Questões de Concurso
Comentadas para analista de sistemas
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I. Tem por função criar uma aparência sofisticada e limpa, na qual cada elemento deve ter uma ligação visual com outro elemento da página, com destaque para espessura, fontes e tamanhos, nada devendo ser colocado arbitrariamente em uma página. Ao inserir textos e imagens em um layout, deve-se ter em mente que mantê-las organizadas é fundamental para a compreensão do observador. Em síntese, é um princípio que define o processo de leitura do observador. II. Tem por objetivo criar uma organização e fortalecer a unidade, replicando os elementos visuais do design, espalhando-os pelo material. O elemento pode ser uma fonte em negrito, uma linha horizontal, entre outros, qualquer aspecto que o leitor reconheça visualmente. Em síntese, é um princípio que cria consistência entre os elementos.
Os princípios descritos são denominados, respectivamente:
I. Representar atributos. II. Representar entidades. III. Representar relacionamentos. IV. Ligar atributos a entidades e entidades a relacionamentos.
Considerando que são usadas linhas para a função indicada em IV, para as demais em I, II, e III devem ser utilizados, respectivamente, os seguintes símbolos:
I. É o parâmetro que trata da disponibilidade de conteúdos e recursos de modo universal na internet, com o objetivo do conteúdo ser acessado, percebido, compreendido e receber interação de qualquer usuário com autonomia e sem barreiras. É, em essência, o respeito pela diversidade de usuários que há na internet e seus direitos ao acesso à informação. II. É o parâmetro que define a facilidade com que as pessoas empregam uma ferramenta ou mesmo um objeto para realizar uma tarefa. É, em essência, a capacidade do sistema em fazer com que o usuário tenha sucesso na execução de suas tarefas.
Os conceitos em I e II referem-se, respectivamente a:
I. Ocorre quando o usuário pula um nível intermediário dentro de uma mesma dimensão, por exemplo, a dimensão tempo é composta por ano, semestre, trimestre, mês e dia. Essa operação é executada quando o usuário passa de ano direto para trimestre ou mês. II. Ocorre quando o usuário aumenta o nível de detalhe da informação, diminuindo a granularidade, um conceito que determina quais os tipos de consultas podem ser feitas no Datawarehouse. Essa operação influencia diretamente na velocidade do acesso às informações e no volume de dados armazenados. III. Ocorre quando o usuário aumenta a granularidade, diminuindo o nível de detalhamento da informação. IV. Ocorre quando o usuário passa de uma informação contida em uma dimensão para uma outra, como por exemplo, inicia na dimensão do tempo e no próximo passo analisa a informação por região.
As operações definidas em I, II, III e IV são conhecidas, respectivamente, como:
I. Os projetos têm seus requisitos gerenciados, havendo o planejamento, a medição e o controle dos diferentes processos. II. Os processos já estão claramente estabelecidos e são compreendidos dentro da organização; os procedimentos se encontram padronizados, além de ser preciso prever sua aplicação em diferentes projetos. III. Existe uma melhoria contínua dos processos.
Os níveis caracterizados em I, II e IIl são denominados, respectivamente:
I. É um time-box de 8h para uma sprint de um mês; uma reunião é onde o Product Owner é ouvido em relação às prioridades e aos objetivos da sprint. É nela também onde o time irá deliberar sobre o que conseguem fazer nesta sprint em relação às necessidades, formalizando o Sprint Backlog, ou lista de coisas que serão feitas no próximo mês. II. É um time-box de 15 min que deve acontecer diariamente, sempre no mesmo local e horário para gerar consistência e evitar perda de tempo, facilitada pelo Scrum Master. Nesta reunião, que deve ser muito dinâmica e que popularmente é feita em pé para evitar prolongamentos e distrações, cada membro do time deve responder apenas três perguntas: o que eu fiz ontem, o que eu vou fazer hoje e se tem algo me impedindo.
Os tipos detalhados em I e em II são denominados, respectivamente:
I. Representa o fluxo de tarefas que podem ser executadas pelo sistema ou por um ator e tem por finalidade modelar o fluxo de trabalho de um objeto durante a execução do programa, sendo mesmo um fluxograma que modela as ações que o objeto vai executar e em que ordem.
II. Representa uma coleção de componentes de software e seus inter-relacionamentos e tem por finalidade modelar recursos que incluem gráficos, áudio e pacotes que são grupos de classes e que constituem o sistema.
Esses diagramas são denominados , respectivamente, Diagramas de:
I. corrigir o que deu errado e promover melhorias no processo II. estabelecer metas e definir como o processo será executado III. verificar se os resultados foram alcançados conforme o planejado IV. ocorrência da ação, na qual a equipe implementará o que foi planejado
As afirmativas em I, II, III e IV estão direta e respectivamente associadas a:
I. É o processo de interagir com os stakeholders do sistema para descobrir seus requisitos, e a compreensão do domínio se desenvolve mais durante essa atividade. II. É um estágio que envolve interação com os stakeholders para a definição dos requisitos mais importantes, considerando que, em qualquer conjunto de requisitos, alguns serão mais importantes do que outros. III. É o processo que realiza uma análise dos requisitos para descobrir se estão completos e consistentes e se estão em concordância com o que os stakeholders desejam do sistema.
As atividades detalhas em I, II e III são conhecidas, respectivamente, como:
Essa fase é denominada:
I. Está associado à ocorrência de informações armazenadas em arquivos separados, com conteúdos diferentes. II. Está associado à existência das mesmas informações em aplicações diferentes, como por exemplo, em arquivos de material e de registros de projetos.
As descrições em I e em II referem- se, respectivamente, aos seguintes termos:
I. São relacionamentos estruturais entre instâncias e especificam que objetos de uma classe estão ligados a objetos de outras classes, podendo existir entre classes ou entre objetos. II. São relacionamentos de utilização no qual uma mudança na especificação de um elemento pode alterar a especificação do elemento dependente. Este tipo de relação entre classes indica que os objetos de uma classe usam serviços dos objetos de outra classe. III. São relacionamentos entre um elemento mais geral e um mais específico. O elemento mais específico herda as propriedades e métodos do elemento mais geral. Este tipo de relação é também conhecida como herança no modelo a objetos, existindo só entre as classes.
Os tipos descritos em l, ll e lll são, respectivamente:
I. É direcionada ao agrupamento de dados, com base em um critério de identificação de dados semelhantes, fundamental para a seleção de grupos e posterior geração de insights. II. São utilizadas com mais frequência nos estágios iniciais do processo de Data Mining que servem para modelar relações entre os dados que entram e saem do processo de mineração. Por meio do uso de algoritmos, podem reconhecer padrões escondidos e correlações em dados brutos, agrupá-los e classificá-los e, com o tempo, aprender e melhorar continuamente. III. É uma ferramenta para ajudar uma pessoa, ou um grupo de pessoas, a tomarem uma decisão ao visualizar as suas ramificações e consequências. É uma ferramenta de suporte bastante útil para orientar discussões e guiar um grupo na resolução de um problema ou, até mesmo, na elaboração de um plano de ação. É de fácil interpretação dos dados e mostra o caminho a ser percorrido para alcançar determinado objetivo.
Essas técnicas em I, II e III, são conhecidas, respectivamente, como:
I. São diagramas estruturais que fornecem uma visão clara da estrutura hierárquica dos variados elementos UML dentro de um determinado sistema, sendo usados para mostrar a organização e disposição de vários elementos de modelos, onde cada elemento é representado como uma pasta de arquivo dentro do diagrama, e depois organizado hierarquicamente no diagrama. São bastante usados para proporcionar uma organização visual de uma arquitetura em camadas de qualquer classificador UML, por exemplo, um sistema de software. II. São diagramas que permitem a visualização de um conjunto de classes, detalhando atributos e operações, assim como prováveis relacionamentos entre as estruturas, possibilitando ainda as definições de interfaces. Ilustra graficamente como será a estrutura do software, em nível micro ou macro e como cada um dos componentes da sua estrutura estarão interligados.
As ferramentas caracterizadas em I e em II são denominados diagramas de:
I. Arquivos físicos de log que permitem a recuperação da instância do banco de dados. Esses arquivos contêm um registro de todas as alterações feitas nos dados nas tabelas e índices do banco, assim como mudanças realizadas na estrutura do banco de dados em si. A instância pode recuperar o banco com as informações contidas nesses arquivos – se os datafiles não forem perdidos. II. Área da SGA que armazena dados como declarações SQL executadas, cópias do dicionário de dados do banco e cache de resultados de consultas SQL e PL/SQL para reuso. Também contém dados das tabelas de sistema, como informações do conjunto de caracteres e informações de segurança.
Os termos descritos em I e em II são denominados, respectivamente: