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Ano: 2011 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Tijucas - SC
Q1196596 Educação Física
De acordo com os sistemas de energia e suas características, relacione as colunas 1 e 2.
Coluna 1
1. Sistema ATP-CP
2. Sistema Glicolítico
3. Sistema Aeróbico
Coluna 2
(  ) Todos os desportos exigem a sua utilização.
(  ) Utiliza o oxigênio para gerar o ATP.
(  ) Utiliza o glicogênio e os ácidos graxos como principais fontes de combustível.
(  ) Representa uma fonte imediata de energia para o músculo ativo.
(  ) Gera como subproduto o ácido lático, provocando fadiga muscular.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEGER-ES
Q1192998 Educação Física
A terceira idade se caracteriza por significativa variação na capacidade fisiológica, mental e funcional, influenciada, por exemplo, for fatores genéticos e de estilo de vida. Quanto ao desenvolvimento da força, nessa faixa etária, há consenso na literatura atual de que ela é importante porque influencia positivamente o desempenho de muitas atividades físicas do cotidiano do idoso, melhorando sua condição de vida. Nesse sentido, pessoas da terceira idade que praticam treinamento de força apresentam
aumento da pressão arterial e(ou) do volume cardíaco.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1185818 Geografia
“Com tamanho próximo ao estado do Sergipe, a ilha ____________________ é a maior ilha exclusivamente fluvial do planeta e está localizada na região _______________ do Brasil.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Ano: 2011 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1182680 Enfermagem
Conforme previsto na Portaria n.º 399/2006 (Pacto pela Saúde), as prioridades do Pacto de Gestão são:
 I- DEFINIR DE FORMA INEQUÍVOCA A RESPONSABILIDADE SANITÁRIA DE CADA INSTÂNCIA GESTORA DO SUS: federal, estadual e municipal, superando o atual processo de habilitação;
II- ESTABELECER AS DIRETRIZES PARA A GESTÃO DO SUS, com ênfase na Centralização; Regionalização; Financiamento; Programação Pactuada e Integrada; Regulação; Participação e Controle Social; Planejamento; Gestão do Trabalho e Educação na Saúde;
III- IMPLEMENTAR UM PROJETO PERMANENTE DE MOBILIZAÇÃO SOCIAL COM A FINALIDADE DE: mostrar a saúde como direito de cidadania e o SUS como sistema público universal garantidor desses direitos.
De acordo com os itens da questão, marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: CETAP Órgão: SESMA
Q1182641 Enfermagem
Nos termos da Portaria n.º 399/2006 (Pacto pela Saúde), o Pacto pela Vida é o compromisso entre os gestores do SUS em torno de prioridades que apresentam impacto sobre a situação de saúde da população brasileira. A definição de prioridades deve ser estabelecida através de metas nacionais, estaduais, regionais ou municipais. Prioridades estaduais ou regionais podem ser agregadas às prioridades nacionais, conforme pactuação local. Os estados/região/município devem pactuar as ações necessárias para o alcance das metas e dos objetivos propostos. Marque a única alternativa que NÃO configure uma destas prioridades pactuadas:

Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1238275 Educação Física
Durante o repouso e o exercício, o corpo utiliza de algumas fontes para garantir o funcionamento das funções orgânicas. No tocante ao sistema ATP-CP, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas:
(  ) A energia liberada pela hidrólise de PC é usada para religar ADP e P para formar ATP.
(  ) ATP e PC são fontes não-aeróbicas de energia das ligações fosfato.
(  ) Durante uma maratona, a fonte de energia ATP-PC é utilizada.
(  ) Durante o repouso, a fonte de energia ATP-PC não é utilizada.
A sequência está correta em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1233832 Português
TEXTO I
O fim do mundo

A primeira vez que ouvi falar no fim do mundo, o mundo para mim não tinha nenhum sentido, ainda; de modo que não me interessavam nem o seu começo nem o seu fim. Lembro-me, porém, vagamente, de umas mulheres nervosas que choravam, meio desgrenhadas, e aludiam a um cometa que andava pelo céu, responsável pelo acontecimento que elas tanto temiam.
Nada disso se entendia comigo: o mundo era delas, o cometa era para elas: nós, crianças, existíamos apenas para brincar com as flores da goiabeira e as cores do tapete.   Mas, uma noite, levantaram-me da cama, enrolada num lençol e, estremunhada, levaram-me à janela para me apresentarem à força ao temível cometa. Aquilo que até então não me interessara nada, que nem vencia a preguiça dos meus olhos, pareceu-me, de repente, maravilhoso. Era um pavão branco, pousado no ar, por cima dos telhados? Era uma noiva, que caminhava pela noite, sozinha, ao encontro da sua festa? Gostei muito do cometa. Devia sempre haver um cometa no céu, como há lua, sol, estrelas. Por que as pessoas andavam tão apavoradas? A mim não me causava medo nenhum. 
Ora, o cometa desapareceu, aqueles que choravam enxugaram os olhos, o mundo não se acabou, talvez tenha ficado um pouco triste – mas que importância tem a tristeza das crianças? 
Passou-se muito tempo. Aprendi muitas coisas, entre as quais o suposto sentido do mundo. Não duvido de que o mundo tenha sentido. Deve ter mesmo muitos, inúmeros, pois em redor de mim as pessoas mais ilustres e sabedoras fazem cada coisa que bem se vê haver um sentido do mundo peculiar a cada um. 
Dizem que o mundo termina em fevereiro próximo. Ninguém fala em cometa, e é pena, porque eu gostaria de tornar a ver um cometa, para verificar se a lembrança que conservo dessa imagem do céu é verdadeira ou inventada pelo sono dos meus olhos naquela noite já muito antiga. 
O mundo vai acabar, e certamente saberemos qual era o seu verdadeiro sentido. Se valeu a pena que uns trabalhassem tanto e outros tão pouco. Por que fomos tão sinceros ou tão hipócritas, tão falsos ou tão leais. Por que pensamos tanto em nós mesmos ou só nos outros. Por que fizemos votos de pobreza ou assaltamos os cofres públicos – além dos particulares. Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas. Tudo isso saberemos e muito mais dos que cabe enumerar numa crônica. 
Se o fim do mundo for mesmo em fevereiro, convém pensarmos desde já se utilizamos este dom de viver da maneira mais digna.
Em muitos pontos da terra há pessoas, neste momento, pedindo a Deus – dono de todos os mundos – que trate com benignidade as criaturas que se preparam para encerrar a sua carreira mortal. Há mesmo alguns místicos – segundo leio – que, na Índia, lançam flores ao fogo, um rito de adoração. 
Enquanto isso, os planetas assumem os lugares que lhes competem, na ordem do universo, neste universo de enigmas a que estamos ligados e no qual por vezes nos arrogamos posições que não temos – insignificantes que somos, na tremenda grandiosidade total.  Ainda há uns dias para a reflexão e o arrependimento: por que não os utilizaremos? Se o fim do mundo não for em fevereiro, todos teremos fim, em qualquer mês... 
“Por que mentimos tanto, com palavras tão judiciosas”. Assinale a palavra que NÃO pode substituir o termo “judiciosas”: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1228346 Educação Física
A prática regular de exercícios físicos, quando bem orientados e realizados, pode contribuir para a promoção a saúde. São alguns desses benefícios, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS
Q1224426 Educação Física
“Os padrões de rendimento no esporte de alto nível criam a necessidade de concentrar todos os esforços em uma só prova esportiva. Desta forma, criam-se condições para que somente o progresso de rendimento seja conseguido”.
Assinale a alternativa que representa uma tendência do sistema do esporte, sugerida pelo texto acima.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS
Q1224187 Educação Física
Assinale a alternativa que NÃO representa um princípio pedagógico no ensino da educação física.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS
Q1224126 Educação Física
Educação se dirige sempre ao educando. Todavia ela não pode restringir seu interesse a uma visão individualista. Educação tem de permanecer consciente de sua relação histórico-social, sem renunciar, porém, à relação individual. Educação deve ser colocada na tensão normativa da realização pessoal individual e emancipação social. Essa tensão fundamenta a imagem de um sujeito capaz de
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1211708 Português
TEXTO: Sobre simplicidade e sabedoria 
Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.
Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus voos são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por dez mil coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso. Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos, a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos nas gaiolas do dever. A cada manhã dez mil coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde as dez mil coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições. 
No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu voo pela manhã. Já observaram o voo das pombas no fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam pra casa, o ninho. As aves, ao crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.  
(...)   Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das dez mil coisas. Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as dez mil coisas aparecem e desaparecem sem cessar”. O caminho da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho. 
(...)   O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. (...) Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar”. Saberes não são lar. 
(...)   Diz o Tao-Te-Ching: “Na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui uma coisa.” (...) Sabedoria é a arte de degustar. A arte de degustar, distinguir, discernir. O homem dos saberes, diante da multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço”. Mas o sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas”. (...). A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos para a alegria. 
(...)   A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as expectativas que deram alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o resto da eternidade refletido no rio do tempo. 
Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho, não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar. 
Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada encontro que tenhas brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que nem foram notadas por outras pessoas. 
Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...” Certo. Ela vem quando não se espera, em lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabe donde vem nem para onde vai...” Sabedoria é arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples. (Adaptação, Rubem Alves, in Concerto para Corpo e Alma)
Está correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS
Q1211404 Educação Física
Das afirmações abaixo, qual NÃO se enquadra como Objetivos na Educação Física?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: AOCP Órgão: FESF-SUS
Q1211213 Educação Física
Na metodologia da Nova abordagem como deve ser as aulas de Educação Física?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Ipatinga - MG
Q1187435 Educação Física
Sobre a ética profissional do Educador Físico, é correto afirmar que, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1229592 Educação Física
No corpo, um músculo ou grupo muscular pode apresentar fadiga em virtude da falha de qualquer um ou todos os diferentes mecanismos neuromusculares implicados na contração muscular. Os locais e mecanismos fisiológicos mais prováveis de fadiga muscular localizada são
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1229482 Educação Física
Qual das alternativas abaixo se refere à tática esportiva?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1229467 Educação Física
Quanto ao handebol, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) falso o que se afirma abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
(   ) A finta é um recurso individual usado pelo jogador, com o objetivo de ludibriar o adversário e conseguir dar prosseguimento à jogada.
(   ) A finta somente pode ser realizada com a posse de bola.
(   ) O objetivo do bloqueio é impedir ou desviar a trajetória da bola, para que ela não chegue ao seu gol.
(   ) A técnica da recepção consiste em rebater a bola com uma ou ambas as mãos. 
(   ) O drible não pode ser executado para ultrapassar um adversário em velocidade.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1229345 Educação Física
Num campeonato municipal de futebol da sua cidade, treze equipes inscreveram-se. Ficou decidido que o sistema de disputa na fase classificatória seria o de rodízio simples. Quantos jogos e quantas rodadas, respectivamente, serão realizados?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1200897 Português
                                                                                                    A gente decide
No dia dos seus 102 anos, uma adorável matriarca está sentada junto à mesa de sua cozinha, rodeada de filhas e amigas. Ela corta os quiabos que serão preparados e servidos mais tarde aos visitantes, como de costume. Entrevistada, diz ao jornalista: “A vida, a gente é que decide. Eu escolhi a felicidade”.
A aniversariante, dona Canô, mãe de Bethânia, minha irmã querida, naturalmente não quis dizer que “escolher a felicidade” é viver sem problemas, sem dramas pessoais ou as dores do mundo. Nem quer dizer ser irresponsável, eternamente infantil. Ao contrário, a entrevistada falou em “decidir” e “escolher”. Apesar de fatalidades como a doença, e a morte, o desemprego, as perdas amorosas, a falta do dinheiro essencial à dignidade, podemos decidir que tudo fica como está ou vai melhorar, dentro do que podemos. Posso optar por me sentir injustiçada, ficando amarga e sombria; posso escolher acreditar no ser humano e em alguma coisa maior do que toda a nossa humana circunstância: posso buscar sempre alguma claridade, e colaborar com ela. Dentro de minhas limitações pessoais e de minha condição individual, eu faço diferença, todos fazemos.
Desse início pessoal, passo ao mais geral: leio que 40% dos nossos jovens e crianças vivem abaixo da linha de pobreza: que o desemprego é uma calamidade, a violência cresce a cada dia e o analfabetismo não diminui; que crianças continuam, aos milhares e milhares, brincando no barro feito terra e esgoto. Leio, vejo e sei que milhares e milhares de velhos vivem em condições sub-humanas, pois sua aposentadoria é miserável, o serviço de saúde pública também, morre-se em corredores de hospitais ou em filas de postos de saúde, onde médicos exaustos e pessimamente pagos, fazem muito mais do que podem.
Não vou recitar a ladainha de que as circunstâncias não justificam euforia nem ufanismo simplesmente porque nós não decidimos algo melhor do que isso que escrevi acima, e todo o resto que qualquer um conhece – e apesar disso continuamos deitando a cabeça no travesseiro toda noite e dormindo quem sabe até bem.
Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde, educação, moradia, decência e dignidade de boa parte do povo brasileiro que agora samba e celebra porque teremos Copa, teremos Olimpíada, teremos festa.
Sei que este não é um artigo simpático. Certamente não é alegrinho. Realmente ele trata do que não decidimos, ou decidimos mal, ou decidimos não decidir, como, por exemplo, exigir líderes mais sensatos, mais presentes, mais realistas, mais dignos em todos os níveis. Podíamos decidir ser mais respeitados enquanto povo, mais olhados enquanto gente, mais seguros e mais protegidos enquanto sociedade.
Ou isso a gente não decide porque nem sabe das coisas, pois não se informa, não sabe ler, se sabe ler não costuma, nem o jornal esquecido no banco do ônibus. Onde o povo carrega doença e dor, descrença e desalento, mas também, aqui e ali, leva um jornal para saber onde afinal vivemos, em quem afinal podemos acreditar, e o que afinal deveríamos esperar. Indagados, os mais desassistidos dirão que Deus é quem sabe, Deus decide, a quem ama Deus faz sofrer – frase de imensurável crueldade.
Ou será melhor nem saber nem aprender a ler, nem pegar a folha de jornal, nem ouvir o noticioso no radinho de pilha. Basta saber que sempre há em algum canto motivo para um breve ou longo carnaval, celebrando alguma coisa que possivelmente não vai encher nem o nosso bolso nem a barriga de nossos filhos, nem construir uma casa decente, nem botar esgoto, nem cuidar da nossa saúde, nem amparar nossos velhos, nem coisa nenhuma que seja forte, firme, boa e real. Porque, infelizmente, por aqui ainda decidimos pouco, e poucas vezes decidimos bem. Não porque Deus quis assim, mas porque a gente nem ao menos sabe por onde começar. (LUFT, Lya. A gente decide. VEJA. 21 out.2009.p.26.)
“Tenho medo do ufanismo: ele pode ser burro e cego. Olimpíada no Brasil, Copa do Mundo no Brasil, tudo bem: mas eu preferia que antes disso a gente tivesse resolvido os gravíssimos e tristes problemas, tão dramáticos, de comida, saúde...” A palavra em destaque representa, no sexto parágrafo, uma relação de:
Alternativas
Respostas
7721: C
7722: E
7723: C
7724: C
7725: B
7726: B
7727: D
7728: B
7729: D
7730: E
7731: A
7732: B
7733: E
7734: D
7735: D
7736: B
7737: A
7738: C
7739: A
7740: D