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O taxista...
A solidão do taxista
Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi. Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...
A solidão do taxista
Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi. Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...
“Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
Esse trecho está corretamente reescrito e mantém o sentido do texto em:
A solidão do taxista
Eram outros tempos. Eu tinha lá meus oito, nove anos e, quando o passageiro se surpreendia com a presença da menininha no banco de trás do carro, meu tio falava: “Se o senhor não se importa, vou levar minha sobrinha ao dentista, mas posso quebrar o galho e fazer sua corrida”.
Ninguém se importava, ele nunca me levou ao dentista e ganhamos muitas histórias no fusquinha verde-água zanzando pelo Rio de Janeiro.
Eu escutava as conversas, as notícias do rádio, dormia, acordava, ganhava balas dos passageiros e via a vida correndo pela janela. Era fã do meu tio e de seu jeito de flanar pela vida. Ele achava tudo divertido, adorava um bom papo.
Meu tio me fez crer que uma das melhores profissões do mundo é taxista. Virei atriz. Mas, se há coisa de que gosto, é andar de táxi. Sento no banco de trás, abro a janela e, mesmo quando não rola conversa, o simples fato de ficar sacolejando no trânsito olhando pela janela é para mim algo de extremo prazer. É um descanso sem igual.
Acontece que comprei um iPhone e, pouco a pouco, fui pedindo licença a meu amigo taxista para um telefonema aqui, um e-mail acolá e passei a interromper meu precioso flanar nos táxis com coisas que acho que precisam ser feitas naquela hora.
Em dias mais corridos, entro dizendo o destino entre uma fala e outra ao telefone, pago a corrida com o troço no ombro e saio do carro com meu tio balançando a cabeça lá em cima. Que desperdício!
Meu celular me abriu infinitas janelas, mas me roubou a mais preciosa de todas. Nossos eletrônicos vão sorrateiramente nos roubando a plenitude, ou seja, a simples sensação de estar em um lugar, sem achar que deveria estar em outro.
Penso no meu tio e imagino o quanto se divertiria ouvindo os absurdos que falamos ao celular ao ignorar o solitário taxista. Eles devem ter muitas histórias para contar quando chegam para jantar. Se as esposas não estiverem no Facebook...
I. Os atos internos da Administração precisam ser publicados no Diário Oficial para poder produzir os efeitos que lhes são próprios.
II. São exceções ou relativizações do princípio o sigilo imprescindível à segurança da sociedade e do Estado e a preservação da intimidade dos envolvidos.
III. A publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos.
verifica-se que está(ão) correta(s)
I. Toda ausência injustificada do servidor de seu local de trabalho é fator de desmoralização do serviço público, o que quase sempre conduz à desordem nas relações humanas.
II. Ao servidor não basta ser honesto; ele tem ainda que parecer honesto, evitando qualquer local ou conduta que possa levantar dúvidas quanto à sua probidade, mesmo que internamente saiba que não está fazendo algo errado.
III. A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, integra-se na vida particular de cada servidor público. Assim, os fatos e atos verificados na conduta do dia a dia em sua vida privada poderão acrescer ou diminuir o seu bom conceito na vida funcional.
verifica-se que está(ao) correta(s)
2 + 4 = 6,
2 + 4 + 6 = 12,
2 + 4 + 6 + 8 = 20,
2 + 4 + 6 + 8 + 10 = 30,
e soubermos que esse padrão se mantém indefinidamente, o valor da soma 2 + 4 + 6 + 8 + 10 + ... + 100 é
1. O total a ser distribuído é de R$ 140,00.
2. A diferença entre o maior valor e o intermediário é a metade da diferença entre este e o menor valor.
3. O maior valor é o dobro do menor.
Nestas condições, o neto que resolveu o problema por último recebeu

Dada as seguintes afirmativas acerca do texto dos quadrinhos,
I. Os vocábulos “tão" (1º quadrinho) e “talvez" (3º quadrinho) exercem a mesma função sintática.
II. No segundo quadrinho, a colocação pronominal aparece em desacordo com a norma culta.
III. Os pronomes “disso" (2º quadrinho) e “essa" (4º quadrinho) são mecanismos de coesão gramatical, palavras fóricas cujas referências são catafóricas.
IV. O vocábulo “que" em: “que exista uma solução..." (4º quadrinho) introduz uma oração subordinada adjetiva.
verifica-se que está(ão) correta(s)
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. Em Obra completa. Rio de Janeiro: J. Aguilar, 1959.
A relação semântica do elemento articulador “não obstante” coincide com a que aparece em qual das orações abaixo?
ALENCAR, José de. Iracema. Rio de Janeiro: Melhoramentos, s. d, p. 149.
No texto acima, há orações que se iniciam com o conectivo “que”. Essas orações têm valor de
Aquela que nunca desejou ter o corpo igual ao de uma celebridade, que atire a primeira pedra. Consideradas padrões de beleza, famosas em todo o mundo passam fome e apostam em dietas - no mínimo, excêntricas - para manter as gordurinhas longe das câmeras.
Ela nega, mas para encarar uma nova personagem no filme “Just Go With It”, em que contracena com Adam Sandler e Nicole Kidman, a atriz Jennifer Aniston teria passado uma semana a base de papinhas de neném. A dieta teria sido receitada pela personal trainer da atriz, Tracy Anderson. Em entrevista ao jornal inglês Daily Mail, Tracy afirmou que a atriz consumia 14 potinhos por dia e perdeu três quilos fazendo isso.
Pode parecer prático e inofensivo, mas a restrição de nutrientes deixa nutricionistas preocupadas com essa prática. “A papinha é para neném, nunca vai atender as necessidades de um adulto de lipídios, vitaminas, minerais”, afirma Natália Dourado, nutricionista da Nutricêutica, consultoria de nutrição em São Paulo. A carência de substâncias primordiais para o bom funcionamento do organismo tem as mesmas consequências da desnutrição: o corpo vai perdendo tônus muscular, a pessoa se sente fraca, fica com a imunidade baixa e mais suscetível a infecções. Em alguns casos pode até desenvolver anemia.
“As papinhas foram desenvolvidas como uma forma de transição entre o aleitamento materno e os alimentos que exigem mastigação. O adulto deve mastigar para sentir-se saciado”, alerta a nutricionista Elaine Pádua, do Ambulatório de Saúde do Adolescente do Hospital das Clínicas de São Paulo e diretora da clínica DNA Nutri.
E se a alimentação de Jeniffer Aniston parece estranha, o que dizer da dieta adotada pela top model internacional Naomi Campbell. Em entrevista à Oprah Winfrey, a modelo afirmou que, quando precisa perder alguns quilinhos, passa dias tomando água, suco de limão, uma colher de pimenta vermelha e xarope de bordo (também conhecido como xarope de Acer). E só.
Não é preciso ser médico para perceber que seguir um “cardápio” como esse pode trazer sérios riscos à saúde. “Dietas restritivas podem provocar um grave desequilíbrio metabólico, o que pode exigir um esforço extra do organismo para manter funcionais órgãos vitais como coração, pulmão e o cérebro. Para se ter uma ideia, o cérebro necessita de 130 gramas diárias de glicose para poder sobreviver”, diz Elaine. Além disso, dietas como essa podem desencadear transtornos alimentares como anorexia nervosa, completa a nutricionista.
Disponível em: http://saude.ig.com.br/bemestar