Questões de Concurso Comentadas para técnico de saúde bucal

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Q2131973 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Releia este trecho. 


“O Brasil também está engajado nessa busca [...]”


A palavra destacada indica, pelo contexto, que o Brasil está

Alternativas
Q2131972 Português

TEXTO I 


Um belo de um asteroide


Há mais de mil deles perto da Terra, esperando a hora de cair. Sim, os astrônomos estimam que existam mais ou menos 1.100 mil desses bólidos com 1 km de diâmetro passando rotineiramente pelas redondezas da Terra – todos com o potencial de causar uma catástrofe planetária. Astrônomos têm trabalhado duro para descobrir esses objetos – já foram encontrados cerca de 800. O Brasil também está engajado nessa busca, com um telescópio instalado em Pernambuco, cujo objetivo é justamente monitorar esses pedregulhos. E acompanhá-los é preciso, embora não muitos astrônomos façam esse esforço após a descoberta inicial.


“De todos os asteroides descobertos, 80% são perdidos logo em seguida”, afirma Daniela Lazzaro, pesquisadora do Observatório Nacional especializada em asteroides e líder do Projeto Impacto, que se dedica a descobri-los no céu. “Eles são monitorados por pouco tempo, uma órbita preliminar é calculada, vê-se que não vão se chocar com a Terra e depois eles são abandonados.” 


O problema é que o mundo dá voltas. Ou melhor, os mundos dão voltas. Enquanto giram ao redor do Sol, como são relativamente pequenos, os asteroides podem mudar de órbita e aí entrar em rota de colisão com a gente. Daniela trabalha na busca e na caracterização desses bólidos – para se certificar de que eles não vão mesmo trombar com a Terra. De toda forma, sempre há o risco de um objeto ser descoberto em cima da hora em rota de colisão – e não haver tempo para tomar alguma medida, como lançar uma bomba atômica que desvie a rota do objeto. 


Ser atingido por um asteroide, enfim, é um método testado e aprovado para o extermínio em massa, que o digam os dinossauros, extintos numa pancada com um pedregulho de 10 km de diâmetro 65 milhões de anos atrás. Se um episódio similar acontecesse hoje, seria o fim para nós também. O problema não é tanto o impacto em si, que é localizado, mas as consequências dele. Sobem trilhões de toneladas de poeira na atmosfera e a luz do Sol é bloqueada por meses. As plantas morrem. Sem o pasto, o que o boi vai comer? E, sem o gado, o que será das churrascarias rodízio? Você entendeu a ideia… A estimativa dos cientistas sobre a frequência de impactos realmente catastróficos varia bem – os intervalos podem ser largos (a cada 1 bilhão de anos) ou nem tanto (a cada 100 milhões de anos). Mas o que passa o recado de forma ainda mais clara vem lá de cima: vira e mexe, os astrônomos encontram um asteroide que passou ou passará raspando pela Terra. E é como no futebol. O sujeito chuta uma bola na trave, duas, três… Uma hora sai o gol.


Disponível em: https://bit.ly/3NJhmxu.

Acesso em: 29 maio. 2022 (adaptado).

Em relação a esse fragmento de texto, é correto afirmar que o assunto principal é 
Alternativas
Q1946721 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina

Duas ossadas da maior espécie de pterossauro já encontrada na América do Sul, intitulada 'Thanatosdrakon amaru' ou, em grego, "dragão da morte", foram descobertas na província de Mendoza, na Argentina. Os fósseis de dois pterossauros da família 'azhdarchids', que viveram no período Cretáceo, entre 46 milhões e 66 milhões de anos atrás, foram desenterrados durante as obras para realização de um projeto de construção civil na região da formação geológica de Plottier.

Os pterossauros eram répteis voadores do período Mesozoico, e as ossadas encontradas são de animais que mediam cerca de 7 e 9 metros de comprimento. De acordo com o estudo publicado na revista Cretaceous Research, os fósseis estavam em estados diferentes de conservação; um deles completo com ossos dos braços, pés e vértebras dorsais, e outro com apenas fragmentos dos dedos do pé, pelve, fêmur e antebraço.

"Os azhdarchids eram conhecidos por seus crânios muito grandes - às vezes, maiores que seus corpos - bem como seus pescoços hiperalongados e corpos curtos e robustos", contou Leonardo D. Ortiz David, principal autor do estudo. Os paleontólogos envolvidos na expedição concluíram que os dois dragões da morte morreram juntos há cerca de 86 milhões de anos, e um deles era mais jovem que o outro, mas não é possível concluir se pertenciam à mesma família.

"Desde o início, dois fatos nos chamaram a atenção: o primeiro foi o tamanho dos restos mortais e sua preservação em três dimensões, uma condição incomum nesse grupo de vertebrados; o segundo foi a quantidade de ossos encontrados no local, já que pterossauros gigantes são conhecidos apenas de restos fragmentários", comentou David. As ossadas foram enviadas para o Laboratório e Museu de Dinossauros da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, onde moldes dos ossos foram produzidos para serem colocados em exposição, preservando os fósseis descobertos.


(Disponível em: Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina (msn.com). Adaptado.)
Duas ossadas da maior espécie intitulada, em grego, dragão da morte, foram descobertas na Argentina.

Assinale a opção que contenha, apenas, substantivos e adjetivos respectivamente.
Alternativas
Q1946718 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina

Duas ossadas da maior espécie de pterossauro já encontrada na América do Sul, intitulada 'Thanatosdrakon amaru' ou, em grego, "dragão da morte", foram descobertas na província de Mendoza, na Argentina. Os fósseis de dois pterossauros da família 'azhdarchids', que viveram no período Cretáceo, entre 46 milhões e 66 milhões de anos atrás, foram desenterrados durante as obras para realização de um projeto de construção civil na região da formação geológica de Plottier.

Os pterossauros eram répteis voadores do período Mesozoico, e as ossadas encontradas são de animais que mediam cerca de 7 e 9 metros de comprimento. De acordo com o estudo publicado na revista Cretaceous Research, os fósseis estavam em estados diferentes de conservação; um deles completo com ossos dos braços, pés e vértebras dorsais, e outro com apenas fragmentos dos dedos do pé, pelve, fêmur e antebraço.

"Os azhdarchids eram conhecidos por seus crânios muito grandes - às vezes, maiores que seus corpos - bem como seus pescoços hiperalongados e corpos curtos e robustos", contou Leonardo D. Ortiz David, principal autor do estudo. Os paleontólogos envolvidos na expedição concluíram que os dois dragões da morte morreram juntos há cerca de 86 milhões de anos, e um deles era mais jovem que o outro, mas não é possível concluir se pertenciam à mesma família.

"Desde o início, dois fatos nos chamaram a atenção: o primeiro foi o tamanho dos restos mortais e sua preservação em três dimensões, uma condição incomum nesse grupo de vertebrados; o segundo foi a quantidade de ossos encontrados no local, já que pterossauros gigantes são conhecidos apenas de restos fragmentários", comentou David. As ossadas foram enviadas para o Laboratório e Museu de Dinossauros da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, onde moldes dos ossos foram produzidos para serem colocados em exposição, preservando os fósseis descobertos.


(Disponível em: Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina (msn.com). Adaptado.)
De acordo com o estudo publicado na revista Cretaceous Research, os fósseis estavam em estados diferentes de conservação.
Assinale a opção CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração de sentido.
Alternativas
Q1946714 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina

Duas ossadas da maior espécie de pterossauro já encontrada na América do Sul, intitulada 'Thanatosdrakon amaru' ou, em grego, "dragão da morte", foram descobertas na província de Mendoza, na Argentina. Os fósseis de dois pterossauros da família 'azhdarchids', que viveram no período Cretáceo, entre 46 milhões e 66 milhões de anos atrás, foram desenterrados durante as obras para realização de um projeto de construção civil na região da formação geológica de Plottier.

Os pterossauros eram répteis voadores do período Mesozoico, e as ossadas encontradas são de animais que mediam cerca de 7 e 9 metros de comprimento. De acordo com o estudo publicado na revista Cretaceous Research, os fósseis estavam em estados diferentes de conservação; um deles completo com ossos dos braços, pés e vértebras dorsais, e outro com apenas fragmentos dos dedos do pé, pelve, fêmur e antebraço.

"Os azhdarchids eram conhecidos por seus crânios muito grandes - às vezes, maiores que seus corpos - bem como seus pescoços hiperalongados e corpos curtos e robustos", contou Leonardo D. Ortiz David, principal autor do estudo. Os paleontólogos envolvidos na expedição concluíram que os dois dragões da morte morreram juntos há cerca de 86 milhões de anos, e um deles era mais jovem que o outro, mas não é possível concluir se pertenciam à mesma família.

"Desde o início, dois fatos nos chamaram a atenção: o primeiro foi o tamanho dos restos mortais e sua preservação em três dimensões, uma condição incomum nesse grupo de vertebrados; o segundo foi a quantidade de ossos encontrados no local, já que pterossauros gigantes são conhecidos apenas de restos fragmentários", comentou David. As ossadas foram enviadas para o Laboratório e Museu de Dinossauros da Universidade Nacional de Cuyo, em Mendoza, onde moldes dos ossos foram produzidos para serem colocados em exposição, preservando os fósseis descobertos.


(Disponível em: Dragão da morte: fósseis foram descobertos durante escavação na Argentina (msn.com). Adaptado.)
Os azhdarchids eram conhecidos por seus crânios muito grandes - às vezes, maiores que seus corpos.
Explica-se o acento indicativo de crase na expressão 'às vezes' por ser uma:
Alternativas
Q1946711 Odontologia
Qual cureta Gracey é indicada para a raspagem subgengival da face mesial (M) dos dentes posteriores?
Alternativas
Q1946710 Odontologia
Segundo o conhecimento a respeito de situações de urgência e emergência odontológica, analise:

I.Urgência: são situações que potencializam o risco de morte ao paciente.
II.Emergência: são situações que determinam prioridade para o atendimento, mas não potencializam o risco de morte ao paciente.
III.São situações de emergência, procedimentos com finalidade preventiva.

IV.Traumatismo envolvendo os ossos da face, com potencial comprometimento da via aérea do paciente, representam uma situação de urgência.
V.Ajuste ou reparo de próteses removíveis que estejam causando dor ou com a função mastigatória comprometida, representam uma situação de emergência.

Está (ão), CORRETO (S):
Alternativas
Q1946709 Odontologia
De acordo com o Caderno de Atenção Básica, n°17 são competências do Técnico em Higiene Dental, EXCETO:
Alternativas
Q1946708 Odontologia
São medidas de biossegurança adotadas na clínica odontológica, EXCETO:
Alternativas
Q1946707 Odontologia
São métodos de prevenção a cárie dentária:
Alternativas
Q1946706 Odontologia
Sobre as tomadas radiográficas odontológicas, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q1946705 Odontologia
Em relação a história dos modelos assistenciais na saúde bucal brasileira, analise:

I.Odontologia Sanitária e Sistema Incremental: é o modelo que priorizou a atenção aos escolares do sistema público de primeiro grau, introduzido na década de 50 pelo Serviço Especial de Saúde Pública (SESP), com enfoque curativo-reparador em áreas estratégicas do ponto de vista econômico.
II.Programa Inversão da Atenção: suas principais características foram a promoção e prevenção da saúde bucal com ênfase coletiva e educacional, abordagem e participação comunitária, simplificação e racionalização da prática odontológica e desmonopolização do saber com incorporação de pessoal auxiliar.
III.Odontologia Simplificada e Odontologia Integral: Sua principal característica baseava-se em intervir antes e controlar depois. Por meio de sua matriz programática, buscou adaptar-se ao SUS, porém, sem preocupação com a participação comunitária.

Está (ão) CORRETO (S):
Alternativas
Q1946704 Odontologia
Para a melhor comunicação entre os profissionais cirurgiões dentistas, técnicos e auxiliares bucais, o conhecimento de notação dentária, seja de dentição decídua ou permanente, é fundamental. Analise:

I.O elemento 45 corresponde ao 2° pré-molar inferior direito permanente.
II.O elemento 38 corresponde ao 3° molar inferior esquerdo permanente.
III.O elemento 51 corresponde ao incisivo central superior esquerdo decíduo.
IV.O elemento 75 corresponde ao 2° pré-molar inferior esquerdo decíduo.
V.O elemento 23 corresponde ao canino superior direito permanente.
VI.O elemento 42 corresponde ao incisivo lateral superior direito permanente.

Está (ão) CORRETO (S): 
Alternativas
Q1946703 Odontologia
O câncer de boca, representa um dos agravos em saúde bucal e está entre as principais causas de óbito por neoplasias. Representam seus principais fatores de risco:

I.Tabagismo.
II.Etilismo.
III.Exposição à radiação solar.
IV.Uso de próteses dentárias mal-ajustadas.
V.Deficiência imunológica (adquiridas ou congênitas).

Está (ão) CORRETO (S), apenas: 
Alternativas
Q1946702 Odontologia
Representam os principais agravos em saúde bucal, EXCETO:
Alternativas
Q1946701 Odontologia
São competências do Técnico em Saúde Bucal, EXCETO:
Alternativas
Q1946700 Odontologia
A respeito dos fundamentos da Atenção Básica, assinale as alternativas, V para verdadeiras, e as alternativas F, para falsas:

(  )Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado.
(  )Desvalorizar os profissionais de saúde, desestimulando sua formação e capacitação.
(  )Reprimir a participação popular e o controle social.
( )Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde, com território adscrito de forma a permitir o planejamento e a programação descentralizada, em consonância com o princípio da equidade.
( )Efetivar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas e demanda espontânea, articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação, trabalho de forma interdisciplinar e em equipe, e coordenação do cuidado na rede de serviços.

Após análise, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1946699 Odontologia
Em que tipo de procedimento odontológico é utilizado o Ácido Fosfórico 37%?
Alternativas
Q1946698 Odontologia
A Ergonomia aplicada à Odontologia tem como finalidade obter meios e sistemas para diminuir o estresse físico e cognitivo, prevenir as doenças relacionadas à prática odontológica, buscando uma produtividade mais expressiva, com melhor qualidade e maior conforto, tanto para o profissional quanto para o paciente. Referente a isso, são requisitos que devem ser respeitados na adoção de uma postura saudável para o trabalho sentado durante o atendimento odontológico, EXCETO:
Alternativas
Q1946697 Odontologia
Sobre a utilização e manipulação do Cimento de Ionômero de Vidro, assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
981: A
982: A
983: D
984: C
985: C
986: B
987: A
988: D
989: B
990: C
991: D
992: D
993: B
994: C
995: C
996: B
997: C
998: A
999: D
1000: B