”, o professor elabora o programa de sua disciplina e define as competências específicas que devem ser apropriadas em relação aos três campos assinalados nos PCNs-Ensino Médio.
Relacione os três campos com as competências e habilidades específicas listadas a seguir.
1. Representação e comunicação. 2. Investigação e compreensão. 3. Contextualização sociocultural.
( ) Ler e analisar as situações socioculturais mediante categorias próprias dos paradigmas teóricos das Ciências Sociais; ( ) desenvolver uma visão crítica da sociedade contemporânea e compreender as diversidades culturais e sociais; ( ) participar da construção da própria identidade social e política, atuando para que haja maior conscientização quanto à reciprocidade de direitos e deveres.
Assinale a opção que indica a relação correta, de cima para baixo. 
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Respostas
3141: C
3142: E
3143: C
3144: B
3145: B
3146: C
3147: D
3148: D
3149: E
3150: D
3151: B
3152: C
3153: C
3154: D
3155: A
3156: E
3157: B
3158: C
3159: E
3160: D