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Q3749649 Português
A arte de ser feliz (Crônica 2)


Eva


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.


    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.


    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


(in "Escolha seu sonho", Cecilia Meireles)
Dado o fragmento a seguir, marque a alternativa que melhor substitui o termo em destaque sem alterar o sentido: ... imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Alternativas
Q3749648 Português
A arte de ser feliz (Crônica 2)


Eva


    Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.


    Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.


    Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.


    Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


(in "Escolha seu sonho", Cecilia Meireles)
Compare com as ideias expressas do texto, em seguida, marque a opção correta:

I. Os quatro parágrafos iniciais começam com o mesmo vocábulo, tal recurso é bastante utilizado no âmbito da literatura, mas, em se tratando de uma crônica, conota pobreza no repertório linguístico.
II. As paisagens existentes "na janela" sugerem as várias perspectivas do expectador e dependem, entre outros fatores, da passagem do tempo da voz narrativa.
III. Expectativa e expectativa se misturam em profusão de beleza e poesia, realidade e fantasia ao demonstrar que a realidade é filtro de uma cosmovisão singular.
IV. Tempo e espaço se transformam, desejos e realizações mudam de direção, mas a capacidade de absorver referências exteriores com sororidade permanece inalterada.
V. O texto mostra a disparidade existente entre olhar e ver, enquanto aquele requer esforço deliberado de focar, este é a capacidade de captar imagem com os olhos. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746848 Legislação Municipal

De acordo com a Lei Orgânica de Mandirituba, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.



( ) São poderes do Município, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo e o Executivo.


( ) O Prefeito Municipal poderá solicitar urgência para apreciação dos projetos de sua iniciativa considerados de seu interesse, sem qualquer justificativa ou fundamentação para a solicitação.


( ) A sede do município é a cidade de Mandirituba, na Praça Bom Jesus nº 44, centro.


( ) É da competência administrativa comum do Município, da União e do Estado, observada a lei complementar federal, preservar as florestas, a fauna, a flora e mananciais.


( ) Ao Município, compete modificar e aprimorar a legislação federal e a estadual no for pertinente, visando adaptá-las à realidade local.  

Alternativas
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Q3746847 Legislação Municipal

De acordo com o artigo 7º da Lei Orgânica de Mandirituba, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. Compete privativamente ao Município de Mandirituba:



I. instituir e arrecadar tributos de sua competência, aplicando suas rendas.


II. criar, organizar e suprimir distritos, observando a legislação estadual pertinente.


III. legislar sobre assuntos de interesse global.


IV. regulamentar o serviço de carros de aluguel, inclusive o uso de taxímetro.


V. adquirir bens, inclusive por meio de desapropriação.  

Alternativas
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Q3746846 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a origem do nome “Mandirituba”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746845 Conhecimentos Gerais

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o expresidente Jair Bolsonaro por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor da condenação.


Apenas __________ divergiu, votando pela absolvição.  

Alternativas
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Q3746844 Atualidades
Em 10 de setembro de 2025, um ativista político norte-americano de direita, autor e personalidade da mídia, foi assassinado por disparo de arma de fogo enquanto discursava para uma audiência na Universidade do Vale de Utah em Orem, Estados Unidos. Qual o nome do ativista que foi morto?
Alternativas
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Q3746843 Segurança da Informação

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


A ________ garante a identidade de uma pessoa ou entidade no meio digital por meio de um certificado emitido por uma autoridade certificadora. A _________ é utilizada para assinar eletronicamente documentos, comprovando a autoria e impedindo alterações indevidas. Esse processo assegura a _________ e a _________ das informações que são pilares fundamentais da Segurança da Informação. 

Alternativas
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Q3746842 Segurança da Informação

Considere as situações a seguir relacionadas à Segurança da Informação em uma empresa:



I. Durante a transmissão de dados entre dois setores parte das informações foi corrompida, resultando em registros de clientes alterados incorretamente no banco de dados.


II. Um colaborador acessou documentos restritos de outro departamento, mesmo não possuindo autorização para tal consulta. A partir das informações apresentadas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.



( ) A situação I representa uma violação do princípio da integridade.


( ) A situação II caracteriza uma violação do princípio da confidencialidade.


( ) Em ambas as situações ocorreu também violação da integridade, pois os dados ficaram corrompidos.


( ) Nenhuma das situações apresentadas está relacionada ao princípio da autenticidade, que visa garantir que a informação é proveniente de uma fonte legítima.  

Alternativas
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Q3746839 Noções de Informática

O Microsoft 365 reúne aplicativos que permitem criar, editar e compartilhar documentos de diferentes formatos. Entre os mais conhecidos estão o Word, o Excel e o PowerPoint, cada um voltado a um tipo de tarefa. Nesse contexto, observe as colunas com os nomes dos aplicativos e algumas de suas características e assinale a alternativa com a sequência correta.



1. Microsoft Word.


2. Microsoft Excel.


3. Microsoft PowerPoint.



( ) Possui recursos como “Controle de Alterações” e criação automática de sumário, muito utilizado em trabalhos acadêmicos.


( ) Permite o uso de funções como PROCV, SOMASE e a criação de Tabelas Dinâmicas para análise de dados.


( ) Disponibiliza a guia “Transições” e a guia “Animações”, que permitem aplicar efeitos nas apresentações.


( ) Suporta a inserção de comentários em células, além de validação de dados para controle de entrada de informações.


( ) Possibilita inserir notas do apresentador, que ficam visíveis apenas para quem expõe a apresentação em modo de exibição.  

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Q3746838 Matemática

As alturas dos jogadores de um time de vôlei são: 1,92m; 1,98m; 2,03m; 2,05m; 1,88m e 1,96m. Logo, a diferença entre a altura do maior jogador e a altura média do time é igual a

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Q3746833 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

No trecho “Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo...”, o uso dos dois-pontos cumpre a função sintática e semântica de  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746832 Português

Leia o texto para responder a questão.


A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Ao afirmar que o tédio “virou inimigo público #1” e que “férias e caminhadas viraram 'retiros de crescimento pessoal'“, a autora emprega um recurso argumentativo para 
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Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746831 Português

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A Fobia do Nada

Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

Considere o período: “O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.”. Assinale a alternativa que faz a análise sintática e interpretativa mais precisa do trecho.  
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Q3746830 Português

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Por Claudia Miranda Gonçalves



    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



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No trecho “Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental...”, a palavra “Como” estabelece uma relação sintático-semântica de
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Ano: 2025 Banca: Instituto UniFil Órgão: Prefeitura de Mandirituba - PR Provas: Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Radiologia | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico Administrativo | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Técnico em Contabilidade | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Assistente Social | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Educador Infantil | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Agente Fazendário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Enfermeiro | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Farmacêutico | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Ginecologista Obstetra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Oftalmologista | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Pediatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Psiquiatra | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Médico Veterinário | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Nutricionista I | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Arte | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Inglês | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor de Matemática | Instituto UniFil - 2025 - Prefeitura de Mandirituba - PR - Professor Pedagogo |
Q3746829 Português

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Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo


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    Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.

    Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.

    Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.

    Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.

    A Dependência da Estimulação Constante

    Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.

    O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.

    A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.

    Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”    

     [...]



Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/ 

De acordo com a análise do texto “A Fobia do Nada”, qual é a ideia central defendida pela autora para explicar por que executivos e outros profissionais evitam períodos sem uma ocupação definida?  
Alternativas
Q3733400 Atualidades
Leia o excerto abaixo:

"O cenário geopolítico global das últimas décadas tem sido marcado por tensões entre potências estabelecidas e emergentes, reconfiguração de alianças estratégicas e crescente multipolaridade. A expansão dos BRICS, com a adesão de novos membros em 2024, representa uma tentativa de ____________, desafiando a hegemonia do dólar nas transações comerciais internacionais e propondo alternativas às instituições financeiras tradicionais como FMI e Banco Mundial."

Preencha a lacuna acima e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3733394 Psiquiatria
 A terapia comportamental dialética (DBT) é uma abordagem comprovada para o tratamento do transtorno de personalidade borderline, auxiliando na regulação emocional e na redução de comportamentos autodestrutivos. Com base nesse contexto, analise as alternativas abaixo e assinale a correta. 
Alternativas
Q3733393 Psiquiatria
A esquizofrenia resistente exige estratégias específicas, como o uso de clozapina, associadas a monitoramento rigoroso para minimizar riscos e melhorar o prognóstico. Acerca desse tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) A clozapina é indicada para esquizofrenia resistente, mas não requer monitoramento hematológico, já que os casos de agranulocitose são raros.
(__) A esquizofrenia resistente pode ser tratada exclusivamente com acompanhamento familiar, dispensando a necessidade de tratamento farmacológico específico.
(__) O uso de antipsicóticos de primeira geração é a primeira linha para esquizofrenia resistente, dispensando o uso de alternativas como a clozapina.
(__) A clozapina reduz recaídas e o risco de suicídio em pacientes com esquizofrenia resistente, mas exige monitoramento rigoroso e acompanhamento interdisciplinar.

A sequência está correta em:
Alternativas
Q3733392 Psiquiatria
A Reforma Psiquiátrica brasileira enfatiza a desinstitucionalização e o cuidado comunitário, destacando o papel estratégico dos CAPS e da Atenção Primária na assistência em saúde mental. Assim, analise as afirmativas a seguir.

I. Os CAPS são pontos de atenção estratégica para acolher pacientes com transtornos mentais severos, evitando internações prolongadas e promovendo o cuidado comunitário.
II. A articulação entre CAPS e ESF dispensa a necessidade de referência e contrarreferência, já que os casos estabilizados podem ser acompanhados exclusivamente nos CAPS.
III. A formação continuada em saúde mental para médicos generalistas e enfermeiros fortalece a articulação entre CAPS e Atenção Primária, especialmente em regiões com escassez de psiquiatras.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
1261: D
1262: C
1263: E
1264: B
1265: D
1266: A
1267: C
1268: A
1269: C
1270: B
1271: D
1272: E
1273: A
1274: C
1275: D
1276: B
1277: B
1278: D
1279: D
1280: B