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Q4199778 Redes de Computadores
A norma ABNT NBR 14565:2013 apresenta diversas definições relacionadas ao cabeamento estruturado.

Pela definição do “cabo do ponto de distribuição local”, ele conecta
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Q4199777 Arquitetura de Computadores
Um analista de informática deseja realizar a montagem de um computador com uma placa-mãe moderna que possui um slot do tipo PCI Express x16.

Assinale a alternativa correta relacionada a esse slot.
Alternativas
Q4199775 Noções de Informática
No aplicativo Google Docs, ao se editar um documento, a opção Modo, presente na guia Ver, permite selecionar os seguintes modos:
Alternativas
Q4199773 Noções de Informática
No aplicativo PowerPoint do pacote Microsoft Office, considerando a versão 2016, existe uma apresentação composta por 5 slides. Um usuário desse aplicativo, a partir do modo de exibição Normal, clicou no 3º slide na área de miniaturas, presente no canto esquerdo da janela do aplicativo.

Considerando que, a seguir, esse usuário tenha clicado no botão Novo Slide da guia Página Inicial, um novo slide
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Q4198936 Regimento Interno
Assinale a alternativa que contém o órgão diretamente subordinado à Diretoria de Administração.
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Q4198935 Regimento Interno
A lavratura e zelo pelos Termos de Posse do Prefeito, Vice-Prefeito e Vereadores, bem como os de extinção dos respectivos mandatos, devem ser realizados pela
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Q4198934 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
A Procuradoria da Câmara Municipal de Votorantim, tendo em vista o disposto na Resolução nº 04, de 26 de setembro de 2023, da Câmara Municipal de Votorantim,
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Q4198933 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Considerando o que dispõe a Resolução no 04, de 26 de setembro de 2023, da Câmara Municipal de Votorantim, a função de conferir os textos das leis publicadas com os respectivos autógrafos, comunicando incoerências observadas, é de competência da
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Q4198932 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Tendo em vista a Resolução no 04, de 26 de setembro de 2023, da Câmara Municipal de Votorantim, é correto afirmar que a Diretoria Legislativa é diretamente subordinada à
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Q4198928 Matemática
O desenho a seguir, desenhado fora de escala, representa o contorno de um terreno cuja área é de 0,92 km2. Referências métricas do terreno: AB = 2x; AF = x + 1; CD = x; DE = x + 2.

Captura_de tela 2026-07-27 100153.png (216×230)
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

O perímetro desse terreno, em metros, é um valor que está inserido no intervalo de
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Q4198926 Matemática
Em um grupo de voluntários que se dedicam a trabalhos de assistência social, a razão entre o número de homens e o número de mulheres é 3/8. Com a intenção de aumentar a participação masculina no grupo, foi feita uma campanha que visava a adesão de mais homens para o grupo. Para surpresa de todos, a participação de mulheres havia aumentado em 20%.
Para que a razão mencionada, que era 3/8, se tornasse 7/8, a porcentagem de aumento da participação masculina deveria subir, como resultado da campanha, em:
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Q4198920 Português
Leia o texto para responder à questão:

Comércio global à margem da OMC

    A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa com declarações vagas. O representante comercial dos EUA anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
    O impasse não surpreende. A organização depende do consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente, mas não produz resultados.
    Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam, mesmo quando a OMC não decide.
    As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa direção, encontram resistência de empresas e mercados. A integração econômica sobrevive por inércia e interesse, mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
    Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado. Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da OMC está morta. Seu espírito vive.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•  A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
•  Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. (3º parágrafo)
•  As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. (4º parágrafo)
•  Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação... (5º parágrafo)

As expressões destacadas estabelecem entre as orações do texto, correta e respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Q4198919 Português
Leia o texto para responder à questão:

Comércio global à margem da OMC

    A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa com declarações vagas. O representante comercial dos EUA anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
    O impasse não surpreende. A organização depende do consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente, mas não produz resultados.
    Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam, mesmo quando a OMC não decide.
    As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa direção, encontram resistência de empresas e mercados. A integração econômica sobrevive por inércia e interesse, mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
    Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado. Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da OMC está morta. Seu espírito vive.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
Alternativas
Q4198918 Português
Leia o texto para responder à questão:

Comércio global à margem da OMC

    A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa com declarações vagas. O representante comercial dos EUA anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
    O impasse não surpreende. A organização depende do consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente, mas não produz resultados.
    Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam, mesmo quando a OMC não decide.
    As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa direção, encontram resistência de empresas e mercados. A integração econômica sobrevive por inércia e interesse, mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
    Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado. Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da OMC está morta. Seu espírito vive.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Delegações voltaram para casa com declarações vagas. (1º parágrafo)
•  A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
•  Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. (5º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q4198917 Português
Leia o texto para responder à questão:

Comércio global à margem da OMC

    A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa com declarações vagas. O representante comercial dos EUA anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
    O impasse não surpreende. A organização depende do consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente, mas não produz resultados.
    Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam, mesmo quando a OMC não decide.
    As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa direção, encontram resistência de empresas e mercados. A integração econômica sobrevive por inércia e interesse, mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
    Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado. Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização, mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da OMC está morta. Seu espírito vive.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
O editorial deixa claro que a falta de consenso entre os países-membros da Organização Mundial do Comércio
Alternativas
Q4198915 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O virologista chinês George Fu Gao conhece os vírus como poucos. Ele acompanhou várias epidemias nas últimas décadas e, durante a pandemia de Covid-19, esteve à frente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China, que coordenou parte das ações do país para lidar com o novo coronavírus, o Sars-CoV-2. Seu grupo identificou a proteína à qual o vírus adere para invadir as células e causar a infecção, testou anticorpos contra ele e desenvolveu ao menos uma vacina.
    Mais recentemente, Gao começou a se preocupar com um tipo de vírus não biológico: o vírus da informação, ou, como apelidou em um artigo publicado de 2022, o “inforus”, agente causador da infodemia, a propagação rápida e incontrolável das informações, quase sempre imprecisas ou falsas. “Por causa da internet e da inteligência artificial, as notícias se espalham muito rapidamente, mais rápido do que um vírus biológico”, afirma.
    Formado em medicina veterinária na Universidade Agrícola de Shanxi, na China, Gao migrou para a microbiologia e depois para a virologia. Fez doutorado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, onde foi professor de 2001 a 2004, e, no retorno à China, foi para o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências (CAS), onde atua. De 2017 a 2022, dirigiu o CDC chinês. Gao é autor de mais de 600 artigos científicos. Um deles, publicado em 2020 no The New England Journal of Medicine, descreve o isolamento do Sars-CoV-2 em pacientes de Wuhan e já foi citado mais de 35 mil vezes.


(Ricardo Zorzetto. https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 358, dezembro de 2025. Adaptado)
Devido ________ internet, as notícias chegam ________ pessoas muito rapidamente, porém, é um processo em que ________ veracidade das informações pode não atender ________ realidade, o que representa prejuízos ________ uma parcela expressiva da população.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q4198913 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O virologista chinês George Fu Gao conhece os vírus como poucos. Ele acompanhou várias epidemias nas últimas décadas e, durante a pandemia de Covid-19, esteve à frente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China, que coordenou parte das ações do país para lidar com o novo coronavírus, o Sars-CoV-2. Seu grupo identificou a proteína à qual o vírus adere para invadir as células e causar a infecção, testou anticorpos contra ele e desenvolveu ao menos uma vacina.
    Mais recentemente, Gao começou a se preocupar com um tipo de vírus não biológico: o vírus da informação, ou, como apelidou em um artigo publicado de 2022, o “inforus”, agente causador da infodemia, a propagação rápida e incontrolável das informações, quase sempre imprecisas ou falsas. “Por causa da internet e da inteligência artificial, as notícias se espalham muito rapidamente, mais rápido do que um vírus biológico”, afirma.
    Formado em medicina veterinária na Universidade Agrícola de Shanxi, na China, Gao migrou para a microbiologia e depois para a virologia. Fez doutorado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, onde foi professor de 2001 a 2004, e, no retorno à China, foi para o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências (CAS), onde atua. De 2017 a 2022, dirigiu o CDC chinês. Gao é autor de mais de 600 artigos científicos. Um deles, publicado em 2020 no The New England Journal of Medicine, descreve o isolamento do Sars-CoV-2 em pacientes de Wuhan e já foi citado mais de 35 mil vezes.


(Ricardo Zorzetto. https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 358, dezembro de 2025. Adaptado)
As informações do 3º parágrafo têm a função de
Alternativas
Q4198912 Português
Leia o texto para responder à questão:

    O virologista chinês George Fu Gao conhece os vírus como poucos. Ele acompanhou várias epidemias nas últimas décadas e, durante a pandemia de Covid-19, esteve à frente do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China, que coordenou parte das ações do país para lidar com o novo coronavírus, o Sars-CoV-2. Seu grupo identificou a proteína à qual o vírus adere para invadir as células e causar a infecção, testou anticorpos contra ele e desenvolveu ao menos uma vacina.
    Mais recentemente, Gao começou a se preocupar com um tipo de vírus não biológico: o vírus da informação, ou, como apelidou em um artigo publicado de 2022, o “inforus”, agente causador da infodemia, a propagação rápida e incontrolável das informações, quase sempre imprecisas ou falsas. “Por causa da internet e da inteligência artificial, as notícias se espalham muito rapidamente, mais rápido do que um vírus biológico”, afirma.
    Formado em medicina veterinária na Universidade Agrícola de Shanxi, na China, Gao migrou para a microbiologia e depois para a virologia. Fez doutorado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, onde foi professor de 2001 a 2004, e, no retorno à China, foi para o Instituto de Microbiologia da Academia Chinesa de Ciências (CAS), onde atua. De 2017 a 2022, dirigiu o CDC chinês. Gao é autor de mais de 600 artigos científicos. Um deles, publicado em 2020 no The New England Journal of Medicine, descreve o isolamento do Sars-CoV-2 em pacientes de Wuhan e já foi citado mais de 35 mil vezes.


(Ricardo Zorzetto. https://revistapesquisa.fapesp.br/, edição 358, dezembro de 2025. Adaptado)
De acordo com as informações textuais, a utilização do termo “inforus” pelo virologista chinês George Fu Gao é consequência
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Q4181852 Sistemas Operacionais
Os sistemas operacionais Linux e Windows adotam convenções distintas para organizar a hierarquia de diretorios e integrar dispositivos de armazenamento. Diante disso, analise as afirmativas a seguir:
I. No Linux, o diretório /etc é destinado ao armazenamento dos arquivos binários dos principais programas do sistema, enquanto o diretório /var é reservado para os arquivos de configuração dos serviços instalados no ambiente. II. Em sistemas Linux, toda a hierarquia de diretórios parte de um único ponto raiz representado por "/", e dispositivos de armazenamento adicionais, como pendrives e partições extras, são integrados a essa árvore de diretórios por meio do processo de montagem em subdiretórios. III. No Windows, cada unidade de armazenamento recebe uma letra de unidade (como C:\ e D:\), possuindo raiz propria e independente.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4181851 Redes de Computadores
A equipe de TI de um consorcio intermunicipal de saúde recebeu reclamações de lentidão no acesso ao sistema de agendamento de consultas. O Analista em Informática precisou identificar em qual ponto do caminho entre os usuários e o servidor o desempenho estava degradado.   
Considerando essa situação, assinale a alternativa CORRETA sobre monitoramento de redes e identificação de gargalos.
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Respostas
41: B
42: C
43: E
44: C
45: C
46: B
47: D
48: A
49: E
50: B
51: A
52: A
53: D
54: E
55: C
56: A
57: B
58: D
59: D
60: B