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Q401241 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase:
Alternativas
Q401240 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Transpondo-se para a voz ativa a construção aproveita-se dele o braço servil, a forma verbal resultante deverá ser:
Alternativas
Q401239 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
A concordância verbal está plenamente respeitada na frase:
Alternativas
Q401237 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Depreende-se da leitura do texto que, na sociedade industrial, a sabedoria acumulada pelos velhos
Alternativas
Q401236 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Atente para as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, ao empregar a expressão à sua obra, a autora está-se referindo às propriedades acumuladas pelo velho da classe mais favorecida.

II. No segundo parágrafo, o contexto permite entender que o termo “investe”, entre aspas, está emprega- do na acepção que lhe conferem os economistas.

III. No terceiro parágrafo, a expressão racionalização do trabalho identifica o rigor com que se planeja e se operacionaliza a produção industrial.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q401235 Português
A velhice na sociedade industrial

A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobrevivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade constituem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens. Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pessoa. 

Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá- los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes, “administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força. Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em que foram abandonados pelos seus? 

Quando se vive o primado da mercadoria sobre o homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles o braço servil, mas não o conselho.

(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
A seguinte formulação resume, conceitualmente, o argumento central do texto:
Alternativas
Q168495 Auditoria de Obras Públicas
Nas edificações, o controle de materiais, equipamentos e
procedimentos é fundamental para que os componentes da obra
atendam às especificações do projeto, com desempenho adequado
e garantia de segurança. Acerca desse controle, julgue os itens
seguintes.

A impermeabilização estrutural de concreto já construído pode ser conseguida por cristalização de produtos inorgânicos em contato com a água no interior do concreto.
Alternativas
Q168494 Auditoria de Obras Públicas
Nas edificações, o controle de materiais, equipamentos e
procedimentos é fundamental para que os componentes da obra
atendam às especificações do projeto, com desempenho adequado
e garantia de segurança. Acerca desse controle, julgue os itens
seguintes.

A pavimentação com concreto betuminoso texturizado deve ser feita com a aplicação de concreto usinado a frio, com posterior aplicação de concreto jateado.
Alternativas
Q168493 Auditoria de Obras Públicas
Nas edificações, o controle de materiais, equipamentos e
procedimentos é fundamental para que os componentes da obra
atendam às especificações do projeto, com desempenho adequado
e garantia de segurança. Acerca desse controle, julgue os itens
seguintes.

A unidade resfriadora de líquido de uma unidade de condicionamento de ar do tipo chiller trabalha com soluções à base de etileno-glicol.
Alternativas
Q168492 Auditoria de Obras Públicas
Nas edificações, o controle de materiais, equipamentos e
procedimentos é fundamental para que os componentes da obra
atendam às especificações do projeto, com desempenho adequado
e garantia de segurança. Acerca desse controle, julgue os itens
seguintes.

Na classificação de azulejos, nenhuma classe deve apresentar imperfeições estruturais ou de superfície perceptíveis a olho nu, à distância de um metro e com boa iluminação.
Alternativas
Q168491 Auditoria de Obras Públicas
Nas edificações, o controle de materiais, equipamentos e
procedimentos é fundamental para que os componentes da obra
atendam às especificações do projeto, com desempenho adequado
e garantia de segurança. Acerca desse controle, julgue os itens
seguintes.

Argamassas industrializadas devem satisfazer exigências físicas e mecânicas relativas a resistência à compressão, capacidade de retenção de água e teor de ar incorporado.
Alternativas
Q168490 Auditoria de Obras Públicas
Planejamento e controle são etapas importantes no
acompanhamento de edificações, principalmente no que se refere
a elaboração e acompanhamento de orçamentos. Para tanto, são
utilizadas técnicas e conceitos que permitem certa homogeneidade
nos resultados. Com relação a análise orçamentária, julgue os itens
subseqüentes.

Despesas com material de proteção contra acidentes no trabalho e fôrmas reaproveitáveis para concreto são classificadas como custos diretos de produção.
Alternativas
Q168489 Auditoria de Obras Públicas
Planejamento e controle são etapas importantes no
acompanhamento de edificações, principalmente no que se refere
a elaboração e acompanhamento de orçamentos. Para tanto, são
utilizadas técnicas e conceitos que permitem certa homogeneidade
nos resultados. Com relação a análise orçamentária, julgue os itens
subseqüentes.

A composição do custo unitário baseia-se na decomposição, em partes, do produto a executar, com premissa da existência de proporcionalidade entre custo e quantidade produzida.
Alternativas
Q168488 Auditoria de Obras Públicas
Planejamento e controle são etapas importantes no
acompanhamento de edificações, principalmente no que se refere
a elaboração e acompanhamento de orçamentos. Para tanto, são
utilizadas técnicas e conceitos que permitem certa homogeneidade
nos resultados. Com relação a análise orçamentária, julgue os itens
subseqüentes.

A curva de classificação ABC, pelo princípio de Pitágoras, aproxima os componentes de custos às relações de um triângulo retângulo.
Alternativas
Q168487 Auditoria de Obras Públicas
Planejamento e controle são etapas importantes no
acompanhamento de edificações, principalmente no que se refere
a elaboração e acompanhamento de orçamentos. Para tanto, são
utilizadas técnicas e conceitos que permitem certa homogeneidade
nos resultados. Com relação a análise orçamentária, julgue os itens
subseqüentes.

A representação de um recurso, como mão-de-obra, pela curva S, mostra a distribuição desse recurso de forma cumulativa.
Alternativas
Q168486 Auditoria de Obras Públicas
No transporte aéreo, as obras aeroportuárias representam
importante componente para o sistema aeroviário. Os elementos
componentes de um aeroporto podem ser classificados em três
grandes grupos, quais sejam, a área de pouso, a área do terminal e
o complexo relacionado ao tráfego aéreo. Cada uma dessas áreas
demanda especificações precisas para procedimentos e materiais.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

O conjunto especial de vidros atérmicos e acústicos é obtido por processo de metalização on-line.
Alternativas
Q168484 Auditoria de Obras Públicas
No transporte aéreo, as obras aeroportuárias representam
importante componente para o sistema aeroviário. Os elementos
componentes de um aeroporto podem ser classificados em três
grandes grupos, quais sejam, a área de pouso, a área do terminal e
o complexo relacionado ao tráfego aéreo. Cada uma dessas áreas
demanda especificações precisas para procedimentos e materiais.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

Nas portas corta-fogo de terminais onde forem previstas, utiliza-se chapa de aço com núcleo de policloreto de vinila.
Alternativas
Q168482 Auditoria de Obras Públicas
No transporte aéreo, as obras aeroportuárias representam
importante componente para o sistema aeroviário. Os elementos
componentes de um aeroporto podem ser classificados em três
grandes grupos, quais sejam, a área de pouso, a área do terminal e
o complexo relacionado ao tráfego aéreo. Cada uma dessas áreas
demanda especificações precisas para procedimentos e materiais.
Acerca desse assunto, julgue os itens que se seguem.

O ensaio de compressão triaxial pode ser utilizado no ensaio de cisalhamento de um solo para construção de pista de pouso e decolagem.
Alternativas
Q168481 Auditoria de Obras Públicas
Um aspecto positivo, no sistema elétrico brasileiro, é a
possibilidade de integração das diversas regiões do país com
grandes linhas de transmissão. Essas linhas, pelo seu porte e
responsabilidade operacional, devem atender a diretrizes técnicas
no que se refere a seus diversos componentes. A respeito desse
assunto, julgue os itens a seguir.

O material construtivo dos cabos condutores é usualmente aço ou alumínio, não sendo admissível cabo com duplo material.
Alternativas
Q168479 Auditoria de Obras Públicas
Um aspecto positivo, no sistema elétrico brasileiro, é a
possibilidade de integração das diversas regiões do país com
grandes linhas de transmissão. Essas linhas, pelo seu porte e
responsabilidade operacional, devem atender a diretrizes técnicas
no que se refere a seus diversos componentes. A respeito desse
assunto, julgue os itens a seguir.

No dimensionamento das treliças metálicas, considera-se o fato de que as barras funcionam com esforços de tração ou compressão.
Alternativas
Respostas
301: E
302: D
303: A
304: B
305: E
306: C
307: C
308: E
309: C
310: E
311: C
312: E
313: C
314: E
315: C
316: E
317: E
318: C
319: E
320: C