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No contexto do desenvolvimento de um sistema em Java 8, um Analista de Sistemas está implementando uma rotina para processar uma lista de transações financeiras em uma aplicação de uma agência de fomento. Durante o processamento utilizando Streams, por meio da API (Application Programming Interface), surgiu a necessidade de ignorar os primeiros elementos da sequência, a fim de desconsiderar registros iniciais que já haviam sido previamente analisados, permitindo que apenas os demais elementos fossem processados no fluxo. Considerando as operações disponíveis na API de Streams do Java 8, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE a operação utilizada para esse fim.
No contexto do desenvolvimento de sistemas em Java, um Analista de Sistemas com atuação em Arquitetura de Software está revisando o gerenciamento de memória da JVM (Java Virtual Machine) para garantir a eficiência de uma aplicação corporativa em uma agência de fomento. Durante a análise, foi necessário identificar o segmento de memória responsável por armazenar as definições das classes carregadas pela JVM, incluindo metadados e informações estruturais utilizadas durante a execução do programa. Considerando o funcionamento da JVM e seu gerenciamento de memória, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE esse segmento.
No contexto do desenvolvimento de sistemas em Java, um Analista de Sistemas está analisando o funcionamento interno da JVM (Java Virtual Machine) para otimizar o desempenho de uma aplicação crítica de uma agência de fomento. Durante a execução do programa, observou-se que parte do código bytecode é convertida dinamicamente para código nativo, visando melhorar a performance em tempo de execução, especialmente em trechos frequentemente utilizados. Considerando os componentes da JVM, assinale a alternativa que indica CORRETAMENTE o responsável por realizar essa compilação para código nativo.
No contexto do desenvolvimento de um sistema orientado a objetos em Java, um Analista de Sistemas está projetando um módulo para gerenciamento de operações em uma agência de fomento. Durante a implementação, cada entidade do sistema, como beneficiários e operações financeiras, é criada a partir de uma estrutura que define atributos e métodos, passando a possuir valores próprios e comportamentos específicos que podem ser executados ao longo do sistema. Considerando os conceitos fundamentais da orientação a objetos, assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE essas instâncias criadas a partir de classes.
No contexto de uma empresa de economia mista que atua como agência de fomento, um Analista de Sistemas está projetando um módulo responsável pelo cadastro de beneficiários, devendo definir corretamente os tipos de dados primitivos utilizados. Durante a modelagem, identificou-se a necessidade de armazenar as seguintes informações:
• A idade de uma pessoa.
• A altura em metros.
• O sexo (representado por "M" ou "F").
• Se a pessoa é maior de idade.
Considerando os tipos de dados primitivos, no contexto da lógica de programação, assinale a alternativa que apresenta, CORRETA e respectivamente, os tipos mais adequados para armazenar essas informações.
Um Analista de Sistemas está especificando um módulo responsável por validar e classificar solicitações de financiamento. As regras definidas são:
• Solicitações com valor menor ou igual azero devem ser rejeitadas;
• Solicitações com valor positivo e até R$ 50.000 devem ser aprovadas automaticamente;
• Solicitações com valor superior a R$ 50.000 devem ser encaminhadas para análise manual.
Durante a modelagem, o Analista decidiu representar essa lógica por meio de pseudocódigo estruturado, garantindo clareza, correção e ausência de ambiguidades. Com base nesse cenário, assinale a alternativa que apresenta o pseudocódigo CORRETO.
Um Analista de Sistemas foi incumbido de avaliar o desempenho de um algoritmo responsável pelo processamento de solicitações de financiamento, a fim de garantir sua eficiência antes da implantação em produção. Diante disso, considere o seguinte trecho de pseudocódigo no quadro a seguir:
para i de 1 até n faça
para j de 1 até n faça
processarSolicitacao(i, j)
fim_para
fim_para
Com base na análise da complexidade de tempo desse algoritmo, assinale a alternativa CORRETA.
Acerca das partes, pode-se afirmar que:
Observe as afirmações que seguem:
As agências de fomento devem constituir e manter, permanentemente, fundo de liquidez equivalente no mínimo, a _________ do valor de suas obrigações, a ser integralmente aplicado em títulos públicos federais.
Para isso, consideram-se obrigações os valores registrados no _________ circulante, as coobrigações por cessão de crédito e as garantias prestadas.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
I. A autoridade nacional poderá dispor sobre padrões de interoperabilidade para fins de portabilidade, livre acesso aos dados e segurança, assim como sobre o tempo de guarda dos registros, tendo em vista especialmente a necessidade e a transparência.
II. A autoridade nacional poderá determinar ao controlador que elabore relatório de impacto à proteção de dados pessoais, inclusive de dados sensíveis, referente a suas operações de tratamento de dados, nos termos de regulamento, observados os segredos comercial e industrial.
III. O controlador e o operador devem manter registro das operações de tratamento de dados pessoais que realizarem, salvo quando baseado no legítimo interesse.
Está(ão) CORRETA(S):
Preenche CORRETAMENTE a lacuna:
Quantos dos seguintes itens podem preencher a lacuna acima? I. saques; II. aportes; III. depósitos; IV. pagamentos.
As licitações realizadas e os contratos celebrados por empresas públicas e sociedades de economia mista destinam-se a assegurar a seleção da proposta mais economicamente financeira, inclusive no que se refere ao ciclo de vida do objeto, e a evitar operações em que se caracterize sobrepreço ou superfaturamento devendo observar os princípios da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da eficiência, da probidade administrativa, da economicidade do desenvolvimento nacional sustentável, da vinculação ao instrumento convocatório, da obtenção de competitividade e do julgamento objetivo.
Acerca do texto, pode-se afirmar que ele está:
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem.
Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.
Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.
São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.
Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.
E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Da renda à ciência, desigualdade racial segue
moldando o Brasil
Neste 21 de março, Dia Internacional contra a Discriminação Racial, olhar para a desigualdade no Brasil é, inevitavelmente, olhar para o que persiste. Não apenas nos indicadores, mas nas estruturas que atravessam o tempo e organizam silenciosamente a vida social. Como resume o economista Mário Theodoro - ex-pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (lpea) e uma das principais referências no tema -, " a pobreza, a miséria e, principalmente, a desigualdade são fenômenos que remontam à própria criação do Brasil e têm raízes na questão racial".
Os dados mais recentes do Ipea não deixam espaço para dúvida: mesmo diante de avanços importantes nas políticas públicas, a desigualdade racial permanece como uma presença constante. Ela não se limita a um campo específico ― infiltra-se na renda, atravessa o acesso a serviços, delimita trajetórias e chega, inclusive, à forma como o país produz e organiza seus próprios dados.
Mais do que um desvio ou uma exceção, trata-se de um padrão que se repete. Uma engrenagem que se ajusta ao tempo, mas não se desfaz, e que segue desafiando tanto a ação do Estado quanto a capacidade de compreender, em profundidade, o Brasil que se constrói todos os dias.
O estudo Desigualdade de raça e gênero e impactos distributivos dos gastos públicos com saúde e educação no Brasil mostra que as políticas públicas têm, sim, potência transformadora. Ao incorporar serviços de saúde e educação ao cálculo da renda ampliada, a desigualdade diminui de forma expressiva - o índice de Theil (medida estatística de desigualdade econômica e concentração de renda) recua de 0,62 para 0,38, sinalizando o efeito redistributivo do Estado.
Mas há camadas que resistem.
Entre 11% e 12% da desigualdade total ainda se explica por fatores como raça e gênero, revelando que essas dimensões continuam a organizar o acesso a oportunidades. Mesmo quando o Estado atua, as marcas da desigualdade não desaparecem por completo - elas se reconfiguram.
Essa distância se amplia quando se observa o gasto privado: entre as famílias de maior renda no país, por exemplo, as chefiadas por homens brancos chegam a investir em saúde até 150% do que é gasto por famílias negras. Em um mesmo país, convivem realidades profundamente distintas, separadas por barreiras que nem sempre são visíveis, mas são persistentemente eficazes.
E quando raça e gênero se cruzam, o cenário se torna ainda mais complexo. As desigualdades não apenas se somam - elas se aprofundam, revelando um tecido social onde as diferenças se entrelaçam e se reforçam mutuamente.
Há ainda um outro desafio, mais silencioso: o de medir a desigualdade. O estudo Avanços entre desafios: uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na Rais e no Novo Caged aponta melhorias importantes na qualidade dos registros, como a redução de informações ignoradas ao longo do tempo. Mas revela também que os dados ainda carregam distorções.
Bases administrativas seguem apresentando sobrerrepresentação de pessoas brancas e sub - representação de pessoas pretas quando comparadas a outras fontes, como a PNAD Contínua. Em anos recentes, essa diferença ultrapassou três pontos percentuais - e já foi ainda maior.
São pequenas distâncias nos números, mas grandes no que elas significam.
Porque medir mal é, muitas vezes, enxergar menos. E enxergar menos é também limitar a capacidade de agir.
Quando reunidos, os estudos apontam para uma mesma direção: a desigualdade racial no Brasil não é episódica. Não é um resíduo do passado. É uma presença ativa, que se reorganiza e se mantém ao longo do tempo.
Ela atravessa a renda, o acesso a serviços, os espaços de poder e até os instrumentos que deveriam revelá-la. Está nas trajetórias individuais, mas também nas estruturas que as condicionam.
E é justamente essa persistência que torna o desafio mais complexo - e mais urgente.
Fonte: https://www.ipea.gov.brlportal/ categorias/45-todas-as-
noticias/noticias/16302-da-renda-a-ciencia-desigualdade-racial-segue-
moldando-o-brasil (adaptado).